{"id":150105,"date":"2021-07-22T13:58:05","date_gmt":"2021-07-22T16:58:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=150105"},"modified":"2021-07-22T16:27:37","modified_gmt":"2021-07-22T19:27:37","slug":"solucoes-baseadas-na-natureza-sao-essenciais-para-combater-mudancas-climaticas-e-a-perda-de-biodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/solucoes-baseadas-na-natureza-sao-essenciais-para-combater-mudancas-climaticas-e-a-perda-de-biodiversidade\/","title":{"rendered":"Solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza s\u00e3o essenciais para combater mudan\u00e7as clim\u00e1ticas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150106\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A conserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas, como \u00e1reas florestais, pantanosas ou ocupadas por pastagens naturais, e a restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas j\u00e1 degradadas s\u00e3o essenciais para enfrentar, conjuntamente, dois dos maiores desafios globais atualmente: as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a perda da biodiversidade.<\/p>\n<p>Essas solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza s\u00e3o especialmente importantes para serem implementadas no Brasil, uma vez que a maior parte das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE) do pa\u00eds, que impulsionam o aquecimento global, est\u00e1\u00a0associada a mudan\u00e7as no uso da terra, lideradas pelo desmatamento para abertura de \u00e1reas de pastagem ou agr\u00edcolas. A pr\u00e1tica provoca a libera\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico armazenado nas plantas e tamb\u00e9m a fragmenta\u00e7\u00e3o e perda de h\u00e1bitats, apontadas como duas das principais causas de decl\u00ednio de esp\u00e9cies mundialmente.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o foi feita por pesquisadores palestrantes da segunda edi\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie\u00a0<i>Confer\u00eancias FAPESP 60 anos<\/i>, com o tema \u201cMudan\u00e7as clim\u00e1ticas e biodiversidade: os avan\u00e7os da ci\u00eancia\u201d, realizada ontem (21\/07). Os debates foram mediados por Ronaldo Pilli, vice-presidente da FAPESP.<\/p>\n<p>\u201cA conserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas intactas representa hoje uma op\u00e7\u00e3o para manter os estoques de carbono. J\u00e1 a restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas permitiria sequestrar carbono da atmosfera e a reconex\u00e3o de fragmentos naturais, o que pode resultar em benef\u00edcios para a biodiversidade\u201d, disse Mercedes Bustamante, professora da Universidade de Bras\u00edlia (UnB).<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, globalmente as mudan\u00e7as no uso da terra e floresta representam 24% das emiss\u00f5es globais. No Brasil, atingem mais de 60% e v\u00eam aumentando nos \u00faltimos anos em raz\u00e3o do desmatamento, principalmente da Floresta Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Em 2019, por exemplo, o Brasil respondeu pela perda de um ter\u00e7o de florestas tropicais prim\u00e1rias no mundo e por 41% no per\u00edodo de 2002 a 2020.<\/p>\n<p>\u201cO que se observa \u00e9 que essa perda de floresta prim\u00e1ria vem ocorrendo acentuadamente em territ\u00f3rios ind\u00edgenas, que tradicionalmente s\u00e3o \u00e1reas onde o desmatamento \u00e9 muito baixo e que t\u00eam protegido a floresta ao longo dos \u00faltimos anos\u201d, apontou.<\/p>\n<p>Apesar de ocorrer em maior escala na Amaz\u00f4nia, essa perda n\u00e3o tem se restringido a esse bioma. Em 2020, o Cerrado perdeu uma \u00e1rea quatro vezes maior que a Grande S\u00e3o Paulo e o desmatamento tem crescido tamb\u00e9m da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>\u201cEssas mudan\u00e7as no uso do solo no Brasil representam uma via de m\u00e3o dupla\u201d, avaliou Bustamante.<\/p>\n<p>\u201cAo mesmo tempo em que a convers\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa para a agropecu\u00e1ria, associada ao aumento da frequ\u00eancia de queimadas, tem impacto direto sobre as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, ter\u00e1\u00a0tamb\u00e9m\u00a0impacto no setor agr\u00edcola, que ser\u00e1 o que mais vai sofrer com\u00a0as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e com\u00a0os efeitos das\u00a0altera\u00e7\u00f5es na temperatura e na\u00a0disponibilidade h\u00eddrica\u201d, disse Bustamante.