{"id":21043,"date":"2015-05-14T15:00:44","date_gmt":"2015-05-14T15:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=21043"},"modified":"2015-05-14T14:39:50","modified_gmt":"2015-05-14T14:39:50","slug":"parece-um-dinossauro-diz-jovem-que-pescou-tartaruga-exotica-no-ac","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/parece-um-dinossauro-diz-jovem-que-pescou-tartaruga-exotica-no-ac\/","title":{"rendered":"&#8216;Parece um dinossauro&#8217;, diz jovem que pescou tartaruga ex\u00f3tica no AC"},"content":{"rendered":"<div id=\"materia-letra\" class=\"materia-conteudo entry-content\">\n<div>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" size-full wp-image-21044 alignleft\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>O designer gr\u00e1fico Edson Souza, de 34 anos, levou um grande susto durante uma pescaria, nesta segunda-feira (11), em uma fazenda pr\u00f3xima ao munic\u00edpio de Xapuri, distante 188 km de Rio Branco. Na esperan\u00e7a de retirar apenas peixes de um a\u00e7ude no local, o acreano acabou se surpreendendo com uma tartaruga diferente das outras.<\/p>\n<p>&#8220;Ocorreu em um a\u00e7ude, a tartaruga estava presa em uma rede de pesca. Ficamos todos surpresos por aquele bicho t\u00e3o estranho. Parecia um dinossauro. Nem o pessoal da fazenda sabia o que era. Depois, as pessoas mais antigas falaram que era uma matamat\u00e1&#8221;, relembra.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Bi\u00f3logo da Ufac diz que tartaruga \u00e9, popularmente, conhecida como matamat\u00e1 (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/Qk5hEFBktlsLP3AQbMCLLM_t9dA=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/05\/13\/matamata_001.jpg\" alt=\"Bi\u00f3logo da Ufac diz que tartaruga \u00e9, popularmente, conhecida como matamat\u00e1 (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" width=\"640\" height=\"480\" \/><strong>Bi\u00f3logo da Ufac diz que tartaruga \u00e9, popularmente, conhecida como matamat\u00e1 (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)<\/strong><\/div>\n<p>Souza conta a tartaruga estava cansada por tentar se soltar da rede. Ele diz ainda que, ap\u00f3s fotografar o animal, o liberou novamente no a\u00e7ude da fazenda. Era a primeira\u00a0 vez que o designer acreano pescava no local. &#8220;Sou acreano e foi a primeira vez que vi esse bicho. Ele estava muito cansado e n\u00f3s o devolvemos ao a\u00e7ude&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>De acordo com o bi\u00f3logo Mois\u00e9s Barbosa, do Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e da Natureza (CCBN), da Universidade Federal do Acre (Ufac), a tartaruga, conhecida popularmente como matamat\u00e1, \u00e9 uma Chelus fibriatus. Apesar da apar\u00eancia ex\u00f3tica, o r\u00e9ptil \u00e9 comum na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>&#8220;Ela tem uma carapa\u00e7a cheia de ondula\u00e7\u00f5es. \u00c9 bastante comum na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, em \u00e1reas de igap\u00f3 e a\u00e7udes, principalmente, em ambientes com \u00e1gua escura, parada, onde existem matas preservadas. Ela se alimenta principalmente de peixes&#8221;, explica.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Matamat\u00e1 tem o nome cient\u00edfico Chelus fibriatus, diz biol\u00f3go Mois\u00e9s Barbosa, da Ufac (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/nEcq4wjfPDh93ghrWKNAQw9sc54=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/05\/13\/matamata_004.jpg\" alt=\"Matamat\u00e1 tem o nome cient\u00edfico Chelus fibriatus, diz biol\u00f3go Mois\u00e9s Barbosa, da Ufac (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" width=\"639\" height=\"479\" \/><strong>Matamat\u00e1 tem o nome cient\u00edfico Chelus fibriatus, diz biol\u00f3go Mois\u00e9s Barbosa, da Ufac (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)<\/strong><\/div>\n<p>O bi\u00f3logo diz ainda que muitas podem ser as explica\u00e7\u00f5es para a apar\u00eancia diferenciada da matamat\u00e1. Uma delas \u00e9 a pr\u00f3pria sele\u00e7\u00e3o natural. &#8220;Existe a sele\u00e7\u00e3o natural, sobrevive aquele animal que passa despercebido pelos seus predadores. Esse \u00e9 um animal pr\u00e9-hist\u00f3rico, que est\u00e1 no planeta em torno de 250 a 300 milh\u00f5es de anos. Esse \u00e9 um dos grupos mais antigos, que n\u00e3o se modificou tanto desde os primeiros grupos&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Barbosa acrescenta que a formato do bicho ajuda na alimenta\u00e7\u00e3o. &#8220;Ele tem um pesco\u00e7o grande, alargado e cheio de estruturas que parecem algas. Muitas vezes, as \u00e1guas movimentam essas pequenas barbatanas e isso pode, muito\u00a0 bem, atrair os peixes. Ent\u00e3o, umas das justificativas \u00e9 essa camuflagem no meio que ele vive&#8221;, finaliza.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Ap\u00f3s pescar o animal, designer gr\u00e1fico diz que o devolveu ao a\u00e7ude (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/Wda1bByOR0anhADiH624o8VtUPw=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/05\/13\/matamata_005.jpg\" alt=\"Ap\u00f3s pescar o animal, designer gr\u00e1fico diz que o devolveu ao a\u00e7ude (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)\" width=\"639\" height=\"479\" \/><strong>Ap\u00f3s pescar o animal, designer gr\u00e1fico diz que o devolveu ao a\u00e7ude (Foto: Edson Souza\/Arquivo pessoal)<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"lista-de-entidades\"><strong>t\u00f3picos:<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O designer gr\u00e1fico Edson Souza, de 34 anos, levou um grande susto durante uma pescaria,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21044,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/tartaruga_diferente.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O designer gr\u00e1fico Edson Souza, de 34 anos, levou um grande susto durante uma pescaria,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21043"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21043"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21043\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21044"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21043"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21043"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21043"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}