{"id":219,"date":"2014-04-13T04:04:33","date_gmt":"2014-04-13T04:04:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=219"},"modified":"2014-06-01T16:34:20","modified_gmt":"2014-06-01T16:34:20","slug":"azeite-e-oleo-de-linhaca-uma-dupla-imbativel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/azeite-e-oleo-de-linhaca-uma-dupla-imbativel\/","title":{"rendered":"Azeite e \u00f3leo de linha\u00e7a: uma dupla imbat\u00edvel"},"content":{"rendered":"<table class=\"contentpaneopen\" style=\"color: #1b6390;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"contentheading\" style=\"font-weight: bold; color: #143875;\" width=\"100%\"><\/td>\n<td class=\"buttonheading\" align=\"right\" width=\"100%\"><\/td>\n<td class=\"buttonheading\" align=\"right\" width=\"100%\"><\/td>\n<td class=\"buttonheading\" align=\"right\" width=\"100%\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table class=\"contentpaneopen\" style=\"color: #1b6390;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<div align=\"justify\"><img src=\"http:\/\/saude.abril.com.br\/imagens\/0347\/sementes-linhaca-azeite-mt.jpg\" alt=\" \" align=\"right\" \/><strong><em>Rica em gorduras do bem, ela combate a obesidade, d\u00e1 um chega pra l\u00e1 no diabete e ainda livra o cora\u00e7\u00e3o de entraves<\/em><\/strong><\/div>\n<div align=\"justify\">\n<span class=\"autor_materia\">Por Tha\u00eds Manarini \/ design Ana Paula Megda \/ fotos Alex Silva<\/span><\/div>\n<div align=\"justify\">\nNo universo da nutri\u00e7\u00e3o, algumas parcerias s\u00e3o conhecidas por sua sinergia. \u00c9 o caso do azeite de oliva e do \u00f3leo de linha\u00e7a, como comprova um novo estudo do Laborat\u00f3rio de Sinaliza\u00e7\u00e3o Celular da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, no interior paulista. Segundo o trabalho, pequenas doses desses alimentos combinados reduzem o risco de obesidade e afastam o diabete do tipo 2.<\/p>\n<p>Para comprovar a fa\u00e7anha, os pesquisadores, primeiro, ofereceram durante dois meses uma alimenta\u00e7\u00e3o rica em gordura saturada \u2014 aquela encontrada em carnes gordas, sorvete, manteiga e em muitos outros produtos industrializados \u2014 a ratos e camundongos. &#8220;Esse modelo de dieta gerou uma inflama\u00e7\u00e3o no hipot\u00e1lamo, regi\u00e3o do c\u00e9rebro que \u00e9 respons\u00e1vel por controlar a necessidade de comer&#8221;, conta Juliana Moraes, bi\u00f3loga e autora do estudo. E o resultado de uma pane dessas \u00e9 desastroso. Afinal, depois de uma bela pratada, o sinal de saciedade n\u00e3o \u00e9 percebido e, assim, a comilan\u00e7a segue desenfreada. Nas cobaias, al\u00e9m de catapultar a obesidade, a situa\u00e7\u00e3o abriu caminho para que o diabete se instalasse.<\/p>\n<p>Diante disso, os cientistas se perguntaram: ser\u00e1 que as gorduras insaturadas, como o \u00f4mega-3 do \u00f3leo de linha\u00e7a e o \u00f4mega-9 do azeite de oliva, seriam capazes de combater a famigerada inflama\u00e7\u00e3o e reverter o caos? Para chegar \u00e0 resposta, Juliana e o nutricionista Dennys Cintra, seu parceiro no trabalho, estimularam os animais a consumir diferentes por\u00e7\u00f5es de ambos os \u00f3leos por outros dois meses.