{"id":150193,"date":"2021-07-24T12:10:20","date_gmt":"2021-07-24T15:10:20","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=150193"},"modified":"2021-07-24T12:10:44","modified_gmt":"2021-07-24T15:10:44","slug":"venda-de-fotografias-profissionais-pretende-arrecadar-us-1-milhao-para-parques-da-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/venda-de-fotografias-profissionais-pretende-arrecadar-us-1-milhao-para-parques-da-africa\/","title":{"rendered":"Venda de fotografias profissionais pretende arrecadar US$ 1 milh\u00e3o para parques da \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150194\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cinco fot\u00f3grafos compartilham a hist\u00f3ria por tr\u00e1s de suas fotos, e oferecem suas imagens para venda em apoio \u00e0 causa da conserva\u00e7\u00e3o filantr\u00f3pica.<\/p>\n<p>Mais de 150 fot\u00f3grafos de vida selvagem est\u00e3o participando de uma venda de quadros de fotos de animais selvagens visando arrecadas dinheiro para a African Parks, uma ONG de conserva\u00e7\u00e3o sediada na \u00c1frica do Sul. Em 2020, a primeira venda da Prints for Wildlife arrecadou US$ 660.200 (Aproximadamente R$ 3.375.000), com mais de 6.500 fotos impressas vendidas em 30 dias.<\/p>\n<p>A iniciativa, fundada por dois fot\u00f3grafos Pie Aerts, dos Pa\u00edses Baixos, e a austr\u00edaca Marion Payr, pretende arrecadar US$ 1 milh\u00e3o este ano. As fotos impressas estar\u00e3o \u00e0 venda atrav\u00e9s da loja online\u00a0<a href=\"https:\/\/www.printsforwildlife.org\/\">printsforwildlife.org<\/a>\u00a0at\u00e9 11 de agosto.<\/p>\n<p>Ao lado de alguns dos mais respeitados fot\u00f3grafos de vida selvagem do mundo, como Greg du Toit, Beverly Joubert, Suzi Eszterhas, David Lloyd e Steve Winter, a venda tamb\u00e9m conta com talentos emergentes de na\u00e7\u00f5es em desenvolvimento, com o objetivo de promover maior diversidade entre os fot\u00f3grafos do ramo.<\/p>\n<p>O dinheiro arrecadado servir\u00e1 de apoio para a organiza\u00e7\u00e3o African Parks, que administra 19 parques, abrangendo 14,7 milh\u00f5es de hectares, em 11 pa\u00edses em nome dos governos da \u00c1frica, em benef\u00edcio das comunidades locais e da vida selvagem.<\/p>\n<p>\u201cOs esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o j\u00e1 estavam em crise antes da pandemia e continuam em estado cr\u00edtico durante esses tempos sem precedentes\u201d, diz Andrea Heydlauff, diretora de marketing da African Parks.<\/p>\n<p>\u201cAo proteger os parques da \u00c1frica, estamos protegendo ecossistemas em funcionamento, fornecendo ref\u00fagio seguro para algumas das esp\u00e9cies mais amea\u00e7adas do mundo e apoiando centenas de milhares de pessoas atrav\u00e9s do emprego, melhores meios de subsist\u00eancia, seguran\u00e7a alimentar, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade.\u201d<\/p>\n<p>Aqui, cinco fot\u00f3grafos compartilham a hist\u00f3ria por tr\u00e1s de suas imagens.<\/p>\n<p><strong>Will Burrard-Lucas \u2013 \u2018os filhotes se aproximaram curiosamente\u2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_138358\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-138358\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-138358\" src=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto1.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto1.jpg 930w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto1-300x200.jpg 300w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto1-768x512.jpg 768w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-138358\" class=\"wp-caption-text\">Filhotes de le\u00e3o curiosos s\u00e3o fotografados pela BeetleCam nesta imagem de Will Burrard-LucasPassei o primeiro confinamento de 2020 redesenhando e reconstruindo minha c\u00e2mera fixada em um buggy de controle remoto, conhecido como BeetleCam, e no final do ano passado eu levei o equipamento para o Qu\u00eania. Meu objetivo era come\u00e7ar um novo projeto de longo prazo fotografando os le\u00f5es da Mara North Conservancy no Qu\u00eania<\/p>\n<p>Apresentei a prole de le\u00f5ezinhos do Serian \u00e0 minha BeetleCam durante um per\u00edodo de v\u00e1rias semanas. As leoas aprenderam a ignorar completamente o buggy, mas com os filhotes a hist\u00f3ria era diferente. Eles permaneceram muito brincalh\u00f5es e v\u00e1rias vezes se aproximavam para rosnar para a c\u00e2mera ou tentar esgueirar-se por tr\u00e1s dela e derrub\u00e1-la. Esta imagem \u00e9 de um encontro inicial, quando os filhotes se aproximaram curiosamente atrav\u00e9s da grama crescida da esta\u00e7\u00e3o chuvosa.