{"id":22840,"date":"2015-06-14T13:00:39","date_gmt":"2015-06-14T13:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=22840"},"modified":"2015-06-14T00:04:46","modified_gmt":"2015-06-14T00:04:46","slug":"os-desafios-de-alimentar-o-filho-que-nao-quer-comer-de-jeito-nenhum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/os-desafios-de-alimentar-o-filho-que-nao-quer-comer-de-jeito-nenhum\/","title":{"rendered":"Os desafios de alimentar o filho que n\u00e3o quer comer de jeito nenhum"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/crianca_.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-22841\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/crianca_-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/crianca_-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/crianca_.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quem nunca enfrentou uma <strong>dificuldade para alimentar os filhos <\/strong>que atire a primeira papinha. Toda crian\u00e7a tem seus gostos e prefer\u00eancias \u2013 e algumas s\u00e3o especialmente <strong>dif\u00edceis <\/strong>de agradar quando o assunto \u00e9 <strong>comida<\/strong>. O livro <a href=\"http:\/\/www.amazon.com\/Helping-Child-Extreme-Picky-Eating\/dp\/162625110X\"><em>Helping your child with extreme picky eating<\/em><\/a> (em tradu\u00e7\u00e3o livre: \u201cComo ajudar o seu filho com alimenta\u00e7\u00e3o extremamente seletiva\u201d), rec\u00e9m-lan\u00e7ado nos Estados Unidos, trata justamente sobre isso.<\/p>\n<p>O livro explica aos pais e cuidadores como solucionar os desafios alimentares das crian\u00e7as e conseguir fazer refei\u00e7\u00f5es prazerosas em fam\u00edlia \u2013 sem estresse e sem precisar barganhar colheradas. Um dos segredos, segundo as autoras, \u00e9 nunca fazer seu filho comer \u00e0 for\u00e7a, j\u00e1 que isso pode gerar ansiedade diante da comida e dificultar as coisas mais para frente. Se o seu filho rejeita um alimento, por exemplo, o conselho das autoras \u00e9 relaxar e continuar oferecendo esse mesmo alimento em v\u00e1rias outras ocasi\u00f5es, usado em novas receitas, preparado de diferentes formas, at\u00e9 que a crian\u00e7a encontre uma que a agrade.<\/p>\n<p>Escrito pela m\u00e9dica especialista em alimenta\u00e7\u00e3o infantil Katja Rowell e pela fonoaudi\u00f3loga especializada em tratamentos de transtornos alimentares de crian\u00e7as Jenny McGlothlin, a obra ainda n\u00e3o tem previs\u00e3o de lan\u00e7amento em portugu\u00eas. A seguir, confira entrevista concedida \u00e0 CRESCER.<\/p>\n<div id=\"materia-letra\" class=\"materia-conteudo entry-content cda-materia\">\n<div id=\"materia-parsed-corpo\">\n<div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Katja Rowell e Jenny McGlothlin autoras do livro Helping your child with extreme picky eating  (Foto: divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/t0kSOeIZ1hP0EduzbiBbQwuKfUc=\/620x450\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/05\/27\/dra_katja_livro_criancas_comida.png\" alt=\"Katja Rowell e Jenny McGlothlin autoras do livro Helping your child with extreme picky eating  (Foto: divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"639\" height=\"464\" \/><label class=\"foto-legenda\">Katja Rowell e Jenny McGlothlin, autoras do livro <em>Helping your child with extreme picky eating<\/em>\u00a0(Foto: divulga\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>CRESCER: Quais s\u00e3o as diferen\u00e7as entre o seu livro e os demais que tratam de alimenta\u00e7\u00e3o infantil?