{"id":152200,"date":"2021-08-24T13:37:07","date_gmt":"2021-08-24T16:37:07","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=152200"},"modified":"2021-08-24T13:37:09","modified_gmt":"2021-08-24T16:37:09","slug":"periodo-curto-em-engarrafamento-ja-expoe-motorista-a-altas-doses-de-poluicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/periodo-curto-em-engarrafamento-ja-expoe-motorista-a-altas-doses-de-poluicao\/","title":{"rendered":"Per\u00edodo curto em engarrafamento j\u00e1 exp\u00f5e motorista a altas doses de polui\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/periodo-curto-em-engarrafamento-ja-expoe-motorista-a-altas-doses-de-poluicao\/carro-35\/\" rel=\"attachment wp-att-152201\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-152201\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Estudo internacional realizado em dez cidades, incluindo S\u00e3o Paulo, revela que um per\u00edodo relativamente curto em locais de alta concentra\u00e7\u00e3o de polui\u00e7\u00e3o \u00e9 o suficiente para expor motoristas e passageiros de carros a doses significativas de part\u00edculas inal\u00e1veis finas \u2013 aquelas que, por ter di\u00e2metro menor do que 2,5 milion\u00e9simos de metro (MP2,5), conseguem chegar aos alv\u00e9olos pulmonares e causar ainda mais danos ao organismo. Segundo o estudo, portanto, passar pouco tempo em \u00e1reas de engarrafamento j\u00e1 pode ter impacto prejudicial na sa\u00fade.<\/p>\n<p>As cidades com maior rela\u00e7\u00e3o entre tempo de exposi\u00e7\u00e3o e inala\u00e7\u00e3o de poluentes foram Guangzhou, na China, e Adis Abeba, na Eti\u00f3pia. Esses motoristas e passageiros ficaram em \u00e1reas de alta concentra\u00e7\u00e3o de MP2,5 menos de um ter\u00e7o do tempo da rota (26% e 28%, respectivamente), mas inalaram mais da metade (54% e 56%) da quantidade total de part\u00edculas finas inaladas durante toda a viagem. No caso de S\u00e3o Paulo, em 17% do tempo de rota \u2013 aproximadamente oito minutos \u2013, o motorista inalou 35% do total no trajeto.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o a essas part\u00edculas finas, tamb\u00e9m chamadas de aerossol, est\u00e1 entre os dez principais fatores ambientais de risco \u00e0 sa\u00fade, segundo o\u00a0<strong><i>Global Burden of Disease<\/i><\/strong>\u00a02019. No estudo, observou-se que as cidades onde as pessoas foram expostas nos carros a n\u00edveis mais altos desses aeross\u00f3is registraram as maiores taxas de mortalidade por 100 mil passageiros de ve\u00edculos por ano.<\/p>\n<p>Dar-es-Salaam (Tanz\u00e2nia), Blantyre (Malawi) e Daca (Bangladesh) apresentaram as mais altas taxas de mortalidade (respectivamente: 2,46 \u00f3bitos por 100 mil passageiros de carro ao ano; 1,11 e 1,10). J\u00e1 os menores \u00edndices foram detectados em S\u00e3o Paulo, em Medell\u00edn (Col\u00f4mbia) e em Suleim\u00e2nia (Iraque) \u2013 respectivamente: 0,10 morte por 100 mil passageiros de carro ao ano; 0,07 e 0,02.<\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia das rotas variou entre 10 km e 33 km, mas, em cada uma das cidades, o pesquisador utilizou sempre o mesmo trajeto e o mesmo ve\u00edculo. No caso de S\u00e3o Paulo, a rota foi de 12,7 km (cerca de uma hora para ser conclu\u00edda fora do hor\u00e1rio de pico), saindo da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), passando pelo Parque do Ibirapuera e pelas avenidas 23 de Maio e Paulista.<\/p>\n<p>No trabalho, os pesquisadores analisaram um conjunto de dados de concentra\u00e7\u00f5es de PM2,5 medidas durante o trajeto para avaliar a rela\u00e7\u00e3o entre o excesso de poluentes e condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fego, pre\u00e7os de combust\u00edvel, problemas de sa\u00fade e perdas econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Nesse caso, constatou-se que, entre os locais pesquisados, quanto mais baixo o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade maior foi a perda econ\u00f4mica, principalmente em decorr\u00eancia dos encargos com a sa\u00fade. Dar-es-Salaam aparece tamb\u00e9m entre as maiores perdas do PIB, seguida do Cairo (US$ 10,2 milh\u00f5es e US$ 8,9 milh\u00f5es ao ano, respectivamente). O trabalho incluiu ainda dados sobre a cidade de Chennai (\u00cdndia).