{"id":146245,"date":"2021-05-16T13:00:52","date_gmt":"2021-05-16T16:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=146245"},"modified":"2021-05-16T11:20:26","modified_gmt":"2021-05-16T14:20:26","slug":"a-floresta-amazonica-contribuiu-para-a-pequena-era-do-gelo-do-seculo-17","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/a-floresta-amazonica-contribuiu-para-a-pequena-era-do-gelo-do-seculo-17\/","title":{"rendered":"A floresta amaz\u00f4nica contribuiu para a \u2018pequena era do gelo\u2019 do s\u00e9culo 17?"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-146246\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cientistas encontraram novas evid\u00eancias ao examinarem uma teoria de que a regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia ap\u00f3s a coloniza\u00e7\u00e3o europeia afetou o clima global.<\/h2>\n<p>Nas d\u00e9cadas que se seguiram \u00e0 chegada dos europeus \u00e0s Am\u00e9ricas no final do s\u00e9culo 15, estima-se que mais de 50 milh\u00f5es de ind\u00edgenas morreram em decorr\u00eancia de epidemias, guerras e escravid\u00e3o. Essa trag\u00e9dia de origem humana, tamb\u00e9m conhecida como a Grande Morte, pode ter deixado sua marca tamb\u00e9m na paisagem e no clima.<\/p>\n<p>Em uma an\u00e1lise realizada em 2019,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0277379118307261\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pesquisadores do Reino Unido propuseram<\/a>\u00a0que a regenera\u00e7\u00e3o de florestas em locais onde os povos nativos haviam limpado a terra pode ter absorvido e armazenado carbono suficiente para contribuir para uma queda nos n\u00edveis atmosf\u00e9ricos globais de CO2 no s\u00e9culo 17. Acredita-se que essa anormalidade seja uma das causas de um per\u00edodo excepcionalmente frio conhecido como\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/history\/article\/111003-science-climate-change-little-ice-age\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pequena Era do Gelo<\/a>.<\/p>\n<p>Mas um estudo publicado recentemente na revista cient\u00edfica\u00a0<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/372\/6541\/484\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Science<\/em><\/a>\u00a0n\u00e3o encontrou evid\u00eancias desse cen\u00e1rio na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Para testar a hip\u00f3tese de que as florestas amaz\u00f4nicas se recuperaram durante ou ap\u00f3s a Grande Morte, um grupo de pesquisadores liderados pelos paleoecologistas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fit.edu\/faculty-profiles\/5\/mark-bush\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mark Bush<\/a>, do Instituto de Tecnologia da Fl\u00f3rida, e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uva.nl\/en\/profile\/m\/c\/c.n.h.mcmichael\/c.n.h.mcmichael.html?cb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Crystal McMichael<\/a>, da Universidade de Amsterd\u00e3, analisou sedimentos de 39 lagos ao longo da Bacia Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>\u201cOs sedimentos no fundo do lago representam a hist\u00f3ria da regi\u00e3o\u201d, explica Bush, \u201ccom as camadas mais antigas no fundo e as mais novas no topo\u201d. Usando\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/culture\/article\/radiocarbon-dating-explained\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">data\u00e7\u00e3o por radiocarbono<\/a>\u00a0para determinar a idade de cada camada, os pesquisadores examinaram cuidadosamente as amostras em busca de p\u00f3len e carv\u00e3o. \u201cEsta parte da Amaz\u00f4nia n\u00e3o queima naturalmente\u201d, afirma Bush, \u201cent\u00e3o, se encontrarmos carv\u00e3o,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/environment\/article\/ancient-humans-burned-amazon-fires-today-entirely-different\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00e9 um sinal bastante claro de que havia presen\u00e7a<\/a>\u00a0humana\u201d.<\/p>\n<h3>O retorno do\u00a0<strong><em>yarumo<\/em><\/strong><\/h3>\n<p>A partir do p\u00f3len, a equipe identificou as plantas que cresceram perto do lago em diferentes per\u00edodos. Quando as pessoas limpam a floresta, o lago passa a conter menos gr\u00e3os de p\u00f3len de \u00e1rvores e mais de gram\u00edneas, ervas e planta\u00e7\u00f5es, explica McMichael. \u201cMuitas vezes encontramos p\u00f3len de milho e mandioca, mas tamb\u00e9m de ab\u00f3bora e batata-doce.