{"id":18453,"date":"2015-03-29T16:00:12","date_gmt":"2015-03-29T16:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=18453"},"modified":"2015-03-29T13:29:13","modified_gmt":"2015-03-29T13:29:13","slug":"mar-e-considerado-ultima-fronteira-natural-do-brasil-e-chamado-de-amazonia-azul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mar-e-considerado-ultima-fronteira-natural-do-brasil-e-chamado-de-amazonia-azul\/","title":{"rendered":"Mar \u00e9 considerado \u00faltima fronteira natural do Brasil e chamado de Amaz\u00f4nia Azul"},"content":{"rendered":"<div>\n<p class=\"bodytext\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-18455\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O mar \u00e9 a \u00faltima fronteira do Brasil a ser conhecida, a chamada Amaz\u00f4nia Azul. O pa\u00eds est\u00e1 entre os dez do mundo com maior plataforma continental. Para se ter uma ideia da vasta \u00e1rea no fundo do mar, o territ\u00f3rio submarino brasileiro tem dimens\u00f5es compar\u00e1veis \u00e0 floresta amaz\u00f4nica e representa cerca de metade da \u00e1rea terrestre nacional.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">A express\u00e3o Amaz\u00f4nia Azul \u00e9 recente, surgiu nos \u00faltimos 10 anos, explica o professor da faculdade de Oceanografia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), David Zee. &#8220;O Brasil precisa efetivamente olhar para os seus recursos marinhos. Se ainda n\u00e3o descobrimos tudo que temos na Amaz\u00f4nia em terra, muito menos no mar&#8221;, disse.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Ao longo de 8.500 quil\u00f4metros de costa, o mar territorial \u00e9 uma faixa de 12 milhas n\u00e1uticas de largura (cerca de 22 km). Al\u00e9m disso, a Zona Econ\u00f4mica Exclusiva (<a class=\"external-link-new-window\" title=\"Abre link externo em uma nova janela\" href=\"http:\/\/www.mar.mil.br\/hotsites\/sala_imprensa\/amazonia_azul.html\" target=\"_blank\">ZEE<\/a>) inclui 200 milhas n\u00e1uticas (370 km) de largura. A \u00e1rea da ZEE que conforma a delimita\u00e7\u00e3o territorial marinha brasileira equivale a 3,5 milh\u00f5es km\u00b2.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Contudo, al\u00e9m da ZEE existe a continuidade do talude \u2013 plateau que desce at\u00e9 o fundo do mar \u2013 representando o limite da plataforma continental que soma mais 960 mil km\u00b2.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Segundo a <a class=\"external-link-new-window\" title=\"Abre link externo em uma nova janela\" href=\"https:\/\/www.egn.mar.mil.br\/arquivos\/cursos\/csup\/CNUDM.pdf\" target=\"_blank\">Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar<\/a>, os pa\u00edses costeiros t\u00eam direito a declarar uma ZEE de espa\u00e7o mar\u00edtimo para al\u00e9m de suas \u00e1guas territoriais, o que os permite explorar mais recursos e os obriga a ter responsabilidade na gest\u00e3o destas extens\u00f5es de jurisdi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">O Brasil j\u00e1 pleiteou junto \u00e0 Comiss\u00e3o de Limites da Plataforma Continental da Conven\u00e7\u00e3o da ONU sobre o Direito do Mar, o aumento dos limites de sua plataforma continental al\u00e9m das 200 milhas n\u00e1uticas. Se aceita, a reivindica\u00e7\u00e3o brasileira eleva os espa\u00e7os mar\u00edtimos brasileiros a 4,5 milh\u00f5es de km\u00b2.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/portalamazonia.com\/uploads\/RTEmagicC_amazonia-azul-3.jpg.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"361\" \/>O Brasil est\u00e1 entre os 10 pa\u00edses do mundo com maior \u00e1rea de plataforma continental. A brasileira tem o tamanho da floresta amaz\u00f4nica.\u00a0\u00a0Fotos: Fab\u00edola Ortiz<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">&#8220;Essa regi\u00e3o pertence ao Brasil, mas h\u00e1 uma s\u00e9rie de compromissos perante as Na\u00e7\u00f5es Unidas, fazer o monitoramento, levantar os recursos vivos e n\u00e3o-vivos, como o petr\u00f3leo, o g\u00e1s, min\u00e9rio e calc\u00e1rio. \u00c9 uma riqueza muito grande que, se n\u00e3o tomar conta, vai perder&#8221;, disse David\u00a0Zee.