<\/p>\n<p>A pesquisa foi desenvolvida no \u00e2mbito do projeto\u00a0<i>Clean Air Engineering for Cities<\/i>\u00a0(<strong>CArE-Cities<\/strong>), da Universidade de Surrey (Reino Unido), e os resultados foram publicados na revista\u00a0<i>Environment International<\/i>.<\/p>\n<p>No Brasil, teve a participa\u00e7\u00e3o da professora do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da USP\u00a0<strong>Maria de F\u00e1tima Andrade<\/strong>, que \u00e9 parceira colaboradora do CArE-Cities, da doutoranda\u00a0<strong>Veronika Sassen Brand<\/strong>\u00a0e de\u00a0<strong>Thiago Nogueira<\/strong>.\u00a0Recebeu apoio da FAPESP por meio de tr\u00eas projetos (<strong>16\/18438-0<\/strong>,<strong>\u00a016\/14501-0<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>20\/08505-8<\/strong>).<\/p>\n<p>\u201cAo estudar a exposi\u00e7\u00e3o a aeross\u00f3is no carro em v\u00e1rias cidades diferentes, medidas eficazes de mitiga\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o do ar e orienta\u00e7\u00f5es de melhores pr\u00e1ticas podem ser desenvolvidas, incluindo o uso de \u00f4nibus el\u00e9tricos, de a\u00e7\u00f5es voltadas ao transporte p\u00fablico e para a mobilidade urbana\u201d, escrevem os autores no artigo, que teve a coordena\u00e7\u00e3o-geral do professor Prashant Kumar, diretor-fundador do Centro Global de Pesquisa do Ar Limpo (GCARE) de Surrey.<\/p>\n<p>O trabalho cita a necessidade de dar aten\u00e7\u00e3o a estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o que atendam aos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS), da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, entre eles boa sa\u00fade (ODS 3), energia limpa (ODS 7) e cidades sustent\u00e1veis (ODS 11).<\/p>\n<p>\u201cIdentificando locais de maior tr\u00e1fego e polui\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel desenvolver pol\u00edticas p\u00fablicas dirigidas e mais eficientes para melhorar a qualidade do ar nessas \u00e1reas\u201d, acrescenta Brand, em entrevista \u00e0\u00a0<b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio \u201cCidades Mundiais 2020\u201d, o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat), ao citar epicentros da COVID-19, afirma que \u201ccentros urbanos bem planejados, administrados e financiados ajudam a construir cidades resilientes, com capacidade de se recuperar dos impactos devastadores de pandemias, melhorar a qualidade de vida dos moradores e alavancar a luta contra pobreza, a desigualdade e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a qualidade do ar desempenha importante papel. Mesmo com a pandemia, que reduziu as atividades econ\u00f4micas e deslocamentos em 2020, a polui\u00e7\u00e3o por PM2,5 foi apontada como respons\u00e1vel por cerca de 160 mil mortes nas cinco capitais mais populosas do mundo, de acordo com\u00a0<strong>ferramenta<\/strong>\u00a0desenvolvida pelo Greenpeace e IQAir. A maior estimativa \u00e9 de Nova D\u00e9li, na \u00cdndia, com 54 mil mortes. S\u00e3o Paulo e Cidade do M\u00e9xico aparecem com os menores n\u00fameros \u2013 15 mil \u00f3bitos estimados em cada uma delas.<\/p>\n<p><b>Metodologia<\/b><\/p>\n<p>Para analisar os\u00a0<i>hotspots<\/i>\u00a0nas dez cidades (locais com mais engarrafamento), o estudo internacional levou em considera\u00e7\u00e3o correla\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas, o impacto dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis nos n\u00edveis de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 polui\u00e7\u00e3o e os custos econ\u00f4micos. Os dados foram coletados em 2019.<\/p>\n<p>Foi utilizado um contador de part\u00edculas a laser port\u00e1til (Dylos OPCs) no banco de tr\u00e1s de um carro de passageiros, que fazia a coleta por minuto, com tr\u00eas configura\u00e7\u00f5es para as janelas: abertas,\u00a0fechadas com ventilador e fechadas com recircula\u00e7\u00e3o de ar. As amostras foram coletadas tr\u00eas vezes ao dia: pico da manh\u00e3,\u00a0pico da tarde e fora do pico. A an\u00e1lise descrita no artigo centrou-se nos dados coletados com as janelas abertas, configura\u00e7\u00e3o em que foram registradas as concentra\u00e7\u00f5es mais altas de poluentes.