{"id":24007,"date":"2015-07-05T12:00:41","date_gmt":"2015-07-05T12:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=24007"},"modified":"2015-07-05T00:00:36","modified_gmt":"2015-07-05T00:00:36","slug":"saiba-por-que-algumas-rosas-cheiram-mais-que-outras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/saiba-por-que-algumas-rosas-cheiram-mais-que-outras\/","title":{"rendered":"Saiba por que algumas rosas cheiram mais que outras"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-24008\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As rosas e seu perfume inspiram gera\u00e7\u00f5es de artistas e poetas desde a antiguidade. &#8220;Se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume&#8221;, escreveu Willian Shakespeare em Romeu e Julieta. No s\u00e9culo XVI isso poderia ser verdade, mas hoje n\u00e3o \u00e9 bem assim. Grande parte das rosas atuais n\u00e3o tem mais o odor caracter\u00edstico. Com sele\u00e7\u00e3o e cruzamento de tra\u00e7os gen\u00e9ticos para real\u00e7ar a cor e longevidade, elas t\u00eam pouco ou quase nenhum perfume. Mas uma nova descoberta, publicada nesta quinta-feira na revista <em>Science<\/em>, revela por que algumas rosas cheiram mais que outras e d\u00e1 pistas para resgatar a fragr\u00e2ncia das rosas.<\/p>\n<p>O estudo, feito por pesquisadores franceses, revela um processo qu\u00edmico at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido, relacionado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do odor, e que ocorre nas p\u00e9talas da planta. Comparando esp\u00e9cies que ainda exalam aroma forte com as que t\u00eam quase nenhum perfume, os cientistas descobriram uma enzima mais ativa nas cheirosas. Batizada com a sigla RhNUDX1, ela \u00e9 chave na fabrica\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas que conferem o cheiro da planta.<\/p>\n<p>Com o conhecimento desse novo mecanismo, os cientistas esperam poder fixar, melhorar ou reintroduzir o perfume nas p\u00e9talas. O odor natural das flores \u00e9 uma caracter\u00edstica fundamental para a reprodu\u00e7\u00e3o dos vegetais. Al\u00e9m de ajudar na perpetua\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, o resgate do perfume tamb\u00e9m pode recuperar o sentido de alguns antigos versos po\u00e9ticos.<\/p>\n<h4>As rec\u00e9m-descobertas habilidades vegetais<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0015\/pe6Cx\/sagebrush1-original.jpeg?1402461676\" alt=\"Linguagem\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Linguagem<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Uma das formas de as plantas se comunicarem \u00e9 por meio de compostos org\u00e2nicos vol\u00e1teis (VOC), que viajam pelo ar. Nos anos 1980, dois estudos, <a href=\"http:\/\/www.sciencemag.org\/content\/221\/4607\/277.abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">um deles publicado na revista &#8220;Science&#8221;<\/a>, mostraram evid\u00eancias de que esses qu\u00edmicos serviam para a comunica\u00e7\u00e3o vegetal. Dez anos depois, o bi\u00f3logo Edward Farmer, da Universidade de Lausanne, na Su\u00ed\u00e7a, <a href=\"http:\/\/www.pnas.org\/content\/87\/19\/7713.long\" target=\"_blank\" rel=\"\">mostrou como, em laborat\u00f3rio, artem\u00edsias emitiam grandes quantidades de metil jasmonato ao serem atacadas por insetos<\/a>. Esse composto, recebido por folhas de tomate, fazia com que o fruto ficasse mais resistente a pragas \u2014 ele passava a produzir mol\u00e9culas que, consumidas pelos insetos, interrompem sua digest\u00e3o. A \u00faltima comprova\u00e7\u00e3o de que a linguagem vegetal ocorre por meio dos VOCs veio no fim de 2013, com uma pesquisa publicada no peri\u00f3dico &#8220;Ecology Letters&#8221;. Ela mostrou que, em condi\u00e7\u00f5es naturais, as folhas que recebem esses qu\u00edmicos de vizinhas feridas<a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/ele.12205\/full\" target=\"_blank\" rel=\"\"> tornam-se mais resistentes a