{"id":150564,"date":"2021-07-30T13:48:13","date_gmt":"2021-07-30T16:48:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=150564"},"modified":"2021-07-30T13:49:58","modified_gmt":"2021-07-30T16:49:58","slug":"pesquisa-desenvolvida-sobre-o-povo-tupi-e-apresentada-no-programa-univerciencia-deste-sabado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pesquisa-desenvolvida-sobre-o-povo-tupi-e-apresentada-no-programa-univerciencia-deste-sabado\/","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolvida sobre o povo Tupi \u00e9 apresentada no Programa Univerci\u00eancia deste s\u00e1bado"},"content":{"rendered":"<div id=\"conteudo-principal\" class=\"col-lg-8 col-md-8 col-sm-12 col-xs-12 principal\">\n<article>\n<div class=\"conteudo\">\n<div class=\"texto entry-content content\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150565\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A descoberta de material arqueol\u00f3gico no Brejo, Agreste e Sert\u00e3o da Para\u00edba, que pode ajudar na compreens\u00e3o sobre a ocupa\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas no Estado, \u00e9 um dos temas apresentado no programa Univerci\u00eancia deste s\u00e1bado (31). A pesquisa, desenvolvida no Laborat\u00f3rio de Arqueologia e Paleontologia da Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB) \u00e9 coordenada pelo professor Juvandi Souza que, desde a d\u00e9cada de 1990, atua com pesquisas e na publica\u00e7\u00e3o de artigos e livros relacionados aos estudos pr\u00e9-hist\u00f3ricos no Estado.<\/p>\n<p>O estudo catalogou resqu\u00edcios de ocupa\u00e7\u00e3o de povos ind\u00edgenas de etnia Tupi em pelo menos 19 localidades do Brejo, Agreste e Sert\u00e3o paraibanos, regi\u00f5es historicamente conhecidas por terem sido ocupadas por povos origin\u00e1rios de outra etnia, os tapuias. Os objetos descobertos no s\u00edtio Moconha, localizado na Zora Rural da cidade de Serra Grande, semelhantes a grandes panelas de barro, revelam a forma como os tupis sepultavam seus mortos aproveitando recipientes anteriormente usados para cozinhar, guardar \u00e1gua ou comida. As escava\u00e7\u00f5es, que permitiram a localiza\u00e7\u00e3o dos artefatos, vem sendo realizadas h\u00e1 mais de dois anos.<\/p>\n<p>Esse estudo conta com um envolvimento de uma equipe de 12 pesquisadores que atuam na escava\u00e7\u00e3o e no LABAP. Todo o trabalho \u00e9 regulamentado pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN) e o material coletado est\u00e1 sendo higieniza\u00e7\u00e3o para a posterior realiza\u00e7\u00e3o do tombamento e data\u00e7\u00e3o pelo m\u00e9todo Carbono 14. Segundo o professor Juvandi Souza, embora ainda n\u00e3o seja delimitado com certeza o per\u00edodo em que o povo tupi habitou o interior do Estado j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel fazer algumas avalia\u00e7\u00f5es com base nos achados.<\/p>\n<p>\u201cAinda \u00e9 cedo para obter conclus\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o a isso, s\u00f3 teremos certeza quando conseguirmos uma data\u00e7\u00e3o de Carbono 14, mas, com base no que encontramos acreditamos que o povo tupi habitava o sert\u00e3o paraibano entre 400 e 600 anos antes do momento presente, na \u00e9poca que os portugueses chegaram aqui esse grupo j\u00e1 vivia nesta regi\u00e3o. Os locais que eles habitavam eram \u00e1reas abrejadas, de altitude mais elevada, que favoreciam maior desenvolvimento humano\u201d, avalia Juvandi.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da pesquisa da UEPB, o Univerci\u00eancia tamb\u00e9m vai apresentar um estudo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) sobre a produ\u00e7\u00e3o de inseticidas alternativos aos sint\u00e9ticos disponibilizados no mercado, e uma iniciativa da Universidade Estadual de Pernambuco (UFPE) sobre a reutiliza\u00e7\u00e3o da concha de um molusco na constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>O programa Univerci\u00eancia tem a participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es de todos os estados nordestinos, a partir da parceria entre as universidades e televis\u00f5es p\u00fablicas da regi\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o do conte\u00fado \u00e9 colaborativa e a veicula\u00e7\u00e3o acontece em TV\u2019s p\u00fablicas, educativas, culturais e universit\u00e1rias, e nos canais das emissoras e das universidades na Internet. O conte\u00fado \u00e9 disponibilizado para acesso pelo canal Rede UEPB no YouTube, todos os s\u00e1bados, \u00e0s 14h30.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A descoberta de material arqueol\u00f3gico no Brejo, Agreste e Sert\u00e3o da Para\u00edba, que pode ajudar<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":150565,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/panela.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A descoberta de material arqueol\u00f3gico no Brejo, Agreste e Sert\u00e3o da Para\u00edba, que pode ajudar","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150564"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=150564"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150564\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":150566,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150564\/revisions\/150566"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150565"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=150564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=150564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=150564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}