{"id":150046,"date":"2021-07-21T11:00:50","date_gmt":"2021-07-21T14:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=150046"},"modified":"2021-07-20T20:42:32","modified_gmt":"2021-07-20T23:42:32","slug":"degelo-do-permafrost-leva-parque-nacional-de-denali-a-reimaginar-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/degelo-do-permafrost-leva-parque-nacional-de-denali-a-reimaginar-futuro\/","title":{"rendered":"Degelo do permafrost leva Parque Nacional de Denali a reimaginar futuro"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150047\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Grande parte do solo em Denali, no estado do Alasca, Estados Unidos, est\u00e1 perdendo sua camada superior de permafrost, resultando em deslizamentos de terra e obstru\u00e7\u00f5es ocasionais da estrada do parque.<\/p>\n<p>Uma \u00fanica estrada, na maior parte, de cascalho, conecta 600 mil visitantes por ano com os cerca de 2,4 milh\u00f5es de hectares do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/travel\/national-parks\/article\/denali-national-park\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parque Nacional e Reserva de Denali, no Alasca<\/a>. A maioria dos visitantes faz passeios nos \u00f4nibus do parque para apreciar ursos-pardos, ursos-negros, lobos, caribus, alces e carneiros-de-dall \u2014 as \u201cCinco Grandes\u201d esp\u00e9cies de animais silvestres do parque \u2014 e tem a expectativa de observar a montanha mais alta da Am\u00e9rica do Norte \u2014 Denali, com cerca de 6,2 mil metros de altitude \u2014 geralmente envolta por nuvens.<\/p>\n<p>Contudo, nos \u00faltimos anos, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/dena\/planyourvisit\/visiting-denali.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Estrada do Parque de Denali<\/a>\u00a0de quase 150 quil\u00f4metros de extens\u00e3o que fornece acesso ao parque enfrentou desmoronamentos e deslizamentos \u2014 demandando manuten\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel e, ocasionalmente, obstruindo a estrada \u2014 e os cientistas acreditam que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas provavelmente s\u00e3o respons\u00e1veis pelo transtorno. Os desafios de manuten\u00e7\u00e3o de estradas s\u00e3o apenas alguns dos in\u00fameros efeitos produzidos pelo aumento das temperaturas nos parques nacionais do Alasca.<\/p>\n<p>Assim como grande parte do Alasca, muitas regi\u00f5es do Parque Nacional de Denali s\u00e3o cobertas por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.org\/encyclopedia\/permafrost\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">permafrost:<\/a>\u00a0o solo que permanece no ponto de congelamento ou a temperaturas inferiores por dois ou mais anos consecutivos. \u00c0 medida que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas aquecem o planeta, grande parte do permafrost superficial derrete. Na d\u00e9cada de 1950, 75% de Denali possu\u00edam permafrost pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie, logo abaixo da camada ativa que congela e descongela sazonalmente. O percentual caiu para cerca de 50% na d\u00e9cada de 2000 e prev\u00ea-se uma redu\u00e7\u00e3o para 6% at\u00e9 2050. Em \u00e1reas onde o permafrost pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie est\u00e1 descongelando, ainda pode haver permafrost mais profundamente, pois o permafrost pode ter centenas de metros de espessura, e at\u00e9 mais de 600 metros de espessura em alguns pontos ao norte do Alasca.