{"id":150346,"date":"2021-07-26T14:00:50","date_gmt":"2021-07-26T17:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=150346"},"modified":"2021-07-26T10:31:12","modified_gmt":"2021-07-26T13:31:12","slug":"baleias-jubarte-sao-avistadas-em-diferentes-pontos-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/baleias-jubarte-sao-avistadas-em-diferentes-pontos-do-nordeste\/","title":{"rendered":"Baleias-jubarte s\u00e3o avistadas em diferentes pontos do Nordeste"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150347\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As avistagens s\u00e3o um bom sinal, segundo pesquisadores que monitoram as idas e vindas dessas gigantes mam\u00edferas aqu\u00e1ticos na costa Brasileira.<\/em><\/p>\n<p>Poucos dias ap\u00f3s\u00a0 o\u00a0<strong>Projeto Baleia Jubarte<\/strong>\u00a0anunciar o in\u00edcio da temporada 2021, imagens dos gigantes\u00a0<strong>mam\u00edferos marinhos<\/strong>\u00a0na costa de Fortaleza apareceram nas redes sociais e causaram um grande alvoro\u00e7o. Uma alegre surpresa, n\u00e3o apenas para quem n\u00e3o est\u00e1 habituado ao avistamento de<strong>\u00a0baleias<\/strong>\u00a0t\u00e3o perto da costa do Cear\u00e1, mas tamb\u00e9m para pesquisadores e defensores da\u00a0<strong>biodiversidade marinha<\/strong>.<\/p>\n<p>Milton Marcondes, coordenador de Pesquisa do Projeto Baleia Jubarte, informa que, com o crescimento da popula\u00e7\u00e3o, as baleias-jubarte est\u00e3o se espalhando cada vez mais pela costa brasileira: \u201cJ\u00e1 temos registros da esp\u00e9cie desde o Rio Grande do Sul at\u00e9 o Amap\u00e1, mas \u00e9 claro que elas s\u00e3o mais abundantes na regi\u00e3o do\u00a0<strong>Banco dos Abrolhos<\/strong>, que engloba o sul da Bahia e norte do Esp\u00edrito Santo\u201d.<\/p>\n<p>Foi elaborado um mapa da distribui\u00e7\u00e3o das jubartes (abaixo), em setembro de 2019: \u201cfizemos um sobrevoo desde Santa Catarina at\u00e9 o Rio Grande do Norte (infelizmente n\u00e3o fizemos o litoral do Cear\u00e1). As manchas mais escuras s\u00e3o maiores concentra\u00e7\u00f5es de baleias. Onde est\u00e1 branco n\u00e3o significa que n\u00e3o haja baleias, mas s\u00f3 que a quantidade pode ter ficado abaixo do limite de detec\u00e7\u00e3o da nossa an\u00e1lise (n\u00e3o fomos autorizados a voar no norte do Rio de Janeiro, por isso tem um \u2018buraco\u2019 na amostragem)\u201d.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 tinha umas concentra\u00e7\u00f5es de baleias no Rio Grande do Norte em 2019 que n\u00e3o apareciam quando fizemos o sobrevoo de 2015. Ent\u00e3o \u00e9 prov\u00e1vel que elas comecem a se tornar cada vez mais frequentes no Cear\u00e1. Nosso pr\u00f3ximo sobrevoo deve ser realizado ano que vem\u201d, completa Marcondes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_10811\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 638px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-10811\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-10811 lazyautosizes lazyloaded\" src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1.jpg\" sizes=\"670px\" srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-20x13.jpg 20w\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1.jpg\" data-sizes=\"auto\" data-srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-densidade-2019-600x900-1-20x13.jpg 20w\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-10811\" class=\"wp-caption-text\">O mapeamento de 2019 acompanhou a trajet\u00f3ria de Santa Catarina at\u00e9 o Rio Grande do Norte | Fonte: Projeto Baleia Jubarte<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Presen\u00e7a de jubartes vai at\u00e9 outubro<\/h2>\n<p>Segundo o Projeto Baleia Jubarte, elas come\u00e7aram a chegar ao Brasil no fim de abril, sendo avistadas primeiro em S\u00e3o Paulo. Depois ao longo de toda a costa Sul e Sudeste, e finalmente chegaram \u00e0 Bahia para o que os pesquisadores acreditam que vai ser uma excelente temporada.