{"id":22624,"date":"2015-06-10T17:00:32","date_gmt":"2015-06-10T17:00:32","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=22624"},"modified":"2015-06-10T01:12:12","modified_gmt":"2015-06-10T01:12:12","slug":"e-a-vez-de-proteger-os-oceanos-um-grande-potencial-biotecnologico-e-energetico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/e-a-vez-de-proteger-os-oceanos-um-grande-potencial-biotecnologico-e-energetico\/","title":{"rendered":"\u00c9 a vez de proteger os oceanos, um grande potencial biotecnol\u00f3gico e energ\u00e9tico"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-22625\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Com 10,8 mil km de extens\u00e3o, a costa brasileira percorre 395 cidades, em 17 estados. Uma imensid\u00e3o azul que abriga \u00bc da popula\u00e7\u00e3o brasileira em um ecossistema \u00fanico com 3 mil km de recifes de corais e 12% dos manguezais do mundo. \u00c9 tamb\u00e9m um habitat com alta relev\u00e2ncia econ\u00f4mica para o Brasil, tendo no turismo, na pesca e na explora\u00e7\u00e3o mineral seus principais alicerces, mas tamb\u00e9m com grande potencial biotecnol\u00f3gico e energ\u00e9tico.<\/p>\n<p>Apesar dos recentes avan\u00e7os de sua conserva\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds, apenas 2% de toda essa biodiversidade est\u00e1 protegida. Preocupado com a situa\u00e7\u00e3o e motivado pela necessidade de mudan\u00e7a, o WWF-Brasil lan\u00e7ou nesta segunda-feira (8), no Dia Mundial dos Oceanos, o Programa Marinho. Com ampla atua\u00e7\u00e3o em biomas como Amaz\u00f4nia, Cerrado, Pantanal e Mata Atl\u00e2ntica, a conserva\u00e7\u00e3o da vida marinha fortalece e amplia as atividades da organiza\u00e7\u00e3o na prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente em diferentes frentes.<\/p>\n<p>\u201cVivemos um momento cr\u00edtico na conserva\u00e7\u00e3o dos recursos marinhos do Brasil, que sofrem com a pesca excessiva, fraca fiscaliza\u00e7\u00e3o, polui\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o mineral, necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas adequadas para o bioma; a forte especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e consequente ocupa\u00e7\u00e3o desordenada das cidades costeiras. Nossa atua\u00e7\u00e3o nos mares brasileiros visa chamar a aten\u00e7\u00e3o da sociedade para essa triste realidade, a import\u00e2ncia da sa\u00fade dos oceanos para nossas vidas e como podemos nos mobilizar para protege-los\u201d, explica a coordenadora do Programa Marinho e Mata Atl\u00e2ntica, Anna Carolina Lobo.<\/p>\n<p>Segundo ela, a baixa conserva\u00e7\u00e3o do mar e da costa brasileira se agrava com a falta de conhecimento sobre o universo marinho. \u201cA popula\u00e7\u00e3o e o governo de uma forma geral consideram que preservar os oceanos \u00e9 menos urgente do que as florestas. O desconhecimento sobre o que existe debaixo da \u00e1gua leva a uma n\u00e3o prioriza\u00e7\u00e3o dos mares. Mas isso \u00e9 um engano. Para se ter ideia, 54,7% de todo o oxig\u00eanio da Terra \u00e9 produzido nos oceanos por algas marinhas\u201d, justifica.<\/p>\n<p>Sobre a atual situa\u00e7\u00e3o dos oceanos no Brasil, um relat\u00f3rio divulgado pela Ocean Healthy Index, apresentou o \u00cdndice de Sa\u00fade do Oceano no Brasil (OHI-Brasil \u2013 em ingl\u00eas). Dez crit\u00e9rios foram utilizados para avaliar os mares brasileiros. Destes, o Pa\u00eds recebeu nota baixa em tr\u00eas deles: produtos naturais (n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de seus recursos de maneira apropriada); turismo e recrea\u00e7\u00e3o (falta de infraestrutura); e provis\u00e3o de alimentos (desenvolvimento da pesca artesanal e aquicultura).<\/p>\n<p>Inicialmente, o Programa Marinho contribuir\u00e1 para a compreens\u00e3o e o atendimento dos impactos de tr\u00eas \u00e1reas: sobrepesca, turismo e polui\u00e7\u00e3o. O trabalho ser\u00e1 desenvolvido a partir de quatro estrat\u00e9gias: gest\u00e3o da qualidade de destinos costeiros; engajamento da sociedade; valoriza\u00e7\u00e3o da pesca sustent\u00e1vel; e o fomento a pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cPretendemos trabalhar por meio de parcerias para alcan\u00e7ar nossas metas de conserva\u00e7\u00e3o. No caso do turismo, por exemplo, faremos coopera\u00e7\u00f5es com setor tur\u00edstico para trabalhar a qualidade dos destinos costeiros e para engajamento da sociedade no tema, focaremos na produ\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico e educa\u00e7\u00e3o. Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o marinhas e costeiras representam o tema transversal priorit\u00e1rio do programa, alvo de conserva\u00e7\u00e3o de todas as estrat\u00e9gias\u201d, avalia Lobo.<\/p>\n<p>Para o tema da polui\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 desenvolvido um projeto piloto de coleta de pl\u00e1sticos flutuantes na Ba\u00eda da Guabanara, no Rio de Janeiro, local que sediar\u00e1 algumas provas esportivas na Olimp\u00edada ano que vem e que por isso tem preocupado o governo e o Comit\u00ea Ol\u00edmpico por sua polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para a pesca, as a\u00e7\u00f5es ter\u00e3o enfoque na implementa\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas e valoriza\u00e7\u00e3o da pesca sustent\u00e1vel desenvolvida por comunidades tradicionais. Nesse sentido, o Programa j\u00e1 iniciou uma parceria com chefs e restaurantes, por meio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrael). \u201cQueremos engajar e mobilizar a popula\u00e7\u00e3o para mudar a forma de como os oceanos s\u00e3o vistos, inspirando a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es para conserv\u00e1-los\u201d, ressalta Anna Carolina.<\/p>\n<p>Inicialmente, as atividades do Programa ser\u00e3o desenvolvidas nas seguintes regi\u00f5es: Parque Nacional (Parna) Marinho e \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Fernando de Noronha; Costa centro e sul do Rio de Janeiro, com destaque para o Monumento Natural das Ilhas Cagarras; Reserva da Juatinga e APA Cairu\u00e7u.<\/p>\n<p>No estado de S\u00e3o Paulo os trabalhos ser\u00e3o desenvolvidos em unidades de conserva\u00e7\u00e3o do litoral norte, incluindo: a APA Marinha Litoral Norte e os Parques Estaduais Ilhabela, Ilha Anchieta e Serra do Mar; al\u00e9m da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica (Esec) Tupinamb\u00e1s, onde est\u00e1 localizada a ilha de Alcatrazes.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/costabrasileira.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-195652\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/costabrasileira.jpg\" alt=\"Apenas 2% da costa brasileira est\u00e1 protegida. \u00c1reas naturais protegidas como o Parque Estadual Restinga de Bertioga., localizado na Mata Atl\u00e2ntica. Foto: \u00a9 Adriana Mattoso\" width=\"640\" height=\"390\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Preocupa\u00e7\u00e3o global<\/strong><\/p>\n<p>O surgimento do Programa Marinho no Brasil acompanha uma diretriz da Rede WWF que definiu os oceanos como tema priorit\u00e1rio para este ano. Neste sentido, a organiza\u00e7\u00e3o lan\u00e7ou recentemente o relat\u00f3rio \u201cRevitalizar a Economia dos Oceanos \u2013 Caso de a\u00e7\u00e3o 2015\u201d (Reviving the Oceans Economy \u2013 em ingl\u00eas), em parceria com o Instituto de Mudan\u00e7as Globais da Universidade de Queensland e The Boston Consulting Group (BCG), que analisa o papel do mar como uma pot\u00eancia econ\u00f4mica e descreve as amea\u00e7as que est\u00e3o se movendo em dire\u00e7\u00e3o ao seu colapso.<\/p>\n<p>De acordo com o documento, o valor dos principais ativos dos mares \u00e9 estimado em, pelo menos, US$ 24 trilh\u00f5es de d\u00f3lares. Se comparado \u00e0s dez maiores economias do mundo, o oceano seria o s\u00e9timo maior, com um valor anual de bens e servi\u00e7os de US$ 2,5 trilh\u00f5es, ficando \u00e0 frente de pa\u00edses como o Brasil, R\u00fassia e It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Segundo Marco Lambertini, diretor geral do WWF Internacional, os oceanos se equivalem em riqueza aos pa\u00edses mais ricos do mundo, mas t\u00eam alcan\u00e7ado as profundezas de uma economia fracassada. \u201cComo acionistas respons\u00e1veis, n\u00e3o podemos manter de forma imprudente a extra\u00e7\u00e3o de valiosos ativos do oceano sem investir em seu futuro\u201d, afirma.