<\/p>\n<p>Recentemente, tr\u00eas pesquisadores do Servi\u00e7o Nacional de Parques dos Estados Unidos, incluindo David Swanson, ecologista, e Pam Sousanes e Ken Hill, ambos cientistas f\u00edsicos, publicaram um estudo no peri\u00f3dico\u00a0<a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/full\/10.1080\/15230430.2020.1859435\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Arctic, Antarctic, and Alpine Research\u00a0<\/em><\/a>que analisou as temperaturas do ar e do solo em oito parques nacionais mais setentrionais do Alasca. Foi constatado um aumento na temperatura atmosf\u00e9rica m\u00e9dia anual de ao menos um grau Celsius entre 2014 e 2019 na \u00e1rea do estudo em compara\u00e7\u00e3o com o per\u00edodo anterior de 30 anos, e um aumento pr\u00f3ximo de dois graus Celsius em Denali e na maioria dos parques do \u00c1rtico. Houve um aumento ainda maior de tr\u00eas graus Celsius em certas regi\u00f5es de parques na costa ocidental. As temperaturas m\u00e9dias anuais do solo tamb\u00e9m aumentaram.<\/p>\n<p>\u201cSe persistirem as temperaturas elevadas observadas entre 2014 e 2019, haver\u00e1 degrada\u00e7\u00e3o generalizada do permafrost em trechos desses parques nacionais e em outros ambientes semelhantes em todo o Alasca\u201d, publicaram os autores. Proje\u00e7\u00f5es apontam que as temperaturas de Denali provavelmente continuar\u00e3o em ascens\u00e3o, segundo estudo de Patrick Gonzalez e colegas publicado em 2018 no peri\u00f3dico\u00a0<em>Environmental Research Letters<\/em>.<\/p>\n<p>O Alasca possui oito parques nacionais e 16 outros locais supervisionados pelo Servi\u00e7o Nacional de Parques, incluindo monumentos nacionais, reservas e \u00e1reas hist\u00f3ricas. O degelo do permafrost est\u00e1 provocando diversos efeitos nessas regi\u00f5es, como desafios de infraestrutura e impactos nos ecossistemas.<\/p>\n<p>Em Denali, desmoronamentos ocasionalmente acarretam o fechamento da Estrada do Parque de Denali. Em 2013,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/articles\/denali-factsheet-debris-slide.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">blocos de permafrost do tamanho de pequenas casas<\/a>\u00a0deslizaram por uma encosta \u00edngreme acima do acampamento de Igloo Creek e obstru\u00edram a estrada por quatro dias e, em 2014,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/dena\/learn\/news\/lodge-guests-evacuated-from-kantishna.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">parte\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/dena\/learn\/news\/lodge-guests-evacuated-from-kantishna.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">da estrada desmoronou<\/a>\u00a0a ponto de avi\u00f5es particulares e helic\u00f3pteros do parque serem chamados para retirar visitantes de um alojamento privado. Em julho de 2016, um deslizamento de terra em Eagle\u2019s Nest causou um fechamento que durou quatro dias, deixando seu acesso limitado por muitos outros dias. E, em 2019, 17 \u00f4nibus com 300 visitantes ficaram presos a uma grande dist\u00e2ncia no parque, sa\u00edram ilesos, mas houve um atraso de horas.<\/p>\n<h3>O degelo do permafrost afeta parques em todo o Alasca<\/h3>\n<p>Para buscar mais dados sobre como essas mudan\u00e7as podem afetar ainda mais a estrada do parque, os cientistas fizeram orif\u00edcios de sondagem no solo da regi\u00e3o entre 2003 e 2019. Foram encontradas \u201cquantidades significativas de permafrost rico em gelo suscet\u00edvel a descongelamento (relativamente morno) logo abaixo da estrada\u201d, segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/places\/dena-pretty-rocks.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>site<\/em>\u00a0do parque<\/a>, que tamb\u00e9m apresenta uma explica\u00e7\u00e3o prov\u00e1vel para os desafios da estrada do parque: \u201co mais plaus\u00edvel \u00e9 que o permafrost da regi\u00e3o est\u00e1 descongelando, o que condiz com as tend\u00eancias regionais, resultando em perda da estabilidade dos declives\u201d.