{"id":15339,"date":"2015-02-04T15:00:47","date_gmt":"2015-02-04T15:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=15339"},"modified":"2015-02-03T22:29:55","modified_gmt":"2015-02-03T22:29:55","slug":"animais-peconhentos-reconheca-os-sintomas-da-picada-e-aprenda-o-tratamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/animais-peconhentos-reconheca-os-sintomas-da-picada-e-aprenda-o-tratamento\/","title":{"rendered":"Animais pe\u00e7onhentos: reconhe\u00e7a os sintomas da picada e aprenda o tratamento"},"content":{"rendered":"<p class=\"textoCorrido \"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-15340\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>Animais pe\u00e7onhentos s\u00e3o aqueles que produzem veneno e s\u00e3o capazes de inocular o veneno por meio de estruturas pr\u00f3prias (dente, ferr\u00e3o, aguilh\u00e3o, cerdas) para fins de ca\u00e7a ou defesa pr\u00f3pria. Cobras, aranhas, escorpi\u00f5es, lacraias, taturanas, vespas, formigas, abelhas e marimbondos s\u00e3o exemplos dessa categoria. Estima-se que ocorram anualmente no Brasil cerca de 26.000 casos de acidentes com serpentes, 21.000 com aranhas e 39.000 com escorpi\u00f5es, havendo mortes relacionadas a esse tipo de acidente ou sequelas f\u00edsicas graves.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">\u00a0Todo territ\u00f3rio nacional apresenta animais pe\u00e7onhentos, o que varia entre as regi\u00f5es \u00e9 o tipo e o grupo de animal encontrado, mas lembrando que \u00e1reas de mata fechada ou caatinga s\u00e3o mais propensas a ter serpentes, enquanto que \u00e1reas de terrenos baldios com presen\u00e7a de entulhos s\u00e3o mais prop\u00edcios a ter a presen\u00e7a de escorpi\u00e3o ou aranhas. Apesar de parecerem assustadoras para algumas pessoas, esses animais tem uma importante fun\u00e7\u00e3o dentro do ecossistema em que vivem. Dessa forma temos que evitar o acidente com esses animais e n\u00e3o os matar de forma indiscriminada.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido publicidadeTeAds\">Os principais sinais e sintomas iniciais p\u00f3s-acidente s\u00e3o a dor (podendo ou n\u00e3o ter a marca da picada), vermelhid\u00e3o, incha\u00e7o, hematoma (pele fica de cor roxa) e forma\u00e7\u00e3o de bolhas no local. Esses achados podem evoluir para formas mais graves e a dor pode passar a ser muito forte. Depois dessa primeira fase, dependendo do local do corpo afetado e do animal em quest\u00e3o, sintomas mais graves podem aparecer, como hemorragias importantes, perda da for\u00e7a muscular e queda da press\u00e3o arterial.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">As principais condutas frente a uma suspeita de acidente com animal pe\u00e7onhento \u00e9 acalmar a v\u00edtima, n\u00e3o deixar que ela se movimente muito, elevar o membro atingido, lavar o ferimento com \u00e1gua e sab\u00e3o, chamar socorro m\u00e9dico ou levar a pessoa acidentada ao hospital mais pr\u00f3ximo ou a um centro especializado em atendimento de acidentes com animais pe\u00e7onhentos (como \u00e9 o Instituto Butant\u00e3 aqui na cidade de S\u00e3o Paulo). Ofere\u00e7a muita \u00e1gua para a v\u00edtima do acidente.<\/p>\n<h3>N\u00e3o pise na bola<\/h3>\n<figure class=\"right\"><img class=\"img-responsive\" src=\"http:\/\/images3.minhavida.com.br\/imagensConteudo\/17463\/aranha_17463_41982.jpg\" alt=\"aranha no pote - Getty Images\" \/><figcaption>Transportar o inseto at\u00e9 o hospital pode ajudar na identifica\u00e7\u00e3o e tratamento da picada<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"textoCorrido \">Os principais erros envolvidos no tratamento de picadas de animais pe\u00e7onhentos s\u00e3o interven\u00e7\u00f5es inadequadas como torniquete (amarrar o local), sugar o ferimento com a boca, cortar o local afetado e uso de subst\u00e2ncias\u00a0 contaminadas no local da picada (como por exemplo: p\u00f3 de caf\u00e9, teia de aranha, urina, terra). Se poss\u00edvel e n\u00e3o houver perigo, leve o animal envolvido no acidente em transporte adequado para que seja feito seu reconhecimento em local especializado. Isso facilita o diagn\u00f3stico e tratamento da v\u00edtima.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">O tratamento consiste em caracterizar o tipo de acidente e o animal envolvido, realizar medica\u00e7\u00f5es para dor, hidrata\u00e7\u00e3o e administrar precocemente o antiveneno. Quanto mais cedo for administrado o antiveneno, melhor o progn\u00f3stico do paciente, por isso que a procura de um servi\u00e7o de sa\u00fade deve ser a mais r\u00e1pida poss\u00edvel.<\/p>\n<h3>Preven\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">A melhor forma de evitar acidentes \u00e9 adotar medidas de preven\u00e7\u00e3o. Por isso, se recomenda manter a casa e a \u00e1rea ao redor limpas, uma vez que o lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais. Tamb\u00e9m \u00e9 importante ficar atento \u00e0 limpeza de arm\u00e1rios, j\u00e1 que ambientes escuros e \u00famidos servem de esconderijos para aranhas e escorpi\u00f5es. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodap\u00e9, al\u00e9m de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos, s\u00e3o outras formas de evitar a presen\u00e7a dos animais pe\u00e7onhentos. Moradores de \u00e1rea rural e trabalhadores da agricultura e turistas n\u00e3o podem deixar de usar luvas e botas de cano alto e cal\u00e7a ao entrar em regi\u00f5es de matas ou planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Animais pe\u00e7onhentos s\u00e3o aqueles que produzem veneno e s\u00e3o capazes de inocular o veneno por<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15340,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/animais_pesonhentos.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Animais pe\u00e7onhentos s\u00e3o aqueles que produzem veneno e s\u00e3o capazes de inocular o veneno por","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15339"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15339"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15339\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15340"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}