{"id":14838,"date":"2015-01-26T16:00:33","date_gmt":"2015-01-26T16:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=14838"},"modified":"2015-01-26T10:22:37","modified_gmt":"2015-01-26T10:22:37","slug":"sumidos-das-praias-aguas-vivas-e-tatuis-sao-vistos-neste-verao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/sumidos-das-praias-aguas-vivas-e-tatuis-sao-vistos-neste-verao\/","title":{"rendered":"Sumidos das praias, \u00e1guas vivas e tatu\u00eds s\u00e3o vistos neste ver\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-14839\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>A esta\u00e7\u00e3o mais quente do ano \u2013 o ver\u00e3o, al\u00e9m de temperatura nas alturas, trouxe de volta \u00e0s praias do Rio de Janeiro, animais que h\u00e1 muito n\u00e3o eram vistos, como \u00e1guas-vivas e tatu\u00eds. Na semana passada, tamb\u00e9m foi vista no mar da cidade uma caravela portuguesa, bicho raro, com tent\u00e1culos, que vive em \u00e1guas oce\u00e2nicas. Ela apareceu na parte rasa da Praia do Leblon e provocou um acidente, ao atingir uma menina de 1 ano e 7 meses, que teve parte do corpo queimada por toxinas pr\u00f3prias do animal.<\/p>\n<p>Os bi\u00f3logos explicam que o aparecimento dessas esp\u00e9cies tem a ver com a temporada de reprodu\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos na temporada natural de reprodu\u00e7\u00e3o desses animais, que ficam mais vulner\u00e1veis e podem ser levados para a orla pelas correntes mar\u00edtimas\u201d, explica o bi\u00f3logo marinho Marcelo Szpilman, do Instituto Aqualung. Com mais gente na \u00e1gua do que em outras \u00e9pocas, acidentes com queimaduras podem ser mais frequentes.<\/p>\n<p>No caso de o banhista entrar em contato com uma \u00e1gua-viva ou caravela portuguesa, a primeira recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o se apavorar. Szpilman esclarece que, no caso da \u00e1gua-viva, o veneno \u00e9 pouco t\u00f3xico e o vinagre de cozinha pode diminuir o inc\u00f4modo de pequenas queimaduras. J\u00e1 no caso da caravela, cujo o veneno \u00e9 mais t\u00f3xico, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 procurar um m\u00e9dico.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o pode esfregar a pele com toalha porque pode arrebentar os nematocistos [os espinhos dos tent\u00e1culos], que liberam mais toxinas, n\u00e3o pode limpar [a regi\u00e3o com] \u00e1gua doce, porque isso tamb\u00e9m provoca a libera\u00e7\u00e3o de mais veneno\u201d, acrescentou a coordenadora do Centro de Intoxica\u00e7\u00f5es da Universidade Federal Fluminense, L\u00edlia Ribeiro Guerra. \u201cO que pode \u00e9 lavar com \u00e1gua do mar e procurar assist\u00eancia imediata\u201d, completou a especialista, que ajudou no socorro da menina atingida na no Leblon.<\/p>\n<p>Outra esp\u00e9cie que vem surpreendendo os cariocas, na altura do Forte de Copacabana, s\u00e3o os tatu\u00eds. Os bichos, que vivem em pequenas conchas, na espuma das ondas, eram comuns na orla carioca h\u00e1 mais de 20 anos, mas acabaram desaparecendo com a polui\u00e7\u00e3o e o aumento no n\u00famero de banhistas.<\/p>\n<p>O professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Ricardo Cardoso, que estuda os tatu\u00eds desde a d\u00e9cada de 1990, explica que eles s\u00e3o muito fr\u00e1geis e, pelas mesmas raz\u00f5es, n\u00e3o sobreviver\u00e3o por muito tempo em Copacabana. \u201cEles vieram com as correntes, de praias onde h\u00e1 col\u00f4nias fixas, como a Praia de Fora, na Urca, e a Restinga da Marambaia.\u201d<\/p>\n<p>Quem encontrar os tatu\u00eds, alerta o professor, deve deix\u00e1-los na espuma das ondas. \u201cPode at\u00e9 brincar, colocar no baldinho, mas depois devolver\u201d, orientou. \u201c[Os tatu\u00eds] n\u00e3o devem ser enterrados na areia seca de jeito nenhum e nem arremessados ao mar. Eles vivem no rasinho\u201d, completou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A esta\u00e7\u00e3o mais quente do ano \u2013 o ver\u00e3o, al\u00e9m de temperatura nas alturas, trouxe<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14839,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praia_rio.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A esta\u00e7\u00e3o mais quente do ano \u2013 o ver\u00e3o, al\u00e9m de temperatura nas alturas, trouxe","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14838"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14838"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14838\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14839"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14838"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14838"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14838"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}