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Aqu\u00e9m dos compromissos assumidos<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">O ocean\u00f3grafo alerta que a velocidade com que exploramos os recursos marinhos \u00e9 superior \u00e0 velocidade de realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas cient\u00edficas, especialmente no \u00e2mbito da extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. &#8220;Temos que estimar a quantidade de recursos existentes, saber os cuidados e o seu limite de uso. Isso requer investimentos&#8221;, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Na opini\u00e3o de Zee, o Brasil est\u00e1 aqu\u00e9m dos compromissos assumidos perante a ONU. &#8220;A voracidade que estamos direcionando ao pr\u00e9-sal com investimentos ousados de explora\u00e7\u00e3o \u00e9 muito maior do que [os recursos] colocados em pesquisa&#8221;.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A falta de conhecimento de como fazer uma explora\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e sustent\u00e1vel desses recursos marinhos \u00e9 que leva David Zee a acender o sinal vermelho. Ele considera que um n\u00edvel adequado seria 20% do que \u00e9 investido no pr\u00e9-sal direcionado \u00e0 pesquisa cient\u00edfica \u2013 para estudos de geologia, fauna e flora marinha. &#8220;Estamos com bem menos de 15% se comparado \u00e0 grandeza de investimentos na explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo. Precisamos, inclusive, de investimentos em meios navegantes para dar rapidez de resposta se algum acidente ocorrer com derramamento de \u00f3leo&#8221;, informa.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Miss\u00e3o no mar<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/portalamazonia.com\/uploads\/RTEmagicC_amazonia-azul-2.jpg.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"361\" \/>Base de navios e submarinos na ilha de Mocangu\u00ea, Niter\u00f3i. Cerca de 15 mil militares foram mobilizados em todo o pa\u00eds na maior opera\u00e7\u00e3o de defesa da Amaz\u00f4nia Azul. Fotos: Fab\u00edola Ortiz<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">No entanto, apenas garantir a soberania sobre as \u00e1guas jurisdicionais brasileiras \u00e9 ainda um desafio para as autoridades. O que pode garantir que o Brasil salvaguarde suas 12 milhas n\u00e1uticas do mar territorial, a ZEE e os 960 mil km\u00b2 de extens\u00e3o da plataforma continental \u00e9 a presen\u00e7a de navios do mar. Este pensamento \u00e9 compartilhado pelo capit\u00e3o-de-corveta Thales da Silva Barroso Alves, comandante do APA, um dos tr\u00eas navios-patrulha oce\u00e2nicos da Marinha.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">A primeira semana de mar\u00e7o reuniu praticamente todos os esfor\u00e7os militares mobilizados para uma opera\u00e7\u00e3o naval de grande porte. Cerca de 15 mil militares e 250 embarca\u00e7\u00f5es e navios da Marinha foram mobilizados na maior miss\u00e3o j\u00e1 realizada nas \u00e1guas mar\u00edtimas brasileiras. A opera\u00e7\u00e3o levou o nome emblem\u00e1tico de Amaz\u00f4nia Azul. O seu objetivo foi fiscalizar e reprimir crimes mar\u00edtimos nas \u00e1guas brasileiras.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">A Marinha n\u00e3o agiu sozinha e contou com a parceria de \u00f3rg\u00e3os como a Pol\u00edcia Federal, Receita, Federal, Petrobras, al\u00e9m Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio) para a preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Durante esta segunda edi\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, realizada entre os dias 1\u00b0 e 6 de mar\u00e7o, foram inspecionadas 8.809 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 1.281 notificadas pois apresentavam algum tipo de irregularidade e outras 259 apreendidas.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">O planejamento da opera\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Azul come\u00e7ou em 2013, disse o capit\u00e3o-de-corveta Thales. &#8220;\u00c9 uma oportunidade de capacitar os meios navais para operar em grandes eventos, al\u00e9m de garantir a seguran\u00e7a \u00e0 navega\u00e7\u00e3o e repress\u00e3o a il\u00edcitos por meio de a\u00e7\u00f5es de patrulha e inspe\u00e7\u00e3o naval. Envolve toda a extens\u00e3o territorial do Brasil&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Navio patrulha oce\u00e2nico<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/portalamazonia.com\/uploads\/RTEmagicC_amazonia-azul-1.jpg_01.