<\/p>\n<p>Desde que comecei este projeto, aprendi que todos os le\u00f5es do Maasai Mara est\u00e3o amea\u00e7ados pelo conflito entre humanos e a preserva\u00e7\u00e3o da vida selvagem. Isso ocorre frequentemente quando le\u00f5es matam gado nos arredores de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o e s\u00e3o envenenados em retalia\u00e7\u00e3o. Estima-se que restem apenas cerca de 20.000 le\u00f5es na natureza, que representam menos de 5% da antiga gama da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p><strong>Jono Allen \u2013 \u2018esta imagem foi tirada em um s\u00f3 f\u00f4lego\u2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_138359\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-138359\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-138359\" src=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto2.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto2.jpg 930w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto2-300x200.jpg 300w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto2-768x512.jpg 768w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-138359\" class=\"wp-caption-text\">Baleia jubarte e seu filhote -Fotografia tirada pelo fot\u00f3grafo de mergulho livre Jono Allen<\/figcaption><\/figure>\n<p>A fotografia que fiz para a Prints For Wildlife \u00e9 de uma Jubarte m\u00e3e com o seu filhote, iniciando sua enorme jornada das \u00e1guas tropicais de Tonga at\u00e9 as \u00e1guas geladas da Ant\u00e1rtica. Esta imagem foi tirada durante um \u00fanico f\u00f4lego, enquanto fazia mergulho livre (sem utiliza\u00e7\u00e3o de equipamento com oxig\u00eanio) na regi\u00e3o externa da pequena cadeia de ilhas de Vava\u2019u em Tonga, onde as baleias se re\u00fanem todos os anos para acasalar e dar \u00e0 luz.<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel realmente entender essas criaturas incr\u00edveis at\u00e9 que voc\u00ea tenha estado na \u00e1gua com elas. Minha percep\u00e7\u00e3o nunca mais ser\u00e1 a mesma. Uma amiga, \u00f3tima bi\u00f3loga, estuda jubartes h\u00e1 mais de 10 anos. Ela viu milhares de baleias durante seus anos de trabalho. Nadamos com essas duas baleias juntos e minutos depois de estar cara a cara com elas ela foi \u00e0s l\u00e1grimas.<\/p>\n<p>Esta imagem \u00e9 importante para mim porque a jubarte \u00e9 uma das maiores cases de conserva\u00e7\u00e3o do nosso tempo. Durante a era de ca\u00e7a \u00e0s baleias, elas estavam pr\u00f3ximas da extin\u00e7\u00e3o, mas gra\u00e7as aos esfor\u00e7os de prote\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o, elas est\u00e3o agora de volta aos seus n\u00fameros originais.<\/p>\n<p>Apoiar os esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es como os African Parks \u00e9 vital. Se n\u00e3o fosse por tais organiza\u00e7\u00f5es, estar\u00edamos vivendo em um mundo sem essas duas belas baleias jubarte.<\/p>\n<p><strong>Tami Walker \u2013 \u2018brincando na \u00e1gua\u2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_138360\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 637px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-138360\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-138360\" src=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto3.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto3.jpg 930w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto3-300x200.jpg 300w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto3-768x512.jpg 768w\" alt=\"\" width=\"637\" height=\"425\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-138360\" class=\"wp-caption-text\">Trombas fantoche, imagem de elefantes no lago feita por Tami WalkerAqui est\u00e3o dois elefantes brincando na \u00e1gua em um grande po\u00e7o no lado sudeste do parque nacional Hwange, no Zimb\u00e1bue. Os elefantes pareciam estar aproveitando cada momento: brincando, espirrando \u00e1gua, subindo uns nos outros e submergindo novamente. V\u00e1rios outros elefantes e rebanhos de outros animais vieram beber no po\u00e7o, mas nada distraiu esses dois de sua divers\u00e3o e brincadeiras.<\/p>\n<p>Durante meus anos fotografando a vida selvagem, percebi o quanto os animais est\u00e3o em equil\u00edbrio com a ordem natural das coisas, com seu entorno e os ciclos naturais em que sobrevivem e prosperam, e o quanto a humanidade tem exercido um efeito negativo sobre esse equil\u00edbrio. Eu entendi o qu\u00e3o vital \u00e9 a vida selvagem para o bem-estar e a continuidade de nossa grande heran\u00e7a africana. O impacto do avan\u00e7o humano e da press\u00e3o sobre essas \u00e1reas selvagens \u00e9 um desafio para a minha gera\u00e7\u00e3o e para aqueles que est\u00e3o por vir.