{"id":24532,"date":"2015-07-14T12:00:02","date_gmt":"2015-07-14T12:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=24532"},"modified":"2015-07-14T11:45:15","modified_gmt":"2015-07-14T11:45:15","slug":"missao-new-horizons-faz-aproximacao-historica-de-plutao-nesta-terca-feira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/missao-new-horizons-faz-aproximacao-historica-de-plutao-nesta-terca-feira\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o New Horizons faz aproxima\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de Plut\u00e3o nesta ter\u00e7a-feira"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-24533\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>plutao,\u00c0s 7h49 desta ter\u00e7a-feira (8h49 no hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), a sonda New Horizons, da Nasa, ser\u00e1 a primeira espa\u00e7onave a chegar muito pr\u00f3xima de Plut\u00e3o, o planeta an\u00e3o nos limites do Sistema Solar. Nove anos depois de deixar a Terra, ela far\u00e1 um rasante de 12 500 quil\u00f4metros de altitude, tirando fotos em alta defini\u00e7\u00e3o e colhendo informa\u00e7\u00f5es sobre o corpo celeste e sua maior lua, Charon. \u00c9 uma aproxima\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de uma \u00e1rea desconhecida do Sistema Solar. Pequenos planetas como Plut\u00e3o s\u00e3o rel\u00edquias de mais de 4 bilh\u00f5es de anos que podem trazer informa\u00e7\u00f5es reveladoras sobre as origens do Sistema Solar.<\/p>\n<p>&#8220;Podemos esperar uma revolu\u00e7\u00e3o em nosso conhecimento sobre os pequenos planetas. N\u00e3o sabemos quase nada sobre eles e, em pouqu\u00edssimo tempo, teremos revela\u00e7\u00f5es surpreendentes&#8221;, disse o astr\u00f4nomo Alan Stern, l\u00edder da miss\u00e3o New Horizons e cientista do Southest Research Institute, nos Estados Unidos (SwRI, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p><strong>Plut\u00e3o em alta defini\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong> Os astr\u00f4nomos t\u00eam poucas informa\u00e7\u00f5es sobre Plut\u00e3o e as melhores fotos dele n\u00e3o passam de um amontoado de pixels enviadas pelo telesc\u00f3pio Hubble, muito distante do planeta an\u00e3o. No momento da maior aproxima\u00e7\u00e3o, a c\u00e2mera telesc\u00f3pica Long Range Recconaissance Imager (Lorri) da New Horizons far\u00e1 imagens com resolu\u00e7\u00e3o de uma aproxima\u00e7\u00e3o equivalente a cerca de 100 metros, o que faz com que detalhes do tamanho de uma bola de futebol possam ser vistos. \u00c9 uma qualidade at\u00e9 500 vezes superior aos \u00faltimos registros. Isso significa que poder\u00e3o ser notadas crateras, montanhas, lagos com \u00e1gua, gelo. Pela primeira vez, Plut\u00e3o e seus sat\u00e9lites ser\u00e3o vistos em toda a sua complexidade.<\/p>\n<p>&#8220;Em 24 horas, a qualidade da resolu\u00e7\u00e3o de nossas imagens vai passar de 15 quil\u00f4metros por pixel, para menos de 100 metros por pixel&#8221;, afirmou Stern. &#8220;Pra se ter ideia do n\u00edvel de precis\u00e3o, se o Central Park, em Nova York, estivesse em Plut\u00e3o, conseguir\u00edamos observar as lagoas do parque&#8221;. Contudo, como a sonda, do tamanho de um piano, circula em alta velocidade, a cerca de 49 000 quil\u00f4metros por hora, n\u00e3o vai poder parar e ficar em \u00f3rbita ao redor do planeta an\u00e3o. Ela ter\u00e1 que fazer seu trabalho em movimento constante, o que pode prejudicar algumas das fotografias coletadas.