{"id":149783,"date":"2021-07-16T11:00:33","date_gmt":"2021-07-16T14:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=149783"},"modified":"2021-07-15T20:50:44","modified_gmt":"2021-07-15T23:50:44","slug":"desabamento-de-edificio-destaca-urgencia-de-adaptacoes-ao-aumento-do-nivel-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/desabamento-de-edificio-destaca-urgencia-de-adaptacoes-ao-aumento-do-nivel-do-mar\/","title":{"rendered":"Desabamento de edif\u00edcio destaca urg\u00eancia de adapta\u00e7\u00f5es ao aumento do n\u00edvel do mar"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-149784\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Embora os fatores relacionados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas provavelmente n\u00e3o sejam o motivo do colapso parcial do pr\u00e9dio \u00e0 beira-mar nos EUA, outras constru\u00e7\u00f5es est\u00e3o vulner\u00e1veis \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar.<\/h2>\n<p>O desabamento do edif\u00edcio residencial em Surfside, na Fl\u00f3rida, pode abrir discuss\u00f5es que, segundo alguns, h\u00e1 muito tempo s\u00e3o esperadas sobre a dura realidade imposta pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/magazine\/article\/climate-change-economics?loggedin=true\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">transformar\u00e3o uma das regi\u00f5es mais vulner\u00e1veis dos Estados Unidos<\/a>.<\/p>\n<p>Contudo ainda n\u00e3o foi apresentada nenhuma evid\u00eancia que relacionasse as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas ao desabamento das Torres Champlain na madrugada de 24 de junho, que deixou os moradores sob os escombros. O n\u00edvel do mar subiu mais de 20 cent\u00edmetros no sul da Fl\u00f3rida desde 1981, quando o edif\u00edcio de 12 andares foi constru\u00eddo \u2014 eleva\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 suficiente para ser respons\u00e1vel pelo colapso da constru\u00e7\u00e3o, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/segd.org\/harold-wanless\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Hal Wanless<\/a>, ge\u00f3logo da Universidade de Miami e importante interlocutor do sul da Fl\u00f3rida sobre o aumento do n\u00edvel do mar.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora se concentra em uma conflu\u00eancia de eventos \u2014 incluindo atrasos pela associa\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rios na realiza\u00e7\u00e3o dos reparos recomendados \u2014 e um risco ambiental que \u00e9 conhecido h\u00e1 mais de um s\u00e9culo: os efeitos corrosivos da \u00e1gua salgada nas constru\u00e7\u00f5es em regi\u00f5es costeiras.<\/p>\n<p>Recentemente, foram divulgadas fotos de vergalh\u00f5es corro\u00eddos e concreto degradado no por\u00e3o do edif\u00edcio. Um relat\u00f3rio de 2018 emitido pela equipe de inspe\u00e7\u00e3o de engenharia realizada no edif\u00edcio, publicado no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.townofsurfsidefl.gov\/departments-services\/town-clerk\/champlain-towers-public-records-documents\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>site<\/em><\/a><em>\u00a0<\/em>da cidade de Surfside, documentou \u201cin\u00fameras rachaduras e fragmenta\u00e7\u00e3o em diversos graus\u201d em colunas de concreto.\u00a0<em>Spalling<\/em>\u00a0(lascamento) \u00e9 um termo utilizado para descrever o concreto degradado por esfarelamento ou rachaduras.<\/p>\n<p>Mas se as normas atuais de constru\u00e7\u00e3o e as inspe\u00e7\u00f5es obrigat\u00f3rias n\u00e3o foram suficientes para evitar esse problema, de que forma os moradores dos arranha-c\u00e9us \u00e0 beira-mar que embelezam a costa ser\u00e3o protegidos nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas \u2014 com o aumento no n\u00edvel do mar estimado em pelo menos 60 cent\u00edmetros, afundando drasticamente as praias onde essas torres se erguem, intensificando as tempestades e com a invas\u00e3o da \u00e1gua salgada em regi\u00f5es interiores, ampliando seus efeitos corrosivos?<\/p>\n<p>Com o derretimento acelerado das camadas de gelo na Ant\u00e1rtida e na Groenl\u00e2ndia na pr\u00f3xima d\u00e9cada, Wanless acredita que um aumento de 60 cent\u00edmetros no n\u00edvel do mar pode ocorrer antes do que as\u00a0<a href=\"https:\/\/southeastfloridaclimatecompact.org\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Sea-Level-Rise-Projection-Guidance-Report_FINAL_02212020.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">proje\u00e7\u00f5es<\/a>\u00a0atuais indicam.\u00a0A estimativa m\u00e9dia da Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em ingl\u00eas) para 2070 \u00e9 de mais de 100 cent\u00edmetros de avan\u00e7o.<\/p>\n<p>\u201cPodemos atingir de 60 a 90 cent\u00edmetros em meados do s\u00e9culo, per\u00edodo correspondente aos 30 anos de prazo dos poss\u00edveis contratos de hipotecas de im\u00f3veis nessas regi\u00f5es\u201d, comenta ele.