{"id":148820,"date":"2021-06-29T14:00:45","date_gmt":"2021-06-29T17:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=148820"},"modified":"2021-06-28T19:59:39","modified_gmt":"2021-06-28T22:59:39","slug":"como-nos-brasileiros-percebemos-as-mudancas-climaticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/como-nos-brasileiros-percebemos-as-mudancas-climaticas\/","title":{"rendered":"Como n\u00f3s, brasileiros, percebemos as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-148821\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Classe social, escolaridade e posicionamento pol\u00edtico influenciam a percep\u00e7\u00e3o do brasileiro sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/p>\n<div class=\"row mb-5\">\n<div class=\"col-12 col-sm-10 col-md-8 col-lg-6 offset-sm-1 offset-md-0 order-2\">\n<div class=\"article\">\n<p>Passados pouco mais de dois s\u00e9culos da revolu\u00e7\u00e3o industrial, as a\u00e7\u00f5es humanas j\u00e1 s\u00e3o uma das principais amea\u00e7as para a acelera\u00e7\u00e3o do desequil\u00edbrio clim\u00e1tico do nosso planeta. Por isso, diversos acordos globais j\u00e1 foram realizados visando combater, mitigar ou at\u00e9 mesmo reverter as consequ\u00eancias desse dist\u00farbio. Apesar disto, estamos diante de uma crise clim\u00e1tica e longe de cumprir o celebrado Acordo de Paris, que visa manter o aumento da temperatura m\u00e9dia da Terra em at\u00e9 1,5\u00baC acima da temperatura pr\u00e9-industrial. Talvez por conta da in\u00e9rcia e dos fracassos dos tomadores de decis\u00e3o ao redor do mundo em cumprir este e outros acordos, uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o brasileira se declara muito preocupada com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u00c9 o que aponta uma pesquisa encomendada pelo Instituto Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro ao IBOPE.<\/p>\n<p>Essa foi a primeira pesquisa de opini\u00e3o em grande escala realizada pelo IBOPE acerca da percep\u00e7\u00e3o dos brasileiros sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a qual contou com um total de 2.600 pessoas entrevistadas, distribu\u00eddas em todos os estados do Brasil, al\u00e9m do Distrito Federal. A pesquisa atuou tanto na pesquisa de opini\u00e3o sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas quanto no delineamento do perfil socioecon\u00f4mico dos participantes. Para esse levantamento, o question\u00e1rio contou com perguntas como \u201cO quanto voc\u00ea acha que o aquecimento global pode prejudicar voc\u00ea e sua fam\u00edlia?\u201d, ou \u201cO quanto voc\u00ea acha importante a quest\u00e3o do aquecimento global?\u201d, as quais os entrevistados puderam escolher entre respostas categ\u00f3ricas que variaram de 1 (muito preocupado) a 4 (nada preocupado). O desenvolvimento dessa pesquisa foi realizado em parceria com o\u00a0<em>Yale Program on Climate Change Communication\u00a0<\/em>(<em>YPCCC<\/em>), que elaborou um m\u00e9todo amplamente utilizado e validado em pa\u00edses da Europa e Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-large my-5\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-111275 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-1024x576.png\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-300x169.png 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-1536x864.png 1536w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-640x360.png 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2-1320x743.png 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro2.png 1920w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><\/figure>\n<p>Os resultados dessa pesquisa s\u00e3o interessantes e nos indicam que cerca de 80% dos participantes se declararam muito preocupados com o meio ambiente e com o aquecimento global. Outro dado interessante \u00e9 que parece haver pouco negacionismo clim\u00e1tico entre os brasileiros: 92% dos entrevistados consideraram que o aquecimento global est\u00e1 acontecendo e 77% culpam as atividades humanas como principal fator para que isso aconte\u00e7a. Mas, se a preocupa\u00e7\u00e3o com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u00e9 generalizada, por que isso n\u00e3o se traduz em a\u00e7\u00f5es proporcionais na esfera p\u00fablica? Para come\u00e7ar a responder essa pergunta, identificamos quem s\u00e3o as pessoas que n\u00e3o est\u00e3o preocupadas com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas para entender as poss\u00edveis raz\u00f5es.<\/p>\n<p>N\u00f3s aproveitamos essa extensa base de dados para avaliar o qu\u00e3o sens\u00edvel os brasileiros s\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e quais fatores socioecon\u00f4micos melhor explicam essa sensibilidade. Para tanto, criamos o \u00cdndice de Sensibilidade \u00e0s Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (variando entre 0 \u2013 muito sens\u00edvel \u2013 e 1 \u2013 insens\u00edvel), avaliado por estado e baseado no \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH), a partir das respostas sobre o aquecimento global (<a href=\"https:\/\/www.percepcaoclimatica.