<\/p>\n<p>As baleias-jubarte, cuja popula\u00e7\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0 prote\u00e7\u00e3o total no Brasil, j\u00e1 chega a cerca de 20 mil animais, v\u00eam \u00e0s \u00e1guas baianas para acasalar, parir e amamentar seus filhotes. Al\u00e9m de serem acompanhadas por cientistas, elas movimentam a ind\u00fastria do\u00a0<strong>Turismo de Observa\u00e7\u00e3o<\/strong>, desenvolvido ao longo de toda a costa do Estado, e cujos operadores est\u00e3o retomando as atividades na esperan\u00e7a de recuperar os preju\u00edzos com a pandemia.<\/p>\n<p>Para receb\u00ea-las, as equipes de campo do Projeto Baleia Jubarte, patrocinado pela\u00a0<strong>Petrobras<\/strong>\u00a0e que lidera a pesquisa e a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie no Brasil h\u00e1 mais<br \/>\nde tr\u00eas d\u00e9cadas, j\u00e1 iniciaram os\u00a0<strong>cruzeiros de monitoramento<\/strong>. O Banco dos Abrolhos, principal \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o reprodutiva das jubartes no Brasil, \u00e9 onde<br \/>\ns\u00e3o registradas as primeiras avistagens no Estado, e os pesquisadores do Projeto est\u00e3o tomando todas as precau\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias para garantir que o trabalho<br \/>\ncient\u00edfico possa ser executado com seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A expectativa do Projeto, que tamb\u00e9m promove o Turismo de Observa\u00e7\u00e3o como forma de gerar emprego e renda com a presen\u00e7a das baleias, \u00e9 de que os visitantes<br \/>\npossam avistar as jubartes durante toda a temporada reprodutiva, que vai de julho a outubro.<\/p>\n<p>\u201cPelo que estamos observando no Sudeste, a chegada das jubartes na Bahia vai ser em grande n\u00famero, e esperamos que isso ajude a movimentar a Economia das nossas comunidades costeiras que praticam o Turismo de Observa\u00e7\u00e3o embarcado, sempre cumprindo todos os protocolos sanit\u00e1rios para assegurar uma visita segura \u00e0s baleias\u201d, afirma o coordenador do programa de Turismo de Observa\u00e7\u00e3o de<br \/>\nBaleias do Projeto, o bi\u00f3logo Sergio Cipolotti.<\/p>\n<p>Cipolotti tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia da atividade para aportar\u00a0<strong>dados cient\u00edficos<\/strong>, com o embarque de pesquisadores nas operadoras parceiras do Projeto<br \/>\nBaleia Jubarte, e para educar os turistas sobre as baleias e a conserva\u00e7\u00e3o marinha. \u201cQuem v\u00ea uma baleia nunca esquece, e isso cria novos defensores dos oceanos<br \/>\nna sociedade\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>J\u00e1 o coordenador de Comunica\u00e7\u00e3o do Projeto, Enrico Marcovaldi, comemora a expans\u00e3o do Turismo de Observa\u00e7\u00e3o ao longo da costa baiana. \u201cHoje temos operadoras parceiras, capacitadas por nossos especialistas, em Praia do Forte, Salvador, Morro de S\u00e3o Paulo, Barra Grande, Itacar\u00e9, Porto Seguro, Cumuruxatiba e Caravelas. Muito embora o Banco dos Abrolhos, no sul do Estado, seja a maior \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na temporada reprodutiva, o crescimento da popula\u00e7\u00e3o de baleias permite observ\u00e1-las em todas essas localidades, um produto tur\u00edstico regional cada vez mais importante\u201d.<\/p>\n<p>A lista de operadoras recomendadas pelo Projeto Baleia Jubarte pode ser consultada no site do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.baleiajubarte.org.br\/operadorasparceiras\">Projeto Baleia Jubarte<\/a>. Na Praia do Forte, no munic\u00edpio de Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o, litoral norte da Bahia, o\u00a0<strong>Espa\u00e7o Baleia Jubarte<\/strong>\u00a0est\u00e1 aberto e recebe visitantes para mergulhar no mundo das baleias, incluindo palestras pr\u00e9-embarque.