<\/p>\n<p><b>Impactos na agricultura<\/b><\/p>\n<p>Alguns dados apresentados por\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/438\/paulo-eduardo-artaxo-netto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Paulo Artaxo<\/a><\/b>, professor do Instituto de F\u00edsica da Universidade de S\u00e3o Paulo (IF-USP) e membro da coordena\u00e7\u00e3o do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/fapesp.br\/pfpmcg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Globais<\/a><\/b>\u00a0(PFPMCG), referendam essas constata\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Um estudo feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apresentado por Artaxo, indicou um aumento m\u00e9dio entre 4 \u00baC e 5,5 \u00baC na temperatura entre 2071 e 2099 na regi\u00e3o central do Brasil, onde est\u00e1 estabelecido o agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Outro estudo de autoria de pesquisadores da Embrapa Inform\u00e1tica Agropecu\u00e1ria, publicado em 2019 e tamb\u00e9m citado por Artaxo, apontou que o Brasil est\u00e1 se tornando mais seco. As \u00e1reas no pa\u00eds com registro de alto \u00edndice de d\u00e9ficit de chuva, antes restritas \u00e0 regi\u00e3o do Nordeste, se estenderam para Goi\u00e1s e Mato Grosso \u2013 dois dos principais Estados produtores de soja e carne.<\/p>\n<p>\u201cA economia brasileira baseada s\u00f3 na produ\u00e7\u00e3o de carne e de soja, por exemplo, pode n\u00e3o ser competitiva daqui a dez anos ou mesmo na d\u00e9cada atual\u201d, disse Artaxo.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador, as evid\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no planeta s\u00e3o extensas e incluem\u00a0o aumento de eventos clim\u00e1ticos extremos, como as recentes inunda\u00e7\u00f5es na Europa, ondas de calor nos Estados Unidos e no Canad\u00e1, crise h\u00eddrica no Brasil e aquecimento do oceano e da atmosfera.<\/p>\n<p>As emiss\u00f5es de carbono, ele explica, est\u00e3o fazendo com que as concentra\u00e7\u00f5es de gases que controlam o clima do planeta aumentem rapidamente \u2013 a de di\u00f3xido de carbono (CO2) aumentou 66%, a de metano 259% e a do \u00f3xido nitroso\u00a0(N<sub>2<\/sub>O) 120% desde 1750 \u2013 e mudando a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera terrestre. Com isso, a temperatura do planeta j\u00e1 aumentou\u00a01,2 \u00baC.<\/p>\n<p>\u201cEsse aumento de temperatura pode parecer pouco, mas \u00e9 muito significativo para o funcionamento b\u00e1sico de um ecossistema. E tem contribu\u00eddo para o aumento da frequ\u00eancia de eventos clim\u00e1ticos extremos que temos visto\u201d, afirmou Artaxo.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, a temperatura m\u00e9dia nos continentes j\u00e1 aumentou 1,7 \u00baC, uma vez que eles aquecem muito mais do que o planeta como um todo porque os oceanos absorvem gigantescas quantidades de calor.<\/p>\n<p>\u201cNos continentes, j\u00e1 ultrapassamos o limite seguro de aumento da temperatura, de 1,5 \u00baC, indicado pelo IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas]\u201d, disse Artaxo.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 110 anos, a temperatura no Nordeste do Brasil, por exemplo, aumentou entre 2,2 \u00baC e 2,5 \u00baC. J\u00e1 na regi\u00e3o do \u00c1rtico aumentou mais de 3 \u00baC.<\/p>\n<p>\u201cEsse aumento muito significativo da temperatura afeta o funcionamento de ecossistemas, a biodiversidade, a sa\u00fade da pessoas e tem impactos socioecon\u00f4micos muito grandes\u201d, afirmou Artaxo.<\/p>\n<p><strong>Impactos na biodiversidade<\/strong><\/p>\n<p>A partir de 2050, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas podem se tornar o principal vetor da perda de biodiversidade global, apontou\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/283\/carlos-alfredo-joly\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carlos Joly<\/a><\/strong>, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) e membro da coordena\u00e7\u00e3o do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/fapesp.br\/biota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa BIOTA-FAPESP<\/a><\/b>.