{"id":147728,"date":"2021-06-11T08:17:41","date_gmt":"2021-06-11T11:17:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=147728"},"modified":"2021-06-11T08:17:41","modified_gmt":"2021-06-11T11:17:41","slug":"uma-erupcao-vulcanica-ha-39-milhoes-de-anos-enterrou-uma-floresta-no-peru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/uma-erupcao-vulcanica-ha-39-milhoes-de-anos-enterrou-uma-floresta-no-peru\/","title":{"rendered":"Uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica h\u00e1 39 milh\u00f5es de anos enterrou uma floresta no Peru"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-147729\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Nas colinas fora da pequena aldeia de Sexi, Peru, uma floresta f\u00f3ssil guarda segredos sobre os \u00faltimos milh\u00f5es de anos da\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=am%C3%A9rica+do+sul\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Am\u00e9rica do Sul<\/a>.<\/p>\n<p>Quando visitamos essas \u00e1rvores petrificadas pela primeira vez, h\u00e1 mais de 20 anos, n\u00e3o se sabia muito sobre sua idade ou como foram preservadas. Iniciamos datando as rochas e estudando os processos vulc\u00e2nicos que preservaram os f\u00f3sseis. A partir da\u00ed, come\u00e7amos a reconstituir a hist\u00f3ria da floresta, desde o dia, 39 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando um vulc\u00e3o entrou em erup\u00e7\u00e3o no norte do Peru.<\/p>\n<p>A cinza choveu na floresta naquele dia, arrancando as folhas das \u00e1rvores. Em seguida, fluxos de material cinza passaram, quebrando as \u00e1rvores e carregando-as como troncos em um rio para a \u00e1rea onde foram enterradas e preservadas. Milh\u00f5es de anos depois, quando os Andes modernos se ergueram e carregaram os f\u00f3sseis com eles, as rochas foram expostas \u00e0s for\u00e7as da eros\u00e3o, e as madeiras e folhas f\u00f3sseis novamente viram a luz do dia.<\/p>\n<p>Esta floresta petrificada, chamada\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/flfo\/learn\/nature\/sexi-peru.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">El Bosque Petrificado Piedra Chamana<\/a>, \u00e9 a primeira floresta f\u00f3ssil dos tr\u00f3picos da Am\u00e9rica do Sul a ser estudada em detalhes. Ela est\u00e1 ajudando paleont\u00f3logos como n\u00f3s a compreender a hist\u00f3ria das florestas megadiversas dos tr\u00f3picos do Novo Mundo e dos climas e ambientes anteriores da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Examinando finas fatias de madeira petrificada sob microsc\u00f3pios, fomos capazes de mapear a mistura de \u00e1rvores que floresciam aqui muito antes da exist\u00eancia dos humanos.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/imagem_arvores.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-171157\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/imagem_arvores.jpg\" sizes=\"(max-width: 563px) 100vw, 563px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/imagem_arvores.jpg 563w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/imagem_arvores-235x300.jpg 235w\" alt=\"A chave da \u00e1rvore de Sexi, Peru, com se\u00e7\u00f5es transversais da madeira. Fonte: Mariah Slovacek \/ Servi\u00e7o de Parques Nacionais, CC BY-ND.\" width=\"640\" height=\"818\" \/><\/a><figcaption>A chave da \u00e1rvore de Sexi, Peru, com se\u00e7\u00f5es transversais da madeira. Fonte: Mariah Slovacek \/ Servi\u00e7o de Parques Nacionais, CC BY-ND.<\/figcaption><\/figure>\n<h4 id=\"h-madeira-petrificada-sob-um-microsc-pio\">Madeira petrificada sob um microsc\u00f3pio<\/h4>\n<p>Para descobrir os tipos de \u00e1rvores que cresciam na floresta antes da erup\u00e7\u00e3o, precis\u00e1vamos de amostras finas da madeira petrificada que pudessem ser estudadas ao microsc\u00f3pio. Isso n\u00e3o foi t\u00e3o f\u00e1cil por causa do volume e da diversidade de madeira f\u00f3ssil no local.<\/p>\n<p>Tentamos amostrar a diversidade da floresta contando com caracter\u00edsticas que poderiam ser observadas a olho nu ou com pequenos microsc\u00f3pios de m\u00e3o, coisas como a disposi\u00e7\u00e3o e largura dos vasos dentro da\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=%C3%A1rvores\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00e1rvore<\/a>\u00a0que carregam \u00e1gua para cima ou a presen\u00e7a de an\u00e9is de \u00e1rvores. Em seguida, cortamos pequenos blocos dos esp\u00e9cimes e, a partir deles, fomos capazes de preparar finas se\u00e7\u00f5es petrogr\u00e1ficas em tr\u00eas planos. Cada plano nos d\u00e1 uma vis\u00e3o diferente da anatomia da \u00e1rvore. Eles nos permitem ver muitas caracter\u00edsticas detalhadas relacionadas aos vasos, \u00e0s fibras de madeira e ao componente de tecido vivo da madeira.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210602-27-19scww6.