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"361\" \/>Navio-patrulha oce\u00e2nico APA atua na \u00e1rea do 1\u00b0 Distrito Naval, regi\u00e3o que envolve as \u00e1guas do Rio de Janeiro e Esp\u00edrito Santo. Fotos: Fab\u00edola Ortiz<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">O capit\u00e3o Thales comanda o &#8220;APA&#8221;, um navio-patrulha oce\u00e2nico que atua na \u00e1rea do 1\u00b0 Distrito Naval, a regi\u00e3o envolve as \u00e1guas do Rio de Janeiro e Esp\u00edrito Santo. Confira o relato da\u00a0reportagem de O Eco,\u00a0convidada a participar em uma destas miss\u00f5es de abordagem no combate a il\u00edcitos e a seguran\u00e7a de navios petrol\u00edferos na Ba\u00eda de Guanabara, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">O nome da embarca\u00e7\u00e3o APA foi dada em alus\u00e3o a um rio que corre no Mato Grosso e des\u00e1gua na margem esquerda do rio Paraguai. O navio-patrulha foi comprado em novembro de 2012 pelo Brasil ap\u00f3s ter sido constru\u00eddo pela BAE Systemas Maritime \u2013 Naval Ships na base naval de Portsmouth, no Reino Unido. Sua viagem at\u00e9 chegar ao Brasil, passou por portos de Portugal, Espanha, Maurit\u00e2nia, Senegal, Gana, Angola e Nam\u00edbia.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Era uma manh\u00e3 de sexta-feira e o sol ainda estava pregui\u00e7oso para raiar quando um grupo de jornalistas saiu do 1\u00b0 Distrito Naval rumo \u00e0 base de navios e submarinos na ilha de Mocangu\u00ea, na sa\u00edda da Ponte Rio-Niter\u00f3i, do outro lado da ba\u00eda de Guanabara. Junto com um grupo de dez adolescentes de uma escola municipal no Rio, acompanhamos um dos exerc\u00edcios navais a bordo do APA. A miss\u00e3o era interceptar um navio da Transpetro para fazer a inspe\u00e7\u00e3o naval.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">\u00c9 uma experi\u00eancia inusitada estar a bordo de um navio de 90 metros de comprimento e menos de 14 metros de largura. A embarca\u00e7\u00e3o tem capacidade para transportar seis cont\u00eaineres de 15 toneladas e 51 militares.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Com uma autonomia de 35 dias no mar e navega\u00e7\u00e3o de 5.500 milhas n\u00e1uticas sem precisar abastecer, o APA \u00e9 capaz de percorrer no Atl\u00e2ntico, sem paradas, a dist\u00e2ncia que separa o Brasil da \u00c1frica. Em 2014, participou da patrulha da costa dos estados de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Esp\u00edrito Santo e Rio Grande do Norte.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">&#8220;S\u00e3o \u00e1reas de grande interesse econ\u00f4mico, explora\u00e7\u00e3o e ocorr\u00eancia de acidentes. A pesca ilegal \u00e9 tamb\u00e9m recorrente&#8221;, disse Thales.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"bodytext\">Espera-se que esses treinamentos e a vigil\u00e2ncia da Marinha ajude a preservar a biodiversidade e a explora\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel dos recursos mar\u00edtimos, uma vis\u00e3o que o comandante Thales abra\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mar \u00e9 a \u00faltima fronteira do Brasil a ser conhecida, a chamada Amaz\u00f4nia Azul.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18455,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/oceanografico.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O mar \u00e9 a \u00faltima fronteira do Brasil a ser conhecida, a chamada Amaz\u00f4nia Azul.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18453"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18453"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18453\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18453"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18453"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18453"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}