{"id":25528,"date":"2015-07-31T12:00:27","date_gmt":"2015-07-31T12:00:27","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=25528"},"modified":"2015-07-30T23:42:21","modified_gmt":"2015-07-30T23:42:21","slug":"o-futuro-vem-junto-com-as-novas-fontes-de-energia-estamos-vivendo-a-maior-transformacao-ja-vista-na-historia-da-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-futuro-vem-junto-com-as-novas-fontes-de-energia-estamos-vivendo-a-maior-transformacao-ja-vista-na-historia-da-energia\/","title":{"rendered":"O futuro vem junto com a maior transforma\u00e7\u00e3o das fontes de energia"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-25529\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Voc\u00ea provavelmente deve se lembrar de uma das mais marcantes cenas do filme \u201cDe Volta para o Futuro\u201d, produzido em 1985 por Steven Spielberg, em que o cientista grisalho Doutor Brown, protagonizado pelo ator Christopher Lloyd, reabastece com lixo residencial o DeLorean, um carro que viaja no tempo. Curiosamente, a fic\u00e7\u00e3o imaginou que o combust\u00edvel alternativo, que inclu\u00eda cascas de banana, restos de comida e embalagens, seria uma realidade tr\u00eas d\u00e9cadas depois, em 2015. Hoje, com algumas pequenas adapta\u00e7\u00f5es, pode-se dizer que Spielberg acertou.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, \u00e9 verdade, abastecer o tanque de combust\u00edveis com lixo, mas a pr\u00e1tica de extrair energia daquilo que antes ia para o esgoto ou aterros sanit\u00e1rios \u00e9 uma realidade cada vez mais presente, e simboliza uma era promissora para a ind\u00fastria energ\u00e9tica no Brasil e no mundo. N\u00e3o faltam exemplos. Na segunda maior hidrel\u00e9trica do planeta, a Itaipu Binacional, 40 dos 300 carros da frota j\u00e1 s\u00e3o movidos a biometano, um g\u00e1s retirado dos dejetos de galinhas e porcos de fazendas e granjas do interior do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>At\u00e9 o final do ano que vem, metade da frota ser\u00e1 movida a energia limpa. Al\u00e9m de retirar da natureza aquilo que poderia contaminar a \u00e1gua de rios e mananciais, a convers\u00e3o de fezes em combust\u00edvel reduz em 70% a emiss\u00e3o de di\u00f3xido de carbono na atmosfera em rela\u00e7\u00e3o aos combust\u00edveis derivados do petr\u00f3leo. \u201cEstamos vivendo a maior transforma\u00e7\u00e3o j\u00e1 vista na hist\u00f3ria da energia\u201d, afirma o executivo Jorge Samek, que comanda a parte brasileira de Itaipu, usina que tamb\u00e9m pertence ao Paraguai. \u201cMais cedo do que todos possam imaginar, nossos carros e nossa eletricidade ser\u00e3o gerados por fontes antes impens\u00e1veis.\u201d<\/p>\n<p>A ofensiva verde de Itaipu n\u00e3o se limita ao biometano. A partir da primeira semana de novembro, todo esgoto produzido pela empresa ser\u00e1 processado em um grande biodigestor, que produzir\u00e1 gases para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica para consumo pr\u00f3prio. At\u00e9 a poda da grama, que gera uma tonelada de res\u00edduos todos os dias, ser\u00e1 processada no mesmo tanque. A energia excedente poder\u00e1 ser vendida para a Companhia Paranaense de Energia (Copel). \u201cItaipu se tornou o maior laborat\u00f3rio de novas energias no Pa\u00eds\u201d, diz Samek.<\/p>\n<p>Por que, afinal, a gigantesca hidrel\u00e9trica, com 20 megaturbinas em opera\u00e7\u00e3o, que gera 17% de toda eletricidade consumida no Pa\u00eds e praticamente toda energia do Paraguai, precisa buscar energia no lixo? N\u00e3o precisa. A proposta \u00e9 desenvolver novas tecnologias para diversificar a matriz energ\u00e9tica do Pa\u00eds, ainda hoje extremamente dependente da for\u00e7a das \u00e1guas e do bom humor de S\u00e3o Pedro. A diversifica\u00e7\u00e3o \u00e9 urgente. Prova disso foi o an\u00fancio conjunto, na ter\u00e7a-feira 30, da presidente Dilma Rousseff e de seu colega americano Barack Obama.