{"id":21007,"date":"2015-05-14T10:00:39","date_gmt":"2015-05-14T10:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=21007"},"modified":"2015-05-14T00:13:01","modified_gmt":"2015-05-14T00:13:01","slug":"criancas-confiam-mais-nos-pets-do-que-em-irmaos-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/criancas-confiam-mais-nos-pets-do-que-em-irmaos-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Crian\u00e7as confiam mais nos pets do que em irm\u00e3os, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-21008\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Nesta semana, um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriu algo surpreendente: crian\u00e7as costumam ter rela\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3ximas com seus bichos do que com irm\u00e3os. Segundo o psiquiatra Matt Cassels, autor da pesquisa, isso acontece porque os animais de estima\u00e7\u00e3o d\u00e3o apoio emocional &#8220;sem julgar o que os pequenos est\u00e3o sentindo&#8221;.<\/p>\n<p>O trabalho foi conduzido ao longo de dez anos com cem fam\u00edlias do Reino Unido. Informa\u00e7\u00f5es sobre o comportamento social, desenvolvimento acad\u00eamico, bem-estar emocional e rela\u00e7\u00f5es afetivas das crian\u00e7as foram levadas em conta. Analisaram-se os dados em compara\u00e7\u00e3o com o relacionamento de cada crian\u00e7a com o seu animal de estima\u00e7\u00e3o. Ou seja, se a crian\u00e7a fazia confiss\u00f5es e brincadeiras, ou mesmo se discutia, com o pet. As informa\u00e7\u00f5es coletadas foram comparadas com similares levantadas sobre a rela\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as com irm\u00e3os.<\/p>\n<p>O estudo mostrou que crian\u00e7as que t\u00eam la\u00e7os fortes com seus bichinhos possuem o que foi considerado um &#8220;comportamento social elevado&#8221;, principalmente na hora de ajudar amigos, ou se precisavam compartilhar brinquedos com colegas. Descobriu-se ainda que meninas e tamb\u00e9m crian\u00e7as donas de cachorros s\u00e3o ainda mais suscet\u00edveis a confiar mais nos bichos do que em irm\u00e3os. &#8220;Elas se voltam para os animais mesmo sabendo que eles n\u00e3o entendem o que est\u00e1 sendo dito&#8221;, contou Cassels.<\/p>\n<p>Para Cassels, os bichos fazem papel de ouvintes das crian\u00e7as, sendo que o efeito \u00e9 mais terap\u00eautico, por exemplo, do que escrever os problemas em um di\u00e1rio.<\/p>\n<h4>Cinco provas de que o seu cachorro te ama<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/04\/16\/1740\/pe6Cx\/alx_galeria-cachorros-20080421-002_original.jpeg?1429216841\" alt=\"Ele sente ci\u00fames de voc\u00ea\" width=\"638\" height=\"479\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Ele sente ci\u00fames de voc\u00ea<\/h3>\n<p>Um estudo da Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego, nos Estados Unidos, analisou como 36 c\u00e3es se comportavam ao ver seu dono interagindo com tr\u00eas objetos: um cachorro de pel\u00facia, uma ab\u00f3bora e um livro. A conclus\u00e3o foi que os animais sentiram mais ci\u00fames quando a aten\u00e7\u00e3o do dono estava no outro cachorro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/04\/16\/1741\/pe6Cx\/alx_galeria-cachorros-20080903-003_original.jpeg?1429216868\" alt=\"Ele sabe como voc\u00ea est\u00e1 pela voz\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Ele sabe como voc\u00ea est\u00e1 pela voz<\/h3>\n<p>Pesquisadores da Universidade E\u00f6tv\u00f6s Lor\u00e1nd, na Hungria, analisaram em uma m\u00e1quina de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica o c\u00e9rebro de onze cachorros. Quando os pets ouviam vozes humanos ou latidos, o seu c\u00e9rebro ficava mais ativo. Eles tamb\u00e9m conseguem diferenciar a emo\u00e7\u00e3o da voz: ao escutar sons positivos, a atividade ficava maior do que no caso dos sons negativos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/04\/16\/1742\/pe6Cx\/alx_galeria-cachorros-20090808-004_original.jpeg?1429216911\" alt=\"Identificam seu humor s\u00f3 de te ver\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Identificam seu humor s\u00f3 de te ver<\/h3>\n<p>Um experimento da Universidade de Medicina Veterin\u00e1ria de Viena exp\u00f4s 24 cachorros a duas fotos, que mostravam a mesma pessoa feliz e triste. Divididos em grupos de doze, metade dos cachorros era recompensado ao identificar com o focinho a pessoa feliz, e a outra, a pessoa triste. Os resultados mostraram que os cachorros conseguiram avaliar com consist\u00eancia as diferentes emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/04\/16\/1742\/pe6Cx\/alx_galeria-cachorros-20110924-005_original.jpeg?1429216949\" alt=\"Estar\u00e1 ao seu lado em momentos dif\u00edceis\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Estar\u00e1 ao seu lado em momentos dif\u00edceis<\/h3>\n<p>No teste, um pesquisador da Universidade de Londres foi \u00e0 casa de dezoito cachorros e tomou tr\u00eas atitudes: come\u00e7ou a falar, cantarolou e chorou. No \u00faltimo caso, quinze entre todos os cachorros pararam o que estavam fazendo para ir at\u00e9 ele com uma atitude submissa, como rabo encolhido e cabe\u00e7a abaixada. Mais um sinal de empatia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/04\/16\/1743\/pe6Cx\/alx_galeria-cachorros-20140524-006_original.jpeg?1429216989\" alt=\"Ele realmente te ama\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Ele realmente te ama<\/h3>\n<p>\u00c9 o que diz um estudo da Universidade Emory, na Georgia. Cientistas analisaram em uma m\u00e1quina de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica o c\u00e9rebro de doze c\u00e3es expostos a diferentes cheiros: o deles pr\u00f3prios, o de outros cachorros conhecidos e desconhecidos, o do seu dono e a de uma pessoa estranha. Ao sentir o cheiro do dono, a regi\u00e3o do c\u00e9rebro relacionada ao prazer era ativada.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta semana, um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriu algo surpreendente: crian\u00e7as<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21008,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cachorro_crianca.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Nesta semana, um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriu algo surpreendente: crian\u00e7as","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21007"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21007"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21007\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}