{"id":25043,"date":"2015-07-23T11:00:52","date_gmt":"2015-07-23T11:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=25043"},"modified":"2015-07-22T23:00:00","modified_gmt":"2015-07-22T23:00:00","slug":"terra-aquece-mais-do-que-o-previsto-e-como-se-sabe-os-pobres-e-que-ja-estao-sofrendo-os-impactos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/terra-aquece-mais-do-que-o-previsto-e-como-se-sabe-os-pobres-e-que-ja-estao-sofrendo-os-impactos\/","title":{"rendered":"Terra aquece mais do que o previsto e, como se sabe, os pobres \u00e9 que j\u00e1 est\u00e3o sofrendo os impactos"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-25045\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Resumo do Post:<\/strong> a jornalista Amelia gonzalez fala da rela\u00e7\u00e3o entre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, economia e pobreza.<\/p>\n<p><strong>Veja o artigo completo:<\/strong><\/p>\n<p>As \u00faltimas not\u00edcias n\u00e3o t\u00eam sido nada animadoras para quem se preocupa com os impactos negativos que o aumento da temperatura global j\u00e1 est\u00e1 causando. Foi publicado ontem (21) um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM)\u00a0 mostrando que de janeiro a junho de 2015 a temperatura global m\u00e9dia sobre superf\u00edcies terrestres e oce\u00e2nicas foi a mais quente j\u00e1 registrada. Ao longo dos \u00faltimos seis meses, a temperatura m\u00e9dia do mundo neste s\u00e9culo foi de 0,85 graus acima da m\u00e9dia do s\u00e9culo XX, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Houve ondas de calor no sul da \u00c1sia, Europa e bols\u00f5es nos Estados Unidos. No in\u00edcio deste m\u00eas as temperaturas em Londres, Madri, Berlim e Genebra se aproximaram dos 40 graus. No Jap\u00e3o, entre 13 e 19 de julho, quando os term\u00f4metros chegaram \u00e0 marca dos 39 graus,\u00a0 14 pessoas morreram por causa do calor\u00a0 e seis mil foram atendidas em emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o do lan\u00e7amento do relat\u00f3rio, a OMM pontuou sua maior preocupa\u00e7\u00e3o: o aquecimento dos oceanos. A temperatura m\u00e9dia global da superf\u00edcie do mar entre janeiro e junho deste ano tamb\u00e9m foi a mais alta j\u00e1 registrada.<\/p>\n<p>Esta informa\u00e7\u00e3o encontra outro estudo divulgado no m\u00eas passado pelo Institute of Atmospheric Physics (IAP), da China. Ele mostra que os oceanos est\u00e3o aquecendo mais rapidamente do que previram os cientistas no \u00faltimo relat\u00f3rio do Painel de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC na sigla em ingl\u00eas). Acontece que \u00e0 medida que os oceanos se aquecem, os mares sobem. \u00c0 medida que os mares sobem, sobe tamb\u00e9m, por exemplo, o n\u00famero de v\u00edtimas de enchentes e deslizamentos. Nos \u00faltimos dez anos, segundo informa a ONG Observat\u00f3rio do Clima (www.oc.org.br), oito munic\u00edpios brasileiros foram afetados por dia por conta de cat\u00e1strofes ambientais. Entre janeiro e junho deste ano, 1050 cidades decretaram calamidade p\u00fablica pelo mesmo motivo e s\u00f3 em um ano \u2013 2012 \u2013 o Anu\u00e1rio Brasileiro de Desastres apontou que mais de 16 milh\u00f5es de brasileiros foram afetados.<\/p>\n<p>Internacionalmente, o aumento da temperatura global e o aquecimento dos oceanos mostra a mais cruel das consequ\u00eancias: os pa\u00edses-ilhas e todos os povos que moram \u00e0 beira de rios e mares est\u00e3o seriamente comprometidos, podem desaparecer. S\u00e3o, em sua maioria, pessoas pobres que j\u00e1 lidam com essa vulnerabilidade com muita dificuldade.\u00a0 O aumento do n\u00famero de refugiados por mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, que j\u00e1 alcan\u00e7ou a cifra de 59 milh\u00f5es no ano passado, mostra bem isso.\u00a0 E essas pessoas dependem, com certeza, da ajuda dos pa\u00edses ricos para chegar a algum bom resultado.