<\/p>\n<p><strong>Para preservar as gorduras boas do duo oleoso, evite us\u00e1-lo em frituras<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Estipulamos que 35% da alimenta\u00e7\u00e3o total seria formada por gorduras. Ent\u00e3o, dividimos os animais em tr\u00eas grupos e demos a cada um diferentes doses dos \u00f4megas&#8221;, descreve Juliana. No final, notou-se uma melhora no estado inflamat\u00f3rio do hipot\u00e1lamo, permitindo que os roedores percebessem a sensa\u00e7\u00e3o de barriga cheia. Como consequ\u00eancia, eles passaram a comer menos e, viva!, n\u00e3o acumularam quilos extras. Para a hist\u00f3ria ficar ainda mais apetitosa, houve diminui\u00e7\u00e3o nas taxas de a\u00e7\u00facar correndo pelo sangue, provavelmente por um aumento da sensibilidade \u00e0 insulina, o que favoreceu o controle do diabete.<\/p>\n<p>E, para quem acha que \u00e9 preciso se empanturrar de azeite e \u00f3leo de linha\u00e7a para obter os benef\u00edcios, um aviso: os melhores efeitos foram registrados na turma que ganhou pequenas por\u00e7\u00f5es, facilmente conquistadas no prato \u2014 uma \u00fanica colher de sopa de cada \u00f3leo estaria de bom tamanho. A colherada, no entanto, escoou pela culatra no grupo que recebeu uma suplementa\u00e7\u00e3o bem mais do que caprichada. &#8220;Apesar de ben\u00e9ficas, essas gorduras s\u00e3o bastante cal\u00f3ricas. Portanto, devem ser consumidas com modera\u00e7\u00e3o&#8221;, informa Louise Saliba, professora de nutri\u00e7\u00e3o da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Paran\u00e1 (PUC-PR).<\/p>\n<p>Ainda cabe ressaltar que a farinha da linha\u00e7a disponibiliza teores generosos de \u00f4mega-3 e, por isso, pode ser uma op\u00e7\u00e3o ao \u00f3leo da semente. &#8220;O correto \u00e9 comprar os gr\u00e3os e tritur\u00e1-los em casa para garantir o total aproveitamento das gorduras do bem, que podem se perder durante o processo de industrializa\u00e7\u00e3o do farelo&#8221;, informa a nutricionista Camila Janielle, do Hotel-Escola<br \/>\nSenac, em Campos do Jord\u00e3o, no interior de S\u00e3o Paulo. Se n\u00e3o conseguir consumir todo o conte\u00fado de uma s\u00f3 vez, outro macete para preservar suas propriedades: &#8220;Armazene-o em um recipiente fechado dentro da geladeira&#8221;, ensina Roberta Thys, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/p>\n<p><strong>Cora\u00e7\u00e3o blindado<\/strong><\/p>\n<p>Ningu\u00e9m precisa esquentar a cabe\u00e7a caso n\u00e3o seja poss\u00edvel usar os dois \u00f3leos juntinhos, no mesmo dia \u2014 o que at\u00e9 seria o ideal, mas&#8230; Individualmente, o duo tamb\u00e9m bate um bol\u00e3o. Segundo um estudo recente do grupo EurOlive, formado por institui\u00e7\u00f5es de cinco pa\u00edses europeus, os polifenois do azeite de oliva ajudam a frear a oxida\u00e7\u00e3o do colesterol LDL, considerado perigoso. Quando isso ocorre, reduz-se o risco de placas de gordura na parede dos vasos, a temida aterosclerose \u2014 doen\u00e7a por tr\u00e1s de encrencas como o infarto. A conclus\u00e3o veio \u00e0 tona depois de os cientistas estimularem 200 homens a consumir o \u00f3leo dourado com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de polifenois ao longo de tr\u00eas semanas.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que a dieta mediterr\u00e2nea, da qual o azeite \u00e9 um dos principais componentes, h\u00e1 tempos \u00e9 reconhecida por sua incr\u00edvel capacidade de proteger o cora\u00e7\u00e3o. S\u00f3 que o seu papel espec\u00edfico nessa empreitada n\u00e3o era consenso at\u00e9 agora. &#8220;Da\u00ed a import\u00e2ncia dessa pesquisa. Trata-se de um bom pontap\u00e9 inicial para esclarecer, de vez, as vantagens de incluir o azeite na dieta&#8221;, avalia Heno Lopes, cardiologista do Instituto do Cora\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, o Incor.