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-171160\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210602-27-19scww6.jpg\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210602-27-19scww6.jpg 754w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210602-27-19scww6-300x127.jpg 300w\" alt=\"Se\u00e7\u00f5es finas de madeira identificadas como Cynometra, uma \u00e1rvore da fam\u00edlia das leguminosas. Os vasos na se\u00e7\u00e3o transversal t\u00eam cerca de um d\u00e9cimo de mil\u00edmetro de largura. As duas se\u00e7\u00f5es \u00e0 direita mostram detalhes da estrutura de madeira em uma amplia\u00e7\u00e3o maior. Fonte: Woodcock et al. 2017, CC BY-ND.\" width=\"638\" height=\"270\" \/><\/a><figcaption>Se\u00e7\u00f5es finas de madeira identificadas como Cynometra, uma \u00e1rvore da fam\u00edlia das leguminosas. Os vasos na se\u00e7\u00e3o transversal t\u00eam cerca de um d\u00e9cimo de mil\u00edmetro de largura. As duas se\u00e7\u00f5es \u00e0 direita mostram detalhes da estrutura de madeira em uma amplia\u00e7\u00e3o maior. Fonte: Woodcock et al. 2017, CC BY-ND.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com base nessas caracter\u00edsticas, pudemos consultar estudos anteriores e usar informa\u00e7\u00f5es em bancos de dados de madeira para descobrir quais tipos de \u00e1rvores estavam presentes.<\/p>\n<h4 id=\"h-pistas-na-floresta-e-nas-folhas\">Pistas na floresta e nas folhas<\/h4>\n<p>Muitas das \u00e1rvores f\u00f3sseis t\u00eam parentes pr\u00f3ximos nas atuais florestas tropicais da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Uma tem tra\u00e7os t\u00edpicos de cip\u00f3s, que s\u00e3o trepadeiras lenhosas. Outros parecem ter sido grandes \u00e1rvores de dossel, incluindo parentes da moderna\u00a0<em>Ceiba<\/em>. Tamb\u00e9m encontramos \u00e1rvores bem conhecidas nas florestas da Am\u00e9rica do Sul, como\u00a0<em>Hura<\/em>, ou \u00e1rvore da caixa de areia;\u00a0<em>Anacardium<\/em>, um tipo de cajueiro; e\u00a0<em>Ochroma<\/em>\u00a0ou balsa. O maior esp\u00e9cime no s\u00edtio Sexi \u2013 um tronco f\u00f3ssil com cerca de 75 cm de di\u00e2metro \u2013 tem caracter\u00edsticas como as de\u00a0<em>Cynometra<\/em>, uma \u00e1rvore da fam\u00edlia das leguminosas.<\/p>\n<p>A descoberta de um\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=mangue\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mangue<\/a>,\u00a0<em>Avicennia<\/em>, foi mais uma evid\u00eancia de que a floresta estava crescendo em uma altitude baixa perto do mar antes que os Andes se erguessem.<\/p>\n<p>As folhas f\u00f3sseis que encontramos forneceram outra pista para o passado. Todos tinham bordas lisas, ao inv\u00e9s das bordas dentadas ou l\u00f3bulos que s\u00e3o mais comuns nos climas mais frios das latitudes m\u00e9dias a altas, indicando que a floresta experimentou condi\u00e7\u00f5es bastante quentes. Sabemos que a floresta estava crescendo em uma \u00e9poca do passado geol\u00f3gico em que a Terra era muito mais quente do que hoje.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-16-gv81xm.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-171161\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-16-gv81xm.png\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-16-gv81xm.png 754w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-16-gv81xm-300x205.png 300w\" alt=\"Esses f\u00f3sseis de folhas pertenciam a um tipo de mangue, indicando que a floresta estava originalmente perto do mar. Fonte: Servi\u00e7o Nacional de Parques, CC BY-ND.\" width=\"640\" height=\"437\" \/><\/a><figcaption>Esses f\u00f3sseis de folhas pertenciam a um tipo de mangue, indicando que a floresta estava originalmente perto do mar. Fonte: Servi\u00e7o Nacional de Parques, CC BY-ND.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Embora existam muitas semelhan\u00e7as entre a floresta petrificada e as florestas amaz\u00f4nicas atuais, algumas das \u00e1rvores f\u00f3sseis t\u00eam caracter\u00edsticas anat\u00f4micas incomuns nos tr\u00f3picos sul-americanos. Uma \u00e9 uma esp\u00e9cie de\u00a0<em>Dipterocarpaceae<\/em>, um grupo que tem apenas um outro representante na Am\u00e9rica do Sul, mas que hoje \u00e9 comum nas florestas tropicais do sul da \u00c1sia.<\/p>\n<h4 id=\"h-um-artista-d-vida-floresta\">Um artista d\u00e1 vida \u00e0 floresta<\/h4>\n<p>Nosso conceito de como era essa floresta antiga se expandiu quando tivemos a oportunidade de colaborar com um artista no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/flfo\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Monumento Nacional Florissant Fossil Beds<\/a>, no Colorado, para reconstruir a floresta e a paisagem. Outros locais com \u00e1rvores f\u00f3sseis incluem Florissant, que tem tocos de sequoia gigantes petrificados, e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/pefo\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Parque Nacional Petrifed Forest<\/a>, no Arizona.