<\/p>\n<p>No dia 16 deste m\u00eas, reunidos em Adis Abeba, a capital da Eti\u00f3pia, numa Confer\u00eancia da ONU sobre Financiamento para o Desenvolvimento, 193 representantes de na\u00e7\u00f5es do mundo conclu\u00edram uma Agenda de A\u00e7\u00e3o que, em parte, pretende tentar resolver essa quest\u00e3o. Entre as dez iniciativas listadas no documento h\u00e1 uma que solicita aos pa\u00edses ricos (n\u00e3o se trata de acordo vinculante, ou seja, ningu\u00e9m \u00e9 obrigado a nada) que implementem o seu compromisso com a meta de mobilizar, conjuntamente, US$ 100 bilh\u00f5es por ano at\u00e9 2020 para atender \u00e0s necessidades dos pa\u00edses em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, os pa\u00edses s\u00e3o convidados a se empenharem para \u201celiminar gradualmente subs\u00eddios ineficientes aos combust\u00edveis f\u00f3sseis que levam ao consumo exagerado\u201d.<\/p>\n<p>Diminuir o aquecimento global, mantendo a perspectiva de que at\u00e9 o fim do s\u00e9culo o planeta aque\u00e7a 2 graus \u00e9 priorit\u00e1rio, como se cansam de alertar os estudiosos, at\u00e9 para que o potencial de fonte hidrel\u00e9trica de energia seja pouco alterado. Isso tamb\u00e9m quer dizer reduzir o desmatamento, respeitando os biomas. Em entrevista \u00e0 rep\u00f3rter Daniela Chiaretti para o jornal \u201cValor Econ\u00f4mico\u201d de ontem (21), a professora de ecologia de ecossistemas e mudan\u00e7as ambientais globais da Universidade de Bras\u00edlia Mercedes Bustamante, que estuda o Cerrado h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, disse que o governo deveria rever o percentual que permite desmatar at\u00e9 80% da regi\u00e3o. Para ela, s\u00f3 reflorestando todas as margens de rios daquele bioma \u00e9 que se poderia evitar uma crise h\u00eddrica de graves propor\u00e7\u00f5es como a que j\u00e1 vem se abatendo sobre o pa\u00eds, j\u00e1 que o Cerrado tem um papel importante na distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Ocorre que esse tipo de preocupa\u00e7\u00e3o e de alerta n\u00e3o \u00e9 ouvido por quem tem nas m\u00e3os o poder de tomar decis\u00f5es como esta.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o \u00e9 que nem o aumento da temperatura do planeta, que pode causar falta de \u00e1gua, nem o aquecimento dos oceanos, que pode fazer sumir v\u00e1rios pa\u00edses ou mesmo o fato de os mais pobres serem os mais atingidos \u00e9 novidade para mais ningu\u00e9m. Como tamb\u00e9m n\u00e3o se pode mais fingir esquecer que n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre o meio ambiente e nosso modo de vida, de produzir e de consumir e que esta associa\u00e7\u00e3o vem sendo desprezada de maneira recorrente.<br \/>\nHoje mesmo (22), tamb\u00e9m no \u201cValor Econ\u00f4mico\u201d, h\u00e1 um artigo assinado por Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial e Roberto Azev\u00eado, diretor-geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio, apresentando o relat\u00f3rio conjunto das duas institui\u00e7\u00f5es \u201cO Papel do Com\u00e9rcio na Erradica\u00e7\u00e3o da Pobreza\u201d, que lembra o papel importante do com\u00e9rcio internacional na redu\u00e7\u00e3o da pobreza \u201cao impulsionar o crescimento econ\u00f4mico e permitir acesso a novas tecnologias e inova\u00e7\u00f5es\u201d. O texto admite que ainda h\u00e1 muito a ser feito, e ficaria anacr\u00f4nico se n\u00e3o fizesse isso. Promete promover novas oportunidades de com\u00e9rcio que contribuam com o desenvolvimento econ\u00f4mico. Mas n\u00e3o se refere a passivos, nem sobre o que pode ser feito para minimiz\u00e1-los.<\/p>\n<p>Na Enc\u00edclica Papal lan\u00e7ada no fim do m\u00eas passado, o chefe do Estado do Vaticano, Papa Francisco, faz\u00a0 refer\u00eancia a v\u00e1rios passivos que faltam ao documento lan\u00e7ado pela OMC e BID. Admitir falhas \u00e9 um passo certeiro, como se sabe, para corrigi-las.\u00a0 Segundo o texto da Igreja, h\u00e1 \u201cuma verdadeira d\u00edvida ecol\u00f3gica, particularmente entre o Norte e o Sul, ligada a desequil\u00edbrios comerciais com consequ\u00eancias no \u00e2mbito ecol\u00f3gico e com o uso desproporcional dos recursos naturais efetuado historicamente por alguns pa\u00edses\u201d.<\/p>\n<p>E quem n\u00e3o sabe disso n\u00e3o tem estado ligado a informa\u00e7\u00f5es e not\u00edcias, no m\u00ednimo, nos \u00faltimos 50 anos.