<\/p>\n<p>Segundo Louise Saliba, o \u00f3leo da azeitona ainda guarda outros trunfos. &#8220;Ele estimula a dilata\u00e7\u00e3o dos vasos sangu\u00edneos e, assim, reduz a press\u00e3o arterial. Tamb\u00e9m resguarda o DNA contra danos oxidativos, evitando tumores&#8221;, conta. A dica para usufruir de tanta benesse \u00e9 regar saladas, arroz, vegetais cozidos, p\u00e3es e torradas com 2 a 4 colheres de sopa do alimento por dia. &#8220;O ideal \u00e9 us\u00e1-lo frio, j\u00e1 que o calor degrada, parcial ou totalmente, os compostos antioxidantes&#8221;, avisa a nutricionista da PUC do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico nutr\u00f3logo e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho, endossa a utiliza\u00e7\u00e3o do azeite para banhar o organismo de sa\u00fade, mas alerta: &#8220;Estamos ingerindo mais \u00f4mega-6 e \u00f4mega-9 e pouco \u00f4mega-3. E a despropor\u00e7\u00e3o pode trazer preju\u00edzos&#8221;. Ele lembra que uma investiga\u00e7\u00e3o japonesa j\u00e1 mostrou um aumento no risco de c\u00e2ncer g\u00e1strico por causa do desequil\u00edbrio. Para n\u00e3o cair na cilada, \u00e9 s\u00f3 investir vez ou outra em peixes de \u00e1gua fria, como salm\u00e3o e atum, e, \u00e9 claro, na linha\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Efeito chapa-barriga<\/strong><\/p>\n<p>Consumida desde o antigo Egito, hoje a semente do linho \u00e9 analisada a fundo em laborat\u00f3rios no mundo inteiro. E n\u00e3o s\u00f3 em forma de \u00f3leo, como naquele estudo da Unicamp. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, a estrela da vez \u00e9 a farinha, usada no projeto de mestrado que a nutricionista W\u00e2nia Monteiro defender\u00e1 agora em mar\u00e7o. A pesquisadora recrutou mulheres com grau de obesidade 2 com a finalidade de observar qual tipo de farinha \u2014 marrom, marrom desengordurada ou dourada \u2014 seria mais vantajoso. Para isso, as volunt\u00e1rias<br \/>\nreceberam orienta\u00e7\u00e3o nutricional e foram divididas em quatro grupos. Desse total, tr\u00eas ganharam 30 gramas de uma das vers\u00f5es, o correspondente a 4 colheres de sopa, para ingerir pela manh\u00e3. &#8220;A inten\u00e7\u00e3o era proporcionar saciedade para reduzir o tamanho dos pratos ao longo do dia&#8221;, esclarece W\u00e2nia.<\/p>\n<p>A balan\u00e7a deixou claro que, em dois meses, todo mundo emagreceu. Por\u00e9m, na turma que abocanhou o farelo marrom os resultados foram mais expressivos: al\u00e9m de enxugarem cerca de 4 quilos, as volunt\u00e1rias viram as taxas de massa gorda, circunfer\u00eancia da cintura, press\u00e3o arterial sist\u00f3lica, colesterol total e triglicer\u00eddeos despencarem. A maior quantidade de fibras na linha\u00e7a escura \u00e9, ao que tudo indica, a respons\u00e1vel por tantas proezas. &#8220;Esse nutriente tamb\u00e9m \u00e9 importante para acelerar o tr\u00e2nsito intestinal&#8221;, lembra Claudia Cozer, endocrinologista e diretora da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira para o Estudo da Obesidade e da S\u00edndrome Metab\u00f3lica.