{"id":22963,"date":"2015-06-16T17:00:42","date_gmt":"2015-06-16T17:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=22963"},"modified":"2015-06-16T13:41:48","modified_gmt":"2015-06-16T13:41:48","slug":"cidades-e-municipios-pioneiros-em-inovacao-e-adaptabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cidades-e-municipios-pioneiros-em-inovacao-e-adaptabilidade\/","title":{"rendered":"Cidades e munic\u00edpios pioneiros em inova\u00e7\u00e3o e adaptabilidade"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-22964\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Reda\u00e7\u00e3o do Pnuma \u2013\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>O planeta poderia evitar os custos financeiros e ambientais do esgotamento de recursos e economizar grandes quantias de dinheiro com o aumento da efici\u00eancia. Um novo informe da ONU nos mostra como.<\/em><\/p>\n<p>Os custos financeiros e ambientais pelo esgotamento dos recursos est\u00e3o come\u00e7ando a afetar o crescimento econ\u00f4mico em todo o mundo. Por isso, os pa\u00edses precisam encontrar estrat\u00e9gias para manejar recursos finitos atendendo, ao mesmo tempo, as necessidades de uma popula\u00e7\u00e3o mundial em crescimento e cada vez mais urbana.<\/p>\n<p>Se a partir das pol\u00edticas p\u00fablicas forem incorporados padr\u00f5es de consumo e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis no planejamento e na implanta\u00e7\u00e3o nacional do desenvolvimento, ser\u00e1 mais f\u00e1cil e mais barato produzir bens e servi\u00e7os de maneira mais eficiente, com menores riscos para a humanidade e o ambiente.<\/p>\n<p>Estudos recentes mostram que uma efici\u00eancia maior pode contribuir para reduzir a demanda energ\u00e9tica entre 50% e 80% na maioria dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o e nos servi\u00e7os p\u00fablicos. Em alguns setores, como constru\u00e7\u00e3o, agricultura, hotelaria, ind\u00fastria e transporte, seria comercialmente vi\u00e1vel alcan\u00e7ar entre 60% e 80% de melhora na efici\u00eancia energ\u00e9tica e da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Os meios para conseguir isso se apresentam pela primeira vez em um guia do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) intitulado <em>Produ\u00e7\u00e3o e consumo sustent\u00e1veis: Um Manual Para Fazedores de Pol\u00edticas<\/em>, lan\u00e7ado por ocasi\u00e3o do Dia Mundial do Meio Ambiente (celebrado no dia 5 deste m\u00eas).<\/p>\n<p>O manual cont\u00e9m dados muito convincentes, referentes tanto ao impacto de alguns padr\u00f5es de consumo e de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o sustent\u00e1veis quanto aos benef\u00edcios em termos de efici\u00eancia que traria a incorpora\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es sustent\u00e1veis de produ\u00e7\u00e3o e consumo.<\/p>\n<p>Os 1,2 bilh\u00e3o de pessoas que se estima ainda vivem na extrema pobreza dependem do capital natural, e sua riqueza deriva de atividades relacionadas com a natureza muito mais do que os ricos. A popula\u00e7\u00e3o de baixa renda extrai quase um ter\u00e7o de sua riqueza do capital natural, enquanto a de alta renda depende, aproximadamente, quatro vezes menos do capital natural.<\/p>\n<p>Os servi\u00e7os ambientais, como a capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pelos mangues e outros bens n\u00e3o comerci\u00e1veis, podem representar at\u00e9 47% na \u00cdndia ou 90% no Brasil do chamado \u201cPIB dos pobres\u201d, destacando sua vulnerabilidade \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o e \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica. \u00c9, portanto, essencial adotar padr\u00f5es de consumo e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis para melhorar a vida das pessoas que vivem na pobreza.<\/p>\n<p>O subsecret\u00e1rio-geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, afirmou que \u201cos \u00faltimos 50 anos foram testemunhas de uma r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o de nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo natural e o uso cada vez maior dos recursos naturais est\u00e1 levando \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o ambiental. Estamos funcionando, aproximadamente, com 40% acima do \u2018or\u00e7amento\u2019 da Terra. Mantidas as tend\u00eancias de popula\u00e7\u00e3o e consumo no modelo atual (<em>business as usual<\/em>), os n\u00edveis de extra\u00e7\u00e3o anual de recursos registrados em 2000 poder\u00e3o duplicar at\u00e9 os 140 bilh\u00f5es de toneladas em 2050\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Steiner, \u201cdevemos nos perguntar quais ser\u00e3o as consequ\u00eancias desse ritmo de consumo e dessa trajet\u00f3ria de crescimento da popula\u00e7\u00e3o, que, se calcula, poderia chegar a 2050 com nove bilh\u00f5es de pessoas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO Dia Mundial do Meio Ambiente sup\u00f5e uma boa oportunidade para que os governos, as institui\u00e7\u00f5es e as pessoas se convertam em agentes de mudan\u00e7a. Simplesmente, n\u00e3o podemos nos dar o luxo de desperdi\u00e7ar nada, j\u00e1 que os recursos est\u00e3o diminuindo e os pre\u00e7os aumentando. Felizmente, ainda h\u00e1 tempo para transformar os desafios derivados da redu\u00e7\u00e3o dos recursos finitos em oportunidades que promovam economias pr\u00f3speras e um planeta saud\u00e1vel para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es\u201d, afirmou Steiner.