\u201d<\/p>\n<p>Quando se abandona um local na Amaz\u00f4nia, o primeiro tipo de p\u00f3len a aparecer no sedimento do lago \u00e9 o das \u00e1rvores\u00a0<em>Cecropia<\/em>, conhecidas localmente como\u00a0<em>yarumo<\/em>. \u201cEssas \u00e1rvores s\u00e3o cheias de ervas daninhas\u201d, comenta Bush. \u201cElas chegam a crescer at\u00e9 cinco metros em dois anos, t\u00e3o r\u00e1pido que ficam ocas, e muitas vezes com formigas vivendo dentro. Elas permanecem por algumas d\u00e9cadas e ent\u00e3o s\u00e3o eliminadas por outras \u00e1rvores. Mas produzem uma grande quantidade de p\u00f3len.\u201d<\/p>\n<p>A an\u00e1lise do carv\u00e3o e dos diferentes tipos de p\u00f3len revelou evid\u00eancias de derrubada, queima ou cultivo da floresta anteriores \u00e0 chegada dos europeus em quatro de cada cinco lagos. \u201cIsso n\u00e3o significa que 80% da Amaz\u00f4nia foi desmatada, \u00e9 claro\u201d, afirma Bush. \u201cAs pessoas se concentram em torno dos lagos.\u201d<\/p>\n<p>Ainda assim, quando os pesquisadores alcan\u00e7aram as camadas que continham evid\u00eancias de recupera\u00e7\u00e3o florestal, elas muitas vezes antecediam a chegada dos europeus em centenas de anos. \u201cH\u00e1 muita varia\u00e7\u00e3o\u201d, explica Bush, \u201cmas o que vemos \u00e9 que o desmatamento \u00e9 mais forte entre os anos 350 e 750 d.C. Depois disso, ele diminui, com as florestas come\u00e7ando a crescer novamente por volta do ano 1000\u201d. Durante ou ap\u00f3s a Grande Morte, entretanto, evid\u00eancias de regenera\u00e7\u00e3o da floresta s\u00e3o raras.<\/p>\n<h3>Desmatamento sem precedentes<\/h3>\n<p>Isso sugere que, pelo menos na Amaz\u00f4nia, a regenera\u00e7\u00e3o da floresta durante e ap\u00f3s a Grande Morte parece n\u00e3o ter contribu\u00eddo muito para a queda no CO2 que causou a Pequena Era do Gelo, afirma Bush. \u201cPara obter uma quantidade percept\u00edvel de mudan\u00e7a no CO2 atmosf\u00e9rico, seria necess\u00e1rio ter uma grande \u00e1rea da Amaz\u00f4nia se modificando ao mesmo tempo. N\u00e3o vemos isso em nenhum momento do passado; \u00e9 algo espalhado no espa\u00e7o e no tempo.\u201d<\/p>\n<p>Ele acrescenta que isso n\u00e3o deve diminuir nossa preocupa\u00e7\u00e3o com o atual desmatamento na Amaz\u00f4nia. \u201cA escala dos inc\u00eandios e do desmatamento atualmente \u00e9 muito maior, ent\u00e3o acredito que hoje, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/environment\/article\/amazon-rainforest-now-appears-to-be-contributing-to-climate-change\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">amea\u00e7a de chegarmos a um ponto<\/a>\u00a0onde a Amaz\u00f4nia se tornaria uma fonte de CO2 em vez de um dissipador, infelizmente, \u00e9 muito real.\u201d<\/p>\n<p>O ge\u00f3grafo Alexander Koch, da Universidade de Hong Kong, principal autor do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0277379118307261\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo de 2019<\/a>\u00a0que sugere uma liga\u00e7\u00e3o entre a Grande Morte e a Pequena Era do Gelo, afirma que \u201cos dados obtidos pelo p\u00f3len apenas nos dizem se a floresta voltou a crescer em um local espec\u00edfico\u201d. Koch acredita que o novo estudo \u201cn\u00e3o refuta a hip\u00f3tese principal\u201d de seu artigo, que se referia \u00e0s Am\u00e9ricas como um todo.<\/p>\n<p>Ele afirma que a nova pesquisa traz uma contribui\u00e7\u00e3o importante, mas acrescenta que a influ\u00eancia da Amaz\u00f4nia pode ter sido limitada em compara\u00e7\u00e3o com regi\u00f5es do M\u00e9xico, da Am\u00e9rica Central e dos Andes, onde as redu\u00e7\u00f5es populacionais foram maiores. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que a maior parte da Amaz\u00f4nia era mais dif\u00edcil de alcan\u00e7ar e foi menos afetada por doen\u00e7as e colonizadores\u201d, explica Koch. Em sua pr\u00f3pria an\u00e1lise, estima-se que apenas 4% do aumento da absor\u00e7\u00e3o de CO2 tenha acontecido na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cA chegada dos europeus \u00e0 Amaz\u00f4nia foi um processo gradual\u201d, explica McMichael. Os impactos mais devastadores sobre os povos amaz\u00f4nicos podem ter ocorrido depois da Grande Morte no M\u00e9xico ou nos Andes, onde h\u00e1 mais evid\u00eancias de alta mortalidade logo ap\u00f3s a chegada dos europeus.