{"id":149182,"date":"2021-07-06T09:00:51","date_gmt":"2021-07-06T12:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=149182"},"modified":"2021-07-05T20:01:04","modified_gmt":"2021-07-05T23:01:04","slug":"dietas-ricas-em-vegetais-e-o-papel-da-oferta-e-demanda-nas-emissoes-do-setor-de-alimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/dietas-ricas-em-vegetais-e-o-papel-da-oferta-e-demanda-nas-emissoes-do-setor-de-alimentos\/","title":{"rendered":"Dietas ricas em vegetais e o papel da oferta e demanda nas emiss\u00f5es do setor de alimentos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"entry-subtitle font-weight-medium\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-149183\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Guia de alimenta\u00e7\u00e3o, produzido pelo WRI, sugere mudan\u00e7as na alimenta\u00e7\u00e3o e dietas sem carne<\/h2>\n<p>Entre os muitos desafios que a humanidade tem enfrentado e ter\u00e1 de enfrentar daqui at\u00e9 2050, a rela\u00e7\u00e3o entre a produ\u00e7\u00e3o e consumo de alimentos e a crise clim\u00e1tica \u00e9 uma delas. A\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mundo\/noticia\/2019\/06\/18\/populacao-mundial-chegara-a-97-bilhoes-em-2050-preve-onu.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">expectativa \u00e9 que a popula\u00e7\u00e3o mundial<\/a> atinja 10 bilh\u00f5es de pessoas em 2050, e essa popula\u00e7\u00e3o precisar\u00e1 ter acesso a alimentos que n\u00e3o sejam produzidos e distribu\u00eddos de forma a aumentar as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE).<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a forma como produzimos, comercializamos e consumimos alimentos hoje faz com que o setor seja um dos maiores emissores de GEE. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o extremamente sens\u00edvel na produ\u00e7\u00e3o da prote\u00edna animal, especialmente da carne bovina. Um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fao.org\/3\/i3437e\/i3437e.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo da FAO<\/a>, por exemplo, mostrou que a produ\u00e7\u00e3o de carne bovina globalmente representa 41% das emiss\u00f5es de GEE do setor agr\u00edcola. Isso significa que a produ\u00e7\u00e3o mundial de carne emite, sozinha, o equivalente \u00e0 \u00cdndia, terceiro pa\u00eds que mais emite GEE no mundo.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o. Dentro de uma transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono, com uma retomada econ\u00f4mica verde, \u00e9 poss\u00edvel implementar medidas para atuar na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es por dois caminhos: tanto na oferta quanto na demanda de carne. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda, o\u00a0<a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/publicacoes\/manual-de-orientacoes-para-o-setor-de-alimentos-promover-o-consumo-de-refeicoes-ricas-em\">\u201cManual de orienta\u00e7\u00e3o para o setor de alimentos promover o consumo de refei\u00e7\u00f5es ricas em vegetais\u201d<\/a>, um guia do World Resources Institute (WRI) at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dito em portugu\u00eas e publicado pelo WRI Brasil, apresenta caminhos para reduzir as emiss\u00f5es de GEE do setor de alimentos a partir de uma perspectiva de ci\u00eancia comportamental em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda da carne.<\/p>\n<h2><span id=\"Entendendo-a-demanda-da-carne-e-substitutos\">Entendendo a demanda da carne \u2013 e substitutos<\/span><\/h2>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de carne bovina \u00e9 muito intensa em recursos. Ela exige vastas \u00e1reas de terras, \u00e1gua, gr\u00e3os para ra\u00e7\u00e3o animal, e esse processo emite uma grande quantidade de gases de efeito estufa. Al\u00e9m disso, essa demanda tende a crescer. A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wri.org\/our-work\/project\/world-resourcesreport\/publications\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">previs\u00e3o para o per\u00edodo entre 2010 e 2050<\/a> \u00e9 de um aumento de 68% na demanda por alimentos de origem animal e de 88% na demanda por carne.