<\/p>\n<p><strong>Nili Gudhka \u2013 \u2018aproveitando o sol\u2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_138361\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-138361\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-138361\" src=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto4.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto4.jpg 930w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto4-200x300.jpg 200w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto4-683x1024.jpg 683w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto4-768x1151.jpg 768w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"959\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-138361\" class=\"wp-caption-text\">Um filhote de guepardo\/chita ao nascer do sol no Maasai Mara no Qu\u00eania, fotografia de Nili Gudhka<\/figcaption><\/figure>\n<p>Pouco antes do nascer do sol, na reserva nacional Maasai Mara do Qu\u00eania, encontramos uma m\u00e3e guepardo com dois filhotes que tinham cerca de tr\u00eas meses de idade. Os filhotes ficaram muito brincalh\u00f5es \u00e0 medida que o sol subia e ficava mais quente. Enquanto a m\u00e3e sondava a \u00e1rea em busca de alimentos, os dois filhotes encontraram uma pequena \u00e1rvore. Um dos filhotes subiu no topo e sentou-se confortavelmente, aproveitando o sol.<\/p>\n<p>O guepardo \u00e9 o felino de grande porte mais amea\u00e7ado da \u00c1frica. No s\u00e9culo XIX, havia 100.000 guepardos vivendo na natureza e hoje h\u00e1 apenas cerca de 7.000. Isso se deve ao conflito entre humanos e animais selvagem, perda de habitat, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e, para mim, a quest\u00e3o mais horr\u00edvel, que \u00e9 o tr\u00e1fico de filhotes. Tendo passado incont\u00e1veis horas com esses belos felinos, desenvolvi um apego emocional \u00e0 esp\u00e9cie e espero que meu trabalho seja um meio de defender e conservar sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Ketan Khambhatta \u2013 \u2018deixando uma nuvem de poeira\u2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_138362\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-138362\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-138362\" src=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto5.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto5.jpg 930w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto5-300x200.jpg 300w, https:\/\/anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/foto5-768x512.jpg 768w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-138362\" class=\"wp-caption-text\">Ketan Khambhatta captura o drama da travessia de um rio por zebras e gnus no Tri\u00e2ngulo de Mara no Qu\u00eania<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tirei esta foto em um dos pontos de travessia do rio no Tri\u00e2ngulo de Mara, durante a grande migra\u00e7\u00e3o dos gnus e das zebras. Eu estava esperando em nosso ve\u00edculo at\u00e9 que os rebanhos de gnus atravessassem o rio e observei as zebras lentamente se movendo em frente para verificar se havia crocodilos nas \u00e1guas. Mas enquanto as zebras ainda estavam checando a \u00e1rea, os gnus come\u00e7aram a correr e pular no rio, deixando uma nuvem de poeira e criando um momento dram\u00e1tico que eu pensei que daria uma \u00f3tima foto.<\/p>\n<p>Estar na selva aumentou minha compaix\u00e3o pela vida selvagem. O que ficou evidente durante minhas viagens fotogr\u00e1ficas \u00e9 a amea\u00e7a que muitos animais enfrentam por v\u00e1rias raz\u00f5es, como perda de habitat, ca\u00e7a furtiva e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cinco fot\u00f3grafos compartilham a hist\u00f3ria por tr\u00e1s de suas fotos, e oferecem suas imagens para<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":150194,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/tubarao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cinco fot\u00f3grafos compartilham a hist\u00f3ria por tr\u00e1s de suas fotos, e oferecem suas imagens para","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150193"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=150193"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150193\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":150197,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150193\/revisions\/150197"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150194"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=150193"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=150193"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=150193"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}