<\/p>\n<figure id=\"attachment_10813\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-10813\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-10813 lazyautosizes lazyloaded\" src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1.jpg\" sizes=\"670px\" srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-20x13.jpg 20w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" data-src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1.jpg\" data-sizes=\"auto\" data-srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-Porto-Seguro-Sergio-Cipolotti-600x900-1-20x13.jpg 20w\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-10813\" class=\"wp-caption-text\">Turismo de observa\u00e7\u00e3o de Baleias em Porto Seguro, na Bahia | Foto: S\u00e9rgio Cipolotti<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Projeto Baleia Jubarte<\/h2>\n<p>Atuando h\u00e1 mais de 30 anos na pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o das baleias-jubarte e do ambiente marinho no Brasil, o Projeto Baleia Jubarte, patrocinado pela Petrobras<br \/>\npor meio do\u00a0<strong>Programa Petrobras Socioambiental<\/strong>, integra a\u00a0<strong>Rede Biomar<\/strong>\u00a0juntamente com outros projetos patrocinados pela empresa (<strong>Albatroz<\/strong>,\u00a0<strong>Coral Vivo<\/strong>,\u00a0<strong>Golfinho Rotador<\/strong>,<strong>\u00a0Meros do Brasil<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Tamar<\/strong>), que atuam de forma integrada na conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade marinha do Brasil.<\/p>\n<p>O Projeto Baleia Jubarte \u00e9 realizado pelo\u00a0<strong>Instituto Baleia Jubarte<\/strong>\u00a0a partir de suas sedes na Praia do Forte e em Caravelas, Bahia; e em Vit\u00f3ria, no Esp\u00edrito Santo. Por meio deste projeto s\u00e3o realizadas a\u00e7\u00f5es de\u00a0<strong>pesquisa cient\u00edfica<\/strong>,\u00a0<strong>turismo respons\u00e1vel<\/strong>, a\u00e7\u00f5es de<strong>\u00a0educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong>, bem como atividades de\u00a0<strong>conserva\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0que t\u00eam contribu\u00eddo para o sucesso da recupera\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de jubartes do\u00a0<strong>atl\u00e2ntico sul ocidental<\/strong>.<\/p>\n<h2>ProFranca tamb\u00e9m realiza cruzeiros<\/h2>\n<p>Al\u00e9m da jubarte, a\u00a0<strong>baleia-franca<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m migra para as \u00e1guas quentes da costa brasileira para reprodu\u00e7\u00e3o, de julho a novembro, temporada que come\u00e7ou mais cedo neste ano da 2021. \u201cNos \u00faltimos anos observamos essa mudan\u00e7a de comportamento, mas 2021 surpreendeu: em abril j\u00e1 avistamos as primeiras baleias-jubartes. Isso pode ser reflexo do crescimento da popula\u00e7\u00e3o ou efeito de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas ainda \u00e9 cedo para saber\u201d, acrescenta Milton Marcondes.<\/p>\n<p>A equipe do Projeto ProFranca tamb\u00e9m percebeu a altera\u00e7\u00e3o e registrou, no fim de junho os dois primeiros filhotes de baleia-franca da temporada, avistados em Imbituba, em Santa Catarina. \u201cA presen\u00e7a de filhotes normalmente \u00e9 observada s\u00f3 na segunda quinzena de julho. Nossa hip\u00f3tese \u00e9 de que essa antecipa\u00e7\u00e3o pode estar relacionada \u00e0 maior disponibilidade de alimento no ver\u00e3o, refletindo em boa condi\u00e7\u00e3o de nutri\u00e7\u00e3o das f\u00eameas para engravidar. Foi isso que ocorreu em 2018, quando tivemos um \u201cboom\u201d de filhotes e um recorde de avistagens\u201d, comenta Karina Groch, diretora do projeto. Ela explica que, por an\u00e1lise de imagens captadas por um drone, foi poss\u00edvel observar o tamanho e o comportamento dos filhotes, que estavam acompanhados de suas m\u00e3es, com indicativos de poucos dias de vida\u201d, completa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do monitoramento com drone, o Projeto realiza sa\u00eddas embarcadas para coletar amostras de pele das baleias-franca com o objetivo de obter informa\u00e7\u00f5es sobre as \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie. A partir de agosto o projeto ProFranca intensificar\u00e1 o monitoramento terrestre em 15 praias no sul de Santa Catarina, desde o Cabo de Santa Marta, em Laguna, at\u00e9 a praia da Pinheira, em Palho\u00e7a. A equipe espera receber a visita de baleias-franca que estiveram no Brasil em 2018, uma vez que elas retornam para a \u00e1rea reprodutiva a cada tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>O Baleia Jubarte j\u00e1 iniciou o trabalho de pesquisa e, para este ano, instalou um gravador ac\u00fastico subaqu\u00e1tico aut\u00f4nomo que ficar\u00e1 por semanas gravando o som das baleias, assim, ser\u00e1 poss\u00edvel registar o canto das baleias ao chegarem a Abrolhos. Em 2020, o projeto percorreu por l\u00e1 cerca de 798,8 milhas n\u00e1uticas durante 23 dias. Neste per\u00edodo, foram registrados 171 grupos. Ao todo, 433 baleias, dos quais 76 eram filhotes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, para esta temporada, o Baleia Jubarte conta a parceria com a universidade australiana Griffith University para uma avalia\u00e7\u00e3o detalhada da nutri\u00e7\u00e3o das baleias \u2013 pequenos peda\u00e7os da gordura dos animais ser\u00e3o coletados e enviados para an\u00e1lise dos \u00e1cidos graxos que comp\u00f5e a cama de gordura das baleias para identificar se est\u00e3o bem nutridas e avaliar o impacto da mudan\u00e7a do clima sobre a Ant\u00e1rtica.<\/p>\n<h2>Corredor migrat\u00f3rio<\/h2>\n<figure id=\"attachment_10814\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-10814\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-10814 lazyautosizes lazyloaded\" src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1.jpg\" sizes=\"670px\" srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-20x13.jpg 20w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" data-src=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1.jpg\" data-sizes=\"auto\" data-srcset=\"https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1.jpg 900w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-225x150.jpg 225w, https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia-jubarte-rio-de-janeiro-enrico-marcovaldi-600x900-1-20x13.jpg 20w\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-10814\" class=\"wp-caption-text\">Jubarte em migra\u00e7\u00e3o para reprodu\u00e7\u00e3o na Costa do Rio de Janeiro | Foto: Enrico Marcovaldi<\/figcaption><\/figure>\n<p>A temporada de migra\u00e7\u00e3o das baleias jubarte teve in\u00edcio com muitos registros de indiv\u00edduos no litoral carioca em meados de junho. Mas o verdadeiro corredor migrat\u00f3rio, usado anualmente durante o inverno para alcan\u00e7ar os criadouros na regi\u00e3o Nordeste do Brasil, ocorre em alto mar. \u00c9 onde as jubartes adultas nadam em alta velocidade rumo ao\u00a0<strong>Nordeste<\/strong>, onde se reproduzem. Embora conhecido, esse corredor nunca foi estudado profundamente \u2013 e \u00e9 o objetivo das pesquisas do\u00a0<strong>Projeto Ilhas do Rio<\/strong>, conduzido pelo\u00a0<strong>Instituto Mar Adentro<\/strong>\u00a0\u2013 com a curadoria t\u00e9cnica do\u00a0<strong>WWF-Brasil<\/strong>\u00a0e patroc\u00ednio da\u00a0<strong>Associa\u00e7\u00e3o IEP<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>JGP<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cAs baleias-jubartes mais jovens se aproximam mais da costa do Rio de Janeiro e, por isso, s\u00e3o as mais avistadas pelos banhistas, remadores e barcos de passeio. Mas, a maioria, especialmente as adultas, passam mais afastados do litoral, em alta velocidade e em \u2018fila indiana\u2019, um fen\u00f4meno que j\u00e1 foi observado, mas nunca explorado pela ci\u00eancia\u201d, explica Liliane Lodi, bi\u00f3loga do Projeto Ilhas do Rio e especialista em\u00a0<strong>cet\u00e1ceos<\/strong>. \u201cAgora teremos a chance de registrar algo in\u00e9dito\u201d, destaca. Para favorecer a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, os cruzeiros incluir\u00e3o cinegrafista com drone para captura das imagens a\u00e9reas da migra\u00e7\u00e3o das baleias, a partir do fim de julho.