<\/p>\n<p>Os dois mandat\u00e1rios se comprometeram a reduzir significativamente a participa\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis na gera\u00e7\u00e3o de eletricidade at\u00e9 2030. No lado brasileiro, al\u00e9m de zerar o desmatamento ilegal e reflorestar uma \u00e1rea de 12 milh\u00f5es de hectares, o equivalente \u00e0 metade do Estado de S\u00e3o Paulo, a promessa \u00e9 de aumentar a fatia das energias renov\u00e1veis, com gera\u00e7\u00e3o a partir de e\u00f3licas, solares e biocombust\u00edveis, que dever\u00e1 ficar entre 28% e 33% da matriz. Em 2012, o Brasil j\u00e1 contabilizava 28,6% da eletricidade gerada como origin\u00e1ria de fontes limpas, mas, desde ent\u00e3o, tem sujado a matriz energ\u00e9tica diante da necessidade de colocar as termel\u00e9tricas em m\u00e1xima opera\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia da queda no volume de chuvas nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Ao largo das promessas e da propaganda pol\u00edtica, h\u00e1 uma multibilion\u00e1ria ind\u00fastria de energia limpa se movimentando desde j\u00e1. Pelos c\u00e1lculos da consultoria Bloomberg New Energy Finance, dos US$ 300 bilh\u00f5es que dever\u00e3o ser investidos em gera\u00e7\u00e3o de energia no Brasil, at\u00e9 2040, US$ 267 bilh\u00f5es ser\u00e3o direcionados a projetos de energia renov\u00e1vel. Para este ano, a expectativa \u00e9 de que sejam investidos, a despeito da crise, cerca de R$ 30 bilh\u00f5es, acima dos R$ 24 bilh\u00f5es do ano passado. De olho nessa dinheirama, empresas de diversos setores tra\u00e7am suas diretrizes para n\u00e3o ficarem de fora dessa nova ordem energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>\u201cO cen\u00e1rio de gera\u00e7\u00e3o de energia no Brasil necessita de transforma\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Reinaldo Garcia, presidente da GE para a Am\u00e9rica Latina. \u201cO modelo de gera\u00e7\u00e3o centralizada, com alta concentra\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica, que funcionou muito bem nos \u00faltimos 50 anos, come\u00e7a a ter seus desafios.\u201d A gigante industrial americana, dona de um faturamento de US$ 148,6 bilh\u00f5es, no ano passado, e cujos tent\u00e1culos se estendem por setores diversificados como o aeroespacial, energia e sa\u00fade, acredita que, em um futuro pr\u00f3ximo, cidad\u00e3os e empresas estar\u00e3o produzindo sua pr\u00f3pria energia, localmente.<\/p>\n<p>Trata-se de um conceito batizado de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda. A GE est\u00e1 desenvolvendo turbinas cada vez mais compactas, derivadas do setor a\u00e9reo, que podem ser instaladas, por exemplo, no subsolo de edif\u00edcios. Pequenas e silenciosas, elas garantem autonomia e seguran\u00e7a energ\u00e9tica a ind\u00fastrias e condom\u00ednios corporativos, al\u00e9m de funcionarem com combust\u00edveis limpos. \u201cN\u00e3o faz sentido gerar energia no Paran\u00e1 e levar at\u00e9 o Nordeste\u201d, afirma John Ingham, diretor da GE, respons\u00e1vel pelas \u00e1reas de \u00e1gua e energia. \u201cHoje \u00e9 poss\u00edvel para qualquer empresa gerar sua pr\u00f3pria eletricidade e, ainda, jogar o excedente de volta para a rede.\u201d<\/p>\n<p>Atualmente, existem 35 dessas miniturbinas em opera\u00e7\u00e3o no Brasil, al\u00e9m de outras 75 de tamanho tradicional. Esse n\u00famero \u00e9 inferior somente ao encontrado nos Estados Unidos. Em 2010, foi inaugurada, em Juiz de Fora (MG), a primeira usina termel\u00e9trica do mundo a operar com um biocombust\u00edvel, no caso o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar. A simplicidade e a efici\u00eancia das turbinas, em compara\u00e7\u00e3o com outros meios de gera\u00e7\u00e3o de energia, como motores a combust\u00e3o, \u00e9 que as tornam t\u00e3o atrativas e seguras \u2013 n\u00e3o por acaso, s\u00e3o o propulsor preferido do setor de avia\u00e7\u00e3o. \u201cElas podem funcionar com praticamente qualquer combust\u00edvel\u201d, afirma Ingham.<\/p>\n<p>SOBE? A alem\u00e3 ThyssenKrupp, por sua vez, encontrou uma maneira de produzir energia em algo t\u00e3o comum no cotidiano das pessoas, que, muita vezes, nem se percebe que se trata de um dos meios de transporte mais utilizados no mundo: os elevadores. C\u00e1lculos da empresa apontam que os pr\u00e9dios, tanto os residenciais como os comerciais, s\u00e3o os maiores consumidores de energia do mundo, respondendo por cerca de 40% do total \u2013 mais at\u00e9 do que a ind\u00fastria. J\u00e1 os elevadores s\u00e3o os grandes gast\u00f5es dos edif\u00edcios, absorvendo at\u00e9 10% da eletricidade produzida.