{"id":149338,"date":"2021-07-09T07:53:46","date_gmt":"2021-07-09T10:53:46","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=149338"},"modified":"2021-07-09T07:54:02","modified_gmt":"2021-07-09T10:54:02","slug":"tecnica-menos-agressiva-ao-meio-ambiente-detecta-agrotoxicos-em-abelhas-e-no-polen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tecnica-menos-agressiva-ao-meio-ambiente-detecta-agrotoxicos-em-abelhas-e-no-polen\/","title":{"rendered":"T\u00e9cnica menos agressiva ao meio ambiente detecta agrot\u00f3xicos em abelhas e no p\u00f3len"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-149339\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>S\u00e3o cada vez mais comuns no Brasil epis\u00f3dios de mortandade de abelhas ou de abandono de colmeias como consequ\u00eancia do uso extensivo de agrot\u00f3xicos na agricultura. Mesmo em baixas concentra\u00e7\u00f5es, esses produtos qu\u00edmicos podem afetar o comportamento desses insetos, reduzindo seu tempo de vida. Para os produtores de mel, identificar previamente se as abelhas est\u00e3o expostas ou sendo intoxicadas por agrot\u00f3xicos \u00e9 importante para a defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias que evitem preju\u00edzos, como a transfer\u00eancia de colmeias para outro local.<\/p>\n<p>No entanto, a determina\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos em matrizes biol\u00f3gicas, como no organismo das abelhas, \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil de ser executada, j\u00e1 que geralmente os produtos se encontram em concentra\u00e7\u00f5es extremamente baixas. Isso faz com que, pelos m\u00e9todos convencionais, centenas ou at\u00e9 milhares de abelhas sejam sacrificadas para que os equipamentos consigam detectar os agrot\u00f3xicos, correndo ainda o risco de n\u00e3o encontr\u00e1-los. Para colaborar nesse sentido, pesquisadoras do Instituto de Qu\u00edmica de S\u00e3o Carlos da Universidade de S\u00e3o Paulo (IQSC-USP) desenvolveram uma nova t\u00e9cnica mais r\u00e1pida, simples, barata e que exige quantidades bem menores desses insetos para que nanogramas de agrot\u00f3xicos sejam identificados nos tecidos de abelhas, no p\u00f3len presente nas colmeias e at\u00e9 mesmo no mel.<\/p>\n<p>No estudo, as cientistas trabalharam com duas esp\u00e9cies de abelhas, as africanizadas (<i>Apis mellifera L.<\/i>) e as nativas jata\u00ed (<i>Tetragonisca angustula<\/i>). O objetivo era utilizar o menor n\u00famero poss\u00edvel desses insetos para que dois agrot\u00f3xicos muito utilizados no Brasil e no mundo, o imidacloprida e o tiametoxam, pudessem ser detectados. Os resultados foram expressivos. No m\u00e9todo convencional, foram necess\u00e1rias cerca de 150 abelhas da esp\u00e9cie\u00a0<i>Apis mellifera L.<\/i>\u00a0(aproximadamente 15 gramas) para que os agrot\u00f3xicos fossem identificados, mas no trabalho realizado no IQSC-USP, com apenas tr\u00eas polinizadoras (0,3 grama), esse resultado j\u00e1 foi poss\u00edvel de se obter, ou seja, um n\u00famero 50 vezes menor.<\/p>\n<p>J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 detec\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos no tecido das abelhas da esp\u00e9cie\u00a0<i>Tetragonisca angustula<\/i>, com apenas dez insetos (0,03 grama) as pesquisadoras j\u00e1 conseguiram identificar os agroqu\u00edmicos, enquanto no m\u00e9todo padr\u00e3o seria preciso contar com 5 mil abelhas (15 gramas), n\u00famero 500 vezes maior. O n\u00famero de abelhas que vivem em uma colmeia de jata\u00ed pode variar de centenas at\u00e9 5 mil polinizadoras. Isso significa que uma colmeia inteira da esp\u00e9cie poderia ser comprometida para que os produtos qu\u00edmicos pudessem ser identificados pelo m\u00e9todo convencional.<\/p>\n<p>O trabalho contou com\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/103275\/analise-do-tiametoxam-em-tecido-de-abelha-e-de-polen-por-lcmsms-e-avaliacao-do-risco-ambiental-do-in\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">financiamento<\/a><\/strong>\u00a0da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).<\/p>\n<p>\u201cPensando na principal fun\u00e7\u00e3o da abelha, que \u00e9 realizar a poliniza\u00e7\u00e3o, se n\u00f3s tirarmos uma quantidade menor desses insetos da natureza para fazer esse tipo de avalia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 uma grande vantagem. O avan\u00e7o que conseguimos vai possibilitar a substitui\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas tradicionais por alternativas mais amig\u00e1veis ao meio ambiente, reduzindo a mortandade de abelhas para as an\u00e1lises\u201d, explica Ana Maria Barbosa Medina, doutoranda do IQSC-USP e autora do trabalho.