{"id":149925,"date":"2021-07-19T08:19:37","date_gmt":"2021-07-19T11:19:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=149925"},"modified":"2021-07-19T08:21:41","modified_gmt":"2021-07-19T11:21:41","slug":"novos-estudos-ajudam-a-entender-o-impacto-do-novo-coronavirus-no-cerebro-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/novos-estudos-ajudam-a-entender-o-impacto-do-novo-coronavirus-no-cerebro-humano\/","title":{"rendered":"Novos estudos ajudam a entender o impacto do novo coronav\u00edrus no c\u00e9rebro humano"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-149927\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Dias depois de a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronav\u00edrus, em mar\u00e7o de 2020, um estudo com pacientes na It\u00e1lia j\u00e1 relatava a perda do olfato e do paladar como um dos sintomas de COVID-19. Em abril do mesmo ano, foi publicado o primeiro estudo sobre o impacto neurol\u00f3gico da doen\u00e7a, com centenas de pessoas.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, investiga\u00e7\u00f5es sobre as consequ\u00eancias da COVID-19 no c\u00e9rebro t\u00eam sido realizadas, abordando desde os efeitos observados na fase aguda at\u00e9 as poss\u00edveis sequelas neurol\u00f3gicas \u2013 relatadas por cerca de 30% dos pacientes que se recuperaram.<\/p>\n<p>\u201cA COVID-19 foi inicialmente descrita como uma infec\u00e7\u00e3o viral do trato respirat\u00f3rio, mas rapidamente fomos aprendendo que o c\u00e9rebro \u00e9 um dos v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os afetados. Mas alguns aspectos da doen\u00e7a ainda permanecem obscuros. O impacto no c\u00e9rebro n\u00e3o est\u00e1 completamente entendido. \u00c9 muito importante estimular a troca de conhecimento e de experi\u00eancias entre pesquisadores de todo o mundo\u201d, disse Luiz Eug\u00eanio Mello, diretor cient\u00edfico da FAPESP, na abertura do semin\u00e1rio on-line \u201c<strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZD7apS2d7SE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">What does COVID-19 have to do with the brain?<\/a><\/strong>\u201d, realizado em 7 de julho. O evento, que reuniu cientistas do Brasil e da Alemanha, integra a s\u00e9rie\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/webinars\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">FAPESP COVID-19 Research Webinars<\/a><\/strong>, organizada com apoio do Global Research Council (GRC).<\/p>\n<p><b>O caminho do v\u00edrus<\/b><\/p>\n<p>Um dos estudos apresentados no semin\u00e1rio, conduzido na Charit\u00e9 Medicine University Berlin (Alemanha), demonstrou que o novo coronav\u00edrus utiliza a mucosa olfat\u00f3ria como porta de entrada para o c\u00e9rebro. \u201cIsso se d\u00e1 devido \u00e0 proximidade anat\u00f4mica entre as c\u00e9lulas da mucosa, os vasos sangu\u00edneos e as c\u00e9lulas nervosas na \u00e1rea. Uma vez instalado na mucosa olfat\u00f3ria, o v\u00edrus parece usar conex\u00f5es neuroanat\u00f4micas, como o nervo olfat\u00f3rio, para chegar at\u00e9 o c\u00e9rebro\u201d, afirmou Helena Radbruch, que analisou amostras da mucosa olfat\u00f3ria e de outras quatro regi\u00f5es do c\u00e9rebro de 33 pacientes que tiveram a forma grave da doen\u00e7a e morreram.<\/p>\n<p>A equipe de Radbruch acompanhou outros 180 pacientes desde a fase aguda da doen\u00e7a at\u00e9 meses ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o. \u201cA boa not\u00edcia, sobretudo para quem teve COVID-19, \u00e9 que o v\u00edrus n\u00e3o permanece por muito tempo no c\u00e9rebro. Verificamos que somente em alguns pacientes o SARS-CoV-2 atinge esse \u00f3rg\u00e3o e, tr\u00eas semanas ap\u00f3s a fase aguda, ele j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 mais l\u00e1\u201d, contou.<\/p>\n<p>Radbruch estudou tamb\u00e9m como o sistema imunol\u00f3gico responde \u00e0 infec\u00e7\u00e3o pelo novo coronav\u00edrus. Al\u00e9m de encontrar evid\u00eancias de c\u00e9lulas imunol\u00f3gicas ativadas no c\u00e9rebro e na mucosa olfat\u00f3ria, foi poss\u00edvel detectar as assinaturas imunol\u00f3gicas dessas c\u00e9lulas no fluido cerebral. Em alguns dos casos estudados, os pesquisadores tamb\u00e9m encontraram danos no tecido causados por acidente vascular cerebral \u2013 um resultado da obstru\u00e7\u00e3o de vasos sangu\u00edneos.<\/p>\n<p>\u201cA presen\u00e7a do v\u00edrus nas c\u00e9lulas nervosas da mucosa olfat\u00f3ria parece explicar os sintomas neurol\u00f3gicos, como a perda de olfato e paladar, n\u00e3o t\u00e3o rara assim entre pacientes com COVID-19\u201d, disse.