{"id":148128,"date":"2021-06-18T10:00:25","date_gmt":"2021-06-18T13:00:25","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=148128"},"modified":"2021-06-18T09:04:54","modified_gmt":"2021-06-18T12:04:54","slug":"estudo-revela-como-o-maior-lago-do-mundo-sumiu-ha-10-milhoes-de-anos-e-mudou-a-biodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-revela-como-o-maior-lago-do-mundo-sumiu-ha-10-milhoes-de-anos-e-mudou-a-biodiversidade\/","title":{"rendered":"Estudo revela como o maior lago do mundo sumiu h\u00e1 10 milh\u00f5es de anos e mudou a biodiversidade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-148129\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisa <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-021-91001-z#Sec7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publicada<\/a><\/strong>\u00a0este m\u00eas na revista\u00a0<i>Scientific Reports<\/i>\u00a0revela a forma\u00e7\u00e3o e o desaparecimento, h\u00e1 cerca de 10 milh\u00f5es de anos, do maior lago conhecido na hist\u00f3ria da Terra: o Paratethys, localizado na Eur\u00e1sia, entre os Alpes Orientais e o atual Cazaquist\u00e3o.<\/p>\n<p>No trabalho, os pesquisadores usaram um modelo paleogeogr\u00e1fico 3D e conclu\u00edram que o megalago perdeu cerca de 70% de sua superf\u00edcie e um ter\u00e7o do volume de \u00e1gua pela evapora\u00e7\u00e3o durante quatro grandes crises hidrol\u00f3gicas ocorridas entre 11 milh\u00f5es e 7,5 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Essas crises levaram \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitats completamente novos e provocaram impacto no clima, na hidrologia e na vegeta\u00e7\u00e3o, influenciando a evolu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que esse modelo inovador de an\u00e1lise da estrutura do megalago poder\u00e1 ser usado em outros trabalhos que ajudem a desvendar a forma\u00e7\u00e3o de \u00e1reas geol\u00f3gicas atuais, como as camadas de pr\u00e9-sal no Brasil ou campos de g\u00e1s pr\u00f3ximos a Israel.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, que teve o\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/185189\/analise-paleomagnetica-nos-arquivos-sedimentares-de-oceanos-e-mares-epicontinentais-para-estudar-est\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">apoio<\/a><\/strong>\u00a0da FAPESP, por volta de 11,6 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s\u00a0o Paratethys come\u00e7ou\u00a0a se fragmentar e, depois de perder conex\u00f5es com regi\u00f5es a oeste dos C\u00e1rpatos (cordilheira de 1.500 quil\u00f4metros), tornou-se cada vez mais inst\u00e1vel e suscet\u00edvel aos processos de seca extrema.<\/p>\n<p>Acabou se dividindo em um lago salgado central e bacias dessalinizadas perif\u00e9ricas, enquanto vastas regi\u00f5es (de at\u00e9 1,75 milh\u00e3o de km<sup>2<\/sup>) tornaram-se uma terra emergente, adequada para o desenvolvimento de paisagens de estepe florestal. A abertura desse cintur\u00e3o de estepes formou uma ponte ecol\u00f3gica para a migra\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies animais para a Europa e para a \u00c1sia Central.<\/p>\n<p>\u201cAs desseca\u00e7\u00f5es [estado de secas extremas]\u00a0parciais do megalago correspondem \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, altera\u00e7\u00f5es da teia alimentar e da paisagem em toda a Eur\u00e1sia, embora os gatilhos e mecanismos exatos ainda n\u00e3o tenham sido resolvidos\u201d, escreve o grupo.<\/p>\n<p>Primeiro autor do artigo,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/703592\/dan-valentin-palcu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dan Valetin Palcu<\/a><\/strong>, destaca que as crises hidrol\u00f3gicas detectadas no estudo foram semelhantes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o registrada atualmente no lago Aral, mas com magnitude centenas de vezes maior. De \u00e1gua salgada, o Aral est\u00e1 localizado na \u00c1sia Central e come\u00e7ou a secar nos anos de 1960 \u2013 hoje tem apenas 10% do tamanho original, tendo perdido uma \u00e1rea equivalente ao Estado de Santa Catarina.<\/p>\n<p>\u201cO Paratethys se expandiu e ocupou uma \u00e1rea de 2,8 milh\u00f5es de km<sup>2<\/sup>. Chegou a armazenar 1,77 milh\u00e3o de km<sup>3<\/sup>\u00a0de \u00e1gua salobra. Isso representa mais de dez vezes toda a \u00e1gua armazenada nos lagos modernos\u201d, explica Palcu, que faz est\u00e1gio de p\u00f3s-doutorado no Instituto Oceanogr\u00e1fico da Universidade de S\u00e3o Paulo (IO-USP), sob a supervis\u00e3o do professor\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/181774\/luigi-jovane\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Luigi Jovane<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8220;Este estudo pode se tornar uma refer\u00eancia na compreens\u00e3o das bacias do pr\u00e9-sal como &#8216;megalagos&#8217;. Pode ter repercuss\u00f5es fundamentais para estudar, por exemplo, as bacias de Campos e Santos, no Brasil, e outras que eram abertas para o mar&#8221;, diz Jovane, em entrevista \u00e0\u00a0<b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>.<\/p>\n<p>O professor do IO-USP cita que os locais analisados na pesquisa, principalmente durante os per\u00edodos de desseca\u00e7\u00e3o parcial do megalago, devem ter sido parecidos com as bacias do pr\u00e9-sal do Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p><b>Biodiversidade<\/b><\/p>\n<p>Durante as crises clim\u00e1ticas registradas na regi\u00e3o, houve o que os pesquisadores classificam como uma &#8220;cat\u00e1strofe ecol\u00f3gica&#8221; para a vida no local. Parte do megalago secou e ficaram quatro grandes bacias, entre elas a central, localizada onde hoje est\u00e3o o mar Negro e o C\u00e1spio. Com isso, parte da \u00e1gua doce ficou salobra e a salinidade de algumas \u00e1reas aumentou, tornando o local particularmente t\u00f3xico e est\u00e9ril.