{"id":22363,"date":"2015-06-05T23:53:38","date_gmt":"2015-06-05T23:53:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=22363"},"modified":"2015-06-05T23:58:52","modified_gmt":"2015-06-05T23:58:52","slug":"pernambuco-desenvolve-lista-oficial-de-animais-ameacados-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pernambuco-desenvolve-lista-oficial-de-animais-ameacados-de-extincao\/","title":{"rendered":"Pernambuco desenvolve lista oficial de animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sapo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" size-medium wp-image-22366 aligncenter\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sapo-300x204.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sapo-300x204.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sapo.jpg 640w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O levantamento come\u00e7ou com a an\u00e1lise dos anf\u00edbios. Imagens cedidas da pesquisa.<\/p>\n<p>Uma importante ferramenta para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de preserva\u00e7\u00e3o da fauna est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o no estado. O livro vermelho das esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, elaborado atrav\u00e9s de parceria entre a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade e pesquisadores da Universidade Federal Rural de Pernambuco, dever\u00e1 nortear a\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o e diagnosticar os riscos que as esp\u00e9cies, end\u00eamicas ou n\u00e3o, correm no territ\u00f3rio.<\/p>\n<div><\/div>\n<div>O estudo come\u00e7ou a ser confeccionado em agosto passado durante um ciclo de oficinas na universidade. O primeiro passo foi o levantamento de todas as esp\u00e9cies existentes na \u00e1rea. Posteriormente, elas foram analisadas seguindo crit\u00e9rios como distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o ao longo dos anos para se chegar ao grau de amea\u00e7a sofrido. At\u00e9 o momento, somente a pesquisa relacionada aos anf\u00edbios est\u00e1 pronta e serve de alerta.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Devemos pensar nos anf\u00edbios como indicadores de qualidade ambiental. No estado, temos 87 esp\u00e9cies. Dessas, duas s\u00e3o consideradas criticamente em perigo, sete est\u00e3o em perigo, tr\u00eas s\u00e3o vulner\u00e1veis e oito n\u00e3o temos dados suficientes para analisar&#8221;, explicou o coordenador cient\u00edfico do projeto, professor doutor Geraldo Jorge Barbosa de Moura, do Departamento de Biologia da UFRPE.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em Pernambuco, apenas duas esp\u00e9cies de anf\u00edbios s\u00e3o consideradas end\u00eamicas (espec\u00edficas da regi\u00e3o). <em>Elachistocleis cesari e Frostius pernambucensis<\/em>, a \u00faltima j\u00e1 se enquadra nas esp\u00e9cies em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. &#8220;O aquecimento global n\u00e3o \u00e9 te\u00f3rico. A fauna e a flora est\u00e3o em mudan\u00e7as din\u00e2micas dr\u00e1sticas. Precisamos dessas informa\u00e7\u00f5es para saber como articular pol\u00edticas que possam inibir ou minimizar os danos&#8221;, continuou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ap\u00f3s o t\u00e9rmino do levantamento dos anf\u00edbios, o material foi encaminhado para valida\u00e7\u00e3o com o uso da metodologia da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN) e foi publicado no Di\u00e1rio Oficial em janeiro. O per\u00edodo de an\u00e1lise pelo \u00f3rg\u00e3o internacional \u00e9 de aproximadamente tr\u00eas meses. Agora, os especialistas trabalham no levantamento dos r\u00e9pteis do estado, processo que est\u00e1 80% conclu\u00eddo, e, em seguida, em novembro, devem iniciar o ciclo de estudos sobre aves.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte: Di\u00e1rio de Pernambuco<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O levantamento come\u00e7ou com a an\u00e1lise dos anf\u00edbios. Imagens cedidas da pesquisa. 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