{"id":15395,"date":"2015-02-05T17:58:00","date_gmt":"2015-02-05T17:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=15395"},"modified":"2015-02-05T17:58:00","modified_gmt":"2015-02-05T17:58:00","slug":"macauba-pode-ser-alternativa-para-bioquerosene-e-solucao-para-pastagens-degradadas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/macauba-pode-ser-alternativa-para-bioquerosene-e-solucao-para-pastagens-degradadas-no-brasil\/","title":{"rendered":"Maca\u00faba pode ser alternativa para bioquerosene e solu\u00e7\u00e3o para pastagens degradadas no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-15397\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>Uma planta muito comum em grande parte do Brasil pode se transformar na mais nova fonte de energia limpa para a avia\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>Grandes empresas a\u00e9reas internacionais est\u00e3o em busca de alternativas para o querosene que move as turbinas e a maca\u00faba pode ser a solu\u00e7\u00e3o. Os problemas para transformar uma planta r\u00fastica em um \u00f3timo neg\u00f3cio para agricultores n\u00e3o existem mais. Pesquisas desenvolvidas na Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV) fecham a cadeia produtiva da maca\u00faba que, agora, est\u00e1 pronta para se transformar no novo ouro verde do Brasil. E Minas Gerais pode estar \u00e0 frente do neg\u00f3cio, aproveitando \u00e1reas de pastagens degradadas para cultivo agrosilvopastoril.<\/p>\n<p>A UFV est\u00e1 participando da plataforma de bioquerosene de Minas Gerais e de reuni\u00f5es com empresas a\u00e9reas comprometidas em reduzir, pela metade, a emiss\u00e3o de gases do efeito estufa at\u00e9 2020. As tecnologias que visam utilizar materiais mais leves para a constru\u00e7\u00e3o de aeronaves e reduzir o gasto de abastecimento t\u00eam um limite; por isso, as empresas querem combust\u00edveis renov\u00e1veis e que n\u00e3o fa\u00e7am competi\u00e7\u00e3o com alimentos como a soja e a cana, por exemplo. \u201cEntre todas as outras op\u00e7\u00f5es, a maca\u00faba promete ser a vedete do bioquerosene, n\u00e3o apenas pela qualidade do \u00f3leo, mas, tamb\u00e9m, por ser uma planta totalmente aproveit\u00e1vel do ponto de vista comercial\u201d, afirma o professor S\u00e9rgio Motoike, coordenador da equipe de pesquisadores da maca\u00faba na UFV.<\/p>\n<p>A maca\u00faba \u00e9 uma palmeira oleaginosa presente em quase todo o territ\u00f3rio brasileiro, mas \u00e9 em Minas Gerais que est\u00e3o concentradas as popula\u00e7\u00f5es mais produtivas. A planta \u00e9 r\u00fastica, facilmente adapt\u00e1vel e j\u00e1 muito conhecida por agricultores. \u00c9 comum ver os frutos serem comidos pelo gado ou por pessoas interessadas na am\u00eandoa da planta, que tem cheiro doce e gosto de coco.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/images\/Fotos\/2015\/Fevereiro\/Tecnologia\/Biotecnologia\/palmeira%20de%20maca%C3%BAba.JPG\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"957\" \/><br \/>\nH\u00e1 algumas d\u00e9cadas, era comum pa\u00edses como Paraguai e Brasil colherem a maca\u00faba para retirar o \u00f3leo e fazer sab\u00e3o. O problema, como explica o professor Motoike, era o dif\u00edcil cultivo comercial da planta, porque a taxa de germina\u00e7\u00e3o das sementes era muito baixa e havia pouco conhecimento agron\u00f4mico para melhorar a produtividade e as t\u00e9cnicas de colheita e processamento da planta. Estes problemas n\u00e3o existem mais. A equipe do Departamento de Fitotecnia da UFV estuda todo o processo produtivo da maca\u00faba h\u00e1 mais de dez anos e j\u00e1 tem dominado todo o conhecimento necess\u00e1rio para que a maca\u00faba se torne uma alternativa comercialmente vi\u00e1vel para o Brasil.