{"id":19439,"date":"2015-04-16T12:00:48","date_gmt":"2015-04-16T12:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=19439"},"modified":"2015-04-16T10:37:18","modified_gmt":"2015-04-16T10:37:18","slug":"chega-a-525-populacao-adulta-do-pais-com-excesso-de-peso-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/chega-a-525-populacao-adulta-do-pais-com-excesso-de-peso-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"Chega a 52,5% popula\u00e7\u00e3o adulta do pa\u00eds com excesso de peso, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-19440\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O n\u00famero de brasileiros com excesso de peso voltou a crescer no pa\u00eds, atingindo 52,5% da popula\u00e7\u00e3o adulta. J\u00e1 os obesos, que est\u00e3o inclu\u00eddos no grupo, s\u00e3o 17,9%. Apesar do aumento, a quantidade de pessoas fazendo atividades f\u00edsicas e comendo menos gordura tamb\u00e9m vem crescendo, enquanto menos pessoas veem televis\u00e3o em excesso. Os dados s\u00e3o da pesquisa Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel), realizada pelo <a class=\"news no_blog\" href=\"http:\/\/extra.globo.com\/noticias\/brasil\/ministerio-da-saude\/\" rel=\"follow\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a> no ano passado com mais de 40 mil moradores das 27 capitais.<\/p>\n<p>H\u00e1 oito anos, 43% tinham excesso de peso, n\u00famero que cresceu para 51% em 2012. Em 2013, houve ligeira queda para 50,8%, \u00edndice que voltou a crescer em 2014. A quantidade de obesos teve um acr\u00e9scimo maior do que verificado no ano anterior, mas, segundo o minist\u00e9rio, est\u00e1 est\u00e1vel. O \u00edndice passou de 17,4% em 2012 para 17,5% em 2013 e 17,9% em 2014.<\/p>\n<p>\u2014 A tend\u00eancia mundial da sociedade industrializada, urbana, centrada no fast food, que mexe nos h\u00e1bitos alimentares e coloca cada vez mais uma situa\u00e7\u00e3o alimentar preocupante, ela mostra uma tend\u00eancia avassaladora de crescimento da obesidade e do sobrepeso como um problema de sa\u00fade p\u00fablica mundial. Quando nos comparamos com nossos vizinhos, estamos falando de realidades mais pr\u00f3ximas. E a gente v\u00ea que est\u00e1 numa situa\u00e7\u00e3o diferente. O Chile vai a 25% de obesidade. A Argentina a 22,5. De fato, a gente vai observando que o Brasil, e isso \u00e9 reconhecido internacionalmente, vem conseguindo obter resultados que outros pa\u00edses n\u00e3o vem conseguindo \u2014 avaliou o ministro da Sa\u00fade, Arthur Chioro.<\/p>\n<p>O excesso de peso \u00e9 maior entre os homens (56,5%) do que entre as mulheres (49,1%).Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 obesidade, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a significativa entre os sexos. Os mais jovens, entre 18 e 24 anos, s\u00e3o os menos afetados, mas ainda assim, 38% deles est\u00e3o acima do peso ideal. O \u00edndice chega a 61% na faixa et\u00e1ria que vai dos 45 aos 64 anos.<\/p>\n<p>Quem tem \u00edndice de massa corporal (IMC) entre 25 e 29,9 est\u00e1 com excesso de peso; de 30 para cima, com obesidade. O IMC \u00e9 calculado pegando o peso em quilogramas da pessoa e dividindo-o pelo quadrado da altura medida em metros.<\/p>\n<p>\u2014 N\u00f3s estamos vivendo uma transi\u00e7\u00e3o nutricional, com consumo elevado de gordura, a\u00e7\u00facares \u2014 disse a diretora do Departamento de Vigil\u00e2ncia de Doen\u00e7as e Agravos n\u00e3o Transmiss\u00edveis e Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, D\u00e9borah Malta.<\/p>\n<p><strong>150 MINUTOS SEMANAIS DEDICADOS AO EXERC\u00cdCIO F\u00cdSICO<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m apontou um maior \u00edndice de h\u00e1bitos saud\u00e1veis. Segundo o levantamento, nos \u00faltimos anos aumentou em 18% o n\u00famero de brasileiros que praticam atividade f\u00edsica durante seu tempo de lazer. Em 2014, 35,3% disseram dedicar pelo menos 150 minutos semanais com exerc\u00edcios. Em 2013 eram 33,8%, e em 2009 somavam 29,9%. J\u00e1 o n\u00famero de pessoas vendo TV por mais de tr\u00eas horas por dia diminuiu de 31% para 25,3% entre 2006 e 2014.