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o \u00e9 que o sobe e desce e, principalmente, as frenagens, produzem calor, que pode ser transformado em energia, que volta para a rede. Um exemplo da novidade \u00e9 o One World Trade Center, pr\u00e9dio erguido no local onde ficavam as Torres G\u00eameas, em Nova York. Seus 73 elevadores geram energia suficiente para alimentar todo o sistema de ilumina\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio. A novidade chegar\u00e1 ao Brasil neste ano. \u201cA moderniza\u00e7\u00e3o dos elevadores ter\u00e1 um grande impacto no consumo de energia mundial\u201d, afirma Andreas Schierenbeck, presidente do conselho executivo da ThyssenKrupp Elevator, divis\u00e3o de elevadores do grupo alem\u00e3o, que tamb\u00e9m atua nos setores sider\u00fargico e de componentes industriais.<\/p>\n<p>O conceito de gerar energia localmente, em vez de confiar em obras fara\u00f4nicas, como a da hidrel\u00e9trica de Belo Monte, no Par\u00e1, que se arrasta h\u00e1 quatro d\u00e9cadas e j\u00e1 consumiu, desde 2010, mais de R$ 30 bilh\u00f5es, est\u00e1 por tr\u00e1s, tamb\u00e9m, do crescimento dos projetos de energia solar a e\u00f3lica. A Brasil Solair, empresa criada pelo empres\u00e1rio Nelson C\u00f4rtes da Silveira, fundador da Brasil Ecodiesel, por exemplo, montou uma aut\u00eantica fazenda solar em pleno sert\u00e3o baiano. Dois condom\u00ednios populares do programa Minha Casa Minha Vida, em Juazeiro, \u00e0s margens do Rio S\u00e3o Francisco, foram escolhidos para receber 9.144 pain\u00e9is fotovoltaicos em seus telhados, gerando mais de 2,1 megawatts-hora (MWh), o suficiente para abastecer 3,6 mil domic\u00edlios por ano.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos desenvolver aquilo que chamo de engenharia social, j\u00e1 que basta olhar para o mapa do Brasil para ver que onde mais bate sol, h\u00e1 mais pobreza\u201d, afirma Silveira. Com a chamada microgera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda de energia solar, as fam\u00edlias que antes dependiam essencialmente do Bolsa Fam\u00edlia hoje recebem na conta-corrente mensalmente um valor correspondente \u00e0 energia jogada na rede el\u00e9trica, que tem variado de R$ 60 a R$ 300, de acordo com a cota\u00e7\u00e3o do MWh no mercado livre. Engana-se quem pensa que se trata de um projeto isolado.<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 2040, as economias em desenvolvimento ter\u00e3o gasto US$ 1 trilh\u00e3o em sistemas fotovoltaicos pequenos, em muitos casos levando eletricidade pela primeira vez a vilarejos remotos\u201d, afirma Jenny Chase, analista-chefe da Bloomberg New Energy Finance. O horizonte da energia solar no Pa\u00eds se tornou ainda mais promissor com a produ\u00e7\u00e3o local dos pain\u00e9is, que antes eram importados da China. A Brasil Solair j\u00e1 produz as placas em Jo\u00e3o Pessoa, na Para\u00edba, com o objetivo de popularizar a modalidade por aqui. A empresa at\u00e9 lan\u00e7ou um modelo de neg\u00f3cio in\u00e9dito, em que o interessado em instalar os pain\u00e9is pode alugar o sistema a custo zero, que demandaria um investimento de R$ 20 mil a R$ 150 mil, se fosse comprado.<\/p>\n<p>A loca\u00e7\u00e3o \u00e9 paga com parte da receita da venda da energia ao sistema. Ou seja, al\u00e9m de reduzir drasticamente ou at\u00e9 zerar a conta de luz, o locat\u00e1rio pode ainda faturar com o sol que bate no telhado. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como dar errado\u201d, afirma o presidente da Brasil Solair. \u201cUm painel solar no Brasil, por implica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, gera o dobro da energia de um painel na Alemanha\u201d. A microgera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda abrir\u00e1 caminho para o avan\u00e7o, por exemplo, dos autom\u00f3veis el\u00e9tricos, atualmente n\u00e3o incentivado pelo governo brasileiro. O argumento \u00e9 que o aumento da frota movida a eletricidade poderia causar um colapso no fr\u00e1gil sistema energ\u00e9tico.