{"id":23828,"date":"2015-07-02T13:00:31","date_gmt":"2015-07-02T13:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=23828"},"modified":"2015-07-01T21:15:16","modified_gmt":"2015-07-01T21:15:16","slug":"o-vertebrado-mais-numeroso-do-mundo-e-um-peixe-que-brilha-no-escuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-vertebrado-mais-numeroso-do-mundo-e-um-peixe-que-brilha-no-escuro\/","title":{"rendered":"O vertebrado mais numeroso do mundo? \u00c9 um peixe que brilha no escuro"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"intro\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-23829\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O<\/span>s oceanos cobrem 70% da Terra e t\u00eam uma enorme diversidade biol\u00f3gica que, os pr\u00f3prios cientistas admitem, \u00e9 muito inexplorada. Tanto que, s\u00f3 recentemente, ficamos sabendo que a esp\u00e9cie de vertebrado com a maior popula\u00e7\u00e3o \u00e9 a dopeixe-boca-de-cerdas &#8211; que vive em grandes profundezas e brilha no escuro.<\/p>\n<p><strong>Quantos deles existem por a\u00ed? Ah, s\u00f3 24 bilh\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p>Resolvemos juntar algumas informa\u00e7\u00f5es bacanas sobre esses verdadeiros reis das profundezas &#8211; confira:<\/p>\n<p>1. O nome, como voc\u00ea pode imaginar, tem a ver com a boca do bicho, cheia de dentes finos e protuberantes que s\u00e3o deixados \u00e0 mostra pela extrema elasticidade que o peixe tem em sua mand\u00edbula.<\/p>\n<p>2. Mas, apesar da imagem assustadora em close, o boca-de-cerdas \u00e9 do tamanho de um dedo.<\/p>\n<p>3. Todos eles come\u00e7am a vida como machos, mas podem &#8216;trocar&#8217; para f\u00eameas dependendo do equil\u00edbrio entre g\u00eaneros no habitat, algo que os cientistas chamam de &#8216;protrandria&#8217;. O mesmo fen\u00f4meno \u00e9 observado em alguns vermes e esp\u00e9cies de borboletas.<\/p>\n<p>4. O macho adulto \u00e9 menor do que a f\u00eamea e tamb\u00e9m tem um olfato mais agu\u00e7ado &#8211; acredita-se que seja uma adapta\u00e7\u00e3o para encontrar parceiras nas profundidades escuras do oceano.<\/p>\n<p>5. Como seu habitat \u00e9 dif\u00edcil de ser acessado, cientistas obt\u00eam informa\u00e7\u00f5es sobre esse peixe com uma t\u00e9cnica diferente: eles analisam o conte\u00fado do est\u00f4mago de peixes maiores mortos, identificando restos de bocas-de-cerdas.<\/p>\n<p>6. Os primeiros peixes da esp\u00e9cie foram encontrados em\u00a01872, quando uma expedi\u00e7\u00e3o baixou redes em grandes profundidades (at\u00e9 5km!) em v\u00e1rios locais de diferentes oceanos. Boa parte delas voltou com exemplares de boca-de-cerdas.<\/p>\n<p>7. Mas o primeiro cientista a ver os peixes em a\u00e7\u00e3o no seu habitat foi\u00a0William Beebe, que desceu \u00e0s profundezas do oceano em uma c\u00e1psula preparada especialmente para a miss\u00e3o, no in\u00edcio dos anos 1930.<\/p>\n<p>8. Eles t\u00eam olhos muito pequenos, que provavelmente n\u00e3o os ajudam a ca\u00e7ar. Mas, assim como outros peixes das profundezas, eles possuem um &#8216;sensor&#8217; natural na lateral de seus corpos, que permite que eles sintam vibra\u00e7\u00f5es e identifiquem presas.<\/p>\n<p>9. E a bioluminesc\u00eancia? \u00c9 uma estrat\u00e9gia esperta para se livrar de predadores. \u00c0 noite, \u00e9 dif\u00edcil que peixes maiores consigam ver as profundezas do oceano. Mas de dia \u00e9 f\u00e1cil ver silhuetas na regi\u00e3o. Ent\u00e3o os boca-de-cerdas usam seus pontos bioluminescentes para brilhar durante o dia &#8211; com a luz sendo enviada de cima e de baixo, eles ficam praticamente invis\u00edveis para predadores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os oceanos cobrem 70% da Terra e t\u00eam uma enorme diversidade biol\u00f3gica que, os pr\u00f3prios<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":23829,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/peice_rei_profundeza.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os oceanos cobrem 70% da Terra e t\u00eam uma enorme diversidade biol\u00f3gica que, os pr\u00f3prios","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23828"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23828\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23829"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}