{"id":18354,"date":"2015-03-28T15:00:38","date_gmt":"2015-03-28T15:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=18354"},"modified":"2015-03-28T11:56:09","modified_gmt":"2015-03-28T11:56:09","slug":"aldeia-indiana-comemora-cada-nascimento-de-meninas-com-plantio-de-111-arvores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/aldeia-indiana-comemora-cada-nascimento-de-meninas-com-plantio-de-111-arvores\/","title":{"rendered":"Aldeia indiana comemora cada nascimento de meninas com plantio de 111 \u00e1rvores"},"content":{"rendered":"<div id=\"texto\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-18356\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A aldeia indiana de Piplantri, em Rajast\u00e3o, tem um jeito muito especial de celebrar o nascimento de meninas. A cada beb\u00ea do sexo feminino que nasce, s\u00e3o plantadas 111 \u00e1rvores. A tradi\u00e7\u00e3o come\u00e7ou h\u00e1 oito anos e j\u00e1 resultou no plantio de mais de 286 mil \u00e1rvores.<\/p>\n<p>A iniciativa faz parte de um pacote de medidas criadas pelas autoridades governamentais para reduzir a quantidade de abortos de beb\u00eas do sexo feminino. Devido a alguns dogmas religiosos, a mulher tende a se tornar um fardo para algumas fam\u00edlias. Mas, isso n\u00e3o acontece mais em Piplantri.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s o nascimento, a fam\u00edlia se compromete a realizar o plantio. O processo n\u00e3o para por a\u00ed. Como o intuito \u00e9 valorizar as mulheres e preservar a inf\u00e2ncia e juventude, os pa\u00eds tamb\u00e9m precisam cuidar das mudas at\u00e9 que elas estejam maduras e assinar uma declara\u00e7\u00e3o garantindo que as filhas n\u00e3o se casar\u00e3o at\u00e9 os 18 anos de idade. Em troca, a fam\u00edlia recebe uma esp\u00e9cie de poupan\u00e7a, como ajuda financeira par ao futuro.<\/p>\n<p>\u201cA menina \u00e9 considerada um fardo, pois na maior parte do estado de Rajast\u00e3o, como em muitas outras partes do pa\u00eds, o casamento \u00e9 uma proposta cara. A proposta era dar aos pais uma sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a financeira\u201d, explicou o ex-sarpanch (autoridade local), Shyam Sundar Paliwal, em declara\u00e7\u00e3o ao site <a href=\"http:\/\/www.hindustantimes.com\/jaipur\/a-rajasthan-village-which-celebrates-each-girl-child-with-111-trees\/article1-1323973.aspx\" target=\"_blank\"><strong>Hindustan Times<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Paliwal foi o respons\u00e1vel por iniciar este projeto, em 2006. Segundo ele, a fam\u00edlia recebe 31 mil r\u00fapias. Dois ter\u00e7os do dinheiro \u00e9 obtido atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es feitas pelos pr\u00f3prios alde\u00f5es e o restante \u00e9 disponibilizado pelo governo.<\/p>\n<p>Desde 2010 a medida n\u00e3o \u00e9 mais obrigat\u00f3ria, mas ainda assim boa parte da popula\u00e7\u00e3o continua a coloc\u00e1-la em pr\u00e1tica. Este \u00e9 o caso de Gehrilal Balai. No \u00faltimo ano o indiano plantou as 111 \u00e1rvores pelo nascimento de sua filha. A sensa\u00e7\u00e3o foi t\u00e3o boa que ele comparou a alegria do cuidado com as plantas ao momento em que ele coloca a filha para dormir. Para dar continuidade, ele disse que plantar\u00e1 uma \u00e1rvore a cada anivers\u00e1rio da menina.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A aldeia indiana de Piplantri, em Rajast\u00e3o, tem um jeito muito especial de celebrar o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/aldeia_indiana.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A aldeia indiana de Piplantri, em Rajast\u00e3o, tem um jeito muito especial de celebrar o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18354"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18354"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18354\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18354"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18354"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18354"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}