{"id":22030,"date":"2015-05-31T13:00:40","date_gmt":"2015-05-31T13:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=22030"},"modified":"2015-05-30T23:32:28","modified_gmt":"2015-05-30T23:32:28","slug":"china-lancara-satelite-para-investigar-materia-escura-no-fim-deste-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/china-lancara-satelite-para-investigar-materia-escura-no-fim-deste-ano\/","title":{"rendered":"China lan\u00e7ar\u00e1 sat\u00e9lite para investigar mat\u00e9ria escura, no fim deste ano"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-22031\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A China oficializou que lan\u00e7ar\u00e1 o sat\u00e9lite DAMPE (explorador de part\u00edculas de mat\u00e9ria escura, na sigla em ingl\u00eas) no fim deste ano para medir a dire\u00e7\u00e3o, energia e carga el\u00e9trica de part\u00edculas que viajam pelo cosmo. A meta \u00e9 detectar qualquer sinal que comprove a exist\u00eancia, e do que \u00e9 feita, a misteriosa mat\u00e9ria escura, elemento que, junto com a energia escura, ocupa 95% do universo &#8211; parcela que ainda \u00e9 completamente desconhecida pelas teorias da astrof\u00edsica.<\/p>\n<p>A manobra chinesa aproveita um momento de fraqueza dos Estados Unidos, que corta or\u00e7amentos e diminui a import\u00e2ncia da Nasa, a ag\u00eancia espacial americana, em favor de projetos privados de explora\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Com expectativa operacional de tr\u00eas anos, o DAMPE tenta descobrir ao menos algum ind\u00edcio da exist\u00eancia de part\u00edculas que comporiam 85% da mat\u00e9ria do universo.<\/p>\n<p><strong>Na escurid\u00e3o &#8211;<\/strong> A mat\u00e9ria escura \u00e9 uma hipot\u00e9tica subst\u00e2ncia que n\u00e3o emite radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica suficiente para ser vista por detectores atuais de part\u00edculas, mas que os astrof\u00edsicos consideram necess\u00e1ria para compor elabora\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas que explicariam o funcionamento do universo. Se ela n\u00e3o existir, ruiriam diversas equa\u00e7\u00f5es da astrof\u00edsica, principalmente as aceitas para explicar as rela\u00e7\u00f5es gravitacionais entre os corpos celestes.<\/p>\n<p>O sat\u00e9lite DAMPE \u00e9 dotado dos mais avan\u00e7ados detectores de part\u00edculas. \u00c9 a aposta mais ousada at\u00e9 agora para a detec\u00e7\u00e3o da enigm\u00e1tica mat\u00e9ria escura. Caso esse mist\u00e9rio n\u00e3o seja desvendado, por\u00e9m &#8211; se resultar ao menos em um relance de explica\u00e7\u00e3o dessas part\u00edculas, j\u00e1 colocaria os organizadores do projeto como candidatos a um Nobel -, a iniciativa n\u00e3o ser\u00e1 perdida. A Academia Chinesa de Ci\u00eancias tamb\u00e9m pretende utilizar a nave para estudar outros fen\u00f4menos espaciais, como os raios c\u00f3smicos e os raios gama de alta energia.<\/p>\n<p>Confira abaixo os principais projetos espaciais deste ano.<\/p>\n<h4>As principais miss\u00f5es espaciais de 2015<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1757\/pe6Cx\/alx_nh_pluto_lg_original.jpeg?1419537416\" alt=\"Chegada a Plut\u00e3o\" width=\"640\" height=\"502\" \/><\/p>\n<h3>Chegada a Plut\u00e3o<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Plut\u00e3o ainda n\u00e3o havia sido reclassificado como planeta an\u00e3o quando a sonda New Horizons (Novos Horizontes, em tradu\u00e7\u00e3o livre) foi lan\u00e7ada pela Nasa, em 19 de janeiro de 2006, para estud\u00e1-lo. A New Horizons chegar\u00e1 ao seu destino em julho e far\u00e1 as primeiras fotos <em>in loco<\/em> de Plut\u00e3o e de Charon, a maior lua desse planeta an\u00e3o. Esse objeto \u00e9 t\u00e3o grande em compara\u00e7\u00e3o com Plut\u00e3o (tem cerca de