{"id":17479,"date":"2015-03-12T13:00:58","date_gmt":"2015-03-12T13:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=17479"},"modified":"2015-03-11T22:00:42","modified_gmt":"2015-03-11T22:00:42","slug":"observatorio-europeu-do-sul-divulga-imagem-da-constelacao-do-altar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/observatorio-europeu-do-sul-divulga-imagem-da-constelacao-do-altar\/","title":{"rendered":"Observat\u00f3rio Europeu do Sul divulga imagem da constela\u00e7\u00e3o do Altar"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-17482\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O Observat\u00f3rio do Paranal, localizado no Chile, captou uma nova imagem da constela\u00e7\u00e3o austral do Altar, localizada a 4.000 anos-luz da Terra. A imagem, a mais detalhada obtida dessa constela\u00e7\u00e3o at\u00e9 o momento, foi divulgada nesta quarta-feira pelo Observat\u00f3rio Europeu do Sul (ESO, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Para obter a imagem foram necess\u00e1rias 500 fotos, com um tempo de exposi\u00e7\u00e3o total superior a 56 horas. Elas foram tiradas pelo telesc\u00f3pio de rastreamento Very Large Telescope (VLT), com quatro filtros de cores diferentes.<\/p>\n<p>No centro da imagem h\u00e1 um aglomerado de estrelas, denominado NGC 6193, que cont\u00e9m cerca de 30 estrelas brilhantes e forma o cora\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o estelar OB1 do Altar. Uma associa\u00e7\u00e3o de estrelas \u00e9 formada por estrelas que se movem juntas pelo espa\u00e7o. Seus membros t\u00eam idades e composi\u00e7\u00e3o semelhantes e se originaram na mesma regi\u00e3o. Associa\u00e7\u00f5es OB consistem basicamente de estrelas do tipo azul-branca muito jovens, cerca de 100 000 vezes mais brilhantes do que o sol e com uma massa entre 10 e 50 vezes maior do que ele.<\/p>\n<p><strong>Observat\u00f3rio &#8211;<\/strong> O ESO \u00e9 o maior cons\u00f3rcio de pesquisa astron\u00f4mica do mundo, com v\u00e1rios telesc\u00f3pios e radiotelesc\u00f3pios de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o instalados no topo dos Andes chilenos. S\u00e3o membros do cons\u00f3rcio dezesseis pa\u00edses: Alemanha, \u00c1ustria, B\u00e9lgica, Brasil, Dinamarca, Espanha, Finl\u00e2ndia, Fran\u00e7a, Gr\u00e3-Bretanha, Holanda, It\u00e1lia, Pol\u00f4nia, Portugal, Rep\u00fablica Checa, Su\u00e9cia e Su\u00ed\u00e7a, juntamente com o Chile.<\/p>\n<p>Dentre os telesc\u00f3pios que comp\u00f5em o ESO, o protagonista \u00e9 o VLT, um agrupamento de quatro telesc\u00f3pios com espelhos de 8,2 metros de di\u00e2metro cada, apoiados por quatro telesc\u00f3pios menores, com espelhos de 1,8 metro. O VLT, junto com os outros telesc\u00f3pios do ESO, \u00e9 o mais produtivo complexo astron\u00f4mico terrestre do mundo. Diariamente, dois artigos cient\u00edficos s\u00e3o publicados com dados obtidos por meio deles. Em n\u00famero de artigos publicados, o ESO s\u00f3 perde para o Hubble.<\/p>\n<section id=\"galeria_lista-as-10-maiores-descobertas-astronomicas-do-observatorio-europeu-do-sul\" class=\"galeriaUbbersite\">\n<div class=\"galeria-multimidia galeria-multimidia-embedada galeria-lista-embedada galeria-multimidia-focused\" data-per-page=\"6\" data-controls-pos=\"after\" data-publicidade=\"none\">\n<div class=\"galeria-multimidia-inner\">\n<h4>As 10 maiores descobertas astron\u00f4micas do Observat\u00f3rio Europeu do Sul<\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<ul>\n<li class=\"galeria-multimidia-item active\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/01-620-original.jpeg?1402459771\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pNJcp\/01-620-original.jpeg?1402459771\" data-titulo=\"Estrelas orbitando o buraco negro da Via L\u00e1ctea\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/01-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Estrelas orbitando o buraco negro da Via L\u00e1ctea\" width=\"640\" height=\"360\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">1 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: ESO\/VEJA)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Estrelas orbitando o buraco negro da Via L\u00e1ctea<\/h3>\n<p><strong>Outubro de 2002 &#8211; <\/strong>Muitos dos principais telesc\u00f3pios do ESO foram usados em um estudo de 16 anos para obter a vista mais detalhada j\u00e1 feita das redondezas do buraco negro supermassivo que est\u00e1 no centro da gal\u00e1xia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/02-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Universo em acelera\u00e7\u00e3o\" width=\"639\" height=\"359\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Universo em acelera\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Dezembro de 1998 &#8211;<\/strong> Duas equipes independentes basearam-se em observa\u00e7\u00f5es de estrelas em explos\u00e3o, chamadas supernovas, e demonstraram que a expans\u00e3o do universo est\u00e1 em acelera\u00e7\u00e3o. A pesquisa rendeu o Pr\u00eamio Nobel de 2011. Os dados analisados incluem observa\u00e7\u00f5es feitas com os telesc\u00f3pios do ESO.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/03-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Primeira imagem de um planeta fora do Sistema Solar\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Primeira imagem de um planeta fora do Sistema Solar<\/h3>\n<p><strong>Setembro de 2004 &#8211; <\/strong>O VLT conseguiu registrar a primeira imagem de um planeta fora do Sistema Solar. O astro com cinco vezes a massa de J\u00fapiter orbita uma estrela morta \u2014 uma an\u00e3 marrom \u2014 a uma dist\u00e2ncia 55 vezes maior que entre o Sol e a Terra.