{"id":18181,"date":"2015-03-24T20:00:40","date_gmt":"2015-03-24T20:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=18181"},"modified":"2015-03-24T16:43:03","modified_gmt":"2015-03-24T16:43:03","slug":"com-chuvas-jp-esta-infestada-de-caramujos-e-vigilancia-ambiental-orienta-para-evitar-doencas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/com-chuvas-jp-esta-infestada-de-caramujos-e-vigilancia-ambiental-orienta-para-evitar-doencas\/","title":{"rendered":"Com chuvas, JP est\u00e1 infestada de caramujos e Vigil\u00e2ncia Ambiental orienta para evitar doen\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-18182\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O caramujo africano, esp\u00e9cie de molusco introduzida ilegalmente no Brasil nos anos 1980, como tentativa de fazer concorr\u00eancia ao escargot franc\u00eas no setor aliment\u00edcio, acabou se transformando em uma peste e j\u00e1 \u00e9 encontrado em 23 estados brasileiros. Em Jo\u00e3o Pessoa, dentre os locais de grande infesta\u00e7\u00e3o, destaca-se a praia do Cabo Branco, na Zona Leste da cidade.<\/p>\n<p>Segundo o t\u00e9cnico de vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do Centro de Vigil\u00e2ncia Ambiental e Zoonoses de Jo\u00e3o Pessoa, Fabr\u00edcio de Sousa, o animal oferece risco \u00e0 sa\u00fade das pessoas.<\/p>\n<p>\u201cPor ele estar em um ambiente aberto, se alimentando de tudo, ele pode se contaminar com alguma alimenta\u00e7\u00e3o como dejetos, fezes, animais em decomposi\u00e7\u00e3o e, se voc\u00ea ingerir esse animal ou se estiver manuseando e levar a m\u00e3o \u00e0 boca, se ele estiver contaminado, voc\u00ea pode contrair algum tipo de doen\u00e7a\u201d, disse Fabr\u00edcio.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m explicou que os trabalhos de combate ao caramujo est\u00e3o intensificados na praia devido \u00e0 grande circula\u00e7\u00e3o de pessoas que, descal\u00e7as, podem pisar na carapa\u00e7a do animal, causando um corte no p\u00e9 e a contamina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dele. \u00c9 feito um servi\u00e7o de coleta e orienta\u00e7\u00e3o para que as pessoas possam combater a praga em casa.<\/p>\n<p>O t\u00e9cnico afirmou que, caso o animal seja encontrado em um terreno baldio, deve-se retirar toda a vegeta\u00e7\u00e3o do local, fazendo com que a luminosidade aumente e diminuam as op\u00e7\u00f5es de alimenta\u00e7\u00e3o para os animais. A segunda atitude seria proteger as m\u00e3os com luvas ou sacolas pl\u00e1sticas para pegar os caramujos e coloc\u00e1-los em um balde com um pouco de \u00e1gua e sab\u00e3o em p\u00f3. Dessa forma, em cerca de 15 a 20 minutos, eles morrer\u00e3o afogados, j\u00e1 que o sab\u00e3o impedir\u00e1 que subam pelas laterais do recipiente. Ap\u00f3s a tarefa, a \u00e1gua utilizada dever\u00e1 ser descartada em qualquer ralo, sem contato com as pessoas.<\/p>\n<p>Os caramujos mortos devem ser colocados em uma sacola pl\u00e1stica (de prefer\u00eancia em duas) e direcionados ao caminh\u00e3o do lixo. Os animais n\u00e3o devem ser colocados no caminh\u00e3o ainda vivos, pois podem cair em algum local onde ainda n\u00e3o exista foco do caramujo, podendo causar uma nova infesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Confira abaixo a mat\u00e9ria da TV Correio HD:<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PSowYvmeQcE\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O caramujo africano, esp\u00e9cie de molusco introduzida ilegalmente no Brasil nos anos 1980, como tentativa<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18182,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caramujo_africano.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O caramujo africano, esp\u00e9cie de molusco introduzida ilegalmente no Brasil nos anos 1980, como tentativa","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18181"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18181"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18181\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18182"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}