<\/p>\n<p>Trabalhar com a artista Mariah Slovacek, que tamb\u00e9m \u00e9 paleont\u00f3loga, nos fez pensar criticamente sobre muitas coisas: como seria a floresta? As \u00e1rvores eram perenes ou dec\u00edduas? Quais eram altas e quais eram mais baixas? Qual seria a apar\u00eancia delas em flores ou frutas?<\/p>\n<p>Sab\u00edamos, por nossa investiga\u00e7\u00e3o, que muitas das \u00e1rvores f\u00f3sseis provavelmente cresceram em um riacho ou local de floresta inundada, mas e quanto \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o que cresce em volta dos cursos d\u2019\u00e1gua em \u00e1reas mais altas? As colinas teriam sido cobertas por florestas ou por vegeta\u00e7\u00e3o adaptada \u00e0 seca? Mariah pesquisou os parentes atuais das \u00e1rvores que identificamos, em busca de pistas de como elas poderiam ser, como a forma e a cor de suas flores ou frutos.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-171162\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s.jpg\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s.jpg 754w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s-300x224.jpg 300w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s-326x245.jpg 326w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/file-20210529-23-1a4za2s-80x60.jpg 80w\" alt=\"Um grande tronco petrificado perto de Sexi, Peru. Fonte: Servi\u00e7o Nacional de Parques, CC BY-ND.\" width=\"640\" height=\"479\" \/><\/a><figcaption>Um grande tronco petrificado perto de Sexi, Peru. Fonte: Servi\u00e7o Nacional de Parques, CC BY-ND.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nenhum f\u00f3ssil de mam\u00edferos, p\u00e1ssaros ou r\u00e9pteis do mesmo per\u00edodo foi encontrado no s\u00edtio Sexi, mas a antiga floresta certamente teria sustentado uma diversidade de vida selvagem. Os\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/fauna\/aves\/aves_-_caracteristicas_gerais.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">p\u00e1ssaros<\/a>\u00a0j\u00e1 haviam se diversificado naquela \u00e9poca, e os r\u00e9pteis da fam\u00edlia dos crocodilos h\u00e1 muito nadavam nos mares tropicais.<\/p>\n<p>Recentes descobertas paleontol\u00f3gicas identificaram que dois grupos importantes de animais \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=macacos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">macacos<\/a>\u00a0e roedores caviomorfos, que incluem os porquinhos-da-\u00edndia \u2013 chegaram ao continente na \u00e9poca em que a floresta f\u00f3ssil estava crescendo.<\/p>\n<p>Com essa informa\u00e7\u00e3o, Mariah foi capaz de povoar a antiga floresta. O resultado \u00e9 uma exuberante floresta \u00e0 beira-mar com altas \u00e1rvores floridas e trepadeiras lenhosas. Os p\u00e1ssaros voam pelo ar e um crocodilo salta na costa. Voc\u00ea quase pode imaginar que estava l\u00e1, no mundo de 39 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p><em>Fonte: The Conversation \/ Deborah Woodcock e Herb Meyer<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Reda\u00e7\u00e3o Ambientebrasil \/ Maria Beatriz Ayello Leite<br \/>\nPara ler a reportagem original em ingl\u00eas acesse:<\/em>\u00a0<a href=\"https:\/\/theconversation.com\/a-volcanic-eruption-39-million-years-ago-buried-a-forest-in-peru-now-the-petrified-trees-are-revealing-south-americas-primeval-history-160160\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/theconversation.com\/a-volcanic-eruption-39-million-years-ago-buried-a-forest-in-peru-now-the-petrified-trees-are-revealing-south-americas-primeval-history-160160<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas colinas fora da pequena aldeia de Sexi, Peru, uma floresta f\u00f3ssil guarda segredos sobre<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":147729,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/floresta_peru.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Nas colinas fora da pequena aldeia de Sexi, Peru, uma floresta f\u00f3ssil guarda segredos sobre","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147728"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=147728"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147728\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":147730,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147728\/revisions\/147730"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/147729"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=147728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=147728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=147728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}