metade de seu tamanho), que alguns pesquisadores preferem consider\u00e1-los como um sistema planet\u00e1rio duplo. &#8220;A resolu\u00e7\u00e3o das imagens da New Horizons ser\u00e3o melhores que as melhores fotos tiradas pelo telesc\u00f3pio Hubble. No momento da maior aproxima\u00e7\u00e3o, as imagens da New Horizons ter\u00e3o a resolu\u00e7\u00e3o de uma aproxima\u00e7\u00e3o de cerca de 100 metros. Assim, objetos do tamanho de uma bola de futebol ser\u00e3o vistos. Pela primeira vez, Plut\u00e3o e seus sat\u00e9lites ser\u00e3o mostrados em toda a sua complexidade e diversidade e deixar\u00e3o de ser apenas pontos de luz, que \u00e9 a forma como os telesc\u00f3pios os veem&#8221;, diz o astr\u00f4nomo Hal Weaver, cientista respons\u00e1vel pela miss\u00e3o New Horizons e pesquisador do Laborat\u00f3rio de F\u00edsica Aplicada da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Em seguida, a New Horizons viajar\u00e1 para uma regi\u00e3o do Sistema Solar conhecida como Cintur\u00e3o de Kuiper, que se estende de Netuno at\u00e9 depois de Plut\u00e3o. Nesse Cintur\u00e3o existem diversos planetas an\u00f5es, mas a \u00e1rea foi at\u00e9 hoje pouco explorada por miss\u00f5es espaciais. Esses pequenos planetas s\u00e3o importantes por tratar-se de rel\u00edquias de mais de 4 bilh\u00f5es de anos. A viagem ao Cintur\u00e3o de Kuiper, no entanto, est\u00e1 prevista para o per\u00edodo entre 2016 e 2020. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/11\/12\/1432\/pe6Cx\/alx_rosetta_landing_twitter_original.jpeg?1415809917\" alt=\"Fim da Miss\u00e3o Rosetta e o despertar do Philae\" width=\"640\" height=\"349\" \/><\/p>\n<h3>Fim da Miss\u00e3o Rosetta e o despertar do Philae<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A sonda Rosetta, que liberou o m\u00f3dulo Philae para o <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/astronomia-faz-historia-pouso-em-cometa-e-concluido-com-sucesso\" target=\"_blank\" rel=\"\">pouso no cometa <\/a><\/strong>67P\/Churyumov\u2013Gerasimenko em novembro de 2014, continuar\u00e1 em atividade em 2015. Ela acompanhar\u00e1 a trajet\u00f3ria do cometa rumo ao Sol, registrando a forma\u00e7\u00e3o de sua cauda e as diferentes densidades da poeira que esse corpo vai liberar conforme se aquece. No plano original da miss\u00e3o, 2015 tamb\u00e9m seria um ano de trabalho duro para o Philae, o rob\u00f4 dotado de sensores para detectar a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera do cometa, c\u00e2meras para imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o e ferramentas para medir a densidade, temperatura e propriedade mec\u00e2nicas da superf\u00edcie do 67P. O pouso do Philae, no entanto, n\u00e3o saiu como o planejado. O rob\u00f4 estacionou em um lugar sem luz solar, essencial para recarregar suas baterias, e entrou em modo de hiberna\u00e7\u00e3o apenas 60 horas depois de aterrissar no 67P. De acordo com a Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA), antes de a bateria acabar, o m\u00f3dulo conseguiu <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/missao-rosetta-bateria-acaba-mas-robo-consegue-enviar-dados\" target=\"_blank\" rel=\"\">enviar \u00e0 Terra os dados<\/a><\/strong> colhidos na superf\u00edcie do corpo celeste. A esperan\u00e7a dos cientistas \u00e9 que, conforme o 67P se aproxime do Sol, o Philae receba mais luz solar e saia do modo de hiberna\u00e7\u00e3o por volta de mar\u00e7o. Se o Philae despertar, os cientistas podem tentar refazer algumas medi\u00e7\u00f5es que parecem n\u00e3o ter dado certo, como a ferramenta de perfura\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, os dados j\u00e1 enviados pelo rob\u00f4 ainda est\u00e3o sendo analisados pelos cientistas, e mais novidades podem estar a caminho. Informa\u00e7\u00f5es sobre as mol\u00e9culas org\u00e2nicas encontradas no cometa, por exemplo, ainda n\u00e3o foram divulgadas. At\u00e9 agora, o que se publicou \u00e9 que <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/o-misterio-da-agua\" target=\"_blank\" rel=\"\">a \u00e1gua do 67P <\/a><\/strong>n\u00e3o se parece com a da Terra. