{"id":146038,"date":"2021-05-12T13:00:36","date_gmt":"2021-05-12T16:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=146038"},"modified":"2021-05-12T09:58:23","modified_gmt":"2021-05-12T12:58:23","slug":"buraco-negro-recem-descoberto-pode-ser-o-mais-proximo-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/buraco-negro-recem-descoberto-pode-ser-o-mais-proximo-da-terra\/","title":{"rendered":"Buraco negro rec\u00e9m-descoberto pode ser o mais pr\u00f3ximo da Terra"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-146039\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Apelidado de \u201cunic\u00f3rnio\u201d, o singular objeto tamb\u00e9m est\u00e1 entre os menores buracos negros j\u00e1 encontrados e pode ajudar a solucionar um dos mist\u00e9rios mais duradouros da astrof\u00edsica.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Qu\u00e3o pequeno pode ser um buraco negro? Por v\u00e1rias d\u00e9cadas, astr\u00f4nomos trabalharam para responder a essa pergunta calculando os buracos negros em nossa regi\u00e3o do universo.<\/p>\n<p>Foram encontrados diversos desses objetos, de tamanhos grandes e m\u00e9dios, ao longo dos anos \u2014 incluindo um buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o de nossa gal\u00e1xia. Mas at\u00e9 recentemente, n\u00e3o havia sinais de buracos negros pequenos, e isso representou um mist\u00e9rio de longa data na astrof\u00edsica.<\/p>\n<p>Agora,\u00a0<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2101.02212\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">astr\u00f4nomos descobriram um buraco negro com apenas tr\u00eas vezes a massa do Sol<\/a>, o que o torna um dos menores j\u00e1 encontrados \u2014 e tamb\u00e9m \u00e9 o buraco negro mais pr\u00f3ximo conhecido, a apenas 1,5 mil anos-luz da Terra.<\/p>\n<p>A descoberta \u201cimplica que h\u00e1 muitos outros [pequenos buracos negros] que poder\u00edamos encontrar se aument\u00e1ssemos a \u00e1rea do espa\u00e7o que pesquisamos\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/u.osu.edu\/tharinduj\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tharindu Jayasinghe<\/a>, astr\u00f4nomo da Universidade Estadual de Ohio e principal autor de um novo\u00a0<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2101.02212\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo<\/a>\u00a0que detalha a descoberta na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Monthly Notices of the Royal Astronomical Society<\/em>. A descoberta \u201cdeve produzir um esfor\u00e7o para encontrar esses sistemas\u201d.<\/p>\n<p>Jayasinghe e seus colegas apelidaram o objeto de \u201cunic\u00f3rnio\u201d, em parte por ser \u00fanico e por ter sido encontrado na constela\u00e7\u00e3o de Monoceros, batizada por antigos astr\u00f4nomos com a palavra grega para unic\u00f3rnio. Ao estudar esse unic\u00f3rnio e outros objetos semelhantes, os pesquisadores esperam obter um entendimento mais claro do que acontece com as estrelas nos momentos finais de suas vidas e por que algumas delas colapsam e se tornam buracos negros, enquanto outras deixam para tr\u00e1s densas cascas estelares chamadas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/neutron-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estrelas de n\u00eautrons<\/a>.<\/p>\n<h3>Procurando pelo invis\u00edvel<\/h3>\n<p>Uma vez que nenhuma luz pode escapar de um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/black-holes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">buraco negro<\/a>, eles s\u00f3 podem ser detectados por meios indiretos. A maioria dos buracos negros conhecidos foi encontrada procurando pelos raios-X emitidos quando o objeto invis\u00edvel atrai o material de uma estrela companheira em \u00f3rbita. \u00c0 medida que esse material se aquece em um anel denso ao redor do buraco negro, conhecido como\u00a0<a href=\"https:\/\/svs.gsfc.nasa.gov\/13326\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">disco de acre\u00e7\u00e3o<\/a>, ele emite radia\u00e7\u00e3o que pode ser detectada com telesc\u00f3pios de raios-X.<\/p>\n<p>O unic\u00f3rnio, no entanto, foi encontrado por um m\u00e9todo diferente. A equipe de Jayasinghe usou dados de diversos observat\u00f3rios para medir mudan\u00e7as peri\u00f3dicas no brilho e espectro de luz provenientes de uma estrela gigante vermelha conhecida como V723 Mon. Esses tipos de observa\u00e7\u00f5es t\u00eam sido usados h\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas para procurar por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">exoplanetas<\/a>, que podem ser extremamente dif\u00edceis de serem localizados diretamente.