<\/p>\n<p>O impacto disso foi a redu\u00e7\u00e3o e a modifica\u00e7\u00e3o da fauna end\u00eamica, com o encolhimento da biodiversidade \u2013 a quantidade de esp\u00e9cies diminuiu drasticamente ao longo dos anos. Os pesquisadores identificaram animais marinhos, como crust\u00e1ceos, baleias e golfinhos, que chegaram a se multiplicar inicialmente, mas, for\u00e7ados a se adaptar a dif\u00edceis condi\u00e7\u00f5es no local (salinidade e alta toxicidade), foram se deformando e viraram ex\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Em alguns casos, se tornaram os menores na hist\u00f3ria da Terra \u2013 uma das esp\u00e9cies mais conhecidas \u00e9 a\u00a0baleia-an\u00e3, a\u00a0<i>Cetotherium riabinini<\/i>, de 3 metros de comprimento (para\u00a0ter uma ideia, uma baleia jubarte mede, em m\u00e9dia, 15 metros e a azul ultrapassa os 25 metros). J\u00e1 os corais desapareceram do lago.<\/p>\n<p><b>Constru\u00e7\u00e3o do modelo<\/b><\/p>\n<p>Para fazer o estudo e a descri\u00e7\u00e3o do passado geol\u00f3gico do Paratethys, com a reconstru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do padr\u00e3o da superf\u00edcie da Terra, os pesquisadores analisaram o per\u00edodo entre 11,6 milh\u00f5es e 7,2 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Foram usados dois modelos digitais de eleva\u00e7\u00e3o (DEM, na sigla em ingl\u00eas): o primeiro para estimar a expans\u00e3o m\u00e1xima do megalago e o segundo, mais pr\u00f3ximo dos maiores epis\u00f3dios de desseca\u00e7\u00e3o parcial do Paratethys, para simular a queda do n\u00edvel da \u00e1gua e obter a paleogeografia parcialmente dessecada. O modelo digital representa altitudes da superf\u00edcie topogr\u00e1fica agregada a elementos geogr\u00e1ficos, como cobertura vegetal.<\/p>\n<p>Essas reconstru\u00e7\u00f5es foram complementadas com dados paleogeogr\u00e1ficos de uma s\u00e9rie de estudos regionais do norte e oeste da Europa, dos Alpes e da Europa Central, da regi\u00e3o de Gibraltar, do mar Egeu, al\u00e9m de um mapa tect\u00f4nico do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p>A reconstru\u00e7\u00e3o da paleogeografia tamb\u00e9m exigiu a convers\u00e3o de mapas para batimetria, que \u00e9 a medi\u00e7\u00e3o da profundidade dos oceanos, lagos e rios expressa cartograficamente por curvas que unem pontos com equidist\u00e2ncias verticais, \u00e0 semelhan\u00e7a das curvas de n\u00edvel topogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>Para isso, foram adotadas estimativas de profundidade de refer\u00eancias usando dados atuais do mar Negro, mar de Azov e lago C\u00e1spio. Al\u00e9m dos dados geol\u00f3gicos e de perfura\u00e7\u00e3o, os pesquisadores estudaram tamb\u00e9m f\u00f3sseis encontrados na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<i>Late Miocene megalake regressions in Eurasia<\/i>, dos pesquisadores Dan Valentin Palcu, Irina Stanislavovna Patina, Ionu\u00c8? \u00c8?andric, Sergei Lazarev, Iuliana Vasiliev, Marius Stoica e Wout Krijgsman, pode ser lido em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-021-91001-z#Sec7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.nature.com\/articles\/s41598-021-91001-z#Sec7<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/pesquisador_g.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-148130\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/pesquisador_g.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"844\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/pesquisador_g.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/pesquisador_g-227x300.jpg 227w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Pesquisador Dan Palcu extraindo amostras de rochas com equipamento especial de perfura\u00e7\u00e3o. Os cilindros obtidos na perfura\u00e7\u00e3o s\u00e3o medidos nos laborat\u00f3rios da USP para revelar a idade e descrever os ambientes do passado (foto: I.S. Patina)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_g.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-148131\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_g.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"481\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_g.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_g-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As rochas formadas durante as crises do megalago se tornaram fal\u00e9sias no litoral do Mar Negro, onde se manteve preservada (foto: D. V. Palcu\/USP)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_agua.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-148132\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_agua.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"473\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_agua.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/rocha_agua-300x222.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Fal\u00e9sias da Ba\u00eda de Bolata, na Bulg\u00e1ria: o vermelho indica os ambientes \u00e1ridos enquanto o branco reflete o intervalo de recupera\u00e7\u00e3o do lago (foto: D.V. Palcu\/USP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa publicada\u00a0este m\u00eas na revista\u00a0Scientific Reports\u00a0revela a forma\u00e7\u00e3o e o desaparecimento, h\u00e1 cerca de 10<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148129,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/mapa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisa publicada\u00a0este m\u00eas na revista\u00a0Scientific Reports\u00a0revela a forma\u00e7\u00e3o e o desaparecimento, h\u00e1 cerca de 10","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148128"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=148128"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148128\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":148134,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148128\/revisions\/148134"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148129"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=148128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=148128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=148128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}