{"id":17241,"date":"2015-03-09T10:00:37","date_gmt":"2015-03-09T10:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=17241"},"modified":"2015-03-08T21:56:31","modified_gmt":"2015-03-08T21:56:31","slug":"paraiba-e-o-2o-estado-que-menos-consome-carne-gordurosa-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/paraiba-e-o-2o-estado-que-menos-consome-carne-gordurosa-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Para\u00edba \u00e9 o 2\u00ba estado que menos consome carne gordurosa, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-17242\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/paraiba.html\">Para\u00edba<\/a> \u00e9 o 2\u00ba estado brasileiro que menos consome carne gordurosa no Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Cerca de 28,2% dos paraibanos consomem carne com gordura, perdendo apenas para o <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/amazonas.html\">Amazonas<\/a>, onde apenas 21,9% da popula\u00e7\u00e3o consome o alimento. No geral,\u00a037,2% dos brasileiros comem carne gordurosa. A pesquisa foi feita entre pessoas com 18 anos ou mais.<\/p>\n<p>Para o nutricionista esportivo Artur Caminha, a posi\u00e7\u00e3o da Para\u00edba \u00e9 bem satisfat\u00f3ria. &#8220;Este \u00e9 um dado important\u00edssimo e traz muitos benef\u00edcios a n\u00f3s paraibanos. Pode-se evitar assim in\u00fameros problemas como baixo n\u00edvel do colesterol bom, press\u00e3o alta, triglicer\u00eddeos elevados, glicose no sangue elevada e aumento da gordura abdominal\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O IBGE ainda diz que 18% dos paraibanos consomem a quantidade recomendada de hortali\u00e7as e frutas e quanto mais jovem o paraibano, mais ele come a quantidade adequada destes produtos. \u201cAl\u00e9m de ricas em vitaminas, minerais e fibras, as hortali\u00e7as tamb\u00e9m protegem contra doen\u00e7as cr\u00f4nico-degenerativas como diabetes, v\u00e1rios tipos de c\u00e2ncer e doen\u00e7as cardio-vasculares. Elas devem ser consumidas diariamente\u201d, completa o nutricionista.<\/p>\n<p>A pesquisa ainda alerta para a quantidade de pessoas que bebem refrigerante regularmente. Segundo o IBGE, 13,6% dos paraibanos tomam refrigerante pelo menos cinco vezes durante uma semana. A quantidade maior fica entre os homens, que 15,6% consomem a bebida e 11,9% das mulheres. Entre todos os brasileiros,\u00a023,4% bebem refrigerante regularmente.<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">S\u00e3o por volta de 12 a 13 colheres de a\u00e7\u00facar em uma lata de 350ml de refrigerante ou de sucos industrializados.&#8221;<\/div>\n<div class=\"autor\">Artur Caminha,<br \/>\nnutricionista<\/div>\n<\/div>\n<p>Artur Caminha faz um alerta sobre o consumo de refrigerantes e bebidas insdustrializadas. \u201cS\u00e3o por volta de 12 a 13 colheres de a\u00e7\u00facar em uma lata de 350ml de refrigerante ou de sucos industrializados. Al\u00e9m de todas as outras subst\u00e2ncias que fazem mal ao nosso organismo que est\u00e3o contidas nestas bebidas. Por isso \u00e9 bom ficar atento ao consumo\u201d, disse.<\/p>\n<p>A jovem Bianca Duarte, natural da cidade <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/cidade\/esperanca-pb.html\">Esperan\u00e7a<\/a>, Agreste da Para\u00edba, foi radical em rela\u00e7\u00e3o a seus habitos alimentares. Ela \u00e9 vegetariana e h\u00e1 mais de um ano n\u00e3o toma refrigerante. \u201cTudo come\u00e7ou quando eu soube que tinha gastrite. Por causa da dieta, eu tinha que evitar tomar refrigerantes e me senti bem assim. Mesmo sem fazer a dieta, continuei sem beber. Desde janeiro de 2014 que eu n\u00e3o tomo\u201d, contou.<\/p>\n<p>Bianca ainda diz que pesquisar sobre o assunto a ajudou muito. Ela leu que refrigerante cont\u00e9m muito a\u00e7\u00facar e pode causar diversas doen\u00e7as, como hipertens\u00e3o arterial, c\u00e2ncer e osteoporose. A jovem tamb\u00e9m conta que n\u00e3o come chocolate e nem carne h\u00e1 cinco meses e faz exerc\u00edcios pelo menos quatro vezes na semana. A esperancense \u00e9 apaixonada por bicicleta e corrida. \u201cTudo isso me faz sentir mais leve. Percebo uma melhora no meu corpo e no meu bem-estar\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A estudante n\u00e3o faz parte, portanto, de outro dado revelado pelo estudo do IBGE, que indica que 20,4% da popula\u00e7\u00e3o da Para\u00edba consome alimentos doces regularmente, \u00edndice abaixo do nacional de 21,7% da quantidade de brasileiros. Por outro lado, 81,2% dos paraibanos comem feij\u00e3o no dia-a-dia, resultado tamb\u00e9m melhor que a m\u00e9dia brasileira, que \u00e9 de\u00a071,9%.<\/p>\n<p><strong>Atividade f\u00edsica<\/strong><br \/>\nOutro dado que a pesquisa traz \u00e9 que 19,4% dos paraibanos praticam o n\u00edvel recomendado de atividade f\u00edsica durante o lazer. Esse \u00e9 o 3\u00ba pior resultado do Nordeste, onde o n\u00famero \u00e9 de 22,3%. No Brasil, 22,5% pratica o recomendado. \u00c9 indicado que se fa\u00e7a, pelo menos, 150 minutos semanais de atividade f\u00edsica de intensidade leve ou moderada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Para\u00edba \u00e9 o 2\u00ba estado brasileiro que menos consome carne gordurosa no Brasil, de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17242,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pesquisa_ibge.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A Para\u00edba \u00e9 o 2\u00ba estado brasileiro que menos consome carne gordurosa no Brasil, de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17241"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17241"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17241\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17242"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}