{"id":15636,"date":"2015-02-09T15:00:51","date_gmt":"2015-02-09T15:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=15636"},"modified":"2015-02-08T20:55:40","modified_gmt":"2015-02-08T20:55:40","slug":"projeto-avalia-sustentabilidade-da-agricultura-em-solos-no-bioma-cerrado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/projeto-avalia-sustentabilidade-da-agricultura-em-solos-no-bioma-cerrado\/","title":{"rendered":"Projeto avalia sustentabilidade da agricultura em solos no bioma Cerrado"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-15637\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma equipe de pesquisadores da Embrapa viajou pelo norte de Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso, durante abril de 2013 e agosto a setembro de 2014, a fim de avaliar a sustentabilidade da agricultura intensiva, em solos de textura leve, no bioma Cerrado.<\/p>\n<p>O projeto, liderado pela Embrapa Solos (Rio de Janeiro, RJ), apresenta objetivos espec\u00edficos como subsidiar o planejamento de uso e o manejo sustent\u00e1vel dos solos de textura leve; avaliar o impacto de sistemas produtivos no solo e na \u00e1gua nas \u00e1reas de estudo; transferir m\u00e9todos e t\u00e9cnicas de levantamento de solos a t\u00e9cnicos das regi\u00f5es estudadas e tamb\u00e9m transferir aos produtores as boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas para solos de textura leve.<\/p>\n<p>Um dos planos de a\u00e7\u00e3o aborda os atributos f\u00edsicos do solo, inclusive com an\u00e1lise de infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua feita com chuva simulada. Essas atividades s\u00e3o executadas na Chapada Ga\u00facha (Norte de Minas), Guara\u00ed (Tocantins) e Campo Verde (Mato Grosso).<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador Manoel Dornelas, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguari\u00fana, SP), para isso foi usado um simulador de chuvas desenvolvido por ele, que permite avaliar a taxa constante de infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua no solo, a forma\u00e7\u00e3o de crosta pelo impacto das gotas de chuva, o tempo de empo\u00e7amento da \u00e1gua na superf\u00edcie, bem como perdas por eros\u00e3o. O equipamento tamb\u00e9m permite o controle da intensidade de chuva.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o principal da Chapada Gaucha \u00e9 a semente de braqui\u00e1ria, como mostra a foto da m\u00e1quina de colheita e beneficiamento da semente no campo de uma das fazendas.<\/p>\n<p>O que parece ser fuma\u00e7a escura \u00e9 na verdade a terra sendo soprada sobre um sistema de peneiras para separar as sementes. A m\u00e1quina funciona com um complexo de vassouras rotativas que varrem as sementes e a terra para dentro da m\u00e1quina, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>O que chamou muito a aten\u00e7\u00e3o foi a produ\u00e7\u00e3o de massa seca de braqui\u00e1ria, em torno de 20 toneladas por hectare, a qual \u00e9 simplesmente queimada. A regi\u00e3o n\u00e3o tem tradi\u00e7\u00e3o de engorda de bois e segundo os propriet\u00e1rios, eles n\u00e3o tem o que fazer com tanto capim, diz Dornelas.<\/p>\n<p>Alguns est\u00e3o tentado deixar o capim espalhado sobre a terra por alguns anos, na tentativa de aumentar o teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo (veja foto). O que se nota nos testes de infiltra\u00e7\u00e3o \u00e9 que o material em decomposi\u00e7\u00e3o acaba criando uma camada de baixa permeabilidade na superf\u00edcie do solo. Para se ter ideia, na \u00e1rea de plantio direto com soja obteve-se uma taxa constante de infiltra\u00e7\u00e3o de 13,8mm\/h, enquanto com capim em decomposi\u00e7\u00e3o a taxa foi de 1,5mm\/h, explica o pesquisador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipe de pesquisadores da Embrapa viajou pelo norte de Minas Gerais, Tocantins e Mato<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15637,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/solos_cerrado.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma equipe de pesquisadores da Embrapa viajou pelo norte de Minas Gerais, Tocantins e Mato","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15636"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15636\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15637"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}