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/04-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Explos\u00f5es de raios-gama - as conex\u00f5es entre supernovas e estrelas de n\u00eautrons\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Explos\u00f5es de raios-gama &#8211; as conex\u00f5es entre supernovas e estrelas de n\u00eautrons<\/h3>\n<p><strong>Junho de 2003 &#8211;<\/strong> Os telesc\u00f3pios do ESO deram a prova definitiva de que longas explos\u00f5es de raios-gama est\u00e3o ligadas com a explos\u00e3o de estrelas massivas, resolvendo um antigo quebra-cabe\u00e7a. Al\u00e9m disso, os telesc\u00f3pios tamb\u00e9m observaram, pela primeira vez, a luz vis\u00edvel de uma curta explos\u00e3o de raio-gama, mostrando que a origem do fen\u00f4meno pode se originar de colis\u00f5es violentas entre duas estrelas de n\u00eautrons.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/05-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Medi\u00e7\u00e3o independente da temperatura c\u00f3smica\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Medi\u00e7\u00e3o independente da temperatura c\u00f3smica<\/h3>\n<p><strong>Maio de 2008 &#8211; <\/strong>Os telesc\u00f3pios do ESO detectaram, pela primeira vez, mol\u00e9culas de g\u00e1s carb\u00f4nico em uma gal\u00e1xia localizada a quase 11 bilh\u00f5es de anos-luz da Terra. Um feito que permaneceu sem ser completamente compreendido por 25 anos. Isso permitiu que os astr\u00f4nomos obtivessem a mais precisa medida de temperatura c\u00f3smica a uma dist\u00e2ncia t\u00e3o grande.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/06-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Estrela mais velha da Via L\u00e1ctea\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Estrela mais velha da Via L\u00e1ctea<\/h3>\n<p><strong>Agosto de 2004 &#8211;<\/strong> Usando os telesc\u00f3pios do ESO, astr\u00f4nomos calcularam a idade da estrela mais velha e conhecida da gal\u00e1xia. Com 13.2 bilh\u00f5es de anos de idade, a estrela nasceu nos prim\u00f3rdios da forma\u00e7\u00e3o do universo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/07-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Rajadas do buraco negro supermassivo no centro da Via L\u00e1ctea\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Rajadas do buraco negro supermassivo no centro da Via L\u00e1ctea<\/h3>\n<p><strong>Novembro de 2008 &#8211; <\/strong>Cientistas estudaram violentas rajadas do buraco negro supermassivo no centro da Via L\u00e1ctea, revelando material sendo esticado para fora do astro. Al\u00e9m disso, os telesc\u00f3pios revelaram poderosas rajadas infravermelhas vindas do buraco negro, sugerindo que ele tem uma rota\u00e7\u00e3o muito r\u00e1pida.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/08-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"An\u00e1lise direta da atmosfera de planetas fora do Sistema Solar\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>An\u00e1lise direta da atmosfera de planetas fora do Sistema Solar<\/h3>\n<p><strong>Dezembro de 2010 &#8211; <\/strong>A atmosfera em volta de uma superterra foi analisada pela primeira vez usando os telesc\u00f3pios do ESO. O planeta, que \u00e9 conhecido por GJ 1214b, foi estudado \u00e0 medida que passava em frente da estrela-m\u00e3e e parte da luz atravessou a atmosfera do mundo alien\u00edgena. A atmosfera \u00e9 formada por \u00e1gua na forma de vapor ou nuvens.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/09-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"O sistema planet\u00e1rio mais rico\" width=\"662\" height=\"372\" \/><\/p>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/09-620-original.jpeg?1402459771\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pNJcp\/09-620-original.jpeg?1402459771\" data-titulo=\"O sistema planet\u00e1rio mais rico\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>O sistema planet\u00e1rio mais rico<\/h3>\n<p><strong>Agosto de 2010 &#8211;<\/strong> Astr\u00f4nomos usando telesc\u00f3pios do ESO descobriram um sistema planet\u00e1rio contendo pelo menos cinco planetas orbitando uma estrela parecida com o Sol chamada HD 10180. Os cientistas encontraram evid\u00eancias de que mais dois planetas estariam presentes, um dos quais teria a menor massa j\u00e1 encontrada. Al\u00e9m disso, a equipe encontrou pistas de que as dist\u00e2ncias dos planetas at\u00e9 a estrela seguem um padr\u00e3o, como visto no Sistema Solar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0246\/pe6Cx\/10-620-original.jpeg?1402459771\" alt=\"Movimenta\u00e7\u00e3o estelar da Via L\u00e1ctea\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Movimenta\u00e7\u00e3o estelar da Via L\u00e1ctea<\/h3>\n<p><strong>Abril de 2004 &#8211; <\/strong>Depois de 1.000 noites de observa\u00e7\u00f5es durante 15 anos em telesc\u00f3pios do ESO, astr\u00f4nomos determinaram o movimento de mais de 14.000 estrelas parecidas com o Sol e que est\u00e3o na vizinhan\u00e7a da nossa estrela. Isso mostrou que a Via L\u00e1ctea leva uma &#8220;vida&#8221; muito mais turbulenta e ca\u00f3tica do que se imaginava.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Observat\u00f3rio do Paranal, localizado no Chile, captou uma nova imagem da constela\u00e7\u00e3o austral do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17482,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/constelacao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Observat\u00f3rio do Paranal, localizado no Chile, captou uma nova imagem da constela\u00e7\u00e3o austral do","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17479"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17479"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17479\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17482"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}