<\/p>\n<p>Segundo a cientista, outro benef\u00edcio que a nova t\u00e9cnica vai proporcionar ao meio ambiente \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da quantidade necess\u00e1ria de p\u00f3len para a detec\u00e7\u00e3o dos agroqu\u00edmicos. No estudo, ela utilizou 150 vezes menos gr\u00e3os de p\u00f3len para identificar os agrot\u00f3xicos abordados na pesquisa. Todos esses avan\u00e7os, consequentemente, tamb\u00e9m possibilitaram que as an\u00e1lises ficassem mais r\u00e1pidas e com menor custo, j\u00e1 que houve diminui\u00e7\u00e3o do uso de reagentes (15 vezes menos produtos). A t\u00e9cnica pode ainda ser adaptada para detectar outros tipos de agrot\u00f3xicos e em outras esp\u00e9cies de abelhas.<\/p>\n<p>\u201cCom a utiliza\u00e7\u00e3o de pequenas quantidades de insetos \u00e9 poss\u00edvel alertar a comunidade cient\u00edfica de que esses agrot\u00f3xicos est\u00e3o contaminando as abelhas e que medidas precisam ser tomadas. Em nosso estudo, conseguimos identificar concentra\u00e7\u00f5es menores de agrot\u00f3xicos que o m\u00e9todo tradicional. O apicultor quer saber se o local onde ele tem as colmeias est\u00e1 expondo as abelhas \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o e, caso ele descubra cedo que os insetos est\u00e3o sendo afetados, pode se mudar para outro local e evitar preju\u00edzos financeiros. A ideia \u00e9 fazer esse tipo de monitoramento utilizando menos abelhas\u201d, explica\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/6919\/eny-maria-vieira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eny Maria Vieira<\/a><\/strong>, professora do IQSC-USP e orientadora da pesquisa. A docente conta que a quantidade de agrot\u00f3xico que elas conseguem detectar \u00e9 t\u00e3o pequena que \u00e9 como se elas encontrassem no meio de um trilh\u00e3o de carros brancos um pontinho preto em um dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p><b>Como funciona o m\u00e9todo<\/b><\/p>\n<p>Para avaliar se h\u00e1 agrot\u00f3xicos no tecido das abelhas, as pesquisadoras seguem um protocolo. Resumidamente, elas\u00a0coletam\u00a0certa quantidade de abelhas que s\u00e3o trituradas e misturadas com acetonitrila (solvente), um composto org\u00e2nico. A mistura \u00e9 agitada e alguns sais s\u00e3o adicionados. Todo esse processo faz com que os agrot\u00f3xicos, se presentes, saiam do tecido das abelhas e se juntem ao solvente, j\u00e1 que eles possuem grande afinidade pelo produto org\u00e2nico.<\/p>\n<p>Essa mistura passa por uma centrifuga\u00e7\u00e3o, que separa tanto os sais quanto as abelhas e permite que a parte l\u00edquida composta pelo solvente e os agrot\u00f3xicos seja retirada e colocada no cromat\u00f3grafo, equipamento que faz a separa\u00e7\u00e3o dos produtos qu\u00edmicos e os envia para outro aparelho, o espectr\u00f4metro de massas, respons\u00e1vel por detectar e quantificar os agrot\u00f3xicos. Para reduzir a quantidade de insetos, reagentes e p\u00f3len necess\u00e1rios para a identifica\u00e7\u00e3o dos compostos t\u00f3xicos, as pesquisadoras realizaram in\u00fameros testes com diferentes medidas at\u00e9 alcan\u00e7arem as m\u00ednimas poss\u00edveis que viabilizassem a detec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O imidacloprida e o tiametoxam, ambos inseticidas da fam\u00edlia dos neonicotinoides, foram introduzidos na d\u00e9cada de 1990 e desde ent\u00e3o seu uso vem aumentando ao longo dos anos. Mesmo banidos da Uni\u00e3o Europeia, eles est\u00e3o entre os inseticidas mais utilizados nas planta\u00e7\u00f5es em todo o mundo, sendo aplicados em culturas de cana-de-a\u00e7\u00facar, arroz, cereais, milho, girass\u00f3is, batatas, frutas, algod\u00e3o, vegetais, entre outras. No Brasil, os dois produtos s\u00e3o autorizados para aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A\u00a0<i>Apis mellifera L.