herb\u00edvoros<\/a>. Outra maneira com que as plantas &#8220;falam&#8221; umas com as outras foi mostrada em um estudo de 2010, publicado na revista &#8220;Plos One&#8221;. Ele explica como um p\u00e9 de tomate infectado por uma doen\u00e7a <a href=\"http:\/\/www.plosone.org\/article\/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0013324\" target=\"_blank\" rel=\"\">avisa os outros por meio de micorrizas<\/a>, fungos que surgem nas ra\u00edzes. Ao lado das micorrizas, os tomates produzem enzimas defensivas, tornando-se mais resistentes a doen\u00e7as. Os pesquisadores conclu\u00edram que esse pode ser um tipo de comunica\u00e7\u00e3o vegetal subterr\u00e2neo. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pe6Cx\/antsacacia1-original.jpeg?1402461677\" alt=\"Defesa\" width=\"637\" height=\"358\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Defesa<\/h3>\n<p>Um estudo publicado na edi\u00e7\u00e3o de fevereiro do peri\u00f3dico &#8220;<em>Ecology Letters&#8221; <\/em>demonstrou <a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/ele.12215\/abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">como os vegetais se defendem<\/a>. Segundo os pesquisadores, a \u00e1rvore Acacia manipula suas folhas para transformar as formigas &#8220;<em>Pseudomyrmex ferrugineus&#8221;<\/em> em aliadas, protegendo-as de pragas e animais herb\u00edvoros como vacas e cavalos. As flores produzem um n\u00e9ctar sem sacarose e, al\u00e9m disso, liberam um composto que, no organismo das formigas, impede que elas fa\u00e7am a digest\u00e3o do a\u00e7\u00facar. Os insetos, que precisam de n\u00e9ctar para sobreviver, tornam-se dependentes do composto sem sacarose, pois, impedidos de digerir doces, n\u00e3o podem mais buscar o alimento a\u00e7ucarado de outros vegetais.<\/p>\n<p>&#8220;Imagine que uma companhia que vende leite sem lactose coloque nele um composto que impe\u00e7a a digest\u00e3o da lactose. Assim que voc\u00ea tomar esse leite, voc\u00ea ter\u00e1 que continuar com ele, porque ser\u00e1 incapaz de digerir o leite normal. \u00c9 mais ou menos isso que as plantas fazem&#8221;, explica o pesquisador Martin Heil, do Centro de investiga\u00e7\u00e3o e Estudos Avan\u00e7ados do Instituto Polit\u00e9cnico Nacional do M\u00e9xico, e principal autor do estudo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/2253\/pe6Cx\/ciencia-botanica-mimosa-pudica-20140121-003-original.jpeg?1402461581\" alt=\"Mem\u00f3ria\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Mem\u00f3ria<\/h3>\n<p>Um estudo publicado na edi\u00e7\u00e3o de janeiro do peri\u00f3dico &#8220;<em>Oecologia&#8221;<\/em> explica que a esp\u00e9cie &#8220;<em>Mimosa pudica&#8221;<\/em>, conhecida como n\u00e3o-me-toques ou dormideira, <a href=\"http:\/\/%20http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/plantas-aprendem-e-tem-memoria-afirma-estudo\" target=\"_blank\" rel=\"\">aprende e tem mem\u00f3ria<\/a>. Submetida pelos cientistas a quedas em sequ\u00eancia, suas folhas se recordaram dos tombos por at\u00e9 um m\u00eas. Os pesquisadores n\u00e3o conseguiram explicar como elas s\u00e3o capazes de fazer isso, sem um c\u00e9rebro que coordene suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0222\/pe6Cx\/plantas-em-tubos-de-ensaio-original.jpeg?1402459708\" alt=\"Impulsos el\u00e9tricos\" width=\"640\" height=\"359\" \/><\/p>\n<h3>Impulsos el\u00e9tricos<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> H\u00e1 algum tempo os bi\u00f3logos sabem que todas as c\u00e9lulas vivas transmitem mensagens por meio de sinais el\u00e9tricos \u2014 chamados de \u00edons. Eles passam atrav\u00e9s das membranas de acordo com a concentra\u00e7\u00e3o de \u00edons de cada lado. Em agosto do ano passado, o bi\u00f3logo Edward Farmer, da Universidade de Lausanne, na Su\u00ed\u00e7a, demonstrou, em um estudo na revista &#8220;<em>Nature&#8221;<\/em>, como os<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v500\/n7463\/full\/nature12478.html?WT.ec_id=NATURE-20130822#affil-auth\" target=\"_blank\" rel=\"\"> pulsos viajam pelas membranas da planta<\/a> atrav\u00e9s de longas dist\u00e2ncias. Elas s\u00e3o semelhantes a rudimentares sinapses animais. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0350\/pe6Cx\/plantas2012-0416-original.jpeg?1402459926\" alt=\"Fidelidade familiar\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Fidelidade familiar<\/h3>\n<p>Em 2007, um estudo publicado no peri\u00f3dico &#8220;<em>Biology Letters<\/em>&#8221; mostrou que as plantas <a href=\"http:\/\/rsbl.royalsocietypublishing.org\/content\/3\/4\/435.abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">reconhecem membros da sua fam\u00edlia <\/a>e competem menos por \u00e1gua e espa\u00e7o com elas do que com estranhos. Quando as vizinhas s\u00e3o desconhecidas, o vegetal tende a espalhar mais suas ra\u00edzes, competindo com ela, do que quando est\u00e1 ao lado de plantas da mesma esp\u00e9cie. Dois anos depois, cientistas da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, descobriram como p\u00e9s de &#8220;<em>Arabidopsis thaliana&#8221;<\/em> reconhecem seus parentes: elas<a href=\"http:\/\/www.landesbioscience.com\/journals\/cib\/article\/10118\/?nocache=1030704699\" rel=\"\"> identificam compostos qu\u00edmicos secretados pelas ra\u00edzes<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/1309\/pe6Cx\/plantacao-milho-20130418-original.jpeg?1402460807\" alt=\"Audi\u00e7\u00e3o\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Audi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Um estudo conduzido pela bi\u00f3loga Monica Gagliano, da University of Western Australia, na Austr\u00e1lia, publicado em 2012, mostrou que as <a href=\"http:\/\/beheco.oxfordjournals.org\/content\/24\/4\/789.full\" target=\"_blank\" rel=\"\">folhas de milho s\u00e3o capazes de identificar sons<\/a>. A cientista submeteu brotos de milho a ondas sonoras de diferentes comprimentos e percebeu que, quando elas chegavam a 200 hertz, as ra\u00edzes se inclinavam em dire\u00e7\u00e3o ao som. A hip\u00f3tese da pesquisadora \u00e9 que essa percep\u00e7\u00e3o seja um modo de comunica\u00e7\u00e3o mais econ\u00f4mico que a emiss\u00e3o de compostos org\u00e2nicos vol\u00e1teis (VOC).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pe6Cx\/cuscuta-pentagona1-original.jpeg?1402461678\" alt=\"Olfato\" width=\"639\" height=\"362\" \/><\/p>\n<ul>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pe6Cx\/cuscuta-pentagona1-original.jpeg?1402461678\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pNJcp\/cuscuta-pentagona1-original.jpeg?1402461678\" data-titulo=\"Olfato\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Olfato<\/h3>\n<p>Por n\u00e3o ter clorofila, as plantas conhecidas como cuscuta precisam sugar a seiva de outras plantas. Um estudo publicado na revista &#8220;Science&#8221;, em 2006, mostrou que essas parasitas <a href=\"http:\/\/stke.sciencemag.org\/cgi\/content\/abstract\/sci;313\/5795\/1964\" target=\"_blank\" rel=\"\">escolhem seu alvo por meio do aroma<\/a>. Elas diferenciam tomate ou trigo (preferem o tomate), assim como plantas s\u00e3s ou doentes (escolhem as s\u00e3s), por meio de seus receptores capazes de identificar compostos vol\u00e1teis emitidos pelos vegetais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As rosas e seu perfume inspiram gera\u00e7\u00f5es de artistas e poetas desde a antiguidade. &#8220;Se<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":24008,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/roseira.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As rosas e seu perfume inspiram gera\u00e7\u00f5es de artistas e poetas desde a antiguidade. &#8220;Se","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24007"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24007"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24007\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}