<\/p>\n<p>Da semente \u00e0 colheita<\/p>\n<p>A UFV sedia, hoje, um grande banco de germoplasma da maca\u00faba, provavelmente o maior do mundo, onde est\u00e3o sementes e mudas de diversas variedades da planta do Brasil e de pa\u00edses latino-americanos. Segundo o professor Motoike, as sementes r\u00fasticas s\u00e3o usadas para fazer o melhoramento gen\u00e9tico da planta, criando variedades mais produtivas e resistentes \u00e0s pragas e adapt\u00e1veis aos diferentes climas e ambientes.<\/p>\n<p>Transformar uma planta selvagem como a maca\u00faba em planta agr\u00edcola domesticada requer um trabalho coordenado das diversas \u00e1reas da agronomia. O problema da germina\u00e7\u00e3o das sementes foi resolvido h\u00e1 muito tempo. Tanto que a UFV det\u00e9m a patente do processo comercial de germina\u00e7\u00e3o, desenvolvido pela equipe do professor Motoike, em 2007, e j\u00e1 usado por empresas produtoras de mudas.<\/p>\n<p>Depois de garantir mudas de qualidade, era preciso cuidar dos tratos agron\u00f4micos da planta. Essa tem sido a tarefa do professor Leonardo Pimentel que j\u00e1 desenvolveu pesquisas capazes de definir a melhor forma de plantio, espa\u00e7amento entre plantas e fileiras, exig\u00eancias nutricionais para aduba\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o das principais doen\u00e7as que podem afetar um plantio comercial. Um p\u00e9 de maca\u00faba demora quatro anos para produzir frutos. A planta \u00e9 perene e, bem adubada, produz por muitos anos. O plantio comercial pode comportar mais de 400 plantas por hectare. Com as novas tecnologias dispon\u00edveis, a expectativa \u00e9 de uma colheita de 25 mil quilos de maca\u00faba por hectare, o que gera cinco mil quilos de \u00f3leo por ano.<\/p>\n<p>As pesquisas t\u00eam sido feitas com o apoio financeiro da Petrobr\u00e1s, que tem interesse na planta para produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. Outras empresas europeias tamb\u00e9m est\u00e3o de olho na maca\u00faba. Para conhecer os avan\u00e7os que as pesquisas da equipe de Vi\u00e7osa j\u00e1 alcan\u00e7aram, o Laborat\u00f3rio de P\u00f3s-colheita da maca\u00faba na UFV recebe estudantes de v\u00e1rios pa\u00edses. Mas o professor S\u00e9rgio Motoike quer mesmo que a planta fa\u00e7a sucesso no Brasil, transformando-se em uma fonte de renda, sobretudo para pequenos agricultores.\u00a0 \u201cA maca\u00faba \u00e9 100% aproveit\u00e1vel e tem potencial para ser uma cultura ambientalmente sustent\u00e1vel. Temos certeza de que \u00e9 um investimento muito interessante\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p>Mil e uma utilidades<\/p>\n<p>O que a ind\u00fastria quer da maca\u00faba \u00e9 o \u00f3leo para fabrica\u00e7\u00e3o de biodiesel e bioquerosene, mas os produtores t\u00eam outros atrativos para otimizar a cultura. Internamente, a maca\u00faba produz dois \u00f3leos de qualidades diferentes. O da am\u00eandoa, bem no centro do fruto e em menor quantidade, \u00e9 parecido com o \u00f3leo de coco ou de dend\u00ea. \u00c9 perfumado, palat\u00e1vel e pode ser usado tanto na alimenta\u00e7\u00e3o quanto na ind\u00fastria cosm\u00e9tica. At\u00e9 o endocarpo, que \u00e9 a parte que envolve a am\u00eandoa para proteger a semente e separa as duas fontes de \u00f3leos, pode ser aproveitada. Ela \u00e9 escura e semelhante \u00e0 madeira, por ser muito dura e dif\u00edcil de ser quebrada. Por isso, vem sendo utilizada com sucesso como carv\u00e3o vegetal ativado, com alto poder calor\u00edfico e fuma\u00e7a livre de emiss\u00f5es t\u00f3xicas. Ele tamb\u00e9m \u00e9 aproveit\u00e1vel para produ\u00e7\u00e3o de filtros e reten\u00e7\u00e3o de impurezas.