{"id":21115,"date":"2015-05-15T23:05:02","date_gmt":"2015-05-15T23:05:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=21115"},"modified":"2015-05-15T23:05:02","modified_gmt":"2015-05-15T23:05:02","slug":"especie-ameacada-de-extincao-esta-sendo-salva-no-interior-da-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/especie-ameacada-de-extincao-esta-sendo-salva-no-interior-da-bahia\/","title":{"rendered":"Esp\u00e9cie amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo salva no interior da Bahia"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"wm-poster-image\" src=\"http:\/\/s02.video.glbimg.com\/x360\/4171669.jpg\" alt=\"\" width=\"636\" height=\"358\" \/><\/p>\n<p>No Brasil, um animal silvestre que estava criticamente amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o, dez anos atr\u00e1s, saiu dessa situa\u00e7\u00e3o, no interior da Bahia.<\/p>\n<p>Elas voam longe para buscar comida quando o dia amanhece. Os pesquisadores chegam logo depois da revoada. A regi\u00e3o do munic\u00edpio de Canudos, conhecida como Toca Velha, \u00e9 o principal dormit\u00f3rio das ararinhas.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o, bi\u00f3logos e veterin\u00e1rios estudam o que ocorre nos ninhos escondidos nas montanhas.<\/p>\n<p><strong>Pesquisadores fazem rapel para monitorar esp\u00e9cie<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 60 ninhos j\u00e1 foram identificados na regi\u00e3o do dormit\u00f3rio. Para fazer o monitoramento os pesquisadores precisam entrar nos buracos dos pared\u00f5es e capturar alguns filhotes. Para isso, eles precisam descer pendurados em cordas, fazendo rapel.<\/p>\n<p>Em cada temporada, um casal gera apenas um filhote. Uma ararinha, que ainda n\u00e3o sabe voar, tem dois meses de vida. Com muito cuidado, \u00e9 levada para exames. A ararinha \u00e9 examinada, recebe um chip e um anel de identifica\u00e7\u00e3o. E bem alimentados os filhotes crescem com mais resist\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Saud\u00e1veis, a tend\u00eancia \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o aumentar com todas as condi\u00e7\u00f5es que elas precisam tamb\u00e9m na caatinga&#8221;, diz Marcus Vin\u00edcius, veterin\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Expectativa boa para 2015<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 aumentou. Na verdade, triplicou nos \u00faltimos dez anos. Eram cerca de 400 araras em 2005. Hoje, a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de quase 1,3 mil aves. A expectativa \u00e9 de pelo menos mais 50 ararinhas.<\/p>\n<p>A prote\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie melhorou depois que uma ONG comprou a fazenda onde fica o dormit\u00f3rio, e contratou quatro guardas-parques.<\/p>\n<p>Eurivaldo, o Caboclo, como \u00e9 conhecido, diz que j\u00e1 foi at\u00e9 amea\u00e7ado de morte por traficantes de animais.<\/p>\n<p>Caboclo tem orgulho de ajudar a evitar a extin\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie que j\u00e1 foi a mais perseguida da fauna brasileira.<\/p>\n<p>&#8220;Eu posso garantir que meus netos e meus filhos v\u00e3o ter a oportunidade de chegar aqui nesse lugar, que eu pretendo ficar por muito tempo, e ver a beleza e as araras&#8221;, afirma Eurivaldo Macedo, guarda-parque Biodiversitas.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal Nacional<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, um animal silvestre que estava criticamente amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o, dez anos atr\u00e1s, saiu<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"No Brasil, um animal silvestre que estava criticamente amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o, dez anos atr\u00e1s, saiu","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21115"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21115"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21115\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21115"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21115"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}