{"id":149873,"date":"2021-07-18T09:05:00","date_gmt":"2021-07-18T12:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=149873"},"modified":"2021-07-18T09:05:00","modified_gmt":"2021-07-18T12:05:00","slug":"anemonas-do-mar-as-vezes-se-alimentam-de-formigas-mas-por-que","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/anemonas-do-mar-as-vezes-se-alimentam-de-formigas-mas-por-que\/","title":{"rendered":"An\u00eamonas-do-mar \u00e0s vezes se alimentam de formigas. Mas por qu\u00ea?"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-149874\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Nova pesquisa mostra que sabemos muito pouco sobre a dieta de alguns dos animais que vivem no fundo do mar \u2014 e as complexas rela\u00e7\u00f5es entre as teias alimentares terrestre e marinha.<\/h2>\n<div class=\"paragraph css-0\">\n<div>\n<p>Ao mergulhar ao longo da costa do noroeste do Pac\u00edfico \u00e9 bastante poss\u00edvel que se consiga observar tapetes subaqu\u00e1ticos de criaturas marinhas carn\u00edvoras e incrivelmente brancas, que mais se parecem pompons. Os cientistas chamam esses animais de an\u00eamonas-emplumadas-gigantes e, ultrapassando um metro de altura, s\u00e3o as maiores\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/invertebrates\/facts\/sea-anemones\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">an\u00eamonas-do-mar<\/a>\u00a0da Terra.<\/p>\n<p>Embora as an\u00eamonas-emplumadas-gigantes (<em>Metridium farcimen<\/em>) sejam grandes, f\u00e1ceis de observar e absolutamente dominantes nos ecossistemas que habitam, pouco se sabe sobre elas \u2014 inclusive, de que se alimentam exatamente.<\/p>\n<p>Parte da dificuldade em estudar sua dieta est\u00e1 no fato de que ao passo que a maioria das an\u00eamonas-do-mar t\u00eam tent\u00e1culos longos e espessos para capturar e subjugar suas presas, elas exibem um denso conjunto de antenas min\u00fasculas e finas \u2014 uma \u201cindica\u00e7\u00e3o de que se alimentam de presas muito pequenas\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/arts-sciences.buffalo.edu\/geology\/faculty-staff\/researchers.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Christopher Wells<\/a>, ecologista marinho da Universidade de Buffalo, em Nova York. E, ap\u00f3s a ingest\u00e3o, esses pequeninos animais se transformam em peda\u00e7os ainda menores no est\u00f4mago.<\/p>\n<p>Em vez de tentar classificar esse material visualmente sob um microsc\u00f3pio, Wells analisou o conte\u00fado intestinal de 16 indiv\u00edduos de Friday Harbor, no estado de Washington, com uma tecnologia conhecida como c\u00f3digo de barras de DNA. Essa ferramenta isola fragmentos de DNA de uma amostra e ent\u00e3o pesquisa bancos de dados existentes para encontrar alguma correspond\u00eancia com esp\u00e9cies conhecidas.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s concluir todas as an\u00e1lises, Wells come\u00e7ou a estud\u00e1-las. Todos os suspeitos mar\u00edtimos foram confirmados \u2014 cop\u00e9podes, cracas, larvas de caranguejo e animais semelhantes \u2014 criaturas min\u00fasculas que n\u00e3o seriam capazes de escapar das garras lisas e venenosas das an\u00eamonas-emplumadas-gigantes. Havia tamb\u00e9m uma quantidade curiosa de DNA de inseto, incluindo tr\u00eas moscas, uma abelha e um besouro. Mas as correspond\u00eancias mais estranhas vieram de uma esp\u00e9cie conhecida como formiga-do-campo, ou\u00a0<em>Lasius pallitarsis<\/em>, respons\u00e1vel por 98% do DNA de inseto encontrado nas v\u00edsceras das an\u00eamonas-do-mar.<\/p>\n<p>\u201cFoi uma grande surpresa\u201d, conta Wells, o principal autor de um\u00a0<a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/edn3.225\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo que anunciou, na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Environmental DNA<\/em>, o uso de\u00a0<em>metabarcoding<\/em>\u00a0de DNA em conte\u00fado de intestinal de an\u00eamonas-do-mar pela primeira vez.<\/a>\u00a0\u201cEu realmente n\u00e3o esperava por isso.\u201d<\/p>\n<h3>Enigma da formiga<\/h3>\n<p>As an\u00eamonas-emplumadas s\u00e3o encontradas do Alasca \u00e0 Calif\u00f3rnia e sobrevivem filtrando pequenas criaturas da coluna de \u00e1gua. Sua dieta consiste principalmente de animais t\u00e3o pequenos quanto algumas c\u00e9lulas a t\u00e3o grandes quanto uma formiga. Ao contr\u00e1rio de suas primas, que usam tent\u00e1culos longos para colocar peda\u00e7os de comida em suas bocas, essas an\u00eamonas marinhas capturam pequenas presas e ent\u00e3o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rTMFsn3OEYU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">as canalizam para o est\u00f4mago utilizando uma s\u00e9rie de ranhuras interligadas<\/a>.