{"id":19656,"date":"2015-04-19T16:20:11","date_gmt":"2015-04-19T16:20:11","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=19656"},"modified":"2015-04-19T16:23:45","modified_gmt":"2015-04-19T16:23:45","slug":"paraiba-tem-mais-de-30-especies-da-fauna-ameacadas-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/paraiba-tem-mais-de-30-especies-da-fauna-ameacadas-de-extincao\/","title":{"rendered":"Para\u00edba tem mais de 30 esp\u00e9cies da fauna amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_19657\" aria-describedby=\"caption-attachment-19657\" style=\"width: 638px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/Sapajus_flavius_Keoma_Coutinho_Banco_de_Imagens_CPB_ICMBio.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-19657\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/Sapajus_flavius_Keoma_Coutinho_Banco_de_Imagens_CPB_ICMBio.jpg\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/Sapajus_flavius_Keoma_Coutinho_Banco_de_Imagens_CPB_ICMBio.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/Sapajus_flavius_Keoma_Coutinho_Banco_de_Imagens_CPB_ICMBio-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-19657\" class=\"wp-caption-text\">O Sapajusflavius, famoso macaco-prego-galego, est\u00e1 entre as esp\u00e9cies que est\u00e3o correndo perigo de extin\u00e7\u00e3o (Foto: Keoma Coutinho &#8211; Banco de Imagens do CPB\/ICMBio)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Por Alexandre Nunes<\/p>\n<p>As Listas das Esp\u00e9cies da Fauna Brasileira Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o, vigentes no pa\u00eds, revelam que, das 1.173 esp\u00e9cies avaliadas, mais de 30 esp\u00e9cies est\u00e3o amea\u00e7adas na Para\u00edba, desde mam\u00edferos marinhos, como cet\u00e1ceos, sir\u00eanios e quel\u00f4nios, at\u00e9 peixes com distribui\u00e7\u00e3o restrita, al\u00e9m de 27 esp\u00e9cies de aves que tamb\u00e9m se encontram amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Nas listas aparecem ainda duas esp\u00e9cies de primatas amea\u00e7ados, o Sapajus flavius, o famoso macaco-prego-galego, classificado como esp\u00e9cie em perigo, e o Alouatta belzebul, conhecido como guariba-de-m\u00e3os-ruivas, categorizado como esp\u00e9cie vulner\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do bi\u00f3logo Douglas Zeppelini n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar, com precis\u00e3o, quantas esp\u00e9cies da fauna paraibana est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. &#8220;A Para\u00edba n\u00e3o fez a avalia\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies amea\u00e7adas no estado e, portanto, n\u00e3o tenho essa informa\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 muitas esp\u00e9cies amea\u00e7adas em todo o Brasil que ocorrem na Para\u00edba. Um exemplo \u00e9 o das tartarugas marinhas, que apesar de estarem criticamente amea\u00e7adas n\u00e3o disp\u00f5em de um apoio para conserva\u00e7\u00e3o. Todos os trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o das tartarugas no estado s\u00e3o feitos por uma ONG de forma volunt\u00e1ria e sem a devida estrutura. Al\u00e9m de tartarugas marinhas, temos peixe-boi e aves migrat\u00f3rias, entre outras&#8221;, relatou.<\/p>\n<figure id=\"attachment_19661\" aria-describedby=\"caption-attachment-19661\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/douglas_zeppelini.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-19661 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/douglas_zeppelini.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/douglas_zeppelini.