{"id":21200,"date":"2015-05-16T15:07:43","date_gmt":"2015-05-16T15:07:43","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=21200"},"modified":"2015-05-16T15:07:43","modified_gmt":"2015-05-16T15:07:43","slug":"camaroes-de-ate-17-cm-sao-cultivados-em-area-seca-da-pb-e-podem-gerar-receita-de-r-18-mi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/camaroes-de-ate-17-cm-sao-cultivados-em-area-seca-da-pb-e-podem-gerar-receita-de-r-18-mi\/","title":{"rendered":"Camar\u00f5es de at\u00e9 17 cm s\u00e3o cultivados em \u00e1rea seca da PB e podem gerar receita de R$ 1,8 mi"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-21202\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma solu\u00e7\u00e3o para evitar problemas ambientais deu origem a uma promissora atividade econ\u00f4mica agroindustrial que pode ser pioneira na Para\u00edba e com expectativa de receita estimada em R$ 1,8 milh\u00e3o por ano. Uma empresa de dessaliniza\u00e7\u00e3o aproveita o res\u00edduo salgado da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pot\u00e1vel para cultivar camar\u00f5es que podem crescer at\u00e9 17 cent\u00edmetros, com 15 gramas cada, peso superior \u00e0s dez gramas do mesmo pescado produzido em \u00e1gua doce \u00e0s margens do Rio Para\u00edba, onde se concentra a maior parte da produ\u00e7\u00e3o no estado. A ideia \u00e9 desenvolvida longe do Litoral, no km 70 da BR-412, na cidade de Serra Branca, a 234 km de Jo\u00e3o Pessoa, em pleno Cariri, uma \u00e1rea seca do estado.<\/p>\n<p>O projeto foi solicitado no final de 2013 pelo empres\u00e1rio Roberto Gaud\u00eancio, propriet\u00e1rio da Pur\u00edssima, empresa de dessaliniza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua localizada em Serra Branca. A ideia foi elaborada pelo doutor Rui Oliveira Macedo, professor pesquisador da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB), na \u00e1rea de Farm\u00e1cia, e presidente do Conselho Diretor da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio a Biotecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (Funbits), onde s\u00e3o promovidos apoios a projetos de pesquisa, tecnologia e incuba\u00e7\u00e3o de empresas.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o pela Funbits, ainda em 2013, a proposta foi executada pela Pur\u00edssima em parceria com a UFPB e com o apoio financeiro do Sebraetec, um bra\u00e7o do Sebrae que torna prestadores de tecnologia e pequenos neg\u00f3cios mais pr\u00f3ximos para que esses micro empres\u00e1rios tenham acesso \u00e0 m\u00e3o de obra especializada.<\/p>\n<p>O professor Rui Macedo diz que o objetivo n\u00e3o era s\u00f3 ampliar atividades econ\u00f4micas da regi\u00e3o, mas tamb\u00e9m resolver o que seria um problema ambiental, j\u00e1 que o rejeito da \u00e1gua dessalinizada, tamb\u00e9m chamado de \u2018concentrado\u2019, o que resta do processo de purifica\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, n\u00e3o pode ser jogado no solo porque tem altas quantidades de diversos sais que podem intensificar a desertifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por meio dessa proposta, al\u00e9m de fornecer \u00e1gua pot\u00e1vel para o mercado, com a retirada dos sais, e proteger o meio-ambiente, o Cariri inicia uma fase in\u00e9dita da economia, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de pescado a partir do que sobra da dessaliniza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. Rui Macedo afirma que n\u00e3o tem informa\u00e7\u00f5es de projetos semelhantes na Para\u00edba ou em outros estados do Nordeste e traz mais detalhes sobre como tudo come\u00e7ou.