<\/p>\n<p>O degelo do permafrost n\u00e3o \u00e9 um problema isolado que afeta apenas Denali. O Servi\u00e7o Nacional de Parques \u00e9 respons\u00e1vel por mais de 34 milh\u00f5es de hectares de terra, e o Alasca contempla aproximadamente 22 milh\u00f5es desses hectares. Cerca de 16 milh\u00f5es est\u00e3o localizados em zonas cobertas com mais da metade de permafrost.<\/p>\n<p>Os parques nacionais tamb\u00e9m s\u00e3o uma atividade econ\u00f4mica importante no Alasca. Em 2018, os parques receberam 2,9 milh\u00f5es de visitantes, trazendo um \u201cest\u00edmulo total \u00e0 economia do estado de mais de US$ 1,98 bilh\u00e3o\u201d, segundo o servi\u00e7o do parque.<\/p>\n<p>Os efeitos do degelo do permafrost s\u00e3o distintos entre os parques. Nos parques nacionais do \u00c1rtico ao norte do Alasca \u2014 mais remotos e de dif\u00edcil acesso \u2014 h\u00e1 poucos visitantes e quase nenhuma infraestrutura. Mas o degelo do permafrost pode causar mudan\u00e7as hidrol\u00f3gicas e permitir que a \u00e1gua penetre no solo, drene lagos ou crie novas lagoas. Tamb\u00e9m pode causar eros\u00e3o do solo, assorear riachos e lagos com o ac\u00famulo de sedimentos e lodo, afetar ciclos de nutrientes e liberar gases de efeito estufa. Essas mudan\u00e7as podem alterar a vegeta\u00e7\u00e3o e o\u00a0<em>habitat\u00a0<\/em>de animais silvestres.<\/p>\n<p>\u201cConforme o clima aquece e os arbustos ficam mais altos e densos, os mochileiros e certamente os animais silvestres ser\u00e3o afetados\u201d, afirma Swanson. Ele ressalta que as mudan\u00e7as podem n\u00e3o ficar inicialmente discern\u00edveis a um visitante comum dos parques do \u00c1rtico. \u201cOs efeitos s\u00e3o graduais no \u00c1rtico, incluindo o que consideramos serem consequ\u00eancias relativamente r\u00e1pidas devidas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, conta Swanson.<\/p>\n<h3>Problemas na Estrada do Parque<\/h3>\n<p>A mudan\u00e7a \u00e9 mais vis\u00edvel ao longo da Estrada do Parque de Denali, constru\u00edda entre 1922 e 1938, que possui uma rota elevada ao longo da Montanha Polychrome com vistas panor\u00e2micas deslumbrantes. Contudo, neste momento, no quil\u00f4metro 73,3 (marcado na milha 45,5) desse trecho, o deslizamento na \u00e1rea de Pretty Rocks est\u00e1 causando dores de cabe\u00e7a, de acordo com o<a href=\"https:\/\/irma.nps.gov\/DataStore\/DownloadFile\/649189\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0Guia de Estradas Geol\u00f3gicas de Denali<\/a>. Identificado pela primeira vez na d\u00e9cada de 1960, o deslizamento era um pequeno problema de manuten\u00e7\u00e3o, exigindo poucas obras de reparos a cada poucos anos. No entanto, com o aquecimento do Alasca, tornou-se um problema maior.<\/p>\n<p>Em 2016 e 2017, uma extens\u00e3o aproximada de 90 metros de estrada come\u00e7ou a afundar de forma mais significativa \u2014 at\u00e9 13 cent\u00edmetros por m\u00eas. Em 2018 e 2019, o afundamento avan\u00e7ou at\u00e9 cinco cent\u00edmetros por dia e, em alguns dias de agosto de 2020, alcan\u00e7ou cerca de nove cent\u00edmetros. No segundo trimestre deste ano, o parque utilizou cerca de 5,1 mil metros c\u00fabicos de cascalho (o equivalente a 550 caminh\u00f5es) para consertar a estrada.<\/p>\n<p>Foram mapeadas mais de 140 \u201c\u00e1reas de risco de desmoronamento\u201d ao longo da estrada do parque. \u201cFazemos o poss\u00edvel para nos concentrarmos em resolver problemas j\u00e1 conhecidos e evidentes, como em Pretty Rocks, mas n\u00e3o deixamos de lado outros desafios\u201d, afirma Denny Capps, ge\u00f3logo do Parque Nacional e Reserva de Denali.