{"id":147962,"date":"2021-06-15T12:00:12","date_gmt":"2021-06-15T15:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=147962"},"modified":"2021-06-15T09:47:56","modified_gmt":"2021-06-15T12:47:56","slug":"producao-de-carne-provoca-anualmente-milhares-de-mortes-devido-a-qualidade-do-ar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/producao-de-carne-provoca-anualmente-milhares-de-mortes-devido-a-qualidade-do-ar\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de carne provoca anualmente milhares de mortes devido \u00e0 qualidade do ar"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-147963\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A agricultura \u00e9 a principal fonte de polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, causando a morte de cerca de 17,9 mil pessoas nos Estados Unidos a cada ano, segundo novo estudo.<\/h2>\n<p>A polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica continua sendo uma das principais causas de morte nos Estados Unidos, geralmente associada aos gases liberados por escapamentos de ve\u00edculos, chamin\u00e9s de f\u00e1bricas e usinas de energia. Agora, uma nova pesquisa demonstrou que 16 mil mortes nos Estados Unidos s\u00e3o resultado da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica decorrente da agropecu\u00e1ria \u2014 e 80% dessa polui\u00e7\u00e3o resulta da produ\u00e7\u00e3o de alimentos de origem animal como carne, latic\u00ednios e ovos.<\/p>\n<p>Ainda mais mortes s\u00e3o atribu\u00edveis a produtos que n\u00e3o nos servem de alimento, como etanol, couro ou l\u00e3, o que eleva o total de mortes por polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica agr\u00edcola a 17,9 mil por ano.<\/p>\n<p>\u201cPassamos muito tempo refletindo sobre como alimentos que consumimos afetam nossa sa\u00fade, mas os alimentos ingeridos por n\u00f3s tamb\u00e9m afetam outras pessoas\u201d, afirma Nina Domingo, autora principal de um novo estudo publicado em maio na revista cient\u00edfica\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/content\/118\/20\/e2013637118\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Proceedings of the National Academy of Sciences<\/em><\/a>, que analisa os principais produtos aliment\u00edcios cuja produ\u00e7\u00e3o contribui para a qualidade letal do ar.<\/p>\n<p>O impacto ambiental causado pela produ\u00e7\u00e3o de certos alimentos \u2014 como a pegada de carbono e o uso do solo ou da \u00e1gua \u2014 \u00e9 pesquisado h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Mas o novo estudo \u00e9 o primeiro a identificar quais regimes alimentares e alimentos espec\u00edficos provocam o maior efeito sobre a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica que causa a asma, ataques card\u00edacos e derrames.<\/p>\n<p>\u201cOs efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em longo prazo s\u00e3o desencorajadores e bastante assustadores, mas agora tamb\u00e9m est\u00e3o causando mortes\u201d, conta Jason Hill, engenheiro de biossistemas da Universidade de Minnesota e autor s\u00eanior do estudo. \u201cS\u00e3o emiss\u00f5es que ocorrem todos os anos, afetam as pessoas e prejudicam a qualidade de vida.\u201d<\/p>\n<p>Grupos do setor criticaram o estudo. A National Cattlemen\u2019s Beef Association, associa\u00e7\u00e3o comercial da ind\u00fastria da carne que analisou os resultados, considerou o estudo \u201cbaseado em pressupostos equivocados e com insufici\u00eancia de dados\u201d. A associa\u00e7\u00e3o caracterizou o estudo como \u201cenganoso\u201d e afirma que colabora para \u201cuma falsa narrativa em torno da agropecu\u00e1ria\u201d. A American Farm Bureau Federation, federa\u00e7\u00e3o do setor agropecu\u00e1rio dos Estados Unidos, emitiu declara\u00e7\u00f5es semelhantes, alegando que ampliava \u201ca defini\u00e7\u00e3o de causa e efeito\u201d.<\/p>\n<p>Em resposta a essa cr\u00edtica, Hill explicou que seus dados correspondem a dados p\u00fablicos do governo dos Estados Unidos, revisados por pares e provenientes da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epa.gov\/air-emissions-inventories\/national-emissions-inventory-nei\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental<\/a>\u00a0(\u201cEPA\u201d, na sigla em ingl\u00eas) e do\u00a0<a href=\"https:\/\/nassgeodata.gmu.edu\/CropScape\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Departamento de Agricultura dos Estados Unidos<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cTodos os modelos foram extensamente revisados por pares e amplamente utilizados por nosso grupo e por muitos outros\u201d, observa Hill.<\/p>\n<h3>Identificando os alimentos mais letais<\/h3>\n<p>Para determinar o impacto da produ\u00e7\u00e3o de produtos animais \u00e0 sa\u00fade, os autores do estudo analisaram o que \u00e9 necess\u00e1rio para produzi-los: a fertiliza\u00e7\u00e3o e aragem do solo, a queima de diesel utilizado por tratores e o manejo de res\u00edduos produzidos pelo gado.<\/p>\n<p>\u201cGrande parte do setor agr\u00edcola \u00e9 direcionado \u00e0 pecu\u00e1ria. O impacto n\u00e3o se refere apenas ao pr\u00f3prio rebanho, mas tamb\u00e9m \u00e0 sua alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, explica Hill.