<\/p>\n<p>\u201cTemos um conjunto enorme de fatores, que v\u00e3o desde o aquecimento global, passando por mudan\u00e7as na distribui\u00e7\u00e3o de chuvas, pela polui\u00e7\u00e3o, pelo uso excessivo de fertilizantes e pela introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas, entres outros fatores que t\u00eam exercido enorme press\u00e3o e levado ao desaparecimento de toda uma fauna de invertebrados\u201d, apontou Joly.<\/p>\n<p>Alguns desses invertebrados, como as abelhas, s\u00e3o important\u00edssimos para a manuten\u00e7\u00e3o da poliniza\u00e7\u00e3o das principais culturas agr\u00edcolas cultivadas em pa\u00edses como o Brasil, ele exemplificou.<\/p>\n<p>O ritmo de perda de esp\u00e9cies indica que o mundo corre o s\u00e9rio risco de assistir nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas a uma sexta extin\u00e7\u00e3o em massa.\u201cA crise da biodiversidade est\u00e1 atingindo um limite muito perigoso\u201d, afirmou Joly.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do pesquisador, enquanto a atual crise sanit\u00e1ria, causada pela pandemia de COVID-19, tem a perspectiva de ser solucionada nos pr\u00f3ximos dois anos com o avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o e a emerg\u00eancia clim\u00e1tica poder\u00e1 ser debelada em 100 a 150 anos com a redu\u00e7\u00e3o significativa nas emiss\u00f5es de GEE, a perda da biodiversidade global poder\u00e1 ser irrevers\u00edvel.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o vamos recuperar as esp\u00e9cies que est\u00e3o sendo extintas hoje. Por isso, \u00e9 preciso reverter as taxas de extin\u00e7\u00e3o antes que servi\u00e7os ecossist\u00eamicos [prestados pela natureza, como prover \u00e1gua limpa] sejam definitivamente comprometidos\u201d, alertou.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o da FAPESP no financiamento \u00e0 pesquisa nesses dois temas \u2013 biodiversidade e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u2013 tem sido fundamental para o avan\u00e7o dessas agendas em n\u00edvel global, apontaram os participantes do evento.<\/p>\n<p>\u201cCada vez mais diferentes na\u00e7\u00f5es e entidades supranacionais, mas tamb\u00e9m empresas respons\u00e1veis e partidos pol\u00edticos t\u00eam fortalecido uma agenda que privilegia esses dois t\u00f3picos\u201d, avaliou Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP.<\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, a FAPESP, a ABC [Academia Brasileira de Ci\u00eancias], a SBPC [Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia],\u00a0a Aciesp [Academia de Ci\u00eancias do Estado de S\u00e3o Paulo] e as nossas universidades\u00a0t\u00eam liderado um movimento para fundamentar o desenvolvimento do conhecimento\u00a0baseado na pesquisa\u00a0sobre a biodiversidade e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais\u201d, afirmou Zago.<\/p>\n<p>A \u00edntegra da Confer\u00eancia\u00a0pode ser assistida\u00a0em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PEP56Gnk3YU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PEP56Gnk3YU<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A conserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas, como \u00e1reas florestais, pantanosas ou ocupadas por pastagens naturais, e a<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":150106,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/amazonia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A conserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas, como \u00e1reas florestais, pantanosas ou ocupadas por pastagens naturais, e a","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150105"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=150105"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150105\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":150123,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150105\/revisions\/150123"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150106"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=150105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=150105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=150105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}