{"id":18479,"date":"2015-03-29T14:16:13","date_gmt":"2015-03-29T14:16:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=18479"},"modified":"2015-03-29T14:16:53","modified_gmt":"2015-03-29T14:16:53","slug":"o-ser-humano-nao-foi-feito-para-ficar-no-computador-toda-hora-diz-pesquisador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-ser-humano-nao-foi-feito-para-ficar-no-computador-toda-hora-diz-pesquisador\/","title":{"rendered":"\u2018O ser humano n\u00e3o foi feito para ficar no computador toda hora\u2019, diz pesquisador"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-18481\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em 2001, o carioca Luis Camillo Almeida, professor e chefe de departamento da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da Indiana University of Pennsylvania, nos Estados Unidos, literalmente perdeu o ch\u00e3o: esgotado pelo h\u00e1bito de s\u00f3 se desligar do computador ao \u00faltimo grau de exaust\u00e3o, acabou diagnosticado com uma esp\u00e9cie de labirintite causada por estresse que o fez andar de bengala por oito meses e arruinou parte de sua capacidade auditiva. Com base na pr\u00f3pria experi\u00eancia, Almeida \u2013 hoje com 41 anos \u2013 passou a pregar a desconex\u00e3o no circuito de palestras americano, incluindo o cultuado f\u00f3rum de confer\u00eancias TED. Em menos de uma d\u00e9cada, acredita, estaremos em meio a uma epidemia de ansiedade global.\u201cTem que haver uma mudan\u00e7a de comportamento, ou vamos pagar um pre\u00e7o muito alto na nossa sa\u00fade\u201d, diz. \u201cO ser humano est\u00e1 se robotizando, e o \u00fanico jeito de interromper esse processo \u00e9 o esgotamento.\u201d<\/p>\n<article>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo novo large-16 columns\">\n<p><strong>Fale um pouco da experi\u00eancia pessoal que o levou a pregar a desconex\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Uso o computador desde os 11 anos. Quando minha fam\u00edlia se mudou para os Estados Unidos, em 1998, a pr\u00e1tica se intensificou: recorri \u00e0 tecnologia para agilizar o aprendizado do ingl\u00eas, enquanto tamb\u00e9m descobria as redes sociais. Em 2001, rec\u00e9m-promovido a chefe de departamento na universidade, passava dia e parte da noite no computador, e fiquei muito doente, n\u00e3o conseguia ficar em p\u00e9. Foi quando, de licen\u00e7a em casa, comecei a escrever a teoria \u201cThe Almeida computer behavior\u201d, que foi inclusive publicada. Percebi que a situa\u00e7\u00e3o piorava quando eu olhava para o computador. Quando imprimia o que queria ler, era mais f\u00e1cil. E comecei a pensar: ser\u00e1 que estou virando uma m\u00e1quina? Eu li Marshall McLuhan, vi que estava acontecendo comigo. Comecei a prestar aten\u00e7\u00e3o ao comportamento das pessoas na universidade, sempre teclando no celular, mesmo no meio de uma conversa. E o que eu estava escrevendo come\u00e7ou a fazer sentido&#8230; \u00c9 um processo que acontece em fases. A pessoa vai ficando rob\u00f3tica, o que n\u00e3o \u00e9 muito diferente do que o McLuhan falou. Mas minha teoria se difere da dele, porque o ser humano n\u00e3o foi feito para ficar no computador toda hora. Quando o computador quebra, a gente troca. Se a gente quebrar, n\u00e3o tem como. Ent\u00e3o tem uma hora que a S\u00edndrome do Humano Rob\u00f3tico vai reverter de volta para o humano, n\u00e3o tem como.<\/p>\n<p><strong>Explique as diferentes fases de sua teoria.<\/strong><\/p>\n<p>O ser humano, quando muito conectado, entra num estado de desequil\u00edbrio, mas ainda \u00e9 mais humano do que m\u00e1quina. Depois come\u00e7a o que chamo de S\u00edndrome do Homem Rob\u00f3tico, quando a pessoa come\u00e7a a se comportar mais como m\u00e1quina do que como humano. Acho que a gente est\u00e1 chegando l\u00e1. Mas o ser humano n\u00e3o \u00e9 uma m\u00e1quina, e a popula\u00e7\u00e3o global vai sentir isso na pele. N\u00e3o tem como transformar o ser humano em m\u00e1quina. A tecnologia vai nos mostrar como n\u00f3s somos limitados, e a\u00ed vamos passar por outra fase, que batizei de Revers\u00e3o Humana, em que passaremos por um processo de volta ao equil\u00edbrio, vamos ter que nos recondicionar. Mas, como a tecnologia veio para ficar, o ciclo vai continuar.<\/p>\n<p><strong>Como assim?