<\/p>\n<p>J\u00e1 o \u00f3leo para biocombust\u00edvel \u00e9 extra\u00eddo da parte mole, o mesocarpo, que precisa ser processado de maneira correta para melhor aproveitamento do \u00f3leo. O que sobra da extra\u00e7\u00e3o pode ser mo\u00eddo e virar farinha, tanto para alimenta\u00e7\u00e3o humana como para ra\u00e7\u00e3o animal, porque \u00e9 palat\u00e1vel e n\u00e3o possui toxidez. A equipe da UFV j\u00e1 computou a produtividade de cada um dos subprodutos da maca\u00faba para estimular o plantio e os resultados s\u00e3o muito interessantes do ponto de vista comercial.<\/p>\n<p>Mas por que os produtores rurais ainda n\u00e3o tinham se rendido aos encantos financeiros da maca\u00faba? Por tr\u00eas motivos, segundo o professor S\u00e9rgio Motoike. O primeiro deles era a falta de interesse de uma ind\u00fastria de grande porte e uma aplica\u00e7\u00e3o concreta a longo prazo, como \u00e9 o caso do bioquerosene sustent\u00e1vel para avia\u00e7\u00e3o. Segundo, porque faltavam pesquisas s\u00f3lidas de toda a cadeia produtiva capazes de dar respostas aos agricultores. E, por \u00faltimo, porque a maca\u00faba apresentava um problema que tamb\u00e9m j\u00e1 foi resolvido pela equipe da UFV. \u00c9 que, no extrativismo, como ainda acontece hoje em dia, os cocos da maca\u00faba caem no ch\u00e3o e s\u00e3o comidos pelo gado. Os produtores esperam que caiam em grandes quantidades para vend\u00ea-los \u00e0 ind\u00fastria de sab\u00e3o. Ca\u00eddos em dias diferentes e em contato com a umidade do solo, os cocos apodrecem e o \u00f3leo rancifica e escurece, perdendo todo o interesse comercial. Rancificado, a ind\u00fastria de biocombust\u00edvel tamb\u00e9m iria rejeitar o \u00f3leo.<\/p>\n<p>\u201cAs vantagens da maca\u00faba s\u00f3 fazem sentido se houver log\u00edstica de colheita e o processo de extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo for comercial\u201d, afirma o professor Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Grossi, respons\u00e1vel pelas pesquisas em p\u00f3s-colheita e de qualidade dos \u00f3leos da maca\u00faba.<\/p>\n<p>Ele explica que a planta demora de 12 a 14 meses para formar completamente os frutos. Experi\u00eancias com melhoramento gen\u00e9tico j\u00e1 ampliaram o tempo em que o fruto fica aderido \u00e0 planta, evitando a ca\u00edda precoce e o apodrecimento. Outros estudos permitiram melhorar a tecnologia para armazenamento dos frutos e retardar a rancifica\u00e7\u00e3o dos \u00f3leos. \u201cA maca\u00faba produz um horm\u00f4nio que faz com que a matura\u00e7\u00e3o continue depois da colheita e j\u00e1 temos conhecimento para interferir neste processo\u201d, diz o professor Grossi. \u201cA boa not\u00edcia \u00e9 que a t\u00e9cnica desenvolvida pela equipe da UFV, al\u00e9m de retardar o apodrecimento, tamb\u00e9m aumentou em 20% o teor de \u00f3leo na maca\u00faba. Temos que dar mais tempo pra a ind\u00fastria processar este \u00f3leo. A safra normalmente vai de novembro a fevereiro, mas, com a ajuda do banco de germoplasma e do melhoramento gen\u00e9tico, vamos ter frutos maduros em outras \u00e9pocas do ano tamb\u00e9m\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p>Uma alternativa para \u00e1reas degradadas de pastagens<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/images\/Fotos\/2015\/Fevereiro\/Tecnologia\/Biotecnologia\/cons%C3%B3rcio%20maca%C3%BAba%20e%20pastagem.JPG\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"957\" \/><\/p>\n<p>A sustentabilidade ambiental