<\/p>\n<p>\u201cIsso \u00e9 balela, j\u00e1 que se 100% dos carros vendidos anualmente no Pa\u00eds fossem el\u00e9tricos, aumentaria apenas 3% da carga no sistema\u201d, diz Samek, de Itaipu. \u201cO governo, querendo ou n\u00e3o, ser\u00e1 atropelado pelos carros el\u00e9tricos, que tomar\u00e3o conta do mercado nos pr\u00f3ximos anos.\u201d Internamente, Samek tenta dar o exemplo. Juntamente com aqueles 40 ve\u00edculos movidos a biometano de sua frota, outros 80 j\u00e1 funcionam 100% a eletricidade. Detalhe: os carros foram produzidos nos laborat\u00f3rios da empresa, o que faz de Itaipu a maior montadora de carros el\u00e9tricos do Pa\u00eds e parceira de marcas como Renault, Nissan, Fiat, Scania e Volvo.<\/p>\n<p>Outra peculiaridade desses carros, \u00f4nibus e caminh\u00f5es, al\u00e9m da nacionalidade brasileira, \u00e9 a tecnologia pr\u00f3pria das baterias, produzidas a partir do s\u00f3dio. Trata-se do mesmo material utilizado como sal de cozinha, tr\u00eas vezes mais leve que as de chumbo e mais adequada ao clima dos tr\u00f3picos, por n\u00e3o perder sua capacidade de armazenamento com o calor. O sucesso desse sistema j\u00e1 foi comprovado at\u00e9 em avi\u00f5es. No dia 23 de junho, Itaipu promoveu o voo inaugural do primeiro avi\u00e3o 100% el\u00e9trico do Pa\u00eds, fabricado em parceria com a ACS Aviation, de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP).<\/p>\n<p>O armazenamento da energia \u00e9, at\u00e9 o momento, a grande barreira para a populariza\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos el\u00e9tricos. N\u00e3o por acaso, o bilion\u00e1rio sul-africano Elon Musk, fundador da Tesla, fabricante de carros el\u00e9tricos que vem revolucionando o setor, est\u00e1 investindo US$ 1,4 bilh\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o da maior f\u00e1brica de bateria do mundo, no Estado de Nevada, nos Estados Unidos. Seus planos, no entanto, v\u00e3o al\u00e9m dos autom\u00f3veis. Musk anunciou que vai vender sistemas de armazenamento energ\u00e9tico para resid\u00eancias e empresas. Ser\u00e3o oferecidos dois tipos de bateria. A mais barata, com capacidade para at\u00e9 10 kWh, sair\u00e1 por US$ 3,5 mil. \u00c9 poss\u00edvel usar at\u00e9 cinco baterias juntas. Uma t\u00edpica casa americana, com ar condicionado, consome 30 kWh por dia, em m\u00e9dia.<\/p>\n<p>O sistema pode ser instalado em uma parede e tem diversas op\u00e7\u00f5es de cores, para combinar com a decora\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o mercado corporativo poder\u00e1 usufruir de um equipamento mais parrudo, do tamanho de um refrigerador, com capacidade para at\u00e9 100 kWh. O pre\u00e7o n\u00e3o foi divulgado. Segundo os c\u00e1lculos de Musk, s\u00e3o necess\u00e1rios 2 bilh\u00f5es desses sistemas para mudar a matriz energ\u00e9tica mundial, inteiramente, para fontes renov\u00e1veis armazenadas em baterias. Esse \u00e9 exatamente o n\u00famero da frota global de carros e caminh\u00f5es. Seja como for, a julgar pelo ritmo de investimentos das empresas no desenvolvimento de novas fontes de energia para eletricidade ou mobilidade, um mundo sem fuma\u00e7a e sem petr\u00f3leo chegar\u00e1 ao dia-a-dia de todos muito antes dos planos de Dilma e Obama. A corrida j\u00e1 come\u00e7ou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea provavelmente deve se lembrar de uma das mais marcantes cenas do filme \u201cDe Volta<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":25529,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/energia_limpa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Voc\u00ea provavelmente deve se lembrar de uma das mais marcantes cenas do filme \u201cDe Volta","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25528"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25528"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25528\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25529"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}