<\/p>\n<p>H\u00e1 tempos que os pesquisadores monitoram os padr\u00f5es de ocorr\u00eancia, distribui\u00e7\u00e3o, comportamento e movimentos dos cet\u00e1ceos. O estudo, em andamento, j\u00e1 registrou a ocorr\u00eancia de seis esp\u00e9cies de cet\u00e1ceos:\u00a0<strong>baleia-jubarte<\/strong>\u00a0(<em>Megaptera novaeangliae<\/em>);<strong>\u00a0baleia-de-bryde<\/strong>\u00a0(<em>Balaenoptera brydei<\/em>);\u00a0<strong>baleia-franca-austral<\/strong>\u00a0(<em>Eubalaena australis<\/em>);\u00a0<strong>orca<\/strong>\u00a0(<strong>Orcinus orca<\/strong>);\u00a0<strong>golfinho-de-dentes-rugosos<\/strong>\u00a0(<em>Steno bredanensis<\/em>); e o\u00a0<strong>golfinho-nariz-de-garrafa-comum<\/strong>\u00a0(<em>Tursiops truncatus<\/em>).<\/p>\n<p>Todas essas esp\u00e9cies est\u00e3o no litoral carioca, mais especificamente na unidade de conserva\u00e7\u00e3o federal\u00a0<strong>Monumento Natural das Ilhas Cagarras<\/strong>\u00a0(<strong>Mona Cagarras<\/strong>) e na \u00e1rea compreendida entre a barra da Ba\u00eda de Guanabara, praias da zona sul, ilhas e adjacentes. Esta regi\u00e3o \u00e9 reconhecida pela alian\u00e7a internacional Mission Blue como um\u00a0<strong>Hope Spot<\/strong>\u00a0\u2013 extens\u00e3o com grande abund\u00e2ncia e diversidade de esp\u00e9cies, habitats ou ecossistemas, com popula\u00e7\u00f5es raras, amea\u00e7adas ou end\u00eamicas que carecem de prote\u00e7\u00e3o \u2013 pois \u00e9 cr\u00edtica para a sa\u00fade dos oceanos.<\/p>\n<p>\u201cEsse estudo do corredor migrat\u00f3rio \u00e9 muito importante, pois gera dados de ocupa\u00e7\u00e3o de seis esp\u00e9cies de baleias e golfinhos que ocorrem dentro da Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o e entorno. Al\u00e9m disso, s\u00e3o levantados dados sobre intera\u00e7\u00e3o entre os golfinhos e baleias com o\u00a0<strong>lixo flutuante<\/strong>, o que representa um risco para a fauna marinha. Os resultados sobre ocorr\u00eancia e fidelidade dos cet\u00e1ceos nesta\u00a0<strong>Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0e \u00e1reas adjacentes ser\u00e3o apresentados ao \u00f3rg\u00e3o gestor\u201d, detalha a pesquisadora.<\/p>\n<p>Vinicius Nora, analista de conserva\u00e7\u00e3o do WWF-Brasil, explica que essas informa\u00e7\u00f5es devem auxiliar em\u00a0<strong>pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong>, de forma a diminuir a\u00a0<strong>captura acidental<\/strong>, as\u00a0<strong>colis\u00f5es com embarca\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0e o vazamento de lixo pl\u00e1stico e outras formas de\u00a0<strong>polui\u00e7\u00e3o<\/strong>, colaborando com a preserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>\u201cO\u00a0<strong>habitat marinho<\/strong>\u00a0vem sofrendo de maneira cr\u00f4nica<strong>\u00a0in\u00fameros impactos<\/strong>. Os dados da pesquisa corroboram a necessidade de olharmos atentamente e propor a\u00e7\u00f5es efetivas para a preserva\u00e7\u00e3o da vida desses cet\u00e1ceos, t\u00e3o importantes do ponto de vista ecol\u00f3gico e para o engajamento da sociedade pela manuten\u00e7\u00e3o das unidades de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Desenvolvido desde 2004 pela bi\u00f3loga, este acompanhamento \u00e9 hoje a linha de pesquisa com a maior s\u00e9rie temporal na regi\u00e3o, contendo dados e imagens de seis esp\u00e9cies de cet\u00e1ceos que ocorrem na regi\u00e3o fluminense. O monitoramento \u00e9 realizado por meio de sa\u00eddas em barco para as ilhas do Mona Cagarras e entorno para atualiza\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>cat\u00e1logo fotogr\u00e1fico<\/strong>\u00a0dos animais individualmente identificados por meio de marcas naturais; an\u00e1lise do hist\u00f3rico de avistagem e reavistagem para determinar a fidelidade de \u00e1rea, resid\u00eancia e movimentos. Esse trabalho permite a amplia\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>an\u00e1lise espa\u00e7o-temporal da ocorr\u00eancia<\/strong>, com a plotagem de informa\u00e7\u00f5es em mapas, possibilitando uma interpreta\u00e7\u00e3o da sua distribui\u00e7\u00e3o, a indica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas importantes para a conserva\u00e7\u00e3o e a conex\u00e3o de dados com outras pesquisas e projetos.