<\/p>\n<p>A maioria dos organismos cujo DNA foi encontrado no estudo de fato passa as primeiras fases de seu ciclo de vida como ovos flutuantes ou larvas microsc\u00f3picas nadando pela \u00e1gua. Desta forma, faz sentido que as an\u00eamonas marinhas se empanturrem deles. Quanto \u00e0s formigas, por\u00e9m, os cientistas n\u00e3o sabem exatamente como elas foram parar na boca de um predador subaqu\u00e1tico. Mas eles t\u00eam uma teoria bastante convincente.<\/p>\n<p>Quando as formigas dessa esp\u00e9cie est\u00e3o prontas para se reproduzir, elas voam em grande n\u00famero para encontrar parceiros. Em seguida, as f\u00eameas pousam e tentam iniciar suas pr\u00f3prias col\u00f4nias. Suas hist\u00f3rias est\u00e3o apenas come\u00e7ando. Mas para os machos, s\u00f3 resta morrer.<\/p>\n<p>Embora Wells n\u00e3o se lembre de ter observado um n\u00famero particularmente alto de formigas voadoras durante os levantamentos que fez das an\u00eamonas-do-mar, ele diz que sempre h\u00e1 muitos insetos voando ao redor de Friday Harbor. Outros cientistas registraram o acasalamento ou voos nupciais das formigas-do-campo em agosto, quando as amostras de an\u00eamonas-do-mar foram coletadas. Em tese, tudo o que os insetos teriam que fazer seria cair na \u00e1gua e afundar at\u00e9 chegarem a um bosque de plantas carn\u00edvoras. Provavelmente tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que os outros insetos encontrados na an\u00e1lise de DNA tamb\u00e9m sejam voadores.<\/p>\n<p>\u201cMuitos animais aproveitam o aumento no n\u00famero de formigas voando para acasalar\u201d, explica\u00a0<a href=\"https:\/\/www.moreaulab.entomology.cornell.edu\/people\/corrie-moreau\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Corrie Moreau<\/a>, especialista em formigas, diretora e curadora do acervo de insetos da Universidade Cornell. \u201c\u00c9 bastante razo\u00e1vel imaginar que algumas dessas formigas reprodutoras sejam sopradas sobre as \u00e1guas oce\u00e2nicas pr\u00f3ximas e se tornem presas de organismos marinhos.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium css-ap3tdr\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr css-11fp934\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=320&amp;h=214\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 320px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=360&amp;h=240\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 360px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=430&amp;h=287\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 430px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=500&amp;h=333\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 500px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=768&amp;h=512\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=900&amp;h=600\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 900px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=1024&amp;h=682\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=664&amp;h=443\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1280px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1600px)\" \/><source title=\"giant plumose anemone\" srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.webp?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/webp\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"giant plumose anemone\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/2df73b8.jpg?w=710&amp;h=473\" alt=\"giant plumose anemone\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>A an\u00eamona-emplumada-gigante (<em>Metridium giganteum<\/em>\u00a0ou\u00a0<em>Metridium farcimen<\/em>) \u00e9 uma grande an\u00eamona marinha.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">AGEFOTOSTOCK \/ ALAMY STOCK PHOTO<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph css-0\">\n<div>\n<p>No lado aqu\u00e1tico da hist\u00f3ria, a especialista em an\u00eamonas-do-mar\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/michela-mitchell-66a87514\/?originalSubdomain=au\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Michela Mitchell<\/a>\u00a0afirmou que \u00e9 poss\u00edvel, embora incomum, que insetos terrestres fa\u00e7am parte da refei\u00e7\u00e3o de predadores marinhos.