<\/p>\n<p>Essa tend\u00eancia \u00e9 ainda mais forte no Brasil. O pa\u00eds \u00e9 caracterizado por um consumo exacerbado de carne bovina quando comparado a outros pa\u00edses. Isso gera implica\u00e7\u00f5es para uma s\u00e9rie de agendas, como a da seguran\u00e7a alimentar, recursos h\u00eddricos e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O aumento do consumo de prote\u00edna vegetal pode ser um caminho para buscar equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>Incentivar um n\u00famero maior de pessoas a diminuir o consumo de carne e adotar uma dieta mais rica em vegetais pode ser crucial na redu\u00e7\u00e3o do impacto ambiental dos alimentos. Com uma mudan\u00e7a comportamental nas dietas, reduzindo a demanda por prote\u00edna de animais ruminantes e aumentando o consumo de alimentos a base de vegetais, o setor de alimentos pode liderar a transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono, contribuindo para reduzir emiss\u00f5es e para uma produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel e saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar aqui que n\u00e3o se trata de defender uma dieta estritamente vegetariana, mas sim uma dieta mais rica em vegetais \u2013 ou seja, uma dieta na qual produtos \u00e0 base de plantas constituem a maioria de todos os alimentos consumidos, mas que permite que pequenas quantidades de produtos de origem animal, incluindo carne de ruminante, sejam consumidos.<\/p>\n<h2><span id=\"Um-guia-para-mudancas-de-comportamento-e-dietas\">Um guia para mudan\u00e7as de comportamento e dietas<\/span><\/h2>\n<p>Atualmente,\u00a0<a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Sociedade\/noticia\/2018\/05\/14-dos-brasileiros-sao-vegetarianos-revela-pesquisa-do-ibope.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">14% da popula\u00e7\u00e3o brasileira se declara<\/a>\u00a0adepta a uma alimenta\u00e7\u00e3o sem consumo de carne animal, e o setor de produtos vegetarianos est\u00e1 em franco crescimento: pequenas empresas de produtos vegetarianos crescem 40% ao ano. Para que as dietas ricas em vegetais possam se tornar uma solu\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel para a quest\u00e3o das emiss\u00f5es no setor, por\u00e9m, \u00e9 preciso expandir esse p\u00fablico.<\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que entra o novo guia do WRI traduzido para o Brasil. O objetivo do manual \u00e9 entender quais interven\u00e7\u00f5es de mudan\u00e7as de comportamento empresas do setor aliment\u00edcio \u2013 especialmente fornecedores de alimentos e restaurantes \u2013 poderiam ser implementadas para tornar os alimentos a base de plantas mais atrativos para o consumidor, podendo ser escolhidos como substitutos ou para reduzir o consumo da carne.<\/p>\n<p>O guia, inicialmente produzido em ingl\u00eas e em car\u00e1ter global, foi traduzido e discutido com v\u00e1rios atores-chave para trazer um olhar para a realidade do Brasil e entender quais s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es mais adequadas a partir de comportamentos dos brasileiros e da realidade econ\u00f4mica e cultural do pa\u00eds. A abordagem parte da premissa de que o setor de alimentos tem um papel importante a desempenhar na transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixa emiss\u00e3o de carbono a partir da mudan\u00e7a de comportamento dos consumidores, especialmente quando se alimentam fora de suas casas. Restaurantes, lojas e servi\u00e7os de self-service podem ajudar a reduzir resist\u00eancias e estimular maior aporte de dietas ricas em vegetais a partir de interven\u00e7\u00f5es que s\u00e3o muitas vezes simples, de f\u00e1cil implementa\u00e7\u00e3o, e podem apresentar resultados importantes no perfil do consumo de carne bovina, como por exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Melhorar o sabor e a textura de pratos ricos em vegetais<\/strong><\/li>\n<li><strong>Destacar pratos ricos em vegetais no corpo principal do card\u00e1pio, n\u00e3o em uma se\u00e7\u00e3o separada \u201cvegetariana\u201d ou \u201cespecial\u201d<\/strong><\/li>\n<li><strong>Aumentar a se\u00e7\u00e3o dedicada a alimentos de origem vegetal em um expositor de self-service<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>O guia analisa mais de 50 dessas interven\u00e7\u00f5es, e elenca as que considera priorit\u00e1rias e com maior chance de sucesso.<\/p>\n<p>Aumentar o consumo de dietas ricas em vegetais pode ser uma estrat\u00e9gia eficiente para reduzir emiss\u00f5es de GEE. Mas sozinha, ela n\u00e3o conseguir\u00e1 solucionar o problema. \u00c9 preciso tornar a produ\u00e7\u00e3o da carne mais eficiente e com menor degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><span id=\"Olhando-para-a-oferta-da-carne\">Olhando para a oferta da carne<\/span><\/h2>\n<p>Um dos principais problemas da pecu\u00e1ria no Brasil \u00e9 a forma como ela se se relaciona com os ciclos de uso da terra e o desmatamento. Muitas das\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/noticia\/2020\/08\/28\/agropecuaria-foi-responsavel-por-90percent-da-perda-de-vegetacao-natural-do-brasil-aponta-levantamento.