<\/p>\n<p>Segundo o informe, a maior parte do crescimento econ\u00f4mico das \u00faltimas duas d\u00e9cadas ocorreu na regi\u00e3o \u00c1sia-Pac\u00edfico, impulsionado pela acelerada transi\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de economias em r\u00e1pido desenvolvimento, sobretudo a chinesa. Por outro lado, os \u00faltimos dez anos viram como os pre\u00e7os de muitos recursos naturais aumentaram substancialmente e se tornaram cada vez mais vol\u00e1teis.<\/p>\n<p>\u201cDesvincular o crescimento econ\u00f4mico do consumo de recursos e dos impactos ambientais \u00e9 uma das maneiras de enfrentar esse desafio e tamb\u00e9m um conceito fundamental no consumo e na produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis\u201d, destacou Steiner.<\/p>\n<p>Para os pa\u00edses em desenvolvimento, isso significaria o uso de estrat\u00e9gias inovadoras para dar o salto para uma estrutura de economia verde, garantindo melhor presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e acesso aos recursos, e a conserva\u00e7\u00e3o de sua base de recursos naturais. Nos pa\u00edses desenvolvidos, as estrat\u00e9gias para melhorar a efici\u00eancia do uso dos recursos podem ser muito eficazes, mas \u00e9 preciso considerar em qual medida esses pa\u00edses est\u00e3o exportando a extra\u00e7\u00e3o de recursos para pa\u00edses em desenvolvimento. Os dois grupos exigem pol\u00edticas p\u00fablicas bem desenhadas e \u00e9 a\u00ed que est\u00e1 a import\u00e2ncia desse manual.<\/p>\n<p>Existem diferen\u00e7as significativas entre as diferentes regi\u00f5es do mundo: o consumo dom\u00e9stico material da \u00c1frica \u00e9 muito baixo, apenas 3,7 toneladas de materiais, o que reflete um n\u00edvel de vida bem baixo em termos materiais. Por sua vez, desde 2000, \u00c1sia e Pac\u00edfico formam a regi\u00e3o mais din\u00e2mica tanto no econ\u00f4mico como em termos de uso dos recursos, mas, tendo diminu\u00eddo sua efici\u00eancia de recursos, por fim, o crescimento da popula\u00e7\u00e3o agora \u00e9 um fator menos importante do que o uso dos recursos naturais na regi\u00e3o. O crescimento na Am\u00e9rica Latina est\u00e1 vinculado ao auge da \u00c1sia por meio da exporta\u00e7\u00e3o de metais e combust\u00edveis f\u00f3sseis para alimentar o desenvolvimento de infraestrutura e manufatura na \u00c1sia.<\/p>\n<p>Nos pa\u00edses da \u00c1sia Central e Oriental, as economias se recuperaram, o que resulta no uso cada vez maior de recursos, enquanto os pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia foram pioneiros no desenvolvimento de pol\u00edticas para o uso sustent\u00e1vel dos recursos, o que se reflete em n\u00edveis comparativamente inferiores de uso de recursos por habitante. Isso \u00e9 poss\u00edvel, em parte, pela exporta\u00e7\u00e3o de muitos dos processos com alto n\u00edvel de emiss\u00f5es e de consumo de recursos para outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>As cidades j\u00e1 demonstram que a prote\u00e7\u00e3o do ambiente pode ser rent\u00e1vel de diversas maneiras. A Uni\u00e3o Europeia, por exemplo, estima que a cidade de Viena economizou 44 milh\u00f5es de euros (e cem milh\u00f5es de CO2) entre 2004 e 2007 com seu programa Ecobuy. A cidade de Windhoek, na Nam\u00edbia, adaptou um sistema de tubula\u00e7\u00e3o duplo que permitiu reduzir a demanda de \u00e1gua pot\u00e1vel em 5% a 7%. Seus sistemas de recarga artificial de aqu\u00edferos permitem a essa cidade subsaariana sobreviver durante dois anos sem depender de rios tempor\u00e1rios.<\/p>\n<p>Em Buenos Aires, gra\u00e7as ao seu Plano de Mobilidade Sustent\u00e1vel, j\u00e1 se v\u00ea um entorno econ\u00f4mico superior ao ambiental, como resultado da melhora dos sistemas de transporte e da redu\u00e7\u00e3o do tempo dos trajetos entre 10% e 25% (e at\u00e9 65% em alguns casos).<\/p>\n<p>O Conselho Multissetorial para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel das Ilhas da Paragua (Filipinas) facilitou a implanta\u00e7\u00e3o de uma iniciativa pioneira para promover o turismo com zero emiss\u00e3o de carbono nas ilhas, por meio de um sistema de compensa\u00e7\u00e3o para os novos complexos hoteleiros.<\/p>\n<p>As autoridades chinesas e indianas, entre outras, est\u00e3o facilitando op\u00e7\u00f5es para os que procuram viver de forma mais sustent\u00e1vel, mediante a introdu\u00e7\u00e3o de sistemas de ecorotulagem com trajet\u00f3ria comprovada que remonta \u00e0 d\u00e9cada de 1970. Nas universidades de Egito, Qu\u00eania, Tanz\u00e2nia, Mo\u00e7ambique e Maur\u00edcio, os estudantes seguem um programa que combina forma\u00e7\u00e3o em estilos de vida sustent\u00e1veis com habilidades de desenvolvimento empresarial.