<\/p>\n<p>\u201cA ideia foi concebida por mim em fun\u00e7\u00e3o da preocupa\u00e7\u00e3o que tenho com a escassez de recursos h\u00eddricos da regi\u00e3o do Cariri paraibano e que resultar\u00e1 na necessidade de obten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pot\u00e1vel atrav\u00e9s dos processos de dessaliniza\u00e7\u00e3o. Algumas empresas j\u00e1 usam este processo para purifica\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, vendendo-a no mercado. Este \u00e9 o caso da empresa Pur\u00edssima que gera para cada litro de \u00e1gua purificada, um litro de rejeito que cont\u00e9m altas concentra\u00e7\u00f5es de sais e n\u00e3o pode ser jogado no solo. A nossa preocupa\u00e7\u00e3o era sobre o que fazer com aquele rejeito para que a empresa pudesse continuar com a atividade econ\u00f4mica, atendendo \u00e0s exig\u00eancias dos \u00f3rg\u00e3os ambientais. Foi a\u00ed que nasceu o projeto do cultivo de camar\u00e3o de \u00e1gua salgada\u201d.<\/p>\n<div class=\"fotoMateria w573 mBot\"><a href=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151030,800,80.jpg\" rel=\"facebox\"><img loading=\"lazy\" id=\"151030\" class=\"\" title=\"Um dos tanques da Pur\u00edssima, com o 'concentrado' ou 'rejeito'\" src=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151030,573,80.jpg\" alt=\"Um dos tanques da Pur\u00edssima, com o 'concentrado' ou 'rejeito'\" width=\"638\" height=\"478\" \/><\/a><strong>Foto:<\/strong> <em>Um dos tanques da Pur\u00edssima, com o &#8216;concentrado&#8217; ou &#8216;rejeito&#8217;<\/em><br \/>\n<strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> <em>Cedida ao Portal Correio por Rui Macedo<\/em><\/p>\n<p>O camar\u00e3o cultivado \u00e9 o Litopenaeus Vannamei (de patas brancas). Ele come\u00e7ou a ser criado de forma experimental no fim de 2013, em tanques. Inicialmente, foram tr\u00eas menores, com cerca de 300 metros quadrados cada, mas houve um alto \u00edndice de mortalidade e a estrutura teve que ser readequada, se transformando em dois tanques com cerca de 600 metros quadrados cada, constru\u00eddos pelo empres\u00e1rio Roberto Gaud\u00eancio. Depois disso, em dezembro de 2014, foram criados 250 kg de camar\u00f5es, o que deu in\u00edcio \u00e0 expans\u00e3o de todo o projeto. Atualmente, j\u00e1 s\u00e3o seis tanques, com altas perspectivas de lucro.<\/p>\n<p>\u201cPelos nossos, c\u00e1lculos acreditamos que o retorno do capital investido ser\u00e1 bem mais r\u00e1pido do que a maioria dos neg\u00f3cios que conhe\u00e7o\u201d, disse o pesquisador e respons\u00e1vel pela ideia, Rui Macedo.<\/p>\n<div class=\"fotoMateria w573 mBot\">\n<p><strong>Emprego, investimentos e receita<\/strong><\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o desta primeira etapa do projeto envolveu dois consultores e um bolsista de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico Industrial, todos da Funbits, al\u00e9m de dois funcion\u00e1rios da empresa Pur\u00edssima.<\/p>\n<p>O professor Rui Macedo informa que os custos do projeto, nesta fase inicial, ficaram em torno de R$ 20 mil, investidos pelo propriet\u00e1rio da Pur\u00edssima, Roberto Gaud\u00eancio. Outros R$ 15 mil foram financiados pelo Sebraetec em conjunto com a empresa.<\/p>\n<p>Segundo Rui, o projeto segue para a segunda etapa, quando ser\u00e1 executada pela Pur\u00edssima a estrutura\u00e7\u00e3o de dez tanques de mil metros quadrados cada, al\u00e9m da compra de equipamentos estimados em R$ 100 mil, necess\u00e1rios para a produ\u00e7\u00e3o dos camar\u00f5es em escala maior.<\/p>\n<p>O professor afirma que a receita inicial do projeto deve ficar em torno de R$ 360 mil por hectare ao ano, com a implanta\u00e7\u00e3o de criadouros em um hectare.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dio prazo, ou seja, em at\u00e9 cinco anos, a Pur\u00edssima pretende expandir a produ\u00e7\u00e3o com a constru\u00e7\u00e3o de tanques em cinco hectares, o que deve representar uma receita de R$ 1,8 milh\u00e3o por ano. \u201cO neg\u00f3cio pode se transformar numa importante e significativa receita agroindustrial da Para\u00edba. Quando analisamos a localiza\u00e7\u00e3o do projeto numa regi\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o considerada problema para gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, como \u00e9 o caso do Cariri paraibano; estamos diante de um projeto revolucion\u00e1rio economicamente para o estado\u201d.