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00e1reas de florestas naturais<\/a> em biomas como a Amaz\u00f4nia s\u00e3o desmatadas para dar lugar a pasto. Esse desmatamento \u00e9 um grande vetor de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>H\u00e1 alternativas para esse problema. Estudos realizados pelo professor Eduardo Assad, da Embrapa, por exemplo, mostram que n\u00e3o h\u00e1 a necessidade de expandir a \u00e1rea de pasto no Brasil. Pelo contr\u00e1rio, seria poss\u00edvel duplicar o n\u00famero de cabe\u00e7as de gado sem avan\u00e7ar em \u00e1reas de florestas. Para isso, \u00e9 preciso intensificar a atividade pecu\u00e1ria, aumentando o n\u00famero de cabe\u00e7as de gado por hectare, e recuperar as pastagens j\u00e1 degradadas com sistemas produtivos que incluem \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Esses modelos n\u00e3o s\u00f3 enfrentam a quest\u00e3o clim\u00e1tica e ambiental, como tamb\u00e9m s\u00e3o uma grande oportunidade econ\u00f4mica.\u00a0<a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/publicacoes\/nova-economia-brasil-eficiente-resiliente-retomada-verde\">Estudo realizado pelo WRI Brasil e pela iniciativa New Cimate Economy (NCE)<\/a>\u00a0no ano passado identificou que a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de pastagens degradadas resultaria em um retorno econ\u00f4mico de\u00a0<a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/retomada-verde-na-agricultura-pode-gerar-ao-menos-r-19-bi-em-produtividade-para-o-pais\">R$ 19 bilh\u00f5es<\/a>\u00a0para o pa\u00eds por conta do aumento da produtividade agr\u00edcola.<\/p>\n<h2><span id=\"Um-menu-de-solucoes\">Um menu de solu\u00e7\u00f5es<\/span><\/h2>\n<p>Para enfrentar a crise clim\u00e1tica e alimentar a crescente popula\u00e7\u00e3o mundial ao mesmo tempo, uma \u00fanica solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 suficiente. \u00c9 preciso um grande card\u00e1pio de medidas, pol\u00edticas e interven\u00e7\u00f5es que permitam reduzir emiss\u00f5es e fazer a transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono, que gere emprego e renda de forma sustent\u00e1vel e a partir de alimentos saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>No caso do Brasil, em que o setor do uso da terra \u00e9 fundamental, h\u00e1 pelo menos cinco oportunidades com grande potencial para atingir os objetivos do Acordo de Paris e enfrentar problemas como seguran\u00e7a alimentar:<\/p>\n<ol>\n<li>Eliminar o desmatamento e a degrada\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Restaurar terras agr\u00edcolas e florestais degradadas<\/li>\n<li>Incentivar uma pecu\u00e1ria mais intensiva e sustent\u00e1vel<\/li>\n<li>Mudan\u00e7a nas dietas para alimentos mais sustent\u00e1veis, saud\u00e1veis e nutritivos<\/li>\n<li>Reduzir a perda e o desperd\u00edcio de alimentos<\/li>\n<\/ol>\n<p>Encontrar formas mais eficientes de produzir e consumir alimentos \u00e9 uma quest\u00e3o urgente para o Brasil sair do mapa da fome e para a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds frente \u00e0 grave crise socioecon\u00f4mica e sanit\u00e1ria decorrente da pandemia da Covid-19. O incentivo \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de dietas mais baseadas em vegetais pode servir como uma estrat\u00e9gia complementar para suprir a demanda de alimentos de uma forma que promova o desenvolvimento socioecon\u00f4mico e reduza impactos ambientais, inclusive as emiss\u00f5es de GEE. O futuro do sistema de alimentos pode ser inovador, justo, sustent\u00e1vel, e impulsionado por estrat\u00e9gias apoiadas pela ci\u00eancia comportamental.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guia de alimenta\u00e7\u00e3o, produzido pelo WRI, sugere mudan\u00e7as na alimenta\u00e7\u00e3o e dietas sem carne Entre<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":149183,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/frutas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Guia de alimenta\u00e7\u00e3o, produzido pelo WRI, sugere mudan\u00e7as na alimenta\u00e7\u00e3o e dietas sem carne Entre","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149182"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149182"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":149185,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149182\/revisions\/149185"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/149183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}