{"id":146761,"date":"2021-05-25T08:00:59","date_gmt":"2021-05-25T11:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=146761"},"modified":"2021-05-24T20:13:45","modified_gmt":"2021-05-24T23:13:45","slug":"animais-selvagens-utilizam-a-eletricidade-de-formas-chocantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/animais-selvagens-utilizam-a-eletricidade-de-formas-chocantes\/","title":{"rendered":"Animais selvagens utilizam a eletricidade de formas chocantes"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-146762\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Muitos bichos, como enguias-el\u00e9tricas e equidnas, utilizam correntes el\u00e9tricas para se comunicar, encontrar presas e se defender.<\/h2>\n<p>Uma for\u00e7a invis\u00edvel da natureza, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.org\/topics\/electricity\/?q=&amp;page=1&amp;per_page=25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">eletricidade\u00a0<\/a>est\u00e1 por toda parte. Os humanos geram campos el\u00e9tricos fracos a cada movimento dos m\u00fasculos, por exemplo. Mas alguns animais impressionantes se sobressaem neste aspecto, tendo desenvolvido uma capacidade de se comunicar, se defender e encontrar alimento por meio da eletricidade.<\/p>\n<p>A maioria dessas criaturas vive em ecossistemas de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/magazine\/article\/water-is-life\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00e1gua doce<\/a>,\u00a0recorrendo \u00e0 eletricidade para compensar uma vis\u00e3o deficiente ou a falta de visibilidade em \u00e1guas turvas. Aproximadamente 350 esp\u00e9cies de peixes \u2014 incluindo a not\u00f3ria\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/fish\/facts\/electric-eel?loggedin=true\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">enguia-el\u00e9trica<\/a>\u00a0\u2014 possuem estruturas anat\u00f4micas que podem gerar at\u00e9 impressionantes 860 volts de energia. A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, um choque causado pela tomada de uma resid\u00eancia comum gera cerca de 120 volts.<\/p>\n<p>Criaturas de \u00e1gua salgada, como\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/fish\/facts\/sharks-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tubar\u00f5es<\/a>, arraias e at\u00e9 mesmo uma esp\u00e9cie de golfinho, tamb\u00e9m disp\u00f5em de \u00f3rg\u00e3os sensoriais especiais para ca\u00e7ar embaixo d\u2019\u00e1gua. Embora menos comuns, animais terrestres como a mamangava, o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/mammals\/facts\/platypus\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ornitorrinco\u00a0<\/a>e a equidna se valem da eletricidade para se alimentar e se comunicar.<\/p>\n<h3>Eletrog\u00eanese e eletrorrecep\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Os animais usam a eletricidade de duas maneiras diferentes: eletrog\u00eanese (gerando pulsos el\u00e9tricos) e eletrorrecep\u00e7\u00e3o (detectando esses pulsos).<\/p>\n<p>\u201cAnimais eletrog\u00eanicos geram eletricidade e a enviam para fora de seus corpos\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/aqua.org\/about\/our-people\/jack-cover\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jack Cover<\/a>, curador geral de exposi\u00e7\u00f5es vivas do Aqu\u00e1rio Nacional em Baltimore, Maryland.<\/p>\n<p>Algumas dessas esp\u00e9cies s\u00e3o as enguias-el\u00e9tricas, arraias-el\u00e9tricas, bagres-africanos e peixes-elefante, todos os quais emitem descargas de alta voltagem para incapacitar as presas.<\/p>\n<p>Animais eletrorreceptivos, por outro lado, podem detectar campos el\u00e9tricos fracos gerados por presas. Quando um campo el\u00e9trico atinge um objeto vivo, \u00e9 criada uma distor\u00e7\u00e3o que pode ser sentida por um animal eletrorreceptivo.<\/p>\n<p>\u201cEssa distor\u00e7\u00e3o pode lhes informar a localiza\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo o tamanho de obst\u00e1culos, presas ou predadores\u201d, explica\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sheddaquarium.org\/about-shedd\/leadership\/animal-experts\/george-parsons\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">George Parsons<\/a>, diretor de planejamento animal e opera\u00e7\u00f5es de mergulho no Aqu\u00e1rio Shedd, em Chicago.