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1805\/pe6Cx\/alx_jsc2008e038906_original.jpeg?1419537886\" alt=\"G\u00eameos na Terra e no espa\u00e7o\" width=\"640\" height=\"425\" \/><\/p>\n<h3>G\u00eameos na Terra e no espa\u00e7o<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Saber os efeitos do espa\u00e7o sobre o corpo humano \u00e9 essencial para o planejamento de miss\u00f5es at\u00e9 pontos mais distantes do Universo. Para ajudar nessa pesquisa, dois irm\u00e3os g\u00eameos se voluntariaram e, com ajuda da Nasa, participar\u00e3o de um estudo in\u00e9dito. A partir de mar\u00e7o, o astronauta Scott Kelly passar\u00e1 um ano no espa\u00e7o, a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (ISS, na sigla em ingl\u00eas), na miss\u00e3o mais longa j\u00e1 realizada pela Nasa, enquanto seu irm\u00e3o, o astronauta aposentado Mark Kelly ficar\u00e1 na Terra, para efeitos de compara\u00e7\u00e3o. O ambiente em que Mark viver\u00e1, \u00e9 claro, n\u00e3o \u00e9 exatamente igual \u00e0s condi\u00e7\u00f5es da ISS. Mark se recusou, por exemplo, a passar todo esse tempo ingerindo apenas comida de astronauta aqui na Terra. Por isso, os pesquisadores ainda n\u00e3o sabem quais resultados ser\u00e3o obtidos, mas acreditam que a possibilidade de estudar a gen\u00e9tica nessas condi\u00e7\u00f5es pode levar, inclusive, a avan\u00e7os cient\u00edficos que beneficiem uma porcentagem maior da popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos astronautas. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1809\/pe6Cx\/alx_lisa_pathfinder_node_full_image_2_original-1.jpeg?1419538139\" alt=\"Ondas gravitacionais\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<h3>Ondas gravitacionais<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A sonda LISA Pathfinder, da ESA, ser\u00e1 lan\u00e7ada durante o ano de 2015 para testar alguns instrumentos necess\u00e1rios para o desenvolvimento futuro de um detector de ondas gravitacionais. Essas ondas, previstas pela Teoria da Relatividade de Einstein, se formam em grandes eventos espaciais, como a uni\u00e3o de duas estrelas de n\u00eautrons (um dos poss\u00edveis est\u00e1gios finais da vida de uma estrela), de forma que detect\u00e1-las seria uma nova forma de estudar o Universo. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1759\/pe6Cx\/alx_dawn_orbit_121211_full_original.jpeg?1419537540\" alt=\"Em busca de asteroides\" width=\"638\" height=\"638\" \/><\/p>\n<h3>Em busca de asteroides<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Lan\u00e7ada em 2007 pela Nasa, a Miss\u00e3o Dawn tem como objetivo orbitar os asteroides Vesta e Ceres para estudar sua estrutura interna, densidade, forma, tamanho, composi\u00e7\u00e3o e massa, entre outros aspectos. Esses dados ajudar\u00e3o os cientistas a entender melhor a hist\u00f3ria desses objetos e quais meteoritos encontrados na Terra v\u00eam desses corpos. Em agosto de 2011, a Miss\u00e3o Dawn orbitou o primeiro asteroide, Vesta, ficando l\u00e1 at\u00e9 setembro do ano seguinte. Ela deve chegar ao Ceres em 1 de fevereiro de 2015, onde ficar\u00e1 por cinco meses. A miss\u00e3o acaba oficialmente em julho, mas a sonda continuar\u00e1 na \u00f3rbita de Ceres depois disso. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/1323\/pe6Cx\/ciencia-projeto-mars-one-20130424-02-original.jpeg?1402460824\" alt=\"Prepara\u00e7\u00e3o para Marte\" width=\"639\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Prepara\u00e7\u00e3o para Marte<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Os futuros colonizadores de Marte come\u00e7ar\u00e3o a ser treinados em 2015. \u00c9 o que promete a funda\u00e7\u00e3o privada Mars One, que planeja enviar o primeiro grupo de pessoas ao planeta vermelho em 2024, em uma expedi\u00e7\u00e3o s\u00f3 de ida. Apesar de todo o descr\u00e9dito com que o projeto foi recebido pela comunidade cient\u00edfica, mais de 200 000 volunt\u00e1rios se inscreveram para participar da miss\u00e3o, dos quais 10 289 s\u00e3o brasileiros. A ideia \u00e9 que a cada dois anos uma nova equipe seja enviada, e que todos participem de um &#8220;reality show&#8221; que dever\u00e1 mostrar a vida fora da Terra. O Mars One tem Gerard\u2019t Hooft, holand\u00eas ganhador do Pr\u00eamio Nobel, como um de seus apoiadores.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1802\/pe6Cx\/alx_magnetospheric_multiscale_original.jpeg?1419537738\" alt=\"Reconex\u00e3o magn\u00e9tica\" width=\"640\" height=\"426\" \/><\/p>\n<h3>Reconex\u00e3o magn\u00e9tica<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Em mar\u00e7o de 2015, a Nasa vai lan\u00e7ar a miss\u00e3o Magnetospheric Multiscale (MMS), composta por quatro sondas id\u00eanticas, que v\u00e3o orbitar a Terra para estudar um fen\u00f4meno ainda pouco compreendido pelos cientistas, chamado de reconex\u00e3o magn\u00e9tica. Ele ocorre apenas com o plasma, um conjunto de part\u00edculas positiva e negativamente carregadas que comp\u00f5e a maior parte do Universo observ\u00e1vel. A reconex\u00e3o magn\u00e9tica acontece quando as linhas de campo magn\u00e9tico se cruzam e liberam uma grande quantidade de energia. \u00c9 um processo fundamental do Universo, que direciona a energia armazenada em campos magn\u00e9ticos e a converte em calor e energia. O melhor local para observar esse fen\u00f4meno \u00e9 nos arredores da Terra. No lado do planeta iluminado pelo Sol, a reconex\u00e3o pode unir as linhas de campo magn\u00e9tico do Sol com as da Terra, permitindo que mat\u00e9ria e energia da estrela cheguem ao planeta. J\u00e1 na face onde \u00e9 noite, acredita-se que o fen\u00f4meno ajuda na forma\u00e7\u00e3o das auroras boreal e austral.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/25\/1813\/pe6Cx\/alx_adm-aeolus_original.jpeg?1419538409\" alt=\"De olho nos ventos\" width=\"638\" height=\"510\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>De olho nos ventos<\/h3>\n<p>O sat\u00e9lite ADM-Aeolus, previsto para ser lan\u00e7ado em 2015 pela ESA, vai monitorar os ventos ao redor do globo. Os dados coletados por ele devem melhorar a compreens\u00e3o sobre os sistemas clim\u00e1tico da Terra e os fatores que os influenciam, assim como melhorar os modelos de previs\u00e3o do tempo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A China oficializou que lan\u00e7ar\u00e1 o sat\u00e9lite DAMPE (explorador de part\u00edculas de mat\u00e9ria escura, na<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22031,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/exploracao_espacial.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A China oficializou que lan\u00e7ar\u00e1 o sat\u00e9lite DAMPE (explorador de part\u00edculas de mat\u00e9ria escura, na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22030"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22030"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22030\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22031"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22030"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22030"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22030"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}