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/douglas_zeppelini-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-19661\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisador da UEPB, Douglas Zeppelini (Foto: UEPB)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Zeppelini detalhou as causas que levam algumas esp\u00e9cies a entrarem num processo de amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o. &#8220;H\u00e1 alguns problemas locais que se tornam uma amea\u00e7a local. A destina\u00e7\u00e3o do lixo \u00e9 um problema grav\u00edssimo para os ecossistemas marinhos e estuarinos. A metodologia de represamento de \u00e1guas em pequenos &#8220;barreiros&#8221; podem causar impactos graves no regime de sistemas de rios intermitentes e representar uma amea\u00e7a a determinadas esp\u00e9cies. Cabe ressaltar que as esp\u00e9cies ditas end\u00eamicas &#8211; de distribui\u00e7\u00e3o restrita a uma \u00fanica \u00e1rea &#8211; s\u00e3o as mais vulner\u00e1veis a altera\u00e7\u00f5es ambientais&#8221;, especificou.<\/p>\n<p><strong>Para\u00edba ter\u00e1 da lista vermelha estadual das esp\u00e9cies amea\u00e7adas<\/strong><\/p>\n<p>O bi\u00f3logo e mestre em zoologia Thiago Silva, que atua como membro no Plano Nacional de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas, junto ao Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), e trabalha na Secretaria Executiva de Meio Ambiente do Estado, na montagem das pol\u00edticas estaduais de conserva\u00e7\u00e3o, revelou que o Governo do Estado j\u00e1 trabalha na perspectiva de elabora\u00e7\u00e3o da lista vermelha estadual das esp\u00e9cies amea\u00e7adas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_19660\" aria-describedby=\"caption-attachment-19660\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/thiago_silva.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-19660 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/thiago_silva.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/thiago_silva.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/thiago_silva-300x206.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-19660\" class=\"wp-caption-text\">Bi\u00f3logo Thiago C\u00e9sar Farias da Silva, da Secretaria Executiva de Meio ambiente do Estado (Foto: Arquivo)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A lista vermelha estadual \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o legal advinda da Lei Complementar 140, que \u00e9 uma lei que complementou a Constitui\u00e7\u00e3o Federal estabelecendo que os estados e munic\u00edpios tivessem algumas atribui\u00e7\u00f5es que eram observadas apenas para a Uni\u00e3o. Uma dessas atribui\u00e7\u00f5es \u00e9 a pol\u00edtica de fauna, que j\u00e1 vem sendo estabelecida no \u00e2mbito da Superintend\u00eancia de Administra\u00e7\u00e3o do Meio Ambiente (Sudema). A tend\u00eancia \u00e9 que esse trabalho avance, nos pr\u00f3ximos anos, para uma lista vermelha estadual e tamb\u00e9m para que sejam adotadas pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o ainda mais focadas na fauna&#8221;, assegurou.<\/p>\n<p>J\u00e1 o secret\u00e1rio executivo de Meio Ambiente do Estado, Fabiano Lucena, acenou para a cria\u00e7\u00e3o de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o marinha no litoral da Para\u00edba, que vai envolver a prote\u00e7\u00e3o de corais, tartarugas e de v\u00e1rias esp\u00e9cies end\u00eamicas. Ele informou que est\u00e1 ultimando o plano de manejo da Mata do Pau Ferro, em Areia, onde tem o p\u00e1ssaro pintor-verdadeiro, uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada. &#8220;Todo o trabalho para preservar o pintor-verdadeiro \u00e9 feito em conjunto com a Sudema. A ave tem no munic\u00edpio de Areia, no Brejo Paraibano, um de seus \u00faltimos redutos no mundo. Al\u00e9m disso, a gente est\u00e1 estudando a possibilidade de recria\u00e7\u00e3o de uma grande unidade de conserva\u00e7\u00e3o de Caatinga, na Serra de Santa Catarina, no Sert\u00e3o, cuja \u00e1rea engloba cerca de 112,1 Km2, entre os munic\u00edpios de Aguiar, Coremas, S\u00e3o Jos\u00e9 da Lagoa Tapada, Nazarezinho e Carrapateira. Em todas essas unidades, como a de conserva\u00e7\u00e3o marinha, da Mata do Pau Ferro e do Sert\u00e3o, s\u00e3o encontradas esp\u00e9cies amea\u00e7adas&#8221;, garantiu.