\u00a0 \u201cIsso tornar\u00e1 a viabilidade de todas as ilhas-barreira do mundo question\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<h3>Uma d\u00e9cada perdida<\/h3>\n<p>Autoridades de quatro condados no extremo sul da Fl\u00f3rida se\u00a0<a href=\"https:\/\/southeastfloridaclimatecompact.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">reuniram<\/a>\u00a0h\u00e1 uma d\u00e9cada para tratar de quest\u00f5es clim\u00e1ticas que a legisla\u00e7\u00e3o republicana havia ignorado. (Os legisladores\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2021\/06\/02\/us\/miami-fl-seawall-hurricanes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">reconheceram<\/a>\u00a0em 2019 que \u201cperderam uma d\u00e9cada\u201d ao n\u00e3o abordar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.)<\/p>\n<p>No sul da Fl\u00f3rida, os prefeitos e outras autoridades tomaram medidas para mitigar as inunda\u00e7\u00f5es, que j\u00e1 ocorrem regularmente em \u00e1reas baixas durante as mar\u00e9s altas, e para se planejarem com rela\u00e7\u00e3o a impactos futuros. Por exemplo, implantaram iniciativas para eliminar mais de 100 mil fossas s\u00e9pticas que ficar\u00e3o inoperantes devido ao aumento do len\u00e7ol fre\u00e1tico.<\/p>\n<p>Mas as discuss\u00f5es sobre a magnitude das mudan\u00e7as que est\u00e3o por vir e as op\u00e7\u00f5es limitadas de adapta\u00e7\u00e3o, que podem chegar a bilh\u00f5es de d\u00f3lares, s\u00e3o dif\u00edceis. O projeto mais recente em considera\u00e7\u00e3o seria um quebra-mar de cerca de 10 quil\u00f4metros constru\u00eddo ao longo da orla da Ba\u00eda de Biscayne at\u00e9 o centro de Miami. A estrutura teria seis metros de altura e custaria US$ 6 bilh\u00f5es, de acordo com o projeto conceitual do Corpo de Engenheiros do Ex\u00e9rcito dos Estados Unidos. A dimens\u00e3o da parede, bem como o custo, chocou grande parte da popula\u00e7\u00e3o de Miami.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/case.fiu.edu\/about\/directory\/profiles\/stoddard-philip.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Phil Stoddard<\/a>, professor de biologia da Universidade Internacional da Fl\u00f3rida em Miami e antigo prefeito de South Miami por uma d\u00e9cada, diz que as pessoas ainda n\u00e3o compreendem que a terra no sul da Fl\u00f3rida vai ceder em fun\u00e7\u00e3o das inunda\u00e7\u00f5es, principalmente porque essa regi\u00e3o \u00e9 iluminada por um c\u00e9u azul infinito e movida por uma economia de sucesso, pelo menos antes da pandemia de covid-19.<\/p>\n<p>\u201cDesde o in\u00edcio da hist\u00f3ria da humanidade, as regi\u00f5es costeiras permanecem e muitas pessoas acreditam que a terra sempre estar\u00e1 aqui para as gera\u00e7\u00f5es futuras\u201d, reitera ele. \u201c\u00c9 dif\u00edcil para as pessoas entenderem que certas por\u00e7\u00f5es de terra ir\u00e3o sucumbir. Elas podem ouvir os fatos, mas n\u00e3o t\u00eam uma constru\u00e7\u00e3o mental para entender que isso acontecer\u00e1.\u201d<\/p>\n<p>Entretanto, a expans\u00e3o das constru\u00e7\u00f5es que transformou o centro de Miami e estimulou o surgimento de novos edif\u00edcios ao longo de Miami Beach, muitos com unidades avaliadas em US$ 30 milh\u00f5es, continua acelerada.<\/p>\n<h3>In\u00edcio das investiga\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<p>Nos dias posteriores ao desabamento em Surfside, 18 corpos foram recuperados e as equipes de busca continuam escavando em busca de 145 pessoas desaparecidas. A busca teve que ser suspensa em grande parte do dia 24 de junho, pois havia preocupa\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 instabilidade da estrutura que restou do pr\u00e9dio, que poderia vir a desabar tamb\u00e9m. As buscas recome\u00e7aram quando a tempestade tropical Elsa, que seguiu para o sul da Fl\u00f3rida, se transformou em um furac\u00e3o.<\/p>\n<p>O desabamento passa por diversas investiga\u00e7\u00f5es, incluindo pela Ag\u00eancia Federal de Gest\u00e3o de Emerg\u00eancias dos Estados Unidos (Fema, na sigla em ingl\u00eas) e do Instituto Nacional de Padr\u00f5es e Tecnologia do pa\u00eds, que investigou o desabamento das torres g\u00eameas do World Trade Center ap\u00f3s o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. A procuradora do estado de Miami-Dade, Katherine Fernandez Rundle, anunciou planos de convoca\u00e7\u00e3o de um j\u00fari para investigar o desastre. Ap\u00f3s o furac\u00e3o Andrew, em 1992, uma investiga\u00e7\u00e3o semelhante produziu reformas significativas no c\u00f3digo de constru\u00e7\u00e3o do estado com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s correntes de vento.<\/p>\n<p>As autoridades tamb\u00e9m ordenaram inspe\u00e7\u00f5es imediatas de edif\u00edcios mais antigos em Miami Beach e na cidade de Miami.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/pamiami.