<\/i>, tamb\u00e9m conhecida popularmente como abelha \u201cafricanizada\u201d ou \u201cassassina\u201d, \u00e9 um poli-h\u00edbrido origin\u00e1rio do cruzamento de abelhas europeias (<i>Apis mellifera mel\u00edfera<\/i>,\u00a0<i>Apis mellifera ligustica<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Apis mellifera carnica<\/i>) com africanas (<i>Apis mellifera scutellata<\/i>). Elas vivem em colmeias, que podem ser artificiais ou naturais. Em seu interior, as obreiras usam cera para construir os favos, onde armazenam mel e p\u00f3len para alimentar tanto as larvas como os insetos adultos. As f\u00eameas diferenciam-se dos zang\u00f5es (machos) por possu\u00edrem ferr\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 a\u00a0<i>Tetragonisca angustula<\/i>, tamb\u00e9m chamada jata\u00ed-amarela, \u00e9 uma abelha social da fam\u00edlia dos melipon\u00edneos, de ampla distribui\u00e7\u00e3o no Brasil. Mede at\u00e9 quatro mil\u00edmetros e constr\u00f3i ninhos de cera em espa\u00e7os ocos na natureza. Sem ferr\u00e3o, tem o h\u00e1bito de morder as pessoas e de se enroscar nos cabelos se for provocada, mas \u00e9 considerada uma abelha d\u00f3cil e de f\u00e1cil manejo pelos produtores de mel.<\/p>\n<p><b>Import\u00e2ncia para a humanidade<\/b><\/p>\n<p>As abelhas s\u00e3o consideradas os agentes polinizadores mais importantes devido ao seu grande n\u00famero, j\u00e1 que representam cerca de 25 mil das 40 mil esp\u00e9cies existentes. Elas polinizam uma ampla variedade de flores, contribuindo para manter a biodiversidade vegetal na Terra e garantir a produ\u00e7\u00e3o de frutas e sementes, al\u00e9m da reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias plantas. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO), 85% das esp\u00e9cies conhecidas de plantas com flores e 70% das culturas agr\u00edcolas dependem dos polinizadores para se reproduzirem, principalmente das abelhas.<\/p>\n<p>Algumas plantas, inclusive, precisam de visitas frequentes, como a flor de ma\u00e7\u00e3, que demanda de quatro a cinco visitas das abelhas para receber os gr\u00e3os de p\u00f3len suficientes para sua fertiliza\u00e7\u00e3o. Acredita-se que aproximadamente 60% das plantas cultivadas para o consumo humano no Brasil dependem da poliniza\u00e7\u00e3o feita por abelhas e, nesse contexto, estima-se que os valores globais do servi\u00e7o de poliniza\u00e7\u00e3o das culturas representam entre US$ 195 bilh\u00f5es\u00a0e US$ 387 bilh\u00f5es anuais para o setor agr\u00edcola. Al\u00e9m de aumentar a produtividade e qualidade dos frutos, as polinizadoras tamb\u00e9m s\u00e3o indispens\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de mel e de\u00a0produtos como geleias e pr\u00f3polis.<\/p>\n<p>Para desenvolver e comprovar a efic\u00e1cia do m\u00e9todo desenvolvido no IQSC-USP, as pesquisadoras coletaram abelhas\u00a0<i>Apis mellifera L.<\/i>\u00a0de s\u00edtios e api\u00e1rios do interior de S\u00e3o Paulo. J\u00e1 para a valida\u00e7\u00e3o e detec\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica em abelhas jata\u00ed, as cientistas obtiveram amostras de abelhas e de p\u00f3len no melipon\u00e1rio do Centro de Recursos H\u00eddricos e Estudos Ambientais (CRHEA), da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da USP, e de planta\u00e7\u00f5es de morango em Bom Repouso (MG).<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s identificamos os dois agrot\u00f3xicos estudados no tecido das abelhas africanizadas. J\u00e1 nas abelhas jata\u00ed, n\u00f3s detectamos o imidacloprida, que originalmente n\u00e3o \u00e9 utilizado no morango, mas sim em culturas de batata e milho pr\u00f3ximas da regi\u00e3o. Isso comprova que as abelhas n\u00e3o procuram alimento em uma \u00fanica fonte, viajando para outras regi\u00f5es, com diferentes planta\u00e7\u00f5es\u201d, explica a doutoranda. Esse foi o primeiro estudo do mundo que identificou agrot\u00f3xicos em abelhas jata\u00ed.<\/p>\n<p><i>* Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do IQSC-USP.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o cada vez mais comuns no Brasil epis\u00f3dios de mortandade de abelhas ou de abandono<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":149339,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/abelha.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"S\u00e3o cada vez mais comuns no Brasil epis\u00f3dios de mortandade de abelhas ou de abandono","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149338"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149338"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149338\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":149340,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149338\/revisions\/149340"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/149339"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149338"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149338"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149338"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}