<\/p>\n<div class=\"fotoMateria w573 mBot\"><a href=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151032,800,80.jpg\" rel=\"facebox\"><img loading=\"lazy\" id=\"151032\" class=\"\" title=\"Funbits atua em parceria com o Sebrae\" src=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151032,573,80.jpg\" alt=\"Funbits atua em parceria com o Sebrae\" width=\"638\" height=\"478\" \/><\/a><strong>Foto:<\/strong> <em>Funbits atua em parceria com o Sebrae<\/em><br \/>\n<strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> <em>Cedida ao Portal Correio por Rui Macedo<\/em><\/p>\n<p>O empres\u00e1rio Roberto Gaud\u00eancio diz que os primeiros camar\u00f5es produzidos em Serra Branca j\u00e1 foram comercializados em Jo\u00e3o Pessoa. Por\u00e9m, os olhos do empres\u00e1rio Roberto Gaud\u00eancio est\u00e3o voltados para todo o estado e regi\u00e3o Nordeste, j\u00e1 a partir de julho deste ano, quando o camar\u00e3o cultivado nos novos tanques ampliados dever\u00e1 estar pronto para a comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cConsidero uma grande inova\u00e7\u00e3o. H\u00e1 15 anos no mercado, a Pur\u00edssima trabalha produzindo \u00e1gua dessalinizada com selo verde de qualidade industrial, prestando suporte a essa nova ideia que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es com o rejeito da dessaliniza\u00e7\u00e3o\u201d. Ele estima que, at\u00e9 o projeto ser conclu\u00eddo, com cinco hectares de produ\u00e7\u00e3o, dever\u00e3o ser gerados 25 empregos diretos.<\/p>\n<p>A Pur\u00edssima prev\u00ea que o quilo do camar\u00e3o dever\u00e1 ter um custo final de R$ 9 e ser repassado para revendedores por esse pre\u00e7o ou por um valor um pouco mais alto.<\/p>\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o h\u00eddrica de Serra Branca<\/p>\n<p><\/strong>A cidade de Serra Branca est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de abastecimento de \u00e1gua. De acordo com dados da Ag\u00eancia Executiva de Gest\u00e3o das \u00c1guas (Aesa), os dois a\u00e7udes que abastecem o munic\u00edpio, com pouco mais de 13 mil habitantes, t\u00eam apenas 11,8 mil metros c\u00fabicos (m\u00b3), o que corresponde a 0,6% dos 2,1 milh\u00f5es de m\u00b3 totais; e 1,1 milh\u00e3o de m\u00b3, o equivalente a 8,4% dos 14 milh\u00f5es de m\u00b3 totais, respectivamente. <strong><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es no estado <\/strong><\/p>\n<p>O maior polo de produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es do estado, atualmente, fica \u00e0s margens do rio Para\u00edba, abrangendo Itabaiana e cidades pr\u00f3ximas, no Agreste Sul, a cerca de 80 km de Jo\u00e3o Pessoa. Toda a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em criadouros de \u00e1gua doce, em 100 hectares de cultivo administrados por pequenos e m\u00e9dios produtores. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecu\u00e1ria e da Pesca da Para\u00edba (Sedap).<\/p>\n<p>O engenheiro de Pesca da Sedap, Davi Capistrano, diz que o camar\u00e3o precisa ser cultivado por 90 dias at\u00e9 que alcance o ponto e o estado ideal para comercializa\u00e7\u00e3o. A cada tr\u00eas meses, cada hectare produz de cinco a seis toneladas de camar\u00e3o vannamei que pesam at\u00e9 dez gramas. Apesar de ser do mesmo tipo criado no rejeito de \u00e1gua dessalinizada em Serra Branca, esse vannamei cultivado em \u00e1gua doce pesa dez gramas, cinco a menos que o pescado produzido no Cariri da Para\u00edba, conforme informado pelo professor Rui Macedo e refor\u00e7ado pelo empres\u00e1rio Roberto Gaud\u00eancio.<\/p>\n<p>O camar\u00e3o produzido \u00e0s margens do Rio Para\u00edba custa em torno de R$ 5,50\/kg e \u00e9 repassado para revendedores a R$ 14\/kg. O pre\u00e7o pode subir para o consumidor final, dependendo de onde o produto \u00e9 adquirido.