<br \/>\nEssa \u00e9 a quest\u00e3o. Muito j\u00e1 se sabe, muito j\u00e1 est\u00e1 sendo feito, mas sempre parece pouco diante dos problemas que n\u00e3o param de se avolumar. Mesmo reconhecendo a import\u00e2ncia do fato de que, nos \u00faltimos 25 anos, um bilh\u00e3o de pessoas no mundo sa\u00edram da pobreza extrema, como cita o texto assinado pelo BID e OMC, n\u00e3o d\u00e1 para esquecer que ainda hoje as 85 pessoas mais ricas do mundo t\u00eam um capital acumulado de US$ 1,7 trilh\u00e3o, o que equivale ao patrim\u00f4nio de 3,5 bilh\u00f5es de pessoas, as mais pobres do mundo, segundo o <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/natureza\/blog\/nova-etica-social\/post\/%20http:\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2014\/01\/140120_riqueza_relatorio_oxfam_fn\" target=\"_top\">\u00faltimo relat\u00f3rio da ONG brit\u00e2nica Oxfam<\/a> .<\/p>\n<p>Naomi Klein, jornalista canadense e ativista ambiental mostra, em seu \u00faltimo livro \u201cThis Changes Everything\u201d, qu\u00e3o paralelas (e distantes entre si) aconteceram, nos \u00faltimos anos, as negocia\u00e7\u00f5es do clima e do com\u00e9rcio mundial. Em 1992, as Na\u00e7\u00f5es Unidas assinaram no Rio uma conven\u00e7\u00e3o, chamada de United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC), documento que serviu de base para todas as futuras negocia\u00e7\u00f5es do clima.<\/p>\n<p>Naquele mesmo ano foi assinado o Tratado Norte-Americano de Livre Com\u00e9rcio, ativado dois anos depois. Tamb\u00e9m em 1994 foram conclu\u00eddas as negocia\u00e7\u00f5es estabelecendo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Com\u00e9rcio,que entrou em a\u00e7\u00e3o no ano seguinte. Em 1997, o Protocolo de Kyoto foi adotado, contendo as primeiras metas obrigat\u00f3rias de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. Em 2001, a China ganhou ades\u00e3o plena na OMC e isso, para Klein, foi \u201ca culmina\u00e7\u00e3o de um processo de libera\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio que come\u00e7ara d\u00e9cadas antes\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO que \u00e9 not\u00e1vel nesses processos paralelos \u00e9 que eles funcionam como se fossem desintegrados. Na verdade, com\u00e9rcio age como se as quest\u00f5es clim\u00e1ticas n\u00e3o existissem, ignorando as quest\u00f5es mais flagrantes que mostram como um impacta sobre o outro.\u201d<\/p>\n<p>A jornalista lembra, por exemplo, que quando se transporta bens e alimentos de um canto do mundo para o outro h\u00e1 uma enorme emiss\u00e3o de gases que os tratados sobre o clima tentam reduzir. Lembra ainda que as leis que protegem patentes, consagradas pela OMC, impactam sobre as demandas que as na\u00e7\u00f5es pobres t\u00eam feito aos pa\u00edses ricos para transfer\u00eancia de tecnologias verdes que possam ajud\u00e1-las a desenvolver um caminho de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. Klein denuncia ainda que h\u00e1 dispositivos que permitem que corpora\u00e7\u00f5es transnacionais processem governos se forem multadas por danos ambientais, o que desestimula muitos governantes a fazerem tais regula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que as cartas est\u00e3o todas na mesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo do Post: a jornalista Amelia gonzalez fala da rela\u00e7\u00e3o entre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, economia e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":25045,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/terra_aquecida.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Resumo do Post: a jornalista Amelia gonzalez fala da rela\u00e7\u00e3o entre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, economia e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25043"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25043"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25043\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25045"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25043"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25043"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25043"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}