{"id":152407,"date":"2021-08-28T11:36:25","date_gmt":"2021-08-28T14:36:25","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=152407"},"modified":"2021-09-03T15:55:52","modified_gmt":"2021-09-03T18:55:52","slug":"satelites-comprovam-que-terras-indigenas-sao-as-mais-preservadas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/satelites-comprovam-que-terras-indigenas-sao-as-mais-preservadas-do-brasil\/","title":{"rendered":"Sat\u00e9lites comprovam que terras ind\u00edgenas s\u00e3o as mais preservadas do Brasil"},"content":{"rendered":"<p class=\"td-post-sub-title\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/satelites-comprovam-que-terras-indigenas-sao-as-mais-preservadas-do-brasil\/amazonia-107\/\" rel=\"attachment wp-att-152408\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-152408\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Levantamento do MapBiomas revela que entre 1985 e 2020 a \u00e1rea de agropecu\u00e1ria cresceu em 5 dos 6 biomas brasileiros<\/p>\n<div class=\"td-module-meta-info\">\n<p>Apenas 1,6% da perda de Florestas e Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa no Brasil entre 1985 e 2020 ocorreu em terras ind\u00edgenas. O dado prov\u00e9m da an\u00e1lise de imagens de sat\u00e9lite desse per\u00edodo desenvolvida pela equipe de pesquisadores do MapBiomas utilizando recursos de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p><strong>Nesses 36 anos, os territ\u00f3rios ind\u00edgenas j\u00e1 demarcados ou aguardando demarca\u00e7\u00e3o foram os que mais preservaram suas caracter\u00edsticas originais, comprovando o valioso servi\u00e7o que essas comunidades prestam ao Brasil.<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-center\"><p>\u201cSE QUEREMOS TER CHUVA PARA ABASTECER OS RESERVAT\u00d3RIOS QUE PROV\u00caM ENERGIA E \u00c1GUA POT\u00c1VEL PARA CONSUMIDORES, IND\u00daSTRIA E O AGRONEG\u00d3CIO, PRECISAMOS PRESERVAR A FLORESTA AMAZ\u00d4NICA. E AS IMAGENS DE SAT\u00c9LITE N\u00c3O DEIXAM D\u00daVIDAS: QUEM MELHOR FAZ ISSO S\u00c3O OS IND\u00cdGENAS.\u201d<\/p>\n<p><cite>Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>Em junho, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia publicou a cole\u00e7\u00e3o \u201cPovos Tradicionais e Biodiversidade: Contribui\u00e7\u00f5es dos povos ind\u00edgenas, quilombolas e comunidades tradicionais para a biodiversidade, pol\u00edticas e amea\u00e7as\u201d, que mostra a efetividade das terras ind\u00edgenas, unidades de conserva\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rios quilombolas para conter o desmatamento no Brasil.<\/p>\n<p>Os pesquisadores Antonio Oviedo (ISA) e Juan Doblas (Inpe), comprova que as Terras Ind\u00edgenas s\u00e3o os territ\u00f3rios tradicionais que mais preservam a floresta.\u00a0<strong>Confira a mat\u00e9ria completa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/pt-br\/noticias-socioambientais\/estudo-comprova-que-terras-indigenas-barram-desmatamento-e-sao-essenciais-para-manter-a-floresta-em-pe\">AQUI<\/a>.<\/strong><\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-97923 lazy loaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1024x683.jpg?x52381\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-150x100.jpg 150w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-630x420.jpg 630w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza.jpg 1200w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1024x683.jpg?x52381\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-150x100.jpg 150w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza-630x420.jpg 630w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/indigenas-natureza.jpg 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-was-processed=\"true\" \/><figcaption>Ind\u00edgenas no territ\u00f3rio Uru-Eu_Wau-Wau, em Rond\u00f4nia. Foto: Gabriel Uchida | Kanind<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<h3 id=\"h-pecu-ria-e-soja\"><strong>Pecu\u00e1ria e soja<\/strong><\/h3>\n<p>Se os territ\u00f3rios ind\u00edgenas permaneceram quase intactos nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o mesmo n\u00e3o se pode dizer do resto do Brasil. O crescimento da \u00e1rea ocupada por atividades agropecu\u00e1rias entre 1985 e 2020 foi de 44,6%. Juntas, agricultura e pecu\u00e1ria ganharam 81,2 milh\u00f5es de hectares no per\u00edodo. Essas atividades cresceram em cinco dos seis biomas brasileiros, com exce\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Nesses 36 anos, a \u00e1rea de plantio de soja e cana alcan\u00e7ou a mesma extens\u00e3o de toda a forma\u00e7\u00e3o campestre do Brasil. A soja j\u00e1 equivale a um Maranh\u00e3o e a cana ocupa o dobro da \u00e1rea urbanizada do pa\u00eds. O padr\u00e3o de expans\u00e3o da agropecu\u00e1ria nesse per\u00edodo \u00e9 o avan\u00e7o das pastagens sobre \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa enquanto a agricultura se expande principalmente sobre \u00e1reas de pastagem.