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">voc\u00ea pode acessar a pesquisa completa clicando aqui<\/a>). Os nossos resultados apontam para uma grande varia\u00e7\u00e3o da sensibilidade dos brasileiros ao longo das unidades federativas. Roraima foi o estado que apresentou o resultado mais alarmante, com o valor m\u00e1ximo de insensibilidade, seguido por Tocantins (0,57) e Rond\u00f4nia (0,37). J\u00e1 o Distrito Federal foi a unidade federativa que a popula\u00e7\u00e3o se mostrou mais sens\u00edvel \u00e0s quest\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Dada a diversidade de realidades experimentadas pelos estados brasileiros, \u00e9 improv\u00e1vel que um \u00fanico fator explique essas varia\u00e7\u00f5es. Apesar de n\u00e3o termos encontrado um padr\u00e3o regional evidente, a situa\u00e7\u00e3o em alguns estados desperta interesse. O Par\u00e1, um dos estados em que mais se avan\u00e7a sobre a floresta, apresentou valores de sensibilidade satisfat\u00f3rio (0,06). Por outro lado, Santa Catarina (0,29) e Rio Grande do Norte (0,32) tamb\u00e9m apresentaram \u00edndices mais altos que a m\u00e9dia e por raz\u00f5es, possivelmente, bem distintas. Portanto, \u00e9 razo\u00e1vel pensar que em diferentes regi\u00f5es do Brasil, diferentes fatores explicam a insensibilidade de sua popula\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-large my-5\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-111282 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-1024x576.png\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-300x169.png 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-1536x864.png 1536w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-640x360.png 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro-1320x743.png 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura-2-como-o-brasileiro.png 1920w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><\/figure>\n<p>Para entender melhor essas diferen\u00e7as, mergulhamos no que pensam cada um dos brasileiros e brasileiras entrevistados e nas suas caracter\u00edsticas sociais e econ\u00f4micas. Os resultados foram elucidativos e did\u00e1ticos. Encontramos, por exemplo, uma diferen\u00e7a marcante entre as classes mais pobres (C1, C2 e DE) que s\u00e3o mais sens\u00edveis quando comparados com as classes mais altas (A, B1 e B2). Tamb\u00e9m observamos que o posicionamento pol\u00edtico \u00e9 um forte indicativo de varia\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que as pessoas que se autodeclararam \u00e0 esquerda s\u00e3o mais sens\u00edveis do que as que se declararam \u00e0 direita ou ao centro. Um resultado intrigante se d\u00e1 quando avaliamos a religi\u00e3o dos respondentes, com os protestantes (evang\u00e9licos e evang\u00e9licas) sendo mais insens\u00edveis do que cat\u00f3licos, n\u00e3o havendo diferen\u00e7a entre as outras denomina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Avaliados em conjunto, \u00e9 imperioso relacionar esses grupos com os segmentos sociais que fornecem sustenta\u00e7\u00e3o ao atual governo e suas pol\u00edticas anti-ambientais. Os segmentos que s\u00e3o menos preocupados com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas s\u00e3o, em boa medida, aqueles que aglutinam apoiadores da gest\u00e3o federal. Esse grupo inclui aqueles que, no contexto brasileiro, mais contribuem para as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Contudo, s\u00e3o os que podem se esquivar das consequ\u00eancias imediatas do dano ambiental causado devido ao poder econ\u00f4mico. Na outra ponta est\u00e3o as pessoas mais pobres que, apesar de demonstrarem preocupa\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o, sofrem diretamente as consequ\u00eancias da emerg\u00eancia clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>Uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para isso tamb\u00e9m se encontra nessa pesquisa. Encontramos que quando comparado com os analfabetos, aqueles que conseguiram completar at\u00e9 o segundo ano do ensino fundamental se mostraram mais sens\u00edveis \u00e0s quest\u00f5es clim\u00e1ticas. Ato cont\u00ednuo, os entrevistados que conclu\u00edram o Ensino Superior s\u00e3o os que mais est\u00e3o preocupados com o assunto, evidenciando a rela\u00e7\u00e3o positiva entre tempo de ensino formal e dom\u00ednio da pauta ambiental.<\/p>\n<p>Destaca-se tamb\u00e9m o papel dos meios de informa\u00e7\u00e3o. Nossos resultados apontaram para uma maior sensibilidade dos brasileiros que se informam mais pela TV do que por qualquer outro meio, incluindo eles r\u00e1dio ou internet. Sendo assim, nossos resultados refor\u00e7am a necessidade de se tra\u00e7ar estrat\u00e9gias voltadas aos grupos priorit\u00e1rios e utilizar as ferramentas comunicativas mais adequadas para divulga\u00e7\u00e3o da agenda ambiental para supera\u00e7\u00e3o do quadro dram\u00e1tico que vivemos hoje no Brasil. Ou como diria o m\u00fasico Edgar, \u201cpercebo que todo mundo j\u00e1 est\u00e1 bem consciente, precisando s\u00f3 ser sensibilizado\u201d.<\/p>\n<div class=\"wp-block-group pl-5 pr-5 pt-3 pb-3 shadow has-background\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container\">\n<p><em>As opini\u00f5es e informa\u00e7\u00f5es publicadas nas sess\u00f5es de\u00a0<strong>colunas<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>an\u00e1lises\u00a0<\/strong>s\u00e3o de responsabilidade de seus autores e n\u00e3o necessariamente representam a opini\u00e3o do site\u00a0<strong>((o))eco<\/strong>. Buscamos nestes espa\u00e7os garantir um debate diverso e frut\u00edfero sobre conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe social, escolaridade e posicionamento pol\u00edtico influenciam a percep\u00e7\u00e3o do brasileiro sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas Passados<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148821,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mudanca-2.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Classe social, escolaridade e posicionamento pol\u00edtico influenciam a percep\u00e7\u00e3o do brasileiro sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas Passados","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148820"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=148820"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148820\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":148823,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148820\/revisions\/148823"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148821"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=148820"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=148820"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=148820"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}