<\/p>\n<p>No Brasil, pesquisadores do Instituto D\u2019Or e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conduziram uma s\u00e9rie de experimentos e conclu\u00edram que, al\u00e9m da mucosa olfat\u00f3ria, existem diferentes formas de o v\u00edrus atingir o c\u00e9rebro. Uma delas se daria conforme a doen\u00e7a vai progredindo para diferentes \u00f3rg\u00e3os e a inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica a torna ainda mais grave, o que facilitaria a entrada do v\u00edrus no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>\u201cInfelizmente, identificamos em uma aut\u00f3psia uma infec\u00e7\u00e3o viral grave no plexo coroide, uma estrutura do sistema nervoso central protegida pela barreira hematoencef\u00e1lica. Essa regi\u00e3o do c\u00e9rebro concentra grandes quantidades de ACE2, que \u00e9 a prote\u00edna \u00e0 qual o v\u00edrus se conecta para invadir o organismo, tamb\u00e9m encontrada em abund\u00e2ncia nos pulm\u00f5es\u201d, ressaltou Marilia Zaluar Guimar\u00e3es, pesquisadora da UFRJ e do Instituto D\u2019Or.<\/p>\n<p>Tratava-se de um caso raro, um beb\u00ea de um ano, que j\u00e1 sofria com encefalopatia e que n\u00e3o sobreviveu \u00e0 COVID-19. A aut\u00f3psia revelou que havia v\u00edrus no pulm\u00e3o, cora\u00e7\u00e3o, c\u00f3rtex cerebral e tamb\u00e9m na regi\u00e3o cerebral do plexo coroide. \u201cA infec\u00e7\u00e3o pelo SARS-CoV-2 causou pneumonia, meningite e danos em m\u00faltiplos \u00f3rg\u00e3os devido \u00e0 trombose, entre eles rins, pulm\u00e3o, c\u00e9rebro, cora\u00e7\u00e3o e p\u00e2ncreas\u201d, relatou.<\/p>\n<p>Com a comprova\u00e7\u00e3o de que o novo coronav\u00edrus era capaz de romper a barreira hematoencef\u00e1lica e se infiltrar em regi\u00f5es do c\u00e9rebro, a equipe de pesquisadores come\u00e7ou a realizar estudos em organoides \u2013 modelos simplificados de \u00f3rg\u00e3os produzidos por meio de engenharia gen\u00e9tica. Os minic\u00e9rebros cultivados\u00a0<i>in vitro<\/i>\u00a0pelo grupo foram desenvolvidos na \u00e9poca da epidemia de zika. Para isso, os pesquisadores utilizam c\u00e9lulas-tronco pluripotentes induzidas (c\u00e9lulas da pele ou do sangue reprogramadas para retornar a um est\u00e1gio de pluripot\u00eancia semelhante ao de c\u00e9lulas-tronco), que recebem est\u00edmulos para se diferenciar em c\u00e9lulas nervosas, como astr\u00f3citos e neur\u00f4nios.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um modelo simplificado do c\u00e9rebro humano, mas com uma variedade celular que permite acompanhar o funcionamento da infec\u00e7\u00e3o causada pelo novo coronav\u00edrus. Com isso, conseguimos provar que, embora o SARS-CoV-2 provoque dano no c\u00e9rebro, ele n\u00e3o consegue se replicar l\u00e1. Descobrimos tamb\u00e9m que a infec\u00e7\u00e3o causa a redu\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas neuroprogenitoras, mas n\u00e3o afeta a capacidade de prolifera\u00e7\u00e3o dessas c\u00e9lulas. O que \u00e9 curioso\u201d, sublinhou.<\/p>\n<p>A pesquisadora destaca, no entanto, que em estudos semelhantes ao dela, que usaram quantidades maiores de v\u00edrus para infectar os minic\u00e9rebros, observou-se replica\u00e7\u00e3o viral. Segundo a cientista, isso ajudaria a entender a varia\u00e7\u00e3o de gravidade, sintomas e sequelas neurol\u00f3gicas deixados pela COVID-19 .<\/p>\n<p>Zaluar e Radbruch concordam que, embora o v\u00edrus seja eliminado do c\u00e9rebro algumas semanas ap\u00f3s o fim da fase aguda da doen\u00e7a, ocorre um aumento das citocinas (mol\u00e9culas indutoras de inflama\u00e7\u00e3o) no local \u2013 uma prov\u00e1vel explica\u00e7\u00e3o para os diversos problemas neurol\u00f3gicos do p\u00f3s-COVID.<\/p>\n<p><b>C\u00e9lulas da glia<\/b><\/p>\n<p>Outra pesquisa apresentada no evento foi conduzida\u00a0por cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) com apoio da FAPESP. O grupo acompanhou 81 indiv\u00edduos que testaram positivo para COVID-19 e n\u00e3o precisaram ser hospitalizados. Mais de 50 dias ap\u00f3s o diagn\u00f3stico, os volunt\u00e1rios ainda apresentavam altera\u00e7\u00f5es na estrutura do c\u00f3rtex cerebral associadas a regi\u00f5es do trato olfat\u00f3rio. Entre os pesquisados, 28% desenvolveram algum grau de ansiedade, 20% de depress\u00e3o, 28% tiveram perda de mem\u00f3ria e 34% relataram perda de fun\u00e7\u00f5es cognitivas.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m avaliaram amostras de tecido cerebral de 26 pacientes que morreram ap\u00f3s contrair a COVID-19 \u2013 em todas elas a presen\u00e7a do v\u00edrus foi confirmada. Em cinco amostras tamb\u00e9m foram encontradas altera\u00e7\u00f5es que sugerem ter ocorrido preju\u00edzo ao sistema nervoso central.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 se tinha conhecimento sobre sintomas neurol\u00f3gicos, como perda de olfato e paladar. Com os nossos estudos, conseguimos mostrar, pela primeira vez, que o v\u00edrus infecta e se replica nos astr\u00f3citos \u2013 as c\u00e9lulas mais numerosas do sistema nervoso central e essenciais para a manuten\u00e7\u00e3o dos neur\u00f4nios\u201d, disse\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/16888\/marcelo-alves-da-silva-mori\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Mori<\/a><\/strong>, professor do Instituto de Biologia da Unicamp (<i>leia mais em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/34364\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">agencia.fapesp.br\/34364<\/a><\/strong><\/i>).