<\/strong><br \/>\n<strong>Katja Rowell: <\/strong>O principal foco \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre as crian\u00e7as e os pais. Todos os pais desejam ter refei\u00e7\u00f5es agrad\u00e1veis \u00e0 mesa com os filhos. N\u00f3s acreditamos que, muitas vezes, os adultos acabam se sentindo frustrados com aqueles conselhos antigos: fa\u00e7a com que a crian\u00e7a coma, d\u00ea uma recompensa, negocie comida em troca de sobremesa ou videogame. Esse tipo de comportamento s\u00f3 aumenta a luta de poder, faz as fam\u00edlias se sentirem arrasadas e n\u00e3o ajuda a crian\u00e7a a comer alimentos variados. Nosso livro ap\u00f3ia a alimenta\u00e7\u00e3o infantil e visa diminuir a ansiedade e a discuss\u00f5es. O ponto forte s\u00e3o as sugest\u00f5es de v\u00e1rias estrat\u00e9gias pr\u00e1ticas. Damos exemplos de como os pais podem aplic\u00e1-las diante dos desafios e, ao mesmo tempo, serem carinhosos, mantendo-se pr\u00f3ximos \u00e0 crian\u00e7a. Esses sentimentos bons e de confian\u00e7a s\u00e3o cruciais para ajud\u00e1-la a superar a ansiedade diante da comida.<\/p>\n<p><strong>C.: No livro voc\u00ea diz que h\u00e1 diferentes \u201ctemperamentos\u00a0 alimentares\u201d. Qu\u00e3o importante \u00e9 que os pais entendam isso e n\u00e3o fiquem comparando a alimenta\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as?<br \/>\nK. R.:<\/strong>\u00a0Algumas crian\u00e7as s\u00e3o curiosas e aventureiras, enquanto outras s\u00e3o mais cautelosas e suspeitam de novas experi\u00eancias. Pense em qualquer festa infantil: algumas correm, riem, se soltam. Outras precisam de mais tempo para interagir e preferem apenas observar em vez de participar das atividades. Da mesma forma, as crian\u00e7as tamb\u00e9m se comportam de maneiras diferentes diante da comida. \u00c9 preciso compreender que h\u00e1 crian\u00e7as que, por exemplo, adoram abacate logo na primeira vez que experimentam, mas algumas levar\u00e3o anos ou nunca ir\u00e3o gostar. Por isso, os pais devem relaxar e continuar oferecendo o <strong>alimento rejeitado<\/strong> v\u00e1rias vezes, de diferentes formas, e n\u00e3o for\u00e7ar a crian\u00e7a a comer. Acreditamos que muitos adultos se lembram de pelo menos um alimento que foram for\u00e7ados a comer na inf\u00e2ncia e que deve ter levado anos para gostar daquilo \u2013 se \u00e9 que passaram a gostar.<\/p>\n<p>Todos os pais s\u00e3o capazes de alimentar seus filhos (sejam eles abertos \u00e0s novidades ou muito seletivos). Todos n\u00f3s lidamos com a comida de formas diferentes. Alguns amam comer e planejar as refei\u00e7\u00f5es, mas outros n\u00e3o se interessam tanto assim. Um pai ou m\u00e3e que ama comida e costuma comer a cada 3 ou 4 horas sente dificuldade para lidar com uma crian\u00e7a que n\u00e3o tem tanto apetite assim. Quando os pais entendem essas diferen\u00e7as e compreendem os motivos desses desafios, eles conseguem sentir mais empatia e ajudar a crian\u00e7a a se alimentar.<\/p>\n<p><strong>C.: H\u00e1 um trecho do livro que diz: \u201cA alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 imprevis\u00edvel. Algumas crian\u00e7as comem muito em alguns dias e quase nada em outros, podendo at\u00e9 recusar seus alimentos favoritos\u201d. Por que isso acontece?<br \/>\nK. R.:<\/strong>\u00a0O <strong>ritmo de crescimento<\/strong> \u00e9 muito acelerado no primeiro ano de vida, mas, nos toddlers (crian\u00e7as de 2 a 3 anos), esse ritmo diminui. Por isso, naturalmente, muitas nessa faixa et\u00e1ria ficam seletivas \u2013 isso se deve tamb\u00e9m, em parte, porque elas aprendem a dizer \u201cn\u00e3o\u201d e observam a rea\u00e7\u00e3o dos pais. A alimenta\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as pequenas n\u00e3o \u00e9 racional e nem previs\u00edvel. Eles amam um alimento em um dia e o jogam no ch\u00e3o no outro. Elas podem querer apenas arroz no almo\u00e7o ou s\u00f3 frango no jantar. Mas esse comportamento tende, no geral, a se nivelar ao longo de um dia ou de uma semana em termos de nutri\u00e7\u00e3o. Muitos pais acham que a crian\u00e7a precisa comer muito mais do que ela come e acabam pressionando para que coma mais. Eles costumam dizer: \u201cS\u00f3 mais duas colheradas e voc\u00ea pode ir brincar\u201d.