<\/p>\n<p>As fotografias s\u00e3o examinadas para compara\u00e7\u00e3o com as pr\u00e9-existentes no cat\u00e1logo de indiv\u00edduos identificados por programas de computador especializados. Os\u00a0<strong>dados<\/strong>\u00a0das avistagens s\u00e3o\u00a0<strong>georreferenciados<\/strong>\u00a0para a elabora\u00e7\u00e3o de mapas as \u00e1reas preferencialmente utilizadas pelos cet\u00e1ceos. Al\u00e9m disso, os pesquisadores fazem an\u00e1lise das amea\u00e7as \u2013 intera\u00e7\u00f5es com redes de pesca, a captura acidental de cet\u00e1ceos devido \u00e0 intensa atividade de pesca industrial e artesanal na \u00e1rea costeira, o elevado tr\u00e1fego de navios que causam polui\u00e7\u00e3o ac\u00fastica, e ainda o lixo flutuante.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>estudo<\/strong>\u00a0desenvolvido pela equipe de Liliane foi tema de artigo publicado recentemente na revista\u00a0<strong>Marine Ecology Progress Series<\/strong>. O texto destacou a influ\u00eancia de vari\u00e1veis ambientais e antropog\u00eanicas no uso do habitat por baleias-jubarte (<em>Megaptera novaeangliae<\/em>) e baleias-bryde (<em>Balaenoptera brydei<\/em>) na costa da cidade brasileira do Rio de Janeiro. Os autores usaram t\u00e9cnicas de Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (SIG para modelar o uso do habitat dessas esp\u00e9cies de cet\u00e1ceos na orla urbana da cidade do Rio de Janeiro, incluindo os ecossistemas insulares. Os autores destacaram que as baleias jubarte usam o entorno das Ilhas do Mona Cagarras como um corredor azul quando desembarcam das \u00e1guas frias da Ant\u00e1rtica para migrar para as mais quentes no Nordeste do Brasil.<\/p>\n<h2>Projeto Ilhas do Rio<\/h2>\n<p>O Projeto Ilhas do Rio teve in\u00edcio em 2011 e tem como miss\u00e3o subsidiar \u00f3rg\u00e3os tomadores de decis\u00e3o com dados de pesquisas e monitoramentos de longo prazo, visando a prote\u00e7\u00e3o das ilhas da regi\u00e3o fluminense, assim como conscientizar a sociedade sobre a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o ambiental e do uso sustent\u00e1vel de recursos, em especial do Mona Cagarras. \u00c9 conduzido pelo Instituto Mar Adentro, com curadoria t\u00e9cnica do WWF-Brasil e patroc\u00ednio da Associa\u00e7\u00e3o IEP e JGP.<\/p>\n<h4>Mais informa\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>www.baleiajubarte.org.br<br \/>\nwww.baleiafranca.org.br<br \/>\nwww.ilhasdorio.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As avistagens s\u00e3o um bom sinal, segundo pesquisadores que monitoram as idas e vindas dessas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":150347,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/baleia_jubart.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As avistagens s\u00e3o um bom sinal, segundo pesquisadores que monitoram as idas e vindas dessas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150346"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=150346"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150346\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":150349,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150346\/revisions\/150349"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150347"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=150346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=150346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=150346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}