<\/p>\n<p>Na verdade, pesquisadores j\u00e1 observaram as an\u00eamonas-do-mar de tent\u00e1culos grossos \u2014 que s\u00e3o mais comuns, tendem a buscar alimentos em \u00e1reas mais amplas e conseguem capturar presas maiores \u2014 se alimentando de todos os tipos de coisas,\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/SymbiontSam\/status\/1081594618200944640?s=19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">de migalhas de p\u00e3o a coelhos inteiros<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cAinda h\u00e1 poucas pesquisas sobre a ecologia da alimenta\u00e7\u00e3o das an\u00eamonas-do-mar\u201d, afirma Mitchell, que \u00e9 pesquisadora honor\u00e1ria do Museum of Tropical Queensland, na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<h3>Aguardando \u201cconfirma\u00e7\u00e3o em campo\u201d<\/h3>\n<p>Mesmo que pare\u00e7a prov\u00e1vel que as an\u00eamonas-do-mar tenham devorado algumas formigas, at\u00e9 que algu\u00e9m veja o comportamento em a\u00e7\u00e3o \u2014 o que os cientistas chamam de \u201cconfirma\u00e7\u00e3o em campo\u201d \u2014 Mitchell ressalta que outras explica\u00e7\u00f5es precisam ser consideradas. Por exemplo, \u00e9 poss\u00edvel que as an\u00eamonas-do-mar tenham ingerido predadores de formigas, e n\u00e3o as pr\u00f3prias formigas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 como se estiv\u00e9ssemos em um corredor repleto de espelhos onde o conte\u00fado intestinal de outro animal \u00e9 refletido e a teia alimentar avan\u00e7a, ao mesmo tempo em que se tenta identificar o tipo de alimento\u201d, diz ela.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.floridamuseum.ufl.edu\/nhdept\/faculty\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gustav Paulay<\/a>, coautor do estudo, afirma que \u00e9 poss\u00edvel que ocorra esse tipo de erro considerando a natureza do\u00a0<em>metabarcoding<\/em>\u00a0do DNA. Mas, nesse caso, ele acha improv\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cA maior parte da dieta das an\u00eamonas-do-mar inclui animais do tamanho de uma formiga. Desta forma, \u00e9 improv\u00e1vel que o card\u00e1pio delas inclua um predador grande o suficiente para conseguir comer um n\u00famero suficiente de formigas a ponto de elas serem detectadas nas sequ\u00eancias\u201d, argumenta Paulay, curador de Zoologia de Invertebrados do Museu de Hist\u00f3ria Natural da Fl\u00f3rida. \u201cA maioria dos outros alimentos s\u00e3o pequenos animais planct\u00f4nicos que n\u00e3o conseguiriam se alimentar de uma formiga.\u201d<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m encontraram um aracn\u00eddeo dentro do conte\u00fado estomacal das an\u00eamonas-do-mar: um tipo de \u00e1caro oribat\u00eddeo, min\u00fascula criatura que \u00e9 terrestre na maioria das vezes, mas que tamb\u00e9m pode viver no oceano.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o revela uma das desvantagens do m\u00e9todo de\u00a0<em>metabarcoding<\/em>\u00a0do DNA \u2014 \u00e9 poss\u00edvel identificar a presen\u00e7a de uma esp\u00e9cie, mas n\u00e3o necessariamente como ela foi parar l\u00e1. Ainda assim, o estudo \u00e9 outro exemplo emocionante de como essa tecnologia pode ser utilizada para revelar intera\u00e7\u00f5es ocultas entre os animais. E \u00e0 medida que os cientistas continuam a adicionar mais genomas de novas esp\u00e9cies aos bancos de dados, a t\u00e9cnica se tornar\u00e1 mais robusta, \u00fatil e surpreendente.<\/p>\n<p>Tudo que voc\u00ea precisa \u00e9 de uma c\u00e9lula em algum lugar da amostra que contenha DNA, diz Wells. Com isso, \u201c\u00e9 poss\u00edvel identificar at\u00e9 mesmo a sarda de um cop\u00e9pode\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova pesquisa mostra que sabemos muito pouco sobre a dieta de alguns dos animais que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":149874,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/anemonas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Nova pesquisa mostra que sabemos muito pouco sobre a dieta de alguns dos animais que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149873"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149873"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149873\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":149875,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149873\/revisions\/149875"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/149874"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}