{"id":148254,"date":"2021-06-20T10:00:00","date_gmt":"2021-06-20T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=148254"},"modified":"2021-06-20T08:21:33","modified_gmt":"2021-06-20T11:21:33","slug":"duas-oncas-pintadas-e-outros-17-animais-sao-encontrados-mortos-no-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/duas-oncas-pintadas-e-outros-17-animais-sao-encontrados-mortos-no-pantanal\/","title":{"rendered":"Duas on\u00e7as-pintadas e outros 17 animais s\u00e3o encontrados mortos no Pantanal"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-148255\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pol\u00edcia suspeita de envenenamento. Animais foram encontrados porque uma das on\u00e7as estava sendo monitorada com colar transmissor de sinal GPS<\/p>\n<div class=\"row mb-5\">\n<div class=\"col-12 col-sm-10 col-md-8 col-lg-6 offset-sm-1 offset-md-0 order-2\">\n<div class=\"article\">\n<p>A Pol\u00edcia Federal e o Ibama est\u00e3o investigando a morte incomum de duas on\u00e7as-pintadas e outros 17 animais \u2013 entre eles, urubus, um gavi\u00e3o carcar\u00e1, um cachorro do mato, uma vaca, al\u00e9m de v\u00e1rias moscas, que n\u00e3o entraram na conta \u2013 no munic\u00edpio de Corumb\u00e1, no Mato Grosso do Sul. Os animais foram encontrados pelo Instituto Reprocon (Reprodu\u00e7\u00e3o Para Conserva\u00e7\u00e3o), que monitora e estuda o comportamento e a reprodu\u00e7\u00e3o da on\u00e7a-pintada (<em>Panthera onca<\/em>) em \u00e1rea livre atrav\u00e9s de colares de radiotelemetria e GPS.<\/p>\n<p>Conforme informa\u00e7\u00f5es apuradas pelo ((o))eco, os pesquisadores do Reprocon receberam no dia 10 de maio um sinal de mortalidade emitido pelo colar de monitoramento de uma\u00a0 on\u00e7a macho \u2013 carinhosamente apelidada de Sandro \u2013, que vinha sendo acompanhada desde setembro do ano passado. Sinal de mortalidade \u00e9 quando o GPS para no mesmo ponto por muitas e muitas horas, como se o animal estivesse simplesmente parado, sem conseguir se mover. Ao receber aquele alerta, os pesquisadores cogitaram duas hip\u00f3teses: a on\u00e7a poderia estar bem e ter perdido a coleira e por isso o alerta de mortalidade ou, na pior das possibilidades, o animal poderia estar morto e n\u00e3o teria muito o que ser feito. Pela falta de recursos, contudo, a equipe s\u00f3 conseguiu se deslocar ao local para averiguar a real situa\u00e7\u00e3o no \u00faltimo fim de semana. \u201cO projeto \u00e9 formado por pesquisadores e n\u00e3o temos patroc\u00ednio de empresas e pessoas, ent\u00e3o, n\u00f3s mesmos custeamos as a\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o n\u00e3o temos uma resposta t\u00e3o r\u00e1pida\u201d, justifica Pedro Nacib Jorge Neto, veterin\u00e1rio do Instituto Reprocon.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-110996 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-1200x800.jpg 1200w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1-1320x880.jpg 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/onca-1.jpg 1920w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" data-lazy-loaded=\"1\" \/>Sandro, a on\u00e7a-pintada estava sendo monitorada. Paralisa\u00e7\u00e3o do sinal deu o alerta de que algo poderia ter ocorrido. Cr\u00e9dito: Pedro Nacib Jorge Neto\/Instituto Reprocon<\/div>\n<p>Na sa\u00edda de campo, os pesquisadores adentraram na \u00e1rea da mata e encontraram uma on\u00e7a morta no meio da rota. \u201cNo caminho para chegar at\u00e9 o animal, n\u00f3s sentimos um odor forte e encontramos um macho de aproximadamente 140 quilos, que inicialmente, como a carca\u00e7a j\u00e1 estava iniciando a decomposi\u00e7\u00e3o e n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos as fotos para identificar se era o animal do colar, n\u00f3s acreditamos que poderia ser o Sandro\u201d, explica Pedro.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tiraram fotos e fizeram o registro do local que o animal fora encontrado, atividade de praxe da equipe. Seguindo em dire\u00e7\u00e3o ao colar, os pesquisadores se surpreenderam quando encontraram outra on\u00e7a. Dessa vez, com a coleira \u2013 era Sandro. O animal estava morto a 600 metros do rio. \u201cN\u00f3s vimos que eram duas on\u00e7as, n\u00f3s resgatamos o colar e voltamos. Ao chegar, n\u00f3s alertamos os \u00f3rg\u00e3os ambientais porque na maioria das vezes as mortes ocorrem de forma natural, mas eles que precisam avaliar isso e ver se precisa ser investigado ou n\u00e3o\u201d, esclarece o veterin\u00e1rio.