<\/p>\n<p>Os beb\u00eas nascem com a habilidade de <strong>autorregular o apetite<\/strong>. Se os pais tentam constantemente fazer a crian\u00e7a comer muito, podem acontecer duas coisas: ou elas v\u00e3o simplesmente ignorar a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade ou ent\u00e3o ir\u00e3o resistir, comer menos e, como consequ\u00eancia, ganhar\u00e3o menos peso.<\/p>\n<p><strong>C.: No livro, voc\u00ea diz aos pais que eles n\u00e3o est\u00e3o sozinhos, que a seletividade da crian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 culpa deles e que alguns fatores est\u00e3o al\u00e9m do controle. \u00c9 reconfortante saber disso. O que voc\u00ea diria para quem ainda se culpa pelas dificuldades em alimentar os filhos?<br \/>\nK. R.:<\/strong>\u00a0Estimativas mostram que de 10% a 15% das crian\u00e7as apresentam <strong>comportamento extremamente seletivo para comer. <\/strong>H\u00e1 um longo caminho a ser percorrido para que os pais deixem de se sentir culpados pela resist\u00eancia das crian\u00e7as. Eles sempre fazem o melhor que podem e, \u00e0s vezes, erram por conta de dicas que receberam de outras pessoas e que n\u00e3o funcionam. Reconhecer isso pode diminuir esse sentimento.<\/p>\n<p>Mas, se mesmo assim a culpa persiste, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 que eles se deem tempo de senti-la e compreend\u00ea-la. O conselho \u00e9 respirar fundo, chorar um pouco se for preciso, ou fazer qualquer outra coisa que possa aliviar. Todos n\u00f3s cometemos erros de vez em quando, mesmo que nos esforcemos para n\u00e3o errar. Bons pais sabem quando \u00e9 preciso pedir ajuda e quando devem tentar algo diferente. Fa\u00e7a o que todos n\u00f3s fazemos como pais: aprenda com os erros, busque ajuda profissional se for preciso e v\u00e1 em frente! A boa not\u00edcia \u00e9 que as crian\u00e7as sempre podem ter progressos e as coisas melhoram. Quando os pais se sentem compreendidos e se empoderam com informa\u00e7\u00f5es isso ajuda a n\u00e3o sentir culpa.<\/p>\n<p><strong>C.: Quais s\u00e3o as principais preocupa\u00e7\u00f5es dos pais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o e como voc\u00ea os aconselha a lidar com elas?<br \/>\nK. R.:<\/strong> Os pais costumam se preocupar com o <strong>crescimento <\/strong>e a<strong> nutri\u00e7\u00e3o <\/strong>das crian\u00e7as. Uma pesquisa interessante mostra que, quanto mais os pais for\u00e7am a crian\u00e7a a comer, menos ela come e menos engorda. Mas a quest\u00e3o \u00e9: os pais realmente precisam se preocupar? A maioria das crian\u00e7as se sai melhor em termos de nutri\u00e7\u00e3o do que os pais imaginam. Na Am\u00e9rica do Norte, a maior preocupa\u00e7\u00e3o parece ser sobre a quest\u00e3o da prote\u00edna, mas a maioria das crian\u00e7as ingere mais do que suficiente. N\u00f3s acreditamos, no entanto, que toda crian\u00e7a que apresente muita resist\u00eancia para comer deve fazer exame para checar os n\u00edveis de ferro no sangue.<\/p>\n<p><strong>C.: Quais t\u00e1ticas definitivamente n\u00e3o funcionam para fazer a crian\u00e7a comer e devem ser evitadas?