{"id":23765,"date":"2015-07-01T11:00:08","date_gmt":"2015-07-01T11:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=23765"},"modified":"2015-06-30T22:07:40","modified_gmt":"2015-06-30T22:07:40","slug":"boas-de-timing-flores-sabem-a-hora-de-espalhar-o-perfume","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/boas-de-timing-flores-sabem-a-hora-de-espalhar-o-perfume\/","title":{"rendered":"Boas de timing: flores sabem a hora de espalhar o perfume"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-23766\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Na sedu\u00e7\u00e3o, saber a hora certa de agir \u00e9 uma qualidade preciosa, que separa os bem-sucedidos dos fracassados. As pet\u00fanias, flores de p\u00e9talas delicadas e comuns nos jardins brasileiros, s\u00e3o mestres nessa arte. De acordo com uma pesquisa publicada na segunda-feira (29) no peri\u00f3dico <em>Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)<\/em>, elas sabem exatamente quando liberar perfume para atrair polinizadores e, assim, garantir a reprodu\u00e7\u00e3o e a perpetua\u00e7\u00e3o dos genes.<\/p>\n<p>De acordo com os pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, as pet\u00fanias desenvolveram um sistema sofisticado para relacionar a libera\u00e7\u00e3o de qu\u00edmicos perfumados ao momento em que os insetos que fazem a poliniza\u00e7\u00e3o est\u00e3o ao redor. Assim, elas agarram os insetos &#8220;pelo perfume&#8221; e garantes as suas sementes.<\/p>\n<p><strong>Intelig\u00eancia das plantas &#8211;<\/strong> H\u00e1 alguns anos, os cientistas est\u00e3o descobrindo que os vegetais t\u00eam <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/a-inteligencia-das-plantas-revelada\" rel=\"\">habilidades de comunica\u00e7\u00e3o, defesa e mem\u00f3ria<\/a>. O que encontraram agora \u00e9 uma complexa estrat\u00e9gia para potencializar a sedu\u00e7\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o. O estudo demonstra como o gene LHY, encontrado em muitas esp\u00e9cies vegetais e ligado ao ritmo circadiano (que regula um grande n\u00famero de processos biol\u00f3gicos nas c\u00e9lulas), \u00e9 usado pelas pet\u00fanias para comandar a libera\u00e7\u00e3o dos odores. O gene \u00e9 mais ativo durante a manh\u00e3, quando as flores produzem os qu\u00edmicos perfumados, e controla a libera\u00e7\u00e3o para o per\u00edodo noturno.<\/p>\n<p>&#8220;As plantas emitem seu perfume quando querem atrair polinizadores. Faz sentido que elas sincronizem essa a\u00e7\u00e3o quando todos os polinizadores est\u00e3o chegando&#8221;, afirma o bi\u00f3logo Takato Imaizumi, um dos autores do artigo.<\/p>\n<p>No futuro, os cientistas pretendem manipular a atividade do gene LHY para testar se a poliniza\u00e7\u00e3o se torna mais ou menos eficaz. Se ele realmente ajudar na reprodu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, pode ser uma descoberta valiosa para a ind\u00fastria agr\u00edcola.<\/p>\n<section id=\"galeria_lista-as-recem-descobertas-habilidades-vegetais\" class=\"galeriaUbbersite\">\n<div class=\"galeria-multimidia galeria-multimidia-embedada galeria-lista-embedada galeria-multimidia-focused\" data-per-page=\"6\" data-controls-pos=\"after\" data-publicidade=\"none\">\n<div class=\"galeria-multimidia-inner\">\n<h4>As rec\u00e9m-descobertas habilidades vegetais<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0015\/pe6Cx\/sagebrush1-original.jpeg?1402461676\" alt=\"Linguagem\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Linguagem<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Uma das formas de as plantas se comunicarem \u00e9 por meio de compostos org\u00e2nicos vol\u00e1teis (VOC), que viajam pelo ar. Nos anos 1980, dois estudos, <a href=\"http:\/\/www.sciencemag.org\/content\/221\/4607\/277.abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">um deles publicado na revista &#8220;Science&#8221;<\/a>, mostraram evid\u00eancias de que esses qu\u00edmicos serviam para a comunica\u00e7\u00e3o vegetal. Dez anos depois, o bi\u00f3logo Edward Farmer, da Universidade de Lausanne, na Su\u00ed\u00e7a, <a href=\"http:\/\/www.pnas.org\/content\/87\/19\/7713.long\" target=\"_blank\" rel=\"\">mostrou como, em laborat\u00f3rio, artem\u00edsias emitiam grandes quantidades de