<\/p>\n<h3><strong>Mais mortes, mesma prov\u00e1vel causa<\/strong><\/h3>\n<p>Como na ocasi\u00e3o os pesquisadores encontraram duas on\u00e7as mortas muito pr\u00f3ximas uma da outra e numa mesma regi\u00e3o, a Pol\u00edcia Federal solicitou que a equipe a acompanhasse at\u00e9 o local juntamente com dois peritos e dois fiscais do Ibama. Com a equipe da per\u00edcia formada, os pesquisadores da Reprocon seguiram o rastro deixado por Sandro antes de morrer.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large my-5 my-md-2\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-110995 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-1024x1022.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-1024x1022.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-1536x1534.jpg 1536w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-600x600.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-640x639.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave-1320x1318.jpg 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/ave.jpg 1920w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"639\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"text-right text-muted font-italic small mt-2\">Carcar\u00e1, outra v\u00edtima do suposto envenenamento. Cr\u00e9dito: Pedro Nacib Jorge Neto\/Instituto Reprocon<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Os fiscais pediram para a equipe apontar o \u00faltimo lugar onde o animal teria se alimentado e identificaram que esse local era bem pr\u00f3ximo onde fora encontrada a primeira on\u00e7a. \u201cNa hora que chegamos na \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o n\u00f3s come\u00e7amos a encontrar outros animais mortos, v\u00e1rios urubus, um gavi\u00e3o carcar\u00e1 e a carca\u00e7a de uma vaca. Quando os peritos chegaram para avaliar a carca\u00e7a da vaca, viram uma quantidade absurda de insetos mortos sob a carca\u00e7a. S\u00f3 que esses insetos decomp\u00f5em a carca\u00e7a e n\u00e3o deveriam estar mortos\u201d, explica Pedro. \u201cIsso deixou claro, at\u00e9 pela velocidade da morte \u2013 tinha, por exemplo, um urubu morto ao lado da vaca. A gente sabe que existe um agrot\u00f3xico de lavoura, que foi proibido no Brasil h\u00e1 alguns anos mas ainda \u00e9 encontrado em outros pa\u00edses e trazido ilegalmente da Bol\u00edvia e do Paraguai\u201d, alerta o veterin\u00e1rio. \u201c\u00c9 uma morte muito r\u00e1pida, mas \u00e9 claro que depende do tamanho do animal, ent\u00e3o o urubu e o carcar\u00e1 s\u00e3o animais leves e com metabolismo r\u00e1pido, ent\u00e3o a morte ocorreu de forma r\u00e1pida\u201d, explica.<\/p>\n<p>O Ibama autuou o propriet\u00e1rio da fazenda arrendada onde ocorreram os envenenamentos. A Pol\u00edcia Federal abriu um inqu\u00e9rito para investigar as mortes.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large my-5\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-111007 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-1024x1024.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-1536x1536.jpg 1536w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-600x600.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-640x640.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro-1320x1320.jpg 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cachorro.jpg 1920w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"639\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"text-right text-muted font-italic small mt-2\">Carca\u00e7a do cachorro do mato. Cr\u00e9dito: Pedro Nacib Jorge Neto\/Instituto Reprocon<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large my-5\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-111011 jetpack-lazy-image shadow jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-1024x1024.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-1534x1536.jpg 1534w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-600x600.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-640x641.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu-1320x1321.jpg 1320w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/urubu.jpg 1920w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"640\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"text-right text-muted font-italic small mt-2\">Carca\u00e7a de urubu. Cr\u00e9dito: Pedro Nacib Jorge Neto\/Instituto Reprocon<\/p>\n<h3 class=\"h5 mt-0 mb-1\"><a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/author\/milena-giacomini\/\" data-wpel-link=\"internal\">Milena Giacomini<\/a><\/h3>\n<p>Jornalista formada pela PUCRS, \u00e9 respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado e gest\u00e3o das redes sociais do ((o))eco.<\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pol\u00edcia suspeita de envenenamento. 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