<\/p>\n<p>Embora sofram mais com o excesso de peso, os homens se exercitam mais que as mulheres: 41,6% e 30% respectivamente. Entre os jovens, o \u00edndice chega a 50%. Ao todo, 15,4% dos entrevistados disseram n\u00e3o ter feito nenhuma atividade f\u00edsica nos tr\u00eas meses anteriores. Esse n\u00famero \u00e9 de 38,2% no grupo com 65 anos ou mais, e de 12% entre os jovens de 18 a 24 anos.<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o sedentarismo est\u00e1 relacionado ao aparecimento de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, como c\u00e2ncer, hipertens\u00e3o, diabetes e obesidade.<\/p>\n<p>\u2014 O pa\u00eds continuar\u00e1 envelhecendo num ritmo alucinante. Enfrentar esses fatores de risco \u00e9 fundamental para garantir uma vida mais saud\u00e1vel e um envelhecimento mais saud\u00e1vel \u2014 afirmou Chioro.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m revelou que 16,2% dos entrevistados substituem o almo\u00e7o ou a janta por lanche sete ou mais vezes na semana. O \u00edndice \u00e9 um pouco menor que os 16,5% registrados no ano anterior. Outro dado da pesquisa \u00e9 que 20% dos entrevistados disseram ter colesterol alto. O percentual \u00e9 maior entre as mulheres (22,2%) que entre os homens (17,6%).<\/p>\n<p><strong>CONSUMO DE SAL \u00c9 ELEVADO<\/strong><\/p>\n<p>O levantamento mostrou ainda que 15% dizem ter um consumo elevado de sal. Entre os homens, o \u00edndice \u00e9 maior: 17,4%. Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a percep\u00e7\u00e3o dos entrevistados n\u00e3o condiz com a realidade. Em m\u00e9dia, o brasileiro consome 12 gramas de sal por dia. A meta do minist\u00e9rio \u00e9 reduzir para cinco gramas, dentro do recomendado pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1, estatisticamente, grandes diferen\u00e7as entre a maioria das capitais, uma vez que os percentuais s\u00e3o pr\u00f3ximos. A capital com o menor \u00edndice de excesso de peso \u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds: 46%. Na outra ponta est\u00e1 Manaus: 56%. No Rio de Janeiro, o problema afeta 54% das pessoas, colocando a cidade na oitava posi\u00e7\u00e3o. Entre Manaus e Rio, v\u00eam Porto Velho, Fortaleza, Porto Alegre, Cuiab\u00e1, Rio Branco e Campo Grande. J\u00e1 capital mais obesa \u00e9 Campo Grande (22%). A que est\u00e1 em melhor situa\u00e7\u00e3o \u00e9 Florian\u00f3polis (14%). O Rio, novamente, fica na oitava posi\u00e7\u00e3o, com 19%.<\/p>\n<p>O colesterol alto \u00e9 maior em Aracaju (27%) e menor em Cuiab\u00e1 (15%). No Rio, \u00e9 de 20%. A capital em que os moradores mais se exercitam \u00e9 Florian\u00f3polis (47%). S\u00e3o Paulo fica em \u00faltimo lugar, com 30%. O Rio fica numa posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria: 38%.<\/p>\n<p>Conforme o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade j\u00e1 havia divulgado na semana passada, apenas 24,1% dos entrevistados consomem a quantidade de frutas e hortali\u00e7as recomendada pela OMS: pelo menos 400 gramas di\u00e1rios em cinco ou mais dias da semana. O consumo \u00e9 menor entre os homens (19,3%) e maior entre as mulheres (28,2%). Apesar disso, tem havido um aumento do consumo.<\/p>\n<p>Na semana passada, o minist\u00e9rio tamb\u00e9m tinha mostrado que 29,4% dos entrevistados consomem carne com excesso de gordura. O \u00edndice era de 32,3% em 2007. Novamente, os homens t\u00eam h\u00e1bitos menos saud\u00e1veis: 38,4% consomem essa carne, n\u00famero que cai para 21,7% entre as mulheres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de brasileiros com excesso de peso voltou a crescer no pa\u00eds, atingindo 52,5%<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":19440,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/sobrepeso.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O n\u00famero de brasileiros com excesso de peso voltou a crescer no pa\u00eds, atingindo 52,5%","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19439"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19439"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19439\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19439"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19439"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19439"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}