<\/p>\n<p>Thiago Silva acrescentou que em n\u00edvel de Para\u00edba foram criadas, no ano passado, duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Uma delas foi a Unidade de Prote\u00e7\u00e3o Integral Parque Estadual Trilhas dos Cinco Rios, uma \u00e1rea de Mata Atl\u00e2ntica que une essas bacias no entorno do Centro de Conven\u00e7\u00f5es, dentro do Polo Tur\u00edstico do Cabo Branco, em Jo\u00e3o Pessoa. O parque tem \u00e1rea de 514 hectares, onde correm os rios Jacarap\u00e9, Cui\u00e1, Aratu, Mangabeira e Mussur\u00e9, al\u00e9m dos riachos Estivas e Sanhau\u00e1. A Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o \u00e9 o segundo maior fragmento de Floresta Atl\u00e2ntica da cidade de Jo\u00e3o Pessoa, depois da Mata do Buraquinho.<\/p>\n<p>A segunda criada foi a Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o Integral Mata do Buraquinho, um Ref\u00fagio de Vida Silvestre (RVS), que tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condi\u00e7\u00f5es para a exist\u00eancia ou reprodu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migrat\u00f3ria. &#8220;A Unidade Mata do Buraquinho e o Parque Estadual Trilha dos Cinco Rios, foram metas cumpridas pelo Plano de A\u00e7\u00e3o Nacional e a Sudema, como signat\u00e1ria do plano, fez essa contribui\u00e7\u00e3o para que a gente alcan\u00e7asse esses RVS&#8221;, concluiu.<\/p>\n<p><strong>Reflorestamento \u00e9 alternativa para retorno de esp\u00e9cies<\/strong><\/p>\n<p>O processo de reflorestamento \u00e9 fundamental e imprescind\u00edvel para que a fauna volte ao seu habitat natural e se recomponha. \u00c9 o que afirma a ambientalista Paula Frassinete Lins Duarte. Entre as a\u00e7\u00f5es de reflorestamento, ela destacou a recomposi\u00e7\u00e3o das matas ciliares dos rios paraibanos. &#8220;Os rios daqui da Para\u00edba e os rios do pa\u00eds inteiro est\u00e3o sem suas matas ciliares, que s\u00e3o compostas por plantas nativas necess\u00e1rias para que a fauna se reinstale. A fauna s\u00f3 se reinstalar\u00e1 se forem feitos os reflorestamentos&#8221;, refor\u00e7ou.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5312\" aria-describedby=\"caption-attachment-5312\" style=\"width: 639px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/paula_frassinete.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-5312\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/paula_frassinete.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"408\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5312\" class=\"wp-caption-text\">Ambientalista Paula Frassinete (Foto: Arquivo)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Paula Frassinete explicou que existem estudos s\u00e9rios sobre a cria\u00e7\u00e3o de corredores e \u00e1reas de passagens de animais silvestres, nas estradas brasileiras. Existem 189 unidades de conserva\u00e7\u00e3o cortadas por estradas em todo o pa\u00eds. No total, s\u00e3o 15 mil quil\u00f4metros de rodovias cruzando \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental. De acordo com estat\u00edsticas do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, s\u00e3o atropelados 475 milh\u00f5es de animais selvagens por ano. &#8220;Os animais s\u00e3o mortos ao atravessarem de uma \u00e1rea para outra. Ent\u00e3o, s\u00e3o feitos t\u00faneis e passagens a\u00e9reas. Essas s\u00e3o algumas das medidas necess\u00e1rias para que esse problema dos animais em extin\u00e7\u00e3o seja minimizado&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga comentou que o primeiro papel dos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores e ambientais sobre a quest\u00e3o \u00e9 o diagn\u00f3stico. &#8220;Detectada a aus\u00eancia de algumas esp\u00e9cies, s\u00e3o avaliadas as condi\u00e7\u00f5es ambientais daquele espa\u00e7o, quer seja uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o, uma Mata Atl\u00e2ntica, ou mesmo \u00e1reas do semi\u00e1rido. \u00c9 quando se alcan\u00e7a as causas, que s\u00e3o desmatamento, uso de madeira como fonte energ\u00e9tica e tr\u00e1fico de animais que continua cada vez mais grave&#8221;, constatou.