<\/p>\n<p>O cultivo de milho para alimenta\u00e7\u00e3o, combust\u00edvel e ra\u00e7\u00e3o para gado, por exemplo, contribui para 3,7 mil mortes anuais como resultado da toxicidade do ar. Quando os autores do estudo calcularam as mortes devidas \u00e0 qualidade do ar causadas pela agropecu\u00e1ria e por cultivos agr\u00edcolas destinados \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o animal, constataram que somente a carne bovina contribu\u00eda para quatro mil mortes a cada ano devido \u00e0 polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. Quando a produ\u00e7\u00e3o de latic\u00ednios e a suinocultura foram acrescidas ao c\u00e1lculo, essa produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou 9,1 mil mortes anuais.<\/p>\n<p>Em contrapartida, eles conclu\u00edram que a agricultura, categoria que engloba o milho para consumo humano, causa apenas 100 mortes.<\/p>\n<p>O impacto negativo sobre a qualidade do ar devido ao cultivo do milho para alimenta\u00e7\u00e3o humana \u00e9 \u201ct\u00e3o irris\u00f3rio a ponto de quase ser impercept\u00edvel. Quase nenhum milho plantado nos Estados Unidos \u00e9 milho-doce, bem menos de 1%\u201d, conta Hill.<\/p>\n<p>\u201cEm um estudo, busca-se evitar no\u00e7\u00f5es pr\u00e9-concebidas\u201d, afirma Domingo, especialista em engenharia de biossistemas na Universidade de Minnesota. \u201cMas \u00e9 impressionante como h\u00e1 uma concentra\u00e7\u00e3o em determinados grupos de alimentos.\u201d<\/p>\n<h3>Dever\u00edamos todos nos tornar veganos?<\/h3>\n<p>O estudo tamb\u00e9m descreve uma s\u00e9rie de medidas que podem ser adotadas por propriet\u00e1rios rurais e consumidores para reduzir a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica proveniente da agropecu\u00e1ria. Melhor manejo dos res\u00edduos da agropecu\u00e1ria e aplica\u00e7\u00e3o mais eficiente de fertilizantes est\u00e3o entre as recomenda\u00e7\u00f5es. Se todas as mudan\u00e7as recomendadas fossem adotadas pelas propriedades rurais, os cientistas estimam que 7,9 mil vidas poderiam ser poupadas a cada ano.<\/p>\n<p>Pessoas comuns tamb\u00e9m podem fazer a diferen\u00e7a. Uma altera\u00e7\u00e3o no regime alimentar nacional por parte dos consumidores norte-americanos produziria um grande impacto na qualidade do ar, afirmam os cientistas. Se as prefer\u00eancias alimentares fossem alteradas, por exemplo, de carne vermelha para o consumo de aves nos Estados Unidos, cerca de 6,3 mil mortes poderiam ser evitadas, de acordo com os cientistas. Ao se tornarem vegetarianos, veganos ou flexitarianos \u2014 aqueles que consomem carne com modera\u00e7\u00e3o \u2014 os consumidores poderiam evitar entre 10,7 mil e 13,1 mil mortes como resultado da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, segundo estimativas.<\/p>\n<p>\u201cUm dos grandes conselhos que recebi no in\u00edcio da minha carreira \u00e9 que, quando se aponta um problema, tamb\u00e9m \u00e9 preciso apontar uma solu\u00e7\u00e3o. Ao apontar 18 mil mortes anuais causadas pela toxicidade do ar, como oferecer uma solu\u00e7\u00e3o a esse problema?\u201d, indaga Hill.<\/p>\n<h3>Monitorando part\u00edculas mortais<\/h3>\n<p>O objetivo do estudo era identificar quais alimentos e regimes alimentares provocam uma redu\u00e7\u00e3o da qualidade do ar por meio de sua produ\u00e7\u00e3o. Os pesquisadores utilizaram dados do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epa.gov\/air-emissions-inventories\/national-emissions-inventory-nei\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">National Emissions Inventory<\/a>, estimativa de emiss\u00f5es atmosf\u00e9ricas da Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental, que monitora a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um invent\u00e1rio extremamente detalhado de todas as fontes de emiss\u00e3o que contribuem para a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, em especial o PM2,5, que produz o maior impacto dentre os poluentes atmosf\u00e9ricos\u201d, afirma Hall.<\/p>\n<p>Seus modelos foram baseados em pesquisas que estimam que, a cada ano, 100 mil pessoas morrem devido \u00e0 polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica nos Estados Unidos, embora esse n\u00famero possa variar entre 60 mil e 200 mil.<\/p>\n<p>O estudo apresenta modelos sobre o efeito do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epa.gov\/pm-pollution\/particulate-matter-pm-basics\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">PM2,5<\/a>, um tipo de poluente denominado material particulado fino. Essas part\u00edculas microsc\u00f3picas, com 2,5 m\u00edcrons de di\u00e2metro, s\u00e3o acima de 100 vezes mais finas do que um fio de cabelo humano. Esse material particulado possui centenas de origens diferentes, como inc\u00eandios florestais, gases do escapamento de autom\u00f3veis e emiss\u00f5es de f\u00e1bricas. S\u00e3o part\u00edculas pequenas o suficiente para se alojarem nos pulm\u00f5es, podendo causar problemas respirat\u00f3rios e card\u00edacos.