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es s\u00e3o eletrorreceptores, procurando presas por meio de \u00f3rg\u00e3os denominados ampolas de Lorenzini, concentrados em torno de suas cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>\u201cEles podem sentir movimentos musculares, pois estes emitem campos el\u00e9tricos, especialmente movimentos dr\u00e1sticos\u201d, conta Parsons. Assim, um peixe doente agitando-se aflito, por exemplo, \u00e9 logo encontrado por um tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>Alguns animais eletrog\u00eanicos, como enguias-el\u00e9tricas e peixes-elefante,<strong>\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m podem ser eletrorreceptivos, utilizando uma pequena fra\u00e7\u00e3o de sua capacidade el\u00e9trica para detectar outros animais em seu ambiente durante a ca\u00e7a. No entanto existem muitos animais eletrorreceptores que n\u00e3o s\u00e3o eletrog\u00eanicos.<\/p>\n<h3>\u00c1guas turvas<\/h3>\n<p>Para muitos animais que se deslocam em ambientes turvos de \u00e1gua doce, correntes el\u00e9tricas carregadas s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto a cor ou o som para os humanos.<\/p>\n<p>Por exemplo, o\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0da enguia-el\u00e9trica \u2014 a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/environment\/article\/rain-forests\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Amaz\u00f4nia<\/a>,\u00a0na Am\u00e9rica do Sul, e as bacias do rio Orinoco \u2014 cont\u00e9m grandes quantidades de sedimentos provenientes da paisagem em constante altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso, esses animais com quase 2,5 metros de comprimento \u2014 que, na realidade, s\u00e3o peixes em forma de enguia pertencentes \u00e0 fam\u00edlia Apteronotidae \u2014 s\u00e3o eletrog\u00eanicos e eletrorreceptivos. A esp\u00e9cie possui tr\u00eas \u00f3rg\u00e3os sensoriais localizados ao longo do corpo que emitem choques de at\u00e9 860 volts \u2014 energia suficiente para atordoar predadores ou presas.<\/p>\n<p>Cada um desses tr\u00eas \u00f3rg\u00e3os \u2014 denominados \u00f3rg\u00e3o principal, \u00f3rg\u00e3o de Hunter e \u00f3rg\u00e3o de Sach \u2014 s\u00e3o compostos de c\u00e9lulas em formato de disco, denominadas eletr\u00f3citos, que possuem uma extremidade positiva e outra negativa, como os dois lados de uma pilha.<\/p>\n<p>\u201cA partir de um sinal do c\u00e9rebro, as cargas s\u00e3o disparadas simultaneamente e podem atuar como milh\u00f5es de min\u00fasculas pilhas ligadas em s\u00e9rie que produzem uma descarga el\u00e9trica enorme\u201d, explica Parsons.<\/p>\n<p>Esse mecanismo de defesa \u00e9 \u00fatil durante a esta\u00e7\u00e3o seca, quando os n\u00edveis de \u00e1gua est\u00e3o baixos e os grandes mam\u00edferos procuram alimento. Se esse peixe notar a aproxima\u00e7\u00e3o de um predador,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/article\/electric-eels-animals-science-shock\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pode at\u00e9 pular para fora da \u00e1gua para se defender de um poss\u00edvel predador<\/a>.<\/p>\n<p>O bagre-africano, encontrado em ambientes tropicais de \u00e1gua doce da \u00c1frica, \u00e9 capaz de produzir at\u00e9 350 volts para encontrar alimento. O peixe-elefante, nativo da \u00c1frica Ocidental, utiliza a cauda el\u00e9trica para navegar em \u00e1guas turvas.<\/p>\n<p>Alguns peixes tamb\u00e9m atraem companheiros com caracter\u00edsticas eletrizantes. Os peixes machos e f\u00eameas da fam\u00edlia Apteronotidae, nativos da Am\u00e9rica do Sul, possuem um \u00f3rg\u00e3o em suas caudas que produz leves pulsos el\u00e9tricos durante o acasalamento.<\/p>\n<p>Esses choques ajudam a \u201ccoordenar e sincronizar a libera\u00e7\u00e3o de \u00f3vulos pela f\u00eamea, seguida pela libera\u00e7\u00e3o de espermatozoides do macho sobre esses \u00f3vulos\u201d, explica Cover.