<\/p>\n<p>Mas aqueles que preferem a linha\u00e7a dourada n\u00e3o precisam deix\u00e1-la no limbo. Afinal, ela tamb\u00e9m possui propriedades nutricionais e terap\u00eauticas muito interessantes. Quando o quesito \u00e9 a presen\u00e7a do famoso \u00f4mega-3, por exemplo, \u00e9 ela quem sai ganhando. O mesmo ocorre em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s lignanas. &#8220;Essas subst\u00e2ncias s\u00e3o muito semelhantes ao estrog\u00eanio, tanto por causa da estrutura qu\u00edmica como pela fun\u00e7\u00e3o. Dessa forma, podem ser \u00fateis para minimizar os sintomas da menopausa, per\u00edodo em que os n\u00edveis desse horm\u00f4nio feminino sofrem uma queda natural&#8221;, explica Roberta Thys, da UFRGS. Como se v\u00ea, tem benef\u00edcios para todos os gostos \u2014 e necessidades.<\/p>\n<p><strong>Tipos de azeite:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Extravirgem<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 obtido na primeira prensa das azeitonas, sem uso de calor nem produtos qu\u00edmicos. Portanto, abriga a maior parte dos compostos ben\u00e9ficos. Sem contar que \u00e9 a vers\u00e3o menos \u00e1cida.<\/p>\n<p><strong>Virgem<\/strong><\/p>\n<p>Ele \u00e9 produzido por meio da segunda prensa ou centrifuga\u00e7\u00e3o. Depois, vem o processo de refinamento. Pelo caminho, perde parte das subst\u00e2ncias t\u00e3o desejadas.<\/p>\n<p><strong>Com \u00f3leo de soja<\/strong><\/p>\n<p>A mistura resulta em um produto bem atraente para o bolso, mas nada interessante para a sa\u00fade. Afinal, \u00e9 pobre nos compostos ativos que fazem a fama do azeite extravirgem.<\/p>\n<p>Aprenda a preservar o azeite e a us\u00e1-lo em uma receita f\u00e1cil, f\u00e1cil:<\/p>\n<p>&#8211; Escolha o produto armazenado em lata ou vidro escuro, que evitam perdas nutricionais;<br \/>\n&#8211; Guarde-o longe da luz e tamb\u00e9m do calor;<br \/>\n&#8211; Depois de abri-lo, n\u00e3o leve muito tempo para consumir.<\/p>\n<p><strong>A linha\u00e7a em tr\u00eas vers\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Semente<\/strong><\/p>\n<p>A casca \u00e9 durinha, ent\u00e3o mastigue bem para chegar aos famosos compostos. Antes, asse a semente em fogo baixo por cerca de dez minutos para eliminar fatores antinutricionais, que prejudicam a absor\u00e7\u00e3o de outros nutrientes.<\/p>\n<p><strong>Farinha<\/strong><\/p>\n<p>Pode entrar no lugar da farinha de trigo em diversas receitas, al\u00e9m de ser misturada a leite, iogurtes e saladas. Por ser livre de gl\u00faten, \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para cel\u00edacos.<\/p>\n<p><strong>\u00d3leo<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 bom substituto do azeite, s\u00f3 que o gosto \u00e9 mais amargo. N\u00e3o deve ir ao fogo, porque as gorduras ben\u00e9ficas s\u00e3o facilmente oxidadas. Quem est\u00e1 atr\u00e1s das fibras da linha\u00e7a deve investir na semente ou na farinha.<\/p>\n<p>Fonte: Sa\u00fade<\/p><\/div>\n<div align=\"justify\">01.03.2014<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rica em gorduras do bem, ela combate a obesidade, d\u00e1 um chega pra l\u00e1 no<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"sabrina","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/sabrina\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Rica em gorduras do bem, ela combate a obesidade, d\u00e1 um chega pra l\u00e1 no","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=219"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=219"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}