<\/p>\n<p>Com as primeiras fotos da sonda se aproximando de Plut\u00e3o, divulgadas na \u00faltima semana, j\u00e1 foi poss\u00edvel identificar \u00e1reas claras e escuras no planeta an\u00e3o. Com uma foto feita a &#8220;apenas&#8221; 8 milh\u00f5es de quil\u00f4metros, os astr\u00f4nomos notaram uma \u00e1rea clara em formato de cora\u00e7\u00e3o , om cerca de 2 000 quil\u00f4metros de estens\u00e3o. Nas \u00faltimas 48 horas, os cientistas tamb\u00e9m descobriram que h\u00e1 fuga de nitrog\u00eanio da atmosfera de Plut\u00e3o e camadas de gelo nos polos. Al\u00e9m disso, a sonda revelou que Plut\u00e3o \u00e9 um pouco maior do que o esperado: tem um raio de 1 185 quil\u00f4metros, em vez dos 1 150 quil\u00f4metros esperados.<\/p>\n<p><strong>O mist\u00e9rio das luas &#8211;<\/strong> A sonda percorreu 4,8 bilh\u00f5es de quil\u00f4metros desde que foi lan\u00e7ada pela Nasa, em janeiro de 2009. Naquela \u00e9poca, Plut\u00e3o ainda n\u00e3o havia sido reclassificado como planeta an\u00e3o e ainda menos se sabia sobre ele. Nesta ter\u00e7a-feira, o rasante ser\u00e1 feito em piloto autom\u00e1tico, para tentar coletar o m\u00e1ximo de imagens do corpo celeste e de suas cinco luas: Charon, Styx, Nix, Kerberos e Hydra. Como Plut\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o distante, os sinais de r\u00e1dio enviados \u00e0 New Horizons pelos controladores em Terra demoram cerca de quatro horas para chegar \u00e0 miss\u00e3o &#8211; o que far\u00e1 com que as imagens coletadas s\u00f3 cheguem a n\u00f3s durante a noite.<\/p>\n<p>Com as imagens e informa\u00e7\u00f5es colhidas pelos equipamentos da New Horizons, os astr\u00f4nomos procuram saber mais sobre a composi\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie e atmosfera do planeta an\u00e3o. At\u00e9 o momento, sabe-se que sua crosta \u00e9 coberta de nitrog\u00eanio congelado, di\u00f3xido de carbono, metano e \u00e1gua, mas muitas outras mol\u00e9culas podem ser descobertas. A atmosfera \u00e9 rica em hidrog\u00eanio, mas como a gravidade de Plut\u00e3o \u00e9 apenas 6% da terrestre, os gases que o circundam s\u00e3o facilmente dispersados pelo espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a New Horizons tamb\u00e9m pretende desvendar alguns mist\u00e9rios que circundam as luas do planeta an\u00e3o. Ao longo dos \u00faltimos dez anos, o telesc\u00f3pio Hubble descobriu que as quatro luas min\u00fasculas orbitam Plut\u00e3o e Caronte. Juntos, eles forma um sistema bin\u00e1rio de planetas: dois corpos, semelhantes em tamanho, circulando em torno de seu centro de gravidade comum. Com o apoio de fotografias, os pesquisadores analisaram o brilho destes pequenos planetas e suas luas. Nix e Hydra parecem ter uma superf\u00edcie brilhante, como Caronte, enquanto Kerberos \u00e9 mais escura. Al\u00e9m disso, elas t\u00eam \u00f3rbitas aparentemente ca\u00f3ticas.<\/p>\n<p><strong>Cintur\u00e3o de Kuiper &#8211;<\/strong> Ap\u00f3s se aproximar de Plut\u00e3o, a New Horizons viajar\u00e1 para uma regi\u00e3o do Sistema Solar conhecida como Cintur\u00e3o de Kuiper, que se estende de Netuno at\u00e9 depois do planeta an\u00e3o. Em Kuiper existem diversos planetas an\u00f5es, mas a \u00e1rea foi at\u00e9 hoje pouco explorada por miss\u00f5es espaciais. Essa segunda etapa da viagem est\u00e1 prevista para o per\u00edodo entre 2016 e 2020.<\/p>\n<h4>As principais miss\u00f5es espaciais de 2015<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1757\/pe6Cx\/alx_nh_pluto_lg_original.jpeg?1419537416\" alt=\"Chegada a Plut\u00e3o\" width=\"640\" height=\"502\" \/><\/p>\n<h3>Chegada a Plut\u00e3o<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Plut\u00e3o ainda n\u00e3o havia sido reclassificado como planeta an\u00e3o quando a sonda New Horizons (Novos Horizontes, em tradu\u00e7\u00e3o livre) foi lan\u00e7ada pela Nasa, em 19 de janeiro de 2006, para estud\u00e1-lo. A New Horizons chegar\u00e1 ao seu destino em julho e far\u00e1 as primeiras fotos <em>in loco<\/em> de Plut\u00e3o e de Charon, a maior lua desse planeta an\u00e3o. Esse objeto \u00e9 t\u00e3o grande em compara\u00e7\u00e3o