metil jasmonato ao serem atacadas por insetos<\/a>. Esse composto, recebido por folhas de tomate, fazia com que o fruto ficasse mais resistente a pragas \u2014 ele passava a produzir mol\u00e9culas que, consumidas pelos insetos, interrompem sua digest\u00e3o. A \u00faltima comprova\u00e7\u00e3o de que a linguagem vegetal ocorre por meio dos VOCs veio no fim de 2013, com uma pesquisa publicada no peri\u00f3dico &#8220;Ecology Letters&#8221;. Ela mostrou que, em condi\u00e7\u00f5es naturais, as folhas que recebem esses qu\u00edmicos de vizinhas feridas<a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/ele.12205\/full\" target=\"_blank\" rel=\"\"> tornam-se mais resistentes a herb\u00edvoros<\/a>. Outra maneira com que as plantas &#8220;falam&#8221; umas com as outras foi mostrada em um estudo de 2010, publicado na revista &#8220;Plos One&#8221;. Ele explica como um p\u00e9 de tomate infectado por uma doen\u00e7a <a href=\"http:\/\/www.plosone.org\/article\/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0013324\" target=\"_blank\" rel=\"\">avisa os outros por meio de micorrizas<\/a>, fungos que surgem nas ra\u00edzes. Ao lado das micorrizas, os tomates produzem enzimas defensivas, tornando-se mais resistentes a doen\u00e7as. Os pesquisadores conclu\u00edram que esse pode ser um tipo de comunica\u00e7\u00e3o vegetal subterr\u00e2neo. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pe6Cx\/antsacacia1-original.jpeg?1402461677\" alt=\"Defesa\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Defesa<\/h3>\n<p>Um estudo publicado na edi\u00e7\u00e3o de fevereiro do peri\u00f3dico &#8220;<em>Ecology Letters&#8221; <\/em>demonstrou <a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/ele.12215\/abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">como os vegetais se defendem<\/a>. Segundo os pesquisadores, a \u00e1rvore Acacia manipula suas folhas para transformar as formigas &#8220;<em>Pseudomyrmex ferrugineus&#8221;<\/em> em aliadas, protegendo-as de pragas e animais herb\u00edvoros como vacas e cavalos. As flores produzem um n\u00e9ctar sem sacarose e, al\u00e9m disso, liberam um composto que, no organismo das formigas, impede que elas fa\u00e7am a digest\u00e3o do a\u00e7\u00facar. Os insetos, que precisam de n\u00e9ctar para sobreviver, tornam-se dependentes do composto sem sacarose, pois, impedidos de digerir doces, n\u00e3o podem mais buscar o alimento a\u00e7ucarado de outros vegetais.<\/p>\n<p>&#8220;Imagine que uma companhia que vende leite sem lactose coloque nele um composto que impe\u00e7a a digest\u00e3o da lactose. Assim que voc\u00ea tomar esse leite, voc\u00ea ter\u00e1 que continuar com ele, porque ser\u00e1 incapaz de digerir o leite normal. \u00c9 mais ou menos isso que as plantas fazem&#8221;, explica o pesquisador Martin Heil, do Centro de investiga\u00e7\u00e3o e Estudos Avan\u00e7ados do Instituto Polit\u00e9cnico Nacional do M\u00e9xico, e principal autor do estudo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/2253\/pe6Cx\/ciencia-botanica-mimosa-pudica-20140121-003-original.jpeg?1402461581\" alt=\"Mem\u00f3ria\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Mem\u00f3ria<\/h3>\n<p>Um estudo publicado na edi\u00e7\u00e3o de janeiro do peri\u00f3dico &#8220;<em>Oecologia&#8221;<\/em> explica que a esp\u00e9cie &#8220;<em>Mimosa pudica&#8221;<\/em>, conhecida como n\u00e3o-me-toques ou dormideira, <a href=\"http:\/\/%20http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/plantas-aprendem-e-tem-memoria-afirma-estudo\" target=\"_blank\" rel=\"\">aprende e tem mem\u00f3ria<\/a>. Submetida pelos cientistas a quedas em sequ\u00eancia, suas folhas se recordaram dos tombos por at\u00e9 um m\u00eas. Os pesquisadores n\u00e3o conseguiram explicar como elas s\u00e3o capazes de fazer isso, sem um c\u00e9rebro que coordene suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0222\/pe6Cx\/plantas-em-tubos-de-ensaio-original.jpeg?1402459708\" alt=\"Impulsos el\u00e9tricos\" width=\"642\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Impulsos el\u00e9tricos<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> H\u00e1 algum tempo os bi\u00f3logos sabem que todas as c\u00e9lulas vivas transmitem mensagens por meio de sinais el\u00e9tricos \u2014 chamados de \u00edons. Eles passam atrav\u00e9s das membranas de acordo com a concentra\u00e7\u00e3o de \u00edons de cada lado. Em agosto do ano passado, o bi\u00f3logo Edward Farmer, da Universidade de Lausanne, na Su\u00ed\u00e7a, demonstrou, em um estudo na revista &#8220;<em>Nature&#8221;<\/em>, como os<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v500\/n7463\/full\/nature12478.html?WT.ec_id=NATURE-20130822#affil-auth\" target=\"_blank\" rel=\"\"> pulsos viajam pelas membranas da planta<\/a> atrav\u00e9s de longas dist\u00e2ncias. Elas s\u00e3o semelhantes a rudimentares sinapses animais. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0350\/pe6Cx\/plantas2012-0416-original.jpeg?1402459926\" alt=\"Fidelidade familiar\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Fidelidade familiar<\/h3>\n<p>Em 2007, um estudo publicado no peri\u00f3dico &#8220;<em>Biology Letters<\/em>&#8221; mostrou que as plantas <a href=\"http:\/\/rsbl.royalsocietypublishing.org\/content\/3\/4\/435.abstract\" target=\"_blank\" rel=\"\">reconhecem membros da sua fam\u00edlia <\/a>e competem menos por \u00e1gua e espa\u00e7o com elas do que com estranhos. Quando as vizinhas s\u00e3o desconhecidas, o vegetal tende a espalhar mais suas ra\u00edzes, competindo com ela, do que quando est\u00e1 ao lado de plantas da mesma esp\u00e9cie. Dois anos depois, cientistas da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, descobriram como p\u00e9s de &#8220;<em>Arabidopsis thaliana&#8221;<\/em> reconhecem seus parentes: elas<a href=\"http:\/\/www.landesbioscience.com\/journals\/cib\/article\/10118\/?nocache=1030704699\" rel=\"\"> identificam compostos qu\u00edmicos secretados pelas ra\u00edzes<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/1309\/pe6Cx\/plantacao-milho-20130418-original.jpeg?1402460807\" alt=\"Audi\u00e7\u00e3o\" width=\"638\" height=\"359\" \/><\/p>\n<h3>Audi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Um estudo conduzido pela bi\u00f3loga Monica Gagliano, da University of Western Australia, na Austr\u00e1lia, publicado em 2012, mostrou que as <a href=\"http:\/\/beheco.oxfordjournals.org\/content\/24\/4\/789.full\" target=\"_blank\" rel=\"\">folhas de milho s\u00e3o capazes de identificar sons<\/a>. A cientista submeteu brotos de milho a ondas sonoras de diferentes comprimentos e percebeu que, quando elas chegavam a 200 hertz, as ra\u00edzes se inclinavam em dire\u00e7\u00e3o ao som. A hip\u00f3tese da pesquisadora \u00e9 que essa percep\u00e7\u00e3o seja um modo de comunica\u00e7\u00e3o mais econ\u00f4mico que a emiss\u00e3o de compostos org\u00e2nicos vol\u00e1teis (VOC).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0017\/pe6Cx\/cuscuta-pentagona1-original.jpeg?1402461678\" alt=\"Olfato\" width=\"639\" height=\"362\" \/><\/p>\n<h3>Olfato<\/h3>\n<p>Por n\u00e3o ter clorofila, as plantas conhecidas como cuscuta precisam sugar a seiva de outras plantas. Um estudo publicado na revista &#8220;Science&#8221;, em 2006, mostrou que essas parasitas <a href=\"http:\/\/stke.sciencemag.org\/cgi\/content\/abstract\/sci;313\/5795\/1964\" target=\"_blank\" rel=\"\">escolhem seu alvo por meio do aroma<\/a>. Elas diferenciam tomate ou trigo (preferem o tomate), assim como plantas s\u00e3s ou doentes (escolhem as s\u00e3s), por meio de seus receptores capazes de identificar compostos vol\u00e1teis emitidos pelos vegetais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sedu\u00e7\u00e3o, saber a hora certa de agir \u00e9 uma qualidade preciosa, que separa os<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":23766,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/petunia1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Na sedu\u00e7\u00e3o, saber a hora certa de agir \u00e9 uma qualidade preciosa, que separa os","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23765"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23765"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23765\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23766"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23765"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23765"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23765"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}