<\/p>\n<p>Na agricultura, o PM2,5 pode ser proveniente diretamente da poeira, da aragem do solo ou do escapamento de motores diesel de combust\u00e3o utilizados por tratores. Tamb\u00e9m \u00e9 originado a partir de poluentes como a am\u00f4nia \u2014 encontrada em fertilizantes, estrume e\u00a0lagoas anaer\u00f3bicas \u2014 e passa por altera\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas na atmosfera que transformam o poluente gasoso em material particulado.<\/p>\n<p>Os cientistas lan\u00e7aram dados em tr\u00eas modelos complexos, observando como as emiss\u00f5es de PM2,5 se deslocam pela atmosfera e quantas pessoas podem respir\u00e1-las. Utilizando os dados do censo dos Estados Unidos, os pesquisadores conseguiram estimar quantas pessoas adoeceriam com o passar do tempo.<\/p>\n<p>\u201cSe uma popula\u00e7\u00e3o ficasse exposta a determinada quantidade de toxina, seria esperado que parte dessa popula\u00e7\u00e3o morresse em decorr\u00eancia dessa toxina\u201d, explica Hill.<\/p>\n<p>A Cattlemen\u2019s Association contestou os m\u00e9todos de modelagem e os dados da EPA. Ethan Lane, vice-presidente do grupo para assuntos governamentais, declarou em um comunicado que a pesquisa \u201ctenta manter uma narrativa enganosa de que as emiss\u00f5es de am\u00f4nia oriundas de propriedades rurais s\u00e3o respons\u00e1veis por milhares de mortes. N\u00e3o existem tais metodologias federais para a agricultura, o que nos faz duvidar de que essas conclus\u00f5es estejam corretas\u201d.<\/p>\n<p>A American Farm Bureau, em comunicado, sugeriu que os cientistas \u201cse precipitaram em suas conclus\u00f5es de modo a ampliar a defini\u00e7\u00e3o de causa e efeito. N\u00e3o vamos esquecer que os produtores rurais e pecuaristas dos Estados Unidos s\u00e3o respons\u00e1veis por abastecer 330 milh\u00f5es de norte-americanos, fornecendo os alimentos que sustentam a todos, al\u00e9m de combater a inseguran\u00e7a alimentar em todo o mundo\u201d.<\/p>\n<h3>Como o ar polu\u00eddo afeta o corpo humano?<\/h3>\n<p>Quando o PM2,5 \u00e9 inalado, ele irrita o sistema respirat\u00f3rio e faz com que o sistema imune do organismo ataque o poluente. O corpo produz uma prote\u00edna chamada citocina \u201cque informa que h\u00e1 um problema e \u00e9 preciso iniciar uma resposta inflamat\u00f3ria\u201d, explica Jack Harkema, toxicologista da Universidade Estadual de Michigan, que n\u00e3o participou do estudo.<\/p>\n<p>Quando a polui\u00e7\u00e3o do ar \u00e9 inalada regularmente ao longo do tempo, a resposta imune prolongada impacta outras partes do organismo al\u00e9m do sistema respirat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cSabe-se que o efeito direto do PM2,5 no pulm\u00e3o pode causar doen\u00e7as e inflama\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas como a asma, mas o efeito cardiovascular \u00e9 um pouco diferente\u201d, conta Harkema.<\/p>\n<p>\u201cAcreditamos que as citocinas sejam transportadas ao cora\u00e7\u00e3o e outras regi\u00f5es e que possam gerar uma rea\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria nesses locais\u201d, prossegue ele. O PM2,5 \u00e9 conhecido por predispor ataques card\u00edacos ao interferir no sistema nervoso e aumentar a probabilidade de desenvolvimento de co\u00e1gulos sangu\u00edneos.<\/p>\n<p>Harkema, que atuou no Comit\u00ea Consultivo de Ci\u00eancia do Ar Limpo da EPA durante o governo Obama, afirma ter esperan\u00e7a de que essa nova pesquisa desfa\u00e7a a concep\u00e7\u00e3o amplamente difundida de que a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica \u00e9 basicamente um problema ocasionado pela grande densidade populacional.<\/p>\n<p>\u201cMuitas pessoas acreditam que a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica por material particulado esteja associada a \u00e1reas urbanas. E que n\u00e3o esteja muito presente em \u00e1reas rurais\u201d, afirma ele. \u201cEssa pesquisa destaca essas \u00e1reas rurais.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A agricultura \u00e9 a principal fonte de polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, causando a morte de cerca de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":147963,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/lixo_oceano-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A agricultura \u00e9 a principal fonte de polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, causando a morte de cerca de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147962"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=147962"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147962\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":147965,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147962\/revisions\/147965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/147963"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=147962"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=147962"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=147962"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}