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">John Pistorino<\/a>, engenheiro estrutural que investigou o desabamento em 1974 de um pr\u00e9dio no centro de Miami que abrigava a Administra\u00e7\u00e3o de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Drogas (DEA) dos Estados Unidos, foi contratado para investigar o desabamento do edif\u00edcio de Surfside. Essa investiga\u00e7\u00e3o levou \u00e0 exig\u00eancia de que os edif\u00edcios nos condados de Miami-Dade e Broward fossem inspecionados e recertificados 40 anos ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o. O objetivo era evitar outro desabamento. As Torres Champlain tinham 40 anos e estavam nos est\u00e1gios iniciais de recertifica\u00e7\u00e3o, embora a manuten\u00e7\u00e3o e os reparos recomendados em um relat\u00f3rio de engenharia de 2018 ainda n\u00e3o tivessem iniciado.<\/p>\n<p>Pistorino observa que o c\u00f3digo de constru\u00e7\u00e3o existente abrange a corros\u00e3o por \u00e1gua salgada e o tipo de concreto utilizado em estacas que servem como suporte na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEsses edif\u00edcios foram constru\u00eddos e projetados com o ambiente hostil que conhecemos\u201d, diz ele. \u201cMas os pr\u00e9dios ainda precisam de manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o desde o dia da entrega da constru\u00e7\u00e3o, sejam em \u00e1reas costeiras ou n\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Outros engenheiros e construtores rebateram o que Pistorino disse, argumentando que os novos edif\u00edcios s\u00e3o constru\u00eddos para suportar o aumento do n\u00edvel do mar. Raul Schwerdt, propriet\u00e1rio da RAS Engineering em Miami, declarou ao jornal\u00a0<a href=\"https:\/\/www.miamiherald.com\/news\/local\/community\/miami-dade\/miami-beach\/article252466253.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Miami Herald<\/a>\u00a0que os edif\u00edcios da Fl\u00f3rida devem ser capazes de suportar o aumento do n\u00edvel do mar se forem constru\u00eddos de forma correta. \u201cSe a profundidade das estacas da funda\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio chega a at\u00e9 10 metros abaixo do n\u00edvel mar, essa funda\u00e7\u00e3o deve segurar a constru\u00e7\u00e3o para sempre, n\u00e3o importa o que aconte\u00e7a \u2014 se passar um furac\u00e3o ou se a constru\u00e7\u00e3o for inundada.\u201d<\/p>\n<p>Pistorino diz que o desabamento das Torres Champlain provavelmente resultar\u00e1 em melhorias nas inspe\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00f5es e maior envolvimento por associa\u00e7\u00f5es e conselhos de propriet\u00e1rios de condom\u00ednios para garantir que a manuten\u00e7\u00e3o e os reparos sejam realizados.<\/p>\n<p>A li\u00e7\u00e3o mais evidente do \u00faltimo desastre, acrescenta ele, \u00e9 que \u201cn\u00e3o se deve esperar 40 anos para avaliar se h\u00e1 problemas em um edif\u00edcio\u201d.<\/p>\n<h3>Qual o impacto do desastre?<\/h3>\n<p>O desastre nas Torres Champlain \u00e9 um evento raro. N\u00e3o \u00e9 comum que pr\u00e9dios desabem nos Estados Unidos. Muitos moradores de Miami observaram que esse evento \u201cteve visibilidade\u201d em todo o mundo, atraindo cobertura da m\u00eddia internacional, bem como especula\u00e7\u00f5es sobre uma s\u00e9rie de fatores que v\u00e3o desde a seguran\u00e7a de arranha-c\u00e9us \u00e0 viabilidade da supervis\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es de propriet\u00e1rios.<\/p>\n<p>Stoddard n\u00e3o tem tanta certeza de que os efeitos do desastre na opini\u00e3o p\u00fablica, n\u00e3o s\u00f3 em Miami, ser\u00e3o duradouros.<\/p>\n<p>\u201cTrouxe visibilidade ou apenas chamou a aten\u00e7\u00e3o?\u201d ele questiona. \u201cQuando algo ganha visibilidade, existe progresso. Quando chama a aten\u00e7\u00e3o, dura um tempo e depois passa. Isso certamente chamou a aten\u00e7\u00e3o. Mas tamb\u00e9m ganhou visibilidade? Vai fazer as pessoas pensarem sobre quest\u00f5es importantes?\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora os fatores relacionados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas provavelmente n\u00e3o sejam o motivo do colapso parcial<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":149784,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mar-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":9,"uagb_excerpt":"Embora os fatores relacionados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas provavelmente n\u00e3o sejam o motivo do colapso parcial","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149783"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149783"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149783\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":149785,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149783\/revisions\/149785"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/149784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}