<\/p>\n<p>Campina Grande, Jo\u00e3o Pessoa e estados vizinhos, como Rio Grande do Norte e Pernambuco s\u00e3o os maiores mercados consumidores de camar\u00f5es de \u00e1gua doce da Para\u00edba. \u201cOs camar\u00f5es s\u00e3o produzidos por todo o ano, mas \u00e9 no per\u00edodo quente que o cultivo rende mais\u201d, explica o engenheiro de pesca da Sedap, Davi Capistrano.<\/p>\n<div class=\"fotoMateria w573 mBot\"><a href=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151035,800,80.jpg\" rel=\"facebox\"><img loading=\"lazy\" id=\"151035\" class=\"\" title=\"Cidades \u00e0s margens do Rio Para\u00edba concentram produ\u00e7\u00e3o no estado\" src=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151035,573,80.jpg\" alt=\"Cidades \u00e0s margens do Rio Para\u00edba concentram produ\u00e7\u00e3o no estado\" width=\"638\" height=\"478\" \/><\/a><strong>Foto:<\/strong> <em>Cidades \u00e0s margens do Rio Para\u00edba concentram produ\u00e7\u00e3o no estado<\/em><br \/>\n<strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> <em>Secom-PB\/Kleide Teixeira <\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><strong>Rejeito dessalinizado<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido tamb\u00e9m como \u2018concentrado\u2019, pode ser utilizado em v\u00e1rias atividades, como limpeza, descarga e na produ\u00e7\u00e3o de alimentos para animais, como adiantou o coordenador do programa \u00c1gua Doce na Para\u00edba, Robi Tabolka dos Santos. Ele \u00e9 respons\u00e1vel por pol\u00edticas p\u00fablicas permanentes de acesso \u00e0 \u00e1gua de qualidade para o consumo humano por meio do aproveitamento sustent\u00e1vel de \u00e1guas subterr\u00e2neas, incorporando cuidados ambientais e sociais na gest\u00e3o de sistemas de dessaliniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quanto a economias que utilizam o concentrado, Robi explica que o programa \u00c1gua Doce colabora, atualmente, com benefici\u00e1rios de tr\u00eas Unidades Demonstrativas na Para\u00edba (UD), sendo elas o assentamento Cachoeira Grande, na cidade de Aroeiras; o assentamento Fazenda Mata, no munic\u00edpio de Amparo; e o assentamento Tigre, em Sum\u00e9.<\/p>\n<p>Essas UDs utilizam o concentrado para cria\u00e7\u00e3o de til\u00e1pias e irriga\u00e7\u00e3o da erva-sal, que \u00e9 cortada, triturada e servida (misturada ou n\u00e3o) aos animais, preferencialmente cabras e ovelhas. Segundo Robi, nenhuma dessas UDs trabalha com o cultivo de camar\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"fotoMateria w573 mBot\"><a href=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151036,800,80.jpg\" rel=\"facebox\"><img loading=\"lazy\" id=\"151036\" class=\"\" title=\"Projetos econ\u00f4micos do programa \u00c1gua Doce com o concentrado n\u00e3o envolvem camar\u00e3o\" src=\"http:\/\/portalcorreio.uol.com.br\/obj\/11\/151036,573,80.jpg\" alt=\"Projetos econ\u00f4micos do programa \u00c1gua Doce com o concentrado n\u00e3o envolvem camar\u00e3o\" width=\"638\" height=\"478\" \/><\/a><strong>Foto:<\/strong> <em>Projetos do programa \u00c1gua Doce com o concentrado n\u00e3o envolvem camar\u00e3o<\/em><br \/>\n<strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> <em>Cedida ao Portal Correio por Robi Tabolka <\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma solu\u00e7\u00e3o para evitar problemas ambientais deu origem a uma promissora atividade econ\u00f4mica agroindustrial que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21202,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/camarao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma solu\u00e7\u00e3o para evitar problemas ambientais deu origem a uma promissora atividade econ\u00f4mica agroindustrial que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21200"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21200"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21200\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21202"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21200"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21200"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21200"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}