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, mais de dois ter\u00e7os do valor anual do oceano depende de condi\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis \u200b\u200bpara manter a sua produ\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Pesca em colapso, desmatamento de mangues, bem como o desaparecimento de corais est\u00e3o amea\u00e7ando a economia marinha que protege vidas e meios de subsist\u00eancia em todo o mundo.<\/p>\n<p>\u201cSer capaz de quantificar o valor anual de ativos dos oceanos do mundo nos permite enxergar em n\u00fameros concretos o que est\u00e1 em jogo na esfera econ\u00f4mica e ambiental. Esperamos que dados como esses chamem a aten\u00e7\u00e3o de l\u00edderes empresariais e formuladores de pol\u00edticas para tomarem decis\u00f5es mais s\u00e1bias e calculadas quando se trata de moldar o futuro da economia coletiva dos oceanos\u201d, disse Douglas Beal, s\u00f3cio e diretor-gerente do The Boston Consulting Group.<\/p>\n<p>A pesquisa apresentada no relat\u00f3rio demonstra que nunca antes na hist\u00f3ria da humanidade os oceanos mudaram de forma t\u00e3o r\u00e1pida. Ao mesmo tempo, o crescimento da popula\u00e7\u00e3o humana e sua depend\u00eancia sobre o mar restauram a economia dos oceanos e caracterizam seus ativos principais como assunto de urg\u00eancia global.<\/p>\n<p>\u201cOs oceanos est\u00e3o em risco. Estamos retirando muitos peixes, despejando muitos poluentes nos mares, e aquecendo o oceano a um ponto que os sistemas naturais essenciais v\u00e3o simplesmente parar de funcionar\u201d, revela Ove Hoegh-Guldberg, o principal autor do relat\u00f3rio e diretor do Instituto de Mudan\u00e7a Global na Austr\u00e1lia \u2013 University of Queensland.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a clim\u00e1tica \u00e9 uma das principais causas da falta de sa\u00fade dos oceanos. Uma pesquisa inclu\u00edda no relat\u00f3rio mostra que, no ritmo atual de aquecimento global, os recifes de corais que proporcionam alimentos, empregos e protegem milh\u00f5es de pessoas de tempestades, v\u00e3o desaparecer completamente em 2050. Mais do que um aquecimento das \u00e1guas, a mudan\u00e7a clim\u00e1tica induz um aumento da acidez dos mares que pode levar centenas de gera\u00e7\u00f5es humanas para a recupera\u00e7\u00e3o dos oceanos.<\/p>\n<p>De forma a restaurar os recursos dos oceanos ao seu pleno potencial, o relat\u00f3rio apresentou um plano de a\u00e7\u00e3o com oito propostas. Dentre elas est\u00e3o \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o dos oceanos a partir dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) das Na\u00e7\u00f5es Unidas, tendo uma a\u00e7\u00e3o global sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e com fortes compromissos para proteger zonas costeiras e marinhas.<\/p>\n<p>A Campanha Global de Oceanos do WWF: Sustain Our Seas (Sustente Nossos Mares \u2013 em portugu\u00eas), baseia-se em d\u00e9cadas de trabalho da organiza\u00e7\u00e3o e seus parceiros de conserva\u00e7\u00e3o marinha. O WWF est\u00e1 trabalhando com governos, empresas e comunidades para encorajar os l\u00edderes a tomar medidas urgentes para revitalizar a economia dos mares e proteger as vidas e os meios de subsist\u00eancia de bilh\u00f5es de pessoas em todo o mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 10,8 mil km de extens\u00e3o, a costa brasileira percorre 395 cidades, em 17 estados.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22625,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/tartaruga_pente_oceano.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Com 10,8 mil km de extens\u00e3o, a costa brasileira percorre 395 cidades, em 17 estados.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22624"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22624"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22624\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22625"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22624"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22624"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22624"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}