<\/p>\n<p>O Denali participa do\u00a0<a href=\"https:\/\/usmp.info\/client\/files\/Executive%20Summary%20for%20the%20USMP%20for%20FLMA%20Program_Final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Programa de Manejo de Encostas Inst\u00e1veis<\/a>\u00a0das Ag\u00eancias Federais de Manejo do Solo e mant\u00e9m uma coopera\u00e7\u00e3o com o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico dos Estados Unidos para o mapeamento geol\u00f3gico de alta resolu\u00e7\u00e3o para que sejam obtidas mais informa\u00e7\u00f5es sobre \u00e1reas ao longo da Estrada do Parque de Denali que sejam vulner\u00e1veis a riscos geol\u00f3gicos, como deslizamentos de terra, desmoronamentos e terremotos. Um sistema de monitoramento automatizado notifica Capps de qualquer movimenta\u00e7\u00e3o significativa. Ao receber uma notifica\u00e7\u00e3o, ele avalia os dados, at\u00e9 mesmo no meio da noite.<\/p>\n<p>\u201cAcordo, conecto-me ao sistema, analiso se apenas um dos sensores foi afetado, o que pode indicar que seja talvez somente um urso se co\u00e7ando no sensor \u2014 pode acontecer\u201d, conta Capps. Mas se ele encontrar um padr\u00e3o de movimenta\u00e7\u00e3o preocupante, vai pessoalmente ao local para inspecionar.<\/p>\n<p>O parque cogita uma s\u00e9rie de op\u00e7\u00f5es para resolver o dilema da estrada do parque, incluindo solu\u00e7\u00f5es de engenharia, como uma ponte, bem como um poss\u00edvel redirecionamento. Mas n\u00e3o existem solu\u00e7\u00f5es simples. Uma poss\u00edvel op\u00e7\u00e3o de redirecionamento seria contornar a Montanha Polychrome, sacrificando a vista panor\u00e2mica e trocando um conjunto de desafios geot\u00e9cnicos por outro em uma rota com deslizamentos de terra conhecidos.<\/p>\n<p>Outra possibilidade de redirecionamento seria levar a estrada ao fundo do vale, onde redes de canais conhecidas como rios entrela\u00e7ados e plan\u00edcies de inunda\u00e7\u00e3o poderiam acarretar problemas adicionais. Ambas as op\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de redirecionamento atravessam o permafrost inst\u00e1vel em descongelamento e exigiriam a constru\u00e7\u00e3o de aproximadamente 10 quil\u00f4metros de estrada em \u00e1reas federais de vegeta\u00e7\u00e3o natural \u2014 um processo complexo que implica uma extensa an\u00e1lise ambiental e participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>Enquanto os parques tentam resolver os problemas atuais, cientistas tamb\u00e9m coletam dados fundamentais que ajudar\u00e3o a planejar o futuro. Sousanes, cientista f\u00edsica do Servi\u00e7o de Parques especializada no estudo do clima, trabalha com as Redes de Monitoramento e Invent\u00e1rio do \u00c1rtico e do Alasca Central. Ela se empenha em manter as esta\u00e7\u00f5es de dados das redes em opera\u00e7\u00e3o durante 365 dias por ano.<\/p>\n<p>\u201cMinha contribui\u00e7\u00e3o em toda essa iniciativa de monitoramento no longo prazo \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o de dados b\u00e1sicos importantes sobre esses parques nacionais que inexistiam nos \u00faltimos cem anos\u201d, conta Sousanes. \u201cCome\u00e7a a ser feito um registro relativamente amplo que pode nos ajudar a entender as mudan\u00e7as observadas na paisagem.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grande parte do solo em Denali, no estado do Alasca, Estados Unidos, est\u00e1 perdendo sua<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":150047,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/degelo-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Grande parte do solo em Denali, no estado do Alasca, Estados Unidos, est\u00e1 perdendo sua","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150046"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=150046"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150046\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":150050,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/150046\/revisions\/150050"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150047"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=150046"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=150046"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=150046"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}