<\/p>\n<h3><strong>Conflito e doen\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p>Com base nos novos dados que mostram que a recupera\u00e7\u00e3o da floresta frequentemente antecede a chegada dos europeus em centenas de anos, Bush e McMichael acreditam que o n\u00famero da popula\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia provavelmente atingiu o pico muito antes da chegada dos europeus ao continente. Segundo eles, o n\u00famero de pessoas na regi\u00e3o pode ter diminu\u00eddo e ent\u00e3o se estabilizado em um n\u00edvel mais baixo muito tempo antes, permitindo que as florestas tivessem tempo para se recuperar das fases mais intensas de atividade humana.<\/p>\n<p>Manuel Arroyo-Kalin, arque\u00f3logo do Col\u00e9gio Universit\u00e1rio de Londres que n\u00e3o participou do estudo, mas usou\u00a0<a href=\"https:\/\/royalsocietypublishing.org\/doi\/abs\/10.1098\/rstb.2019.0715\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas para reconstruir tend\u00eancias populacionais<\/a>, concorda. Ele aponta que \u201cevid\u00eancias etno-hist\u00f3ricas indicam claramente o colapso da popula\u00e7\u00e3o como resultado da coloniza\u00e7\u00e3o europeia\u201d, mas acrescenta que sua pr\u00f3pria pesquisa tamb\u00e9m sugere que o pico populacional da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena amaz\u00f4nica \u201cpode ter ocorrido s\u00e9culos antes\u201d.<\/p>\n<p>Mas o que poderia explicar uma diminui\u00e7\u00e3o nas popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia se n\u00e3o havia invasores estrangeiros? Em seu artigo, Bush e McMichael apontam para evid\u00eancias de aumento das hostilidades nos Andes adjacentes come\u00e7ando entre 1000 e 1200 d.C., incluindo \u201ccr\u00e2nios rachados\u201d e \u201cpali\u00e7adas defensivas\u201d. Outros pesquisadores relataram\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/history\/article\/amazon-jungle-ancient-population-satellite-computer-model\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">evid\u00eancias crescentes de assentamentos fortificados<\/a>\u00a0na Amaz\u00f4nia a partir de 1200, afirma Bush. \u201cIsso sugere que as pessoas se reuniram em certas \u00e1reas, se reorganizando para n\u00e3o ficarem t\u00e3o espalhadas e se tornando mais orientadas defensivamente\u201d, explica ele, evitando \u00e1reas de fronteira e permitindo que a floresta crescesse novamente ali.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 ind\u00edcios de tuberculose nos Andes entre os anos 1000 e 1300, que pode ter se espalhado para a Amaz\u00f4nia por meio do com\u00e9rcio. \u201c\u00c9 v\u00e1lido perguntar se as popula\u00e7\u00f5es amaz\u00f4nicas enfrentaram desafios semelhantes aos de seus vizinhos nos altos Andes, que viviam tempos turbulentos\u201d, declara a antrop\u00f3loga Tiffiny Tung, da Universidade Vanderbilt. Tung est\u00e1 pesquisando a revolta que tomou conta do povo andino, mas n\u00e3o participou do estudo na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u00c9 um desafio integrar dados de p\u00f3len extra\u00eddos de lagos das plan\u00edcies com evid\u00eancias de doen\u00e7as e viol\u00eancia nas terras altas, afirma Tung. \u201cPortanto, espero que obtenhamos melhores dados ambientais das \u00e1reas onde temos mais dados arqueol\u00f3gicos e vice-versa.\u201d<\/p>\n<p>Isso tamb\u00e9m \u00e9 o que Bush e McMichael est\u00e3o procurando. \u201cEstamos trabalhando com arque\u00f3logos agora\u201d, afirma McMichael, \u201ce o que queremos fazer a seguir \u00e9 ir aos lagos perto de alguns de seus s\u00edtios arqueol\u00f3gicos e ver o que podemos obter nesses locais\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas encontraram novas evid\u00eancias ao examinarem uma teoria de que a regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia ap\u00f3s<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":146246,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/rio.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":24,"uagb_excerpt":"Cientistas encontraram novas evid\u00eancias ao examinarem uma teoria de que a regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia ap\u00f3s","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146245"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146245"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146245\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":146248,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146245\/revisions\/146248"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/146246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=146245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=146245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}