<\/p>\n<p>Paula ressalvou que, apesar das dificuldades para chegar aos traficantes, o Batalh\u00e3o Ambiental da Pol\u00edcia Militar da Para\u00edba tem feito um grande trabalho. &#8220;O que se consegue apreender \u00e9 o vendedor que est\u00e1 nas feiras vendendo os animais silvestres. Mas, de vez em quando, aparece um traficante de animais silvestres preso. Os animais apreendidos, s\u00e3o levados para uma \u00e1rea em que eles v\u00e3o passar por um processo de readapta\u00e7\u00e3o, para depois serem soltos em \u00e1reas onde ainda existem matas, mas isso ainda \u00e9 muito pouco&#8221;, avaliou a ambientalista.<\/p>\n<p><strong>Batalh\u00e3o Ambiental combate o tr\u00e1fico e a ca\u00e7a predat\u00f3ria na Para\u00edba<\/strong><\/p>\n<p>O major Tib\u00e9rio Pereira, comandante do Batalh\u00e3o de Pol\u00edcia Ambiental, ressaltou que a corpora\u00e7\u00e3o tem atuado de forma preventiva e repressiva no combate \u00e0 ca\u00e7a predat\u00f3ria e ao tr\u00e1fico de animais silvestres, realizando fiscaliza\u00e7\u00f5es em \u00e1reas de maior incid\u00eancia desses tipos de crimes, como por exemplo, alguns munic\u00edpios do interior (ca\u00e7a predat\u00f3ria) e feiras livres (tr\u00e1fico de animais), al\u00e9m de fiscaliza\u00e7\u00e3o em locais onde h\u00e1 den\u00fancia de animais silvestres em cativeiros. &#8220;Al\u00e9m dos crimes contra a fauna, o Batalh\u00e3o Ambiental tamb\u00e9m atua no combate aos crimes contra a flora, a exemplo do desmatamento. As ocupa\u00e7\u00f5es irregulares, como as invas\u00f5es em bordas de matas possibilitam ocorrer esse tipo de crime, diminuindo assim o espa\u00e7o dos animais em seu habitat, afugentando-os para o per\u00edmetro urbano&#8221;, analisou.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-19659 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental1.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>S\u00f3 nas opera\u00e7\u00f5es realizadas pelo Batalh\u00e3o Ambiental, este ano, j\u00e1 foram apreendidos 596 animais silvestres, em sua maioria aves, oriundos de feiras livres, ca\u00e7a predat\u00f3ria e cativeiros. O Batalh\u00e3o Ambiental tamb\u00e9m realiza a\u00e7\u00f5es em conjunto com os \u00f3rg\u00e3os ambientais, quando solicitado, ou atrav\u00e9s de den\u00fancias repassada pelos pr\u00f3prios \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Animais silvestres resgatados que apresentam sinais de ferimentos, s\u00e3o conduzidos \u00e0 \u00f3rg\u00e3os como o CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) do IBAMA e o Parque Arruda C\u00e2mara (BICA) para receberem os devidos cuidados. No caso de animais resgatados em condi\u00e7\u00f5es sadias, os mesmos s\u00e3o reintroduzidos em seu habitat natural. O mesmo destino \u00e9 dado aos animais silvestres apreendidos provenientes de crimes contra a fauna.<\/p>\n<p>O tenente Arag\u00e3o Wellington revelou que as aves s\u00e3o os animais de maior registro de ocorr\u00eancia nas apreens\u00f5es, destacando-se as esp\u00e9cies galo-de-campina, can\u00e1rio da terra, azul\u00e3o e coleirinha. &#8220;J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a animais resgatados, as esp\u00e9cies de maior ocorr\u00eancia s\u00e3o as cobras, iguanas, pregui\u00e7as, jabuti e timbu&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<figure id=\"attachment_19658\" aria-describedby=\"caption-attachment-19658\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-19658 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/policia_ambiental.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" 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