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-82402 lazy loaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato%CC%81rio-carne-greenpeace-2-1024x605.jpg?x52381\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-300x177.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-768x454.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-696x411.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-711x420.jpg 711w\" alt=\"relat\u00f3rio carne JBS\" width=\"640\" height=\"379\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-1024x605.jpg?x52381\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-300x177.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-768x454.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-696x411.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/relato\u0301rio-carne-greenpeace-2-711x420.jpg 711w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-was-processed=\"true\" \/><figcaption>Foto: Ednilson Aguiar<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Com isso a \u00e1rea total de pastagem parou de crescer em meados dos anos 2000 e come\u00e7ou a encolher registrando uma retra\u00e7\u00e3o de 4% de 2005 a 2020, depois de crescer 45% entre 1985 e 2005.<\/p>\n<p>Atualmente, as pastagens representam o principal uso da terra no Brasil, ocupando um quinto do territ\u00f3rio nacional. Elas ser\u00e3o tema de an\u00e1lise mais aprofundada do MapBiomas, em estudo sobre a qualidade das pastagens a ser lan\u00e7ado ainda este ano.<\/p>\n<h4><strong>Distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas verdes \u00e9 desigual<\/strong><\/h4>\n<p>Dos 27 estados da federa\u00e7\u00e3o, 24 perderam vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Os campe\u00f5es s\u00e3o Rond\u00f4nia (-28%), Mato Grosso (-24%) e Maranh\u00e3o (-16%). Apenas dois estados conseguiram manter as \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u2013 ambos na regi\u00e3o Sudeste, principalmente na Mata Atl\u00e2ntica: Rio de Janeiro e Esp\u00edrito Santo. No caso do Rio de Janeiro, houve inclusive um leve crescimento (de 34% em 1985 para 35% em 2020).<\/p>\n<p>A principal cobertura vegetal nativa no Brasil \u00e9 a floresta, que cobre 59,7% do territ\u00f3rio nacional. Mas esse percentual est\u00e1 majoritariamente concentrado na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Ou seja, excluindo-se a Amaz\u00f4nia, o retrato do Brasil \u00e9 bem diferente.<\/p>\n<p>No Pampa, 42,7% do territ\u00f3rio \u00e9 ocupado pela agropecu\u00e1ria. Na Mata Atl\u00e2ntica, a \u00e1rea de agropecu\u00e1ria \u00e9 ainda maior, ocupando dois ter\u00e7os (64,3%) do bioma. Cerrado (44,2%) e Caatinga (35,2%) t\u00eam a terceira e quarta maior ocupa\u00e7\u00e3o por atividades agropecu\u00e1rias.<\/p>\n<h3><strong>\u00c1reas regeneradas<\/strong><\/h3>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-94259 lazy loaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal.jpg?x52381\" sizes=\"(max-width: 922px) 100vw, 922px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal.jpg 922w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal-300x169.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal-150x84.jpg 150w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal-768x432.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/restauracao-florestal-696x392.jpg 696w, 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plantio na propriedade de Jos\u00e9 Fernandes, conectando dois fragmentos de floresta \u2013 Foto: Adriano Gambarini | WWF-Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Uma an\u00e1lise mais detalhada da cobertura e uso de terra no Brasil mostra que os 66,3% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa que as imagens de sat\u00e9lite mostram n\u00e3o correspondem necessariamente a \u00e1reas preservadas. \u201cUma parte significativa passou por processo de degrada\u00e7\u00e3o ou est\u00e1 em regenera\u00e7\u00e3o depois de ter sido desmatada, por isso aprofundar o entendimento destes processos de degrada\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos focos atuais do MapBiomas\u201d, afirma Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas.<\/p>\n<p>\u201cCom a plataforma de monitoramento das cicatrizes de fogo, descobrimos que 57 milh\u00f5es de hectares, ou 11% da floresta existente no Brasil em 2020, pegaram fogo pelo menos uma vez nos \u00faltimos 36 anos\u201d, detalha Ane Alencar, coordenadora do mapeamento do Cerrado e do mapeamento do fogo.<\/p>\n<p>Em outra frente de trabalho, os pesquisadores mapearam as \u00e1reas de regenera\u00e7\u00e3o no Brasil. \u201cA \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria no Brasil superou 45 milh\u00f5es de hectares em 2020, o que representa 8% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa no Brasil\u201d, explica Marcos Rosa, Coordenador T\u00e9cnico do MapBiomas.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-center\"><p>\u201cESSA VEGETA\u00c7\u00c3O SECUND\u00c1RIA TAMB\u00c9M PRECISA SER PROTEGIDA E MONITORADA, ESPECIALMENTE AQUELA NAS FAIXAS DE PROTE\u00c7\u00c3O DOS CORPOS D\u2019\u00c1GUA E NASCENTES, AMPLIANDO A CAPTURA DO CARBONO, AUMENTANDO A QUANTIDADE E QUALIDADE DAS \u00c1GUAS E A RECUPERA\u00c7\u00c3O DOS MANANCIAIS.\u201d<\/p>\n<p><cite>Marcos Rosa, coordenador T\u00e9cnico do MapBiomas.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>O percentual de \u00e1rea natural identificado pelo MapBiomas engloba tamb\u00e9m vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria, ou seja, que j\u00e1 foi destru\u00edda e se recuperou, capturando carbono da atmosfera. \u201cQuando a vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria \u00e9 suprimida, e isso acontece com frequ\u00eancia, n\u00e3o s\u00f3 liberamos mais carbono para a atmosfera como interrompemos o processo de captura\u201d, informa Marcos Rosa, Coordenador T\u00e9cnico do MapBIomas.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-center\"><p>\u201cPARA FAVORECER O CUMPRIMENTO DE NOSSAS METAS CLIM\u00c1TICAS, O BRASIL PRECISA PARAR DE DESMATAR FLORESTAS PRIM\u00c1RIAS E TAMB\u00c9M AS SECUND\u00c1RIAS.\u201d<\/p>\n<p><cite>Marcos Rosa, coordenador T\u00e9cnico do MapBiomas.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>A Cole\u00e7\u00e3o 6 dos Mapas Anuais de Cobertura e Uso da Terra no Brasil foi atualizada e ampliada contando com 25 classes mapeadas (eram 21 da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o) e est\u00e1 dispon\u00edvel gratuitamente para todos os p\u00fablicos a partir de hoje.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-91499 lazy loaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-1024x683.jpg?x52381\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-630x420.jpg 630w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas.jpg 1200w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/indigenas-1024x683.jpg?x52381\" 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Esta plataforma \u00e9 hoje a mais completa, atualizada e detalhada base de dados espaciais de uso da terra em um pa\u00eds dispon\u00edvel no mundo.<\/p>\n<p><strong>Todos os dados, mapas, m\u00e9todo e c\u00f3digos do MapBiomas s\u00e3o disponibilizados de forma p\u00fablica e gratuita no site da iniciativa:\u00a0<a href=\"http:\/\/mapbiomas.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mapbiomas.org<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento do MapBiomas revela que entre 1985 e 2020 a \u00e1rea de agropecu\u00e1ria cresceu em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":152408,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3,1],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/amazonia-3.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Levantamento do MapBiomas revela que entre 1985 e 2020 a \u00e1rea de agropecu\u00e1ria cresceu em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152407"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=152407"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152407\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":152410,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152407\/revisions\/152410"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/152408"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=152407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=152407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=152407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}