<\/p>\n<h3>Mam\u00edferos e insetos chocantes<\/h3>\n<p>Embora os golfinhos sejam famosos pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/article\/echolocation-is-nature-built-in-sonar-here-is-how-it-works\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ecolocaliza\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0\u2014 a capacidade de localizar objetos pelo som refletido \u2014 o boto-cinza, que pode viver tanto em \u00e1gua doce quanto salgada, desenvolveu uma estrat\u00e9gia totalmente diferente: ele detecta presas sintonizando seus campos el\u00e9tricos, \u00e9 o \u00fanico mam\u00edfero marinho conhecido com essa capacidade.<\/p>\n<p>Em um\u00a0<a href=\"https:\/\/royalsocietypublishing.org\/doi\/full\/10.1098\/rspb.2011.1127\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo conduzido em 2011 com botos-cinza mantidos em cativeiro<\/a>, os cientistas descobriram que os animais possuem \u00f3rg\u00e3os eletrorreceptores semelhantes aos encontrados em muitas esp\u00e9cies de peixes, al\u00e9m de ornitorrincos.<\/p>\n<p>\u201cFaz sentido que essa esp\u00e9cie desenvolva tal habilidade devido \u00e0s \u00e1guas turvas e lodosas da costa ocidental do Atl\u00e2ntico na Am\u00e9rica Central e do Sul\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/tracy-fanara-phd-95646b12\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tracy Fanara,<\/a>\u00a0engenheira e cientista pesquisadora da Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica dos Estados Unidos, com sede em Gainesville, Fl\u00f3rida.<\/p>\n<p>O ornitorrinco, nativo da Austr\u00e1lia, \u00e9 um mam\u00edfero semiaqu\u00e1tico capaz de detectar presas por meio de 40 mil eletrorreceptores localizados no bico. Ele utiliza esse bico supersensorial como detector de metais, movimentando-o de um lado a outro ao nadar para encontrar lagostins e minhocas na \u00e1gua.<\/p>\n<p>A equidna, integrante da mesma ordem dos monotremados do ornitorrinco e encontrada na Nova Guin\u00e9 e na Austr\u00e1lia, \u00e9 possivelmente<a href=\"https:\/\/physoc.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/abs\/10.1113\/jphysiol.1989.sp017701\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/physoc.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/abs\/10.1113\/jphysiol.1989.sp017701\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">o \u00fanico animal terrestre a utilizar eletrorreceptores<\/a>\u00a0para encontrar presas. O sistema eletrorreceptivo localizado em seu focinho carnudo \u00e9 semelhante ao do ornitorrinco, por\u00e9m muito menos complexo, com menos de dois mil receptores.<\/p>\n<p>Entre os insetos, as mamangavas s\u00e3o<a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC5599473\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC5599473\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">conhecidas por alterar a eletricidade est\u00e1tica das flores<\/a>\u00a0para se comunicar com os membros de sua colmeia.<\/p>\n<p>\u201cSuas asas s\u00e3o t\u00e3o r\u00e1pidas que, ao coletar o p\u00f3len, criam um campo el\u00e9trico\u201d, afirma Fanara, o que pode alterar a carga el\u00e9trica em torno de uma flor por cerca de 100 segundos, comunicando \u00e0s outras abelhas \u201cque o p\u00f3len da flor j\u00e1 esgotou\u201d.<\/p>\n<p>Quem \u00e9 que n\u00e3o gostaria de saber de antem\u00e3o quando n\u00e3o h\u00e1 mais bolo na cozinha?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitos bichos, como enguias-el\u00e9tricas e equidnas, utilizam correntes el\u00e9tricas para se comunicar, encontrar presas e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":146762,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/peixe-2.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Muitos bichos, como enguias-el\u00e9tricas e equidnas, utilizam correntes el\u00e9tricas para se comunicar, encontrar presas e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146761"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146761"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146761\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":146764,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146761\/revisions\/146764"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/146762"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146761"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=146761"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=146761"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}