com Plut\u00e3o (tem cerca de metade de seu tamanho), que alguns pesquisadores preferem consider\u00e1-los como um sistema planet\u00e1rio duplo. &#8220;A resolu\u00e7\u00e3o das imagens da New Horizons ser\u00e3o melhores que as melhores fotos tiradas pelo telesc\u00f3pio Hubble. No momento da maior aproxima\u00e7\u00e3o, as imagens da New Horizons ter\u00e3o a resolu\u00e7\u00e3o de uma aproxima\u00e7\u00e3o de cerca de 100 metros. Assim, objetos do tamanho de uma bola de futebol ser\u00e3o vistos. Pela primeira vez, Plut\u00e3o e seus sat\u00e9lites ser\u00e3o mostrados em toda a sua complexidade e diversidade e deixar\u00e3o de ser apenas pontos de luz, que \u00e9 a forma como os telesc\u00f3pios os veem&#8221;, diz o astr\u00f4nomo Hal Weaver, cientista respons\u00e1vel pela miss\u00e3o New Horizons e pesquisador do Laborat\u00f3rio de F\u00edsica Aplicada da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Em seguida, a New Horizons viajar\u00e1 para uma regi\u00e3o do Sistema Solar conhecida como Cintur\u00e3o de Kuiper, que se estende de Netuno at\u00e9 depois de Plut\u00e3o. Nesse Cintur\u00e3o existem diversos planetas an\u00f5es, mas a \u00e1rea foi at\u00e9 hoje pouco explorada por miss\u00f5es espaciais. Esses pequenos planetas s\u00e3o importantes por tratar-se de rel\u00edquias de mais de 4 bilh\u00f5es de anos. A viagem ao Cintur\u00e3o de Kuiper, no entanto, est\u00e1 prevista para o per\u00edodo entre 2016 e 2020. <\/span><\/p>\n<p><em><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/11\/12\/1432\/pe6Cx\/alx_rosetta_landing_twitter_original.jpeg?1415809917\" alt=\"Fim da Miss\u00e3o Rosetta e o despertar do Philae\" width=\"640\" height=\"349\" \/><\/em><\/p>\n<h3>Fim da Miss\u00e3o Rosetta e o despertar do Philae<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A sonda Rosetta, que liberou o m\u00f3dulo Philae para o <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/astronomia-faz-historia-pouso-em-cometa-e-concluido-com-sucesso\" target=\"_blank\" rel=\"\">pouso no cometa <\/a><\/strong>67P\/Churyumov\u2013Gerasimenko em novembro de 2014, continuar\u00e1 em atividade em 2015. Ela acompanhar\u00e1 a trajet\u00f3ria do cometa rumo ao Sol, registrando a forma\u00e7\u00e3o de sua cauda e as diferentes densidades da poeira que esse corpo vai liberar conforme se aquece. No plano original da miss\u00e3o, 2015 tamb\u00e9m seria um ano de trabalho duro para o Philae, o rob\u00f4 dotado de sensores para detectar a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera do cometa, c\u00e2meras para imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o e ferramentas para medir a densidade, temperatura e propriedade mec\u00e2nicas da superf\u00edcie do 67P. O pouso do Philae, no entanto, n\u00e3o saiu como o planejado. O rob\u00f4 estacionou em um lugar sem luz solar, essencial para recarregar suas baterias, e entrou em modo de hiberna\u00e7\u00e3o apenas 60 horas depois de aterrissar no 67P. De acordo com a Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA), antes de a bateria acabar, o m\u00f3dulo conseguiu <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/missao-rosetta-bateria-acaba-mas-robo-consegue-enviar-dados\" target=\"_blank\" rel=\"\">enviar \u00e0 Terra os dados<\/a><\/strong> colhidos na superf\u00edcie do corpo celeste. A esperan\u00e7a dos cientistas \u00e9 que, conforme o 67P se aproxime do Sol, o Philae receba mais luz solar e saia do modo de hiberna\u00e7\u00e3o por volta de mar\u00e7o. Se o Philae despertar, os cientistas podem tentar refazer algumas medi\u00e7\u00f5es que parecem n\u00e3o ter dado certo, como a ferramenta de perfura\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, os dados j\u00e1 enviados pelo rob\u00f4 ainda est\u00e3o sendo analisados pelos cientistas, e mais novidades podem estar a caminho. Informa\u00e7\u00f5es sobre as mol\u00e9culas org\u00e2nicas encontradas no cometa, por exemplo, ainda n\u00e3o foram divulgadas. At\u00e9 agora, o que se publicou \u00e9 que <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/o-misterio-da-agua\" target=\"_blank\" rel=\"\">a \u00e1gua do 67P <\/a><\/strong>n\u00e3o se parece com a da Terra. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1805\/pe6Cx\/alx_jsc2008e038906_original.jpeg?1419537886\" alt=\"G\u00eameos na Terra e no espa\u00e7o\" width=\"639\" height=\"424\" \/><\/p>\n<h3>G\u00eameos na Terra e no espa\u00e7o<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Saber os efeitos do espa\u00e7o sobre o corpo humano \u00e9 essencial para o planejamento de miss\u00f5es at\u00e9 pontos mais distantes do Universo. Para ajudar nessa pesquisa, dois irm\u00e3os g\u00eameos se voluntariaram e, com ajuda da Nasa, participar\u00e3o de um estudo in\u00e9dito. A partir de mar\u00e7o, o astronauta Scott Kelly passar\u00e1 um ano no espa\u00e7o, a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (ISS, na sigla em ingl\u00eas), na miss\u00e3o mais longa j\u00e1 realizada pela Nasa, enquanto seu irm\u00e3o, o astronauta aposentado Mark Kelly ficar\u00e1 na Terra, para efeitos de compara\u00e7\u00e3o. O ambiente em que Mark viver\u00e1, \u00e9 claro, n\u00e3o \u00e9 exatamente igual \u00e0s condi\u00e7\u00f5es da ISS. Mark se recusou, por exemplo, a passar todo esse tempo ingerindo apenas comida de astronauta aqui na Terra. Por isso, os pesquisadores ainda n\u00e3o sabem quais resultados ser\u00e3o obtidos, mas acreditam que a possibilidade de estudar a gen\u00e9tica nessas condi\u00e7\u00f5es pode levar, inclusive, a avan\u00e7os cient\u00edficos que beneficiem uma porcentagem maior da popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos astronautas. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1809\/pe6Cx\/alx_lisa_pathfinder_node_full_image_2_original-1.jpeg?1419538139\" alt=\"Ondas gravitacionais\" width=\"651\" height=\"489\" \/><\/p>\n<h3>Ondas gravitacionais<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A sonda LISA Pathfinder, da ESA, ser\u00e1 lan\u00e7ada durante o ano de 2015 para testar alguns instrumentos necess\u00e1rios para o desenvolvimento futuro de um detector de ondas gravitacionais. Essas ondas, previstas pela Teoria da Relatividade de Einstein, se formam em grandes eventos espaciais, como a uni\u00e3o de duas estrelas de n\u00eautrons (um dos poss\u00edveis est\u00e1gios finais da vida de uma estrela), de forma que detect\u00e1-las seria uma nova forma de estudar o Universo. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1759\/pe6Cx\/alx_dawn_orbit_121211_full_original.jpeg?1419537540\" alt=\"Em busca de asteroides\" width=\"640\" height=\"640\" \/><\/p>\n<h3>Em busca de asteroides<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Lan\u00e7ada em 2007 pela Nasa, a Miss\u00e3o Dawn tem como objetivo orbitar os asteroides Vesta e Ceres para estudar sua estrutura interna, densidade, forma, tamanho, composi\u00e7\u00e3o e massa, entre outros aspectos. Esses dados ajudar\u00e3o os cientistas a entender melhor a hist\u00f3ria desses objetos e quais meteoritos encontrados na Terra v\u00eam desses corpos. Em agosto de 2011, a Miss\u00e3o Dawn orbitou o primeiro asteroide, Vesta, ficando l\u00e1 at\u00e9 setembro do ano seguinte. Ela deve chegar ao Ceres em 1 de fevereiro de 2015, onde ficar\u00e1 por cinco meses. A miss\u00e3o acaba oficialmente em julho, mas a sonda continuar\u00e1 na \u00f3rbita de Ceres depois disso. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/1323\/pe6Cx\/ciencia-projeto-mars-one-20130424-02-original.jpeg?1402460824\" alt=\"Prepara\u00e7\u00e3o para Marte\" width=\"644\" height=\"362\" \/><\/p>\n<h3>Prepara\u00e7\u00e3o para Marte<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Os futuros colonizadores de Marte come\u00e7ar\u00e3o a ser treinados em 2015. \u00c9 o que promete a funda\u00e7\u00e3o privada Mars One, que planeja enviar o primeiro grupo de pessoas ao planeta vermelho em 2024, em uma expedi\u00e7\u00e3o s\u00f3 de ida. Apesar de todo o descr\u00e9dito com que o projeto foi recebido pela comunidade cient\u00edfica, mais de 200 000 volunt\u00e1rios se inscreveram para participar da miss\u00e3o, dos quais 10 289 s\u00e3o brasileiros. A ideia \u00e9 que a cada dois anos uma nova equipe seja enviada, e que todos participem de um &#8220;reality show&#8221; que dever\u00e1 mostrar a vida fora da Terra. O Mars One tem Gerard\u2019t Hooft, holand\u00eas ganhador do Pr\u00eamio Nobel, como um de seus apoiadores. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1802\/pe6Cx\/alx_magnetospheric_multiscale_original.jpeg?1419537738\" alt=\"Reconex\u00e3o magn\u00e9tica\" width=\"640\" height=\"426\" \/><\/p>\n<h3>Reconex\u00e3o magn\u00e9tica<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Em mar\u00e7o de 2015, a Nasa vai lan\u00e7ar a miss\u00e3o Magnetospheric Multiscale (MMS), composta por quatro sondas id\u00eanticas, que v\u00e3o orbitar a Terra para estudar um fen\u00f4meno ainda pouco compreendido pelos cientistas, chamado de reconex\u00e3o magn\u00e9tica. Ele ocorre apenas com o plasma, um conjunto de part\u00edculas positiva e negativamente carregadas que comp\u00f5e a maior parte do Universo observ\u00e1vel. A reconex\u00e3o magn\u00e9tica acontece quando as linhas de campo magn\u00e9tico se cruzam e liberam uma grande quantidade de energia. \u00c9 um processo fundamental do Universo, que direciona a energia armazenada em campos magn\u00e9ticos e a converte em calor e energia. O melhor local para observar esse fen\u00f4meno \u00e9 nos arredores da Terra. No lado do planeta iluminado pelo Sol, a reconex\u00e3o pode unir as linhas de campo magn\u00e9tico do Sol com as da Terra, permitindo que mat\u00e9ria e energia da estrela cheguem ao planeta. J\u00e1 na face onde \u00e9 noite, acredita-se que o fen\u00f4meno ajuda na forma\u00e7\u00e3o das auroras boreal e austral. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1813\/pe6Cx\/alx_adm-aeolus_original.jpeg?1419538409\" alt=\"De olho nos ventos\" width=\"640\" height=\"512\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>De olho nos ventos<\/h3>\n<p>O sat\u00e9lite ADM-Aeolus, previsto para ser lan\u00e7ado em 2015 pela ESA, vai monitorar os ventos ao redor do globo. Os dados coletados por ele devem melhorar a compreens\u00e3o sobre os sistemas clim\u00e1tico da Terra e os fatores que os influenciam, assim como melhorar os modelos de previs\u00e3o do tempo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>plutao,\u00c0s 7h49 desta ter\u00e7a-feira (8h49 no hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), a sonda New Horizons, da Nasa,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":24533,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/plutao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"plutao,\u00c0s 7h49 desta ter\u00e7a-feira (8h49 no hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), a sonda New Horizons, da Nasa,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24532"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24532"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24532\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24533"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24532"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24532"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24532"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}