<\/p>\n<p>Na \u00c1sia, um estudo realizado em tr\u00eas cidades (Tianjin, Lanzhou e Qinhuangdo) apresentado pelo Centro de Produ\u00e7\u00e3o e Consumo Sustent\u00e1veis, revelou que a redu\u00e7\u00e3o direta em emiss\u00f5es e consumo de recursos permitiu economizar, em apenas um ano, 20,36 megawatts (MW) de eletricidade, 32.269 quilolitros de \u00e1gua e 14.008 quilolitros de petr\u00f3leo, ao mesmo tempo em que foram reduzidos os res\u00edduos em 24,42 toneladas e as emiss\u00f5es de CO2 em 105,75 toneladas.<\/p>\n<p>A maioria dos produtos e servi\u00e7os \u00e9 proporcionada pelo setor privado, por isso as empresas t\u00eam um papel fundamental para que a sociedade adote padr\u00f5es de consumo e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis. As empresas, ao contr\u00e1rio dos clientes, conhecem os ciclos de vida completos de seus produtos, desde a extra\u00e7\u00e3o de recursos pelos fornecedores at\u00e9 o impacto ambiental que ocorre uma vez que o produto quebre ou fique obsoleto, e costumam ter habilidade para traduzir os esfor\u00e7os de sustentabilidade em vantagens competitivas.<\/p>\n<p>Por exemplo, os fabricantes de detergente para roupas descobriram que o desenvolvimento de novos produtos eficazes a temperaturas mais baixas economizava dinheiro dos clientes, reduziam o impacto ambiental de seus produtos e lhes dava uma vantagem comercial significativa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m j\u00e1 se observa exemplos de colabora\u00e7\u00e3o, tanto p\u00fablica como privada, de mais de 160 pa\u00edses, como com a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional de Normatiza\u00e7\u00e3o (ISO), uma rede de institutos de normas nacionais, e o Design para a Sustentabilidade (D4S) do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).<\/p>\n<p>O governo das Ilhas Virgens, dos Estados Unidos, promoveram uma associa\u00e7\u00e3o p\u00fablico-privada entre o Minist\u00e9rio de Energia e um cons\u00f3rcio formado por um banco especializado em investimentos e fornecedores de servi\u00e7os de tecnologia, com a finalidade principal de reduzir a depend\u00eancia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis em 60% no prazo de 15 anos. Espera-se que o programa se autofinancie, ap\u00f3s um investimento inicial, com a economia nos custos de servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>O guia do Pnuma cont\u00e9m uma nutrida recopila\u00e7\u00e3o de estudos de caso sobre iniciativas de consumo e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis de todo o mundo, que recorre a instrumentos de pol\u00edtica, processos de implanta\u00e7\u00e3o e metodologias e indicadores de acompanhamento e avalia\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m cont\u00e9m dados muito convincentes referentes tanto ao impacto de padr\u00f5es de consumo e de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o sustent\u00e1veis como aos benef\u00edcios em termos de efici\u00eancia que a incorpora\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es sustent\u00e1veis de produ\u00e7\u00e3o e consumo traria.<\/p>\n<p>O guia ajudar\u00e1 governos e outras organiza\u00e7\u00f5es a utilizarem as pol\u00edticas e ferramentas de consumo e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis para alcan\u00e7ar os objetivos nacionais de desenvolvimento por meio de um aumento da efici\u00eancia dos recursos, da redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o e da gera\u00e7\u00e3o de empregos.<\/p>\n<p>Uma gest\u00e3o melhor dos padr\u00f5es de consumo por meio de pol\u00edticas e estilos de vida inteligentes ajudar\u00e1 a criar um modelo alternativo de crescimento econ\u00f4mico no qual as necessidades da maioria fiquem satisfeitas de uma maneira melhor gra\u00e7as \u00e0 gest\u00e3o inteligente dos apreciados recursos.<\/p>\n<p><em>* Publicado originalmente no site do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente. Tradu\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o: Envolverde.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Reda\u00e7\u00e3o do Pnuma \u2013\u00a0 O planeta poderia evitar os custos financeiros e ambientais do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22964,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/economia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Reda\u00e7\u00e3o do Pnuma \u2013\u00a0 O planeta poderia evitar os custos financeiros e ambientais do","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22963"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22963"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22963\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22964"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22963"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22963"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22963"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}