<\/p>\n<p>Pesquisadores da plataforma cient\u00edfica Pasteur-USP mostraram outro ponto interessante da rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e COVID-19. Altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas em c\u00e9lulas da glia infectadas (astr\u00f3citos e outros tipos celulares que atuam na sustenta\u00e7\u00e3o e na nutri\u00e7\u00e3o dos neur\u00f4nios) podem estar relacionadas n\u00e3o apenas com o impacto da doen\u00e7a no c\u00e9rebro na fase aguda da doen\u00e7a, como tamb\u00e9m nas sequelas neurol\u00f3gicas prolongadas, relatadas por alguns pacientes.<\/p>\n<p>\u201cEstudos realizados em animais mostraram que o novo coronav\u00edrus pode infectar c\u00e9lulas da glia. Uma vez instalado, o v\u00edrus \u00e9 capaz de se replicar, produzir novas c\u00f3pias virais e induzir mudan\u00e7as estruturais que afetam o metabolismo celular\u201d, disse\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/62409\/jean-pierre-schatzmann-peron\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jean Pierre Peron<\/a><\/strong>, pesquisador do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas (ICB) da USP e coordenador de um\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/108170\/imunopatogenese-da-covid-19-em-modelos-experimentais-e-vacina-nasal-anti-sars-cov-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">projeto<\/a><\/strong>\u00a0sobre o tema apoiado pela FAPESP.<\/p>\n<p>Foram feitas na USP an\u00e1lises para verificar altera\u00e7\u00f5es na express\u00e3o de prote\u00ednas das c\u00e9lulas infectadas (prote\u00f4mica) e tamb\u00e9m mudan\u00e7as no metabolismo (metabol\u00f4mica). \u201cEncontramos uma s\u00e9rie de altera\u00e7\u00f5es na express\u00e3o das prote\u00ednas, principalmente nas envolvidas com o metabolismo do carbono e glicose. N\u00e3o por acaso, essas vias de sinaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o relacionadas com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas, como Huntington, esclerose lateral amiotr\u00f3fica e depress\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o\u201d, contou Peron.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise de metabol\u00f4mica mostrou que as c\u00e9lulas da glia infectadas apresentam uma hiperativa\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica nas vias glicol\u00edticas (respons\u00e1veis por quebrar a mol\u00e9cula de glicose nos tecidos). Al\u00e9m disso, a mitoc\u00f4ndria dessas c\u00e9lulas teve suas fun\u00e7\u00f5es intensificadas. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que a altera\u00e7\u00e3o na express\u00e3o das prote\u00ednas envolvidas com o metabolismo do carbono tenha alguma rela\u00e7\u00e3o com as mudan\u00e7as no metabolismo celular\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>Segundo Peron, especula-se que a altera\u00e7\u00e3o na express\u00e3o da enzima glutaminase esteja relacionada com a necessidade do v\u00edrus de se replicar. A enzima \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para as c\u00e9lulas da glia, pois 90% das sinapses do nosso c\u00e9rebro s\u00e3o glutamin\u00e9rgicas, ou seja, mediadas por esse neurotransmissor. \u201cTanto que, quando a glutaminase \u00e9 bloqueada, ocorre a redu\u00e7\u00e3o de citocinas inflamat\u00f3rias [redu\u00e7\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o]\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A \u00edntegra do webin\u00e1rio pode ser acessada em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/o-que-covid-19-tem-a-ver-com-o-cerebro\/550\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/covid19.fapesp.br\/o-que-covid-19-tem-a-ver-com-o-cerebro\/550<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dias depois de a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronav\u00edrus,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":149927,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/covid-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dias depois de a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronav\u00edrus,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149925"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149925"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149925\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":149928,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149925\/revisions\/149928"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/149927"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149925"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149925"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149925"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}