dos plantios comerciais \u00e9 outro fator que anima pesquisadores e empres\u00e1rios. Isso porque a maca\u00faba se adapta muito bem a plantios consorciados, sobretudo em \u00e1reas de pastagem. \u201cHoje, o Brasil tem 160 milh\u00f5es de hectares de terra usada para pastagem. S\u00f3 em Minas Gerais, 40% desta \u00e1rea est\u00e1 degradada pelo mau uso do solo. A emiss\u00e3o de gases do efeito estufa causada pela eructa\u00e7\u00e3o bovina \u00e9 outro problema ambiental grave. Precisamos transformar isso em oportunidade\u201d, diz o professor Motoike.<\/p>\n<p>A proposta da equipe do Departamento de Fitotecnia da UFV \u00e9 estimular a produ\u00e7\u00e3o agrosilvopastoril, ou seja, o cons\u00f3rcio de plantas e animais numa mesma \u00e1rea. Primeiro, \u00e9 preciso recuperar os solos degradados pelas pastagens com aduba\u00e7\u00e3o correta e realizar o plantio das palmeiras. Em tr\u00eas anos, as plantas crescem o suficiente para n\u00e3o serem comidas pelo gado. \u201cA arquitetura da palmeira permite esse arranjo\u201d, explica o professor Motoike.<\/p>\n<p>As folhas n\u00e3o sombreiam o sub-bosque e deixam passar uma quantidade ideal para crescimento de pastagens como a braqui\u00e1ria. Al\u00e9m disso, as plantas fazem sombra, melhorando a ambi\u00eancia para o gado. \u201c\u00c9 uma agricultura de dois andares\u201d, brinca o professor S\u00e9rgio. Neste caso, a implanta\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio deve ser gradual, come\u00e7ando com um ter\u00e7o da \u00e1rea para dar tempo de as plantas crescerem e os solos se recuperarem. Outras plantas, como o dend\u00ea, com dossel mais denso, n\u00e3o permitem o cons\u00f3rcio.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um sistema fechado\u201d, diz o professor. \u201cNossa proposta n\u00e3o \u00e9 usar \u00e1reas destinadas a alimentos e sim aproveitar e recuperar \u00e1reas degradadas. Se a soja, por exemplo, ocupa \u00e1reas de pastagem, empurra a bovinocultura para a Floresta Amaz\u00f4nica. No sistema da maca\u00faba, a conviv\u00eancia \u00e9 saud\u00e1vel numa mesma \u00e1rea antes degradada. Temos que criar um ambiente mais saud\u00e1vel para a pecu\u00e1ria em cons\u00f3rcio\u201d. As pesquisas tamb\u00e9m est\u00e3o estudando o cons\u00f3rcio da maca\u00faba com plantios de feij\u00e3o.<\/p>\n<p>A equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Vi\u00e7osa j\u00e1 possui dezenas de trabalhos publicados sobre cultivo e p\u00f3s-colheita da maca\u00faba que est\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de produtores e empres\u00e1rios interessados em conhecer melhor os benef\u00edcios da planta. Os professores tamb\u00e9m est\u00e3o participando de reuni\u00f5es com o setor produtivo para apresentar os resultados das pesquisas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma planta muito comum em grande parte do Brasil pode se transformar na mais nova<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15397,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/macauba.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma planta muito comum em grande parte do Brasil pode se transformar na mais nova","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15395"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15395"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15395\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15397"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15395"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15395"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15395"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}