<\/strong><\/p>\n<p>A tecnologia est\u00e1 nos transformando em rob\u00f4s, que \u00e9 o princ\u00edpio do McLuhan. Mas a longo prazo acho que a tecnologia vai fazer com que fiquemos mais conscientes de como somos limitados, somos mais humanos do que rob\u00f3ticos. Vai chegar um momento em que as pessoas n\u00e3o ter\u00e3o como processar tanta informa\u00e7\u00e3o, cedo ou tarde o ser humano vai passar por uma epidemia de ansiedade, e s\u00f3 ent\u00e3o realizar que a tecnologia n\u00e3o \u00e9 extens\u00e3o de ningu\u00e9m. Aconteceu comigo e com muitas pessoas com quem encontrei desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O esgotamento f\u00edsico seria a \u00fanica forma de promover uma mudan\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p>Exato.<\/p>\n<p><strong>A tecnologia est\u00e1 subvertendo seu pr\u00f3prio sentido de facilitar a nossa vida?<\/strong><\/p>\n<p>O uso excessivo de tecnologia vai nos fazer lembrar que somos humanos, n\u00e3o m\u00e1quinas. Foi a\u00ed que eu me descolei do McLuhan. Ele viveu no s\u00e9culo passado, estamos passando por outra realidade hoje. A sociedade j\u00e1 passou do ponto de adi\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, estamos na fase de condicionamento tecnol\u00f3gico, em que as ferramentas tecnol\u00f3gicas est\u00e3o nos condicionando a us\u00e1-las cada vez mais. Previ, em 2013, que a popula\u00e7\u00e3o ia viver uma epidemia de ansiedade em n\u00edvel global em dez anos.<\/p>\n<p><strong>Quais ser\u00e3o a consequ\u00eancias a longo prazo?<\/strong><\/p>\n<p>Teremos uma sociedade mais burra, vamos regredir. O ser humano vai ficar neur\u00f3tico, completamente ligado \u00e0 computa\u00e7\u00e3o, sempre passando por um ciclo vicioso entre homem e m\u00e1quina. N\u00e3o vai parar, s\u00f3 vai piorar. Achamos que passar o dia no computador \u00e9 igual a ser produtivo, mas nem sempre. Ficar no Facebook contando que deu banho na filha \u00e9 perda de tempo, a sociedade est\u00e1 perdendo tempo demais.<\/p>\n<p><strong>Essa desconex\u00e3o n\u00e3o tem seu pre\u00e7o? O funcion\u00e1rio que demora a responder um e-mail, ou o amigo que demora a responder uma mensagem, n\u00e3o est\u00e1 perdendo?<\/strong><\/p>\n<p>A princ\u00edpio pode perder. Mas a longo prazo ganha. A quest\u00e3o \u00e9: a que pre\u00e7o? Por isso o uso de tecnologia com modera\u00e7\u00e3o \u00e9 cr\u00edtico. Quando voc\u00ea envia um comando para um computador, ele imediatamente te d\u00e1 um comando de volta. O ser humano est\u00e1 adquirindo esse comportamento de m\u00e1quina. Eu hoje filtro o que vou responder de imediato.<\/p>\n<p><strong>Como foi parar no TED?<\/strong><\/p>\n<p>Com a ideia de que o ser humano est\u00e1 se robotizando, e o \u00fanico jeito de interromper esse processo \u00e9 o esgotamento. A ideia de que ficaremos rob\u00f3ticos n\u00e3o \u00e9 minha, isso o Marshall McLuhan falou na d\u00e9cada de 1960, mas a ideia de que as pessoas v\u00e3o ter que adoecer para acordar \u00e9 um movimento novo. Quando o computador quebra, a gente troca. Se a gente quebrar, n\u00e3o tem como. Quanto mais o ser humano usa a m\u00e1quina, vai come\u00e7ando a se comportar como um rob\u00f4, sem entender que o \u00fanico jeito de reverter esse processo \u00e9 o esgotamento. E tem que viver o estresse para perceber que n\u00e3o \u00e9 uma maquina. Mudei 100%, mas s\u00f3 porque experimentei o lado negro da tecnologia. Perdi parte da minha audi\u00e7\u00e3o por causa disso.<\/p>\n<p><strong>Como promover a desconex\u00e3o quando o n\u00famero de celulares no mundo supera a popula\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Tem que haver uma mudan\u00e7a de comportamento, ou vamos pagar um pre\u00e7o muito alto na nossa sa\u00fade. Hoje, ando com \u00f3culos escuros, que boto para descansar os olhos quando estou muito ligado ao computador ou ao celular. Precisamos de um sistema de autorregulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Como saber que se est\u00e1 passado dos limites?<\/strong><\/p>\n<p>Um profissional deve trabalhar oito horas por dia. Se a gente est\u00e1 no computador por 14 horas, alguma coisa est\u00e1 acontecendo. E tem mais: no trabalho, quantas horas as pessoas passam em redes sociais e quantas horas est\u00e3o realmente trabalhando? A baixa produtividade \u00e9 um sintoma que j\u00e1 estamos vendo. De qualquer forma, n\u00e3o se trabalha 80 horas por semana sem efeito colateral. E isso tem um custo tamb\u00e9m financeiro, se analisarmos a quantidade de profissionais doentes nas empresas. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o caso de realizar que o uso excessivo da tecnologia tem efeitos colaterais, isso j\u00e1 sabemos. Para as empresas, n\u00e3o \u00e9 bom financeiramente.<span id=\"x21_1227593029\">\u00a0 <\/span><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/ads.globo.com\/RealMedia\/ads\/adstream_lx.ads\/ogcoglobo8\/tecnologia\/materia\/L29\/1227593029\/x21\/ocg\/3775-1_puc_150311_OGlobo_Tecnologia_Retangulo1\/PUC-CCE-RIO-RET.html\/735a37677246526558757341424d7674?_RM_EMPTY_&amp;entidade=brasil-Reversao%20Humana-Escola%20de%20Comunicacao%20da%20Indiana%20University%20of%20Pennsylvania-The%20Almeida-Marshall%20McLuhan-McLuhan-Luis%20Camillo%20Almeida-Machine-estados%20unidos-rio&amp;idArtigo=15722672&amp;gender=2&amp;age=5&amp;education=2&amp;interest=150&amp;interest=137&amp;interest=129&amp;interest=128&amp;interest=131&amp;interest=104&amp;interest=124&amp;interest=3&amp;interest=61&amp;interest=62&amp;interest=64&amp;interest=11&amp;interest=68&amp;interest=8&amp;interest=1&amp;interest=116&amp;interest=10&amp;interest=19&amp;interest=117&amp;interest=120&amp;interest=27&amp;interest=71&amp;interest=122&amp;interest=72&amp;interest=102&amp;interest=103&amp;interest=130&amp;interest=140&amp;interest=95&amp;interest=96&amp;interest=97&amp;interest=101&amp;interest=18&amp;interest=13&amp;interest=202&amp;interest=12&amp;interest=15&amp;interest=14&amp;interest=17&amp;interest=157&amp;interest=188&amp;interest=32&amp;interest=156&amp;interest=90&amp;interest=91&amp;interest=86&amp;interest=183&amp;interest=186&amp;product=10&amp;product=4&amp;product=7&amp;product=19&amp;product=59&amp;product=45&amp;product=97&amp;product=15&amp;product=145&amp;product=65&amp;income=1&amp;marital=2&amp;cluster=45\" alt=\"\" width=\"1\" height=\"1\" \/><\/p>\n<p><strong>E como educar as crian\u00e7as?<\/strong><\/p>\n<p>Tenho uma filha que vai fazer 2 anos. Limitamos muito celular, iPad, que ela usa com modera\u00e7\u00e3o. Outro dia, na fila do supermercado, ela estava esperneando e, em vez de dar meu celular, como a maioria dos pais faria hoje, eu dei um abra\u00e7o nela e comecei a cantar uma m\u00fasica de ninar. E ela parou. Nem todas as solu\u00e7\u00f5es para os problemas que temos hoje s\u00e3o baseadas na tecnologia. As coisas que nossos av\u00f3s faziam tamb\u00e9m funcionam, e bem. A mo\u00e7a que estava atr\u00e1s da gente chegou a bater palma.<\/p>\n<p><strong>Fale da pesquisa que desenvolveu com alunos da sua universidade.<\/strong><\/p>\n<p>Depois de adoecer, preparei com um psic\u00f3logo um question\u00e1rio de 94 perguntas que submetemos a cem estudantes. O resultado confirmou a minha hip\u00f3tese. Por exemplo, 44% responderam que s\u00f3 se desconectam diante de exaust\u00e3o mental e f\u00edsica; 72%, que pensamento impulsivo \u00e9 um fato da vida; 74% executam tarefas rapidamente; 85% dizem que \u201crespondem a comandos\u201d. A maioria diz que est\u00e1 sempre procurado decis\u00f5es imediatas e fazendo v\u00e1rias coisas ao mesmo tempo, que s\u00e3o atributos do computador. Mas s\u00f3 13% acreditam que est\u00e3o se robotizando!<\/p>\n<p><strong>Explique o movimento \u201cEsc the Machine\u201d, que acaba de lan\u00e7ar.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um chamado para que se use a tecnologia \u2014 que, claro, \u00e9 uma coisa boa e deve ser celebrada \u2014 com modera\u00e7\u00e3o. Come\u00e7amos h\u00e1 poucas semanas, abordando gente na rua, e j\u00e1 temos centenas de fotos de pessoas que pararam tudo para posar com o logo do movimento. Tecnologia \u00e9 muito bom, posso falar com minha fam\u00edlia no Brasil, a medicina se aprimorou, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que muita coisa melhorou, mas por que pre\u00e7o? O pre\u00e7o que estamos pagando \u00e9 muito alto.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2001, o carioca Luis Camillo Almeida, professor e chefe de departamento da Escola de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18481,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/vicio_computador.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em 2001, o carioca Luis Camillo Almeida, professor e chefe de departamento da Escola de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18479"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18479"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18479\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}