<\/p>\n<p>Para garantir o controle da qualidade e da harmoniza\u00e7\u00e3o dos dados, o grupo fez medi\u00e7\u00f5es de intercompara\u00e7\u00e3o ao longo de cinco dias, per\u00edodo em que todos os equipamentos de aerossol foram comparados com um espectr\u00f4metro port\u00e1til de part\u00edculas \u00f3pticas (modelo GRIMM 11-C).<\/p>\n<p>Ao analisar o efeito da varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos combust\u00edveis nas concentra\u00e7\u00f5es de polui\u00e7\u00e3o em cada uma das cidades, computou-se informa\u00e7\u00f5es como: par\u00e2metros de congestionamento espec\u00edficos de cada localidade, velocidades m\u00e9dias do tr\u00e2nsito, tamanho da popula\u00e7\u00e3o e n\u00famero de carros por habitante.<\/p>\n<p>Nenhuma correla\u00e7\u00e3o significativa foi encontrada entre o custo do combust\u00edvel e a exposi\u00e7\u00e3o a PM2,5 no carro, indicando que o controle de pre\u00e7os n\u00e3o deve ser considerado como uma pol\u00edtica \u00fanica na mitiga\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o do ar.<\/p>\n<p>J\u00e1 para avaliar as perdas econ\u00f4micas, a metodologia incluiu dados de concentra\u00e7\u00e3o de aeross\u00f3is, taxas de mortalidade de linha de base, tamanho da popula\u00e7\u00e3o de passageiros de autom\u00f3veis e o valor da vida estat\u00edstica (VSL, sigla em ingl\u00eas para\u00a0<em>Value of Statistical Life<\/em>).<\/p>\n<p><b>Monitoramento<\/b><\/p>\n<p>Para a professora Maria de F\u00e1tima Andrade, um dos pontos inovadores do estudo foi medir a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 polui\u00e7\u00e3o dentro dos ve\u00edculos e trazer \u00e0 luz dados de algumas metr\u00f3poles superpopulosas que disp\u00f5em de poucas informa\u00e7\u00f5es, como na \u00c1frica.<\/p>\n<p>\u201cEm geral, os pa\u00edses com piores pol\u00edticas de controle de emiss\u00e3o acabam n\u00e3o dispondo de dados que considerem as v\u00e1rias fontes de polui\u00e7\u00e3o. Medir a exposi\u00e7\u00e3o dentro do transporte, associando ao tempo e impactos econ\u00f4micos, \u00e9 importante\u201d, afirma Andrade.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, a Cetesb divulga diariamente boletins com a qualidade do ar por tipo de poluente e regi\u00e3o da cidade. Esse\u00a0<strong>\u00edndice<\/strong>\u00a0\u00e9 uma ferramenta matem\u00e1tica, que contempla os seguintes par\u00e2metros: part\u00edculas inal\u00e1veis (MP10); part\u00edculas inal\u00e1veis finas (MP2,5); fuma\u00e7a (FMC); oz\u00f4nio (O3); mon\u00f3xido de carbono (CO); di\u00f3xido de nitrog\u00eanio (NO2) e de enxofre (SO2).<\/p>\n<p>Dependendo do \u00edndice obtido, o ar recebe uma nota (de boa a p\u00e9ssima), identificada por cores. Para as part\u00edculas inal\u00e1veis finas, o \u00edndice varia de 0 a 25 \u00b5g\/m3 por 24 horas para estar na qualidade boa. Maior que 125 \u00b5g\/m3 por 24h, a nota \u00e9 p\u00e9ssima.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<i>Potential health risks due to in-car aerosol exposure across ten global cities<\/i>\u00a0pode ser lido em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0160412021003135\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0160412021003135<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo internacional realizado em dez cidades, incluindo S\u00e3o Paulo, revela que um per\u00edodo relativamente curto<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":152201,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/carro-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":14,"uagb_excerpt":"Estudo internacional realizado em dez cidades, incluindo S\u00e3o Paulo, revela que um per\u00edodo relativamente curto","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152200"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=152200"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152200\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":152203,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/152200\/revisions\/152203"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/152201"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=152200"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=152200"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=152200"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}