<br \/>\nK. R.:<\/strong>\u00a0Os pais nunca devem <strong>for\u00e7ar a crian\u00e7a a comer<\/strong> enquanto ela chora, grita ou sente \u00e2nsia. Isso s\u00f3 aumenta a ansiedade e n\u00e3o ajuda em nada. Usar <strong>TV<\/strong>, v\u00eddeos no tablet ou no computador para <strong>distrair a crian\u00e7a<\/strong> e faz\u00ea-la comer parece funcionar para conseguir que ela coma umas colheradas a mais, mas deixa muito a desejar. Isso porque n\u00e3o permite que a crian\u00e7a aprecie o alimento e n\u00e3o a ensina a perceber a saciedade do pr\u00f3prio corpo. Se voc\u00ea est\u00e1 agindo de forma a apenas fazer a crian\u00e7a comer em vez de ensin\u00e1-la a sentir <strong>prazer com a alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>, provavelmente voc\u00ea ir\u00e1 falhar. A crian\u00e7a precisa aprender a comer a partir da fome e do apetite, e n\u00e3o para agradar os adultos ou para ganhar brinquedos.<\/p>\n<p><strong>C.: Como funciona o m\u00e9todo STEPS+, que voc\u00eas criaram e ensinam no livro?<br \/>\nK. R.:<\/strong> O STEPS+ \u00e9 uma forma de acabar com a<strong> batalha pela alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong> e, quem sabe, fazer o momento da refei\u00e7\u00e3o ser aguardado com entusiasmo. \u00c9 um m\u00e9todo eficaz desde os toddlers at\u00e9 as crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar. Queremos ajudar a fam\u00edlia a melhorar e, ao mesmo tempo, <strong>ensinar a crian\u00e7a <\/strong>a apreciar uma maior variedade de alimentos, na quantidade certa. O intuito \u00e9 n\u00e3o deixar os desafios dominarem a rotina. Cada passo do nosso m\u00e9todo \u00e9 detalhadamente explicado em cada cap\u00edtulo do livro. Os cinco passos s\u00e3o: a) diminuir a luta de poder, a ansiedade e o estresse \u2013 tanto seu como do seu filho; b) estabelecer uma <strong>rotina<\/strong>; c) desfrutar de <strong>refei\u00e7\u00f5es prazerosas em fam\u00edlia<\/strong>; d) planejar <strong>card\u00e1pios<\/strong> e entender o que e quanto comer; e) fortalecer e apoiar as habilidades motoras e sensoriais das crian\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>C.: Quanto tempo demora para os pais verem os progressos do m\u00e9todo?<br \/>\nK. R.:<\/strong> Isso depende de muitos fatores. Temos visto crian\u00e7as que antes nunca queriam comer e, logo na primeira aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo, j\u00e1 pedem para repetir o prato. No geral, estamos vendo o apetite aumentar rapidamente, em poucos dias. A aceita\u00e7\u00e3o da variedade de alimentos leva mais tempo. Quanto mais nova a crian\u00e7a, mais r\u00e1pido vemos os resultados.<\/p>\n<p><strong>C.: Qual \u00e9 a import\u00e2ncia de ambos os pais e os demais cuidadores estarem envolvidos no processo?<br \/>\nK. R.:<\/strong> O ideal \u00e9 que todos os adultos que alimentam a crian\u00e7a e fazem as refei\u00e7\u00f5es com ela estejam usando a mesma abordagem. E isso pode incluir os <strong>av\u00f3s, a bab\u00e1 e os professores. <\/strong>Por exemplo: n\u00e3o adianta a fam\u00edlia fazer progressos em casa se, na escola, a professora insistir que a crian\u00e7a s\u00f3 pode brincar depois que \u201ccomer tudo\u201d. Vejo fam\u00edlias em que apenas um dos pais deixa de punir quando a crian\u00e7a n\u00e3o come, mas o outro continua a fazer chantagens. Os pais precisam conversar um com o outro e ser muito francos. Se n\u00e3o concordam entre si, pode ser melhor que apenas um deles assuma a lideran\u00e7a da tarefa por uns seis meses, para ver se h\u00e1 resultados.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s fomos criados com as <strong>regras <\/strong>de nossos pais e temos mem\u00f3rias relativas \u00e0 comida. Se eles faziam com que com\u00eassemos vegetais para poder comer a sobremesa, provavelmente agiremos assim com nossos filhos. No entanto, se \u00e9ramos <strong>for\u00e7ados a comer <\/strong>e isso se tornou uma m\u00e1 mem\u00f3ria, n\u00f3s tendemos a compensar isso deixando as crian\u00e7as comerem o que e quando quiserem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem nunca enfrentou uma dificuldade para alimentar os filhos que atire a primeira papinha. 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