<\/p>\n<p>A equipe deduziu que h\u00e1 um objeto companheiro invis\u00edvel atraindo a gigante vermelha, distorcendo-a no formato de uma gota. Os dados fornecem a massa combinada de ambos os objetos e, se a estrela for mais pesada do que a estimativa da equipe, \u00e9 poss\u00edvel que o objeto invis\u00edvel seja uma estrela de n\u00eautrons. Mas os pesquisadores acreditam que esse companheiro \u00e9 provavelmente um pequeno buraco negro.<\/p>\n<p>Embora o unic\u00f3rnio esteja mudando a forma da gigante vermelha, ele n\u00e3o est\u00e1 extraindo material dela. Isso significa que n\u00e3o h\u00e1 disco de acre\u00e7\u00e3o e, portanto, tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 raios-X, raz\u00e3o pela qual ele passou despercebido at\u00e9 agora. Essa falta de emiss\u00f5es de raios-X em buracos negros \u201csilenciosos\u201d pode explicar por que foram encontrados t\u00e3o poucos de tamanho pequeno at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>Buracos negros com mais de cinco vezes a massa do nosso sol parecem ser abundantes, mas abaixo desse n\u00famero, eles se tornam escassos. Os astr\u00f4nomos se referem \u00e0 intrigante falta de buracos negros pequenos como a \u201clacuna de massa\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3>Preenchendo a lacuna de massa<\/h3>\n<p>Antes da descoberta do unic\u00f3rnio, v\u00e1rios outros candidatos a buracos negros dentro da lacuna de massa tinham sido considerados. Em 2019, a mesma equipe anunciou que havia encontrado\u00a0<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/366\/6465\/637\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">um objeto escuro<\/a>\u00a0orbitando uma estrela gigante \u2014 no entanto suas estimativas para a massa do objeto eram menos precisas e eles s\u00f3 puderam concluir que era um buraco negro \u201cou uma estrela de n\u00eautrons inesperadamente massiva\u201d.<\/p>\n<p>No ano passado, outra equipe de astr\u00f4nomos descobriu o que acreditavam ser um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/closest-black-hole-to-earth-found-hiding-in-plain-sight\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sistema triplo<\/a>, a cerca de 1,1 mil anos-luz da Terra, contendo um buraco negro de cerca de quatro massas solares orbitando com duas estrelas. Se esse sistema realmente contiver um buraco negro, seria o mais pr\u00f3ximo da Terra conhecido, mas outras pesquisas geraram\u00a0<a href=\"https:\/\/aasnova.org\/2020\/10\/16\/casting-doubt-on-a-nearby-black-hole\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">d\u00favidas<\/a>\u00a0sobre a descoberta.<\/p>\n<p>Outros resultados tentadores vieram de detectores de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/what-are-gravitational-waves-ligo-astronomy-science\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ondas gravitacionais<\/a>, como o Observat\u00f3rio de Ondas Gravitacionais por Interfer\u00f4metro\u00a0<em>Laser<\/em>, ou Ligo, na sigla em ingl\u00eas. Em 2019, astr\u00f4nomos observaram uma fonte de ondas gravitacionais conhecida como\u00a0<a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab960f\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">GW190814<\/a>, criada pela colis\u00e3o de dois objetos. Um deles pesava apenas 2,6 massas solares \u2014 o que significa que deve ter sido uma estrela de n\u00eautrons extremamente pesada ou o buraco negro mais leve conhecido. Al\u00e9m disso, acredita-se que a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2017\/10\/merging-neutron-stars-generate-gravitational-waves-and-celestial-light-show\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">fus\u00e3o de duas estrelas de n\u00eautrons<\/a>, observada como um evento de onda gravitacional em 2017, tenha criado um buraco negro de cerca de 2,8 massas solares.<\/p>\n<p>Infelizmente, objetos detectados por ondas gravitacionais s\u00e3o dif\u00edceis de estudar a longo prazo. Eles tendem a ficar muito al\u00e9m de nossa gal\u00e1xia, o que significa que s\u00f3 s\u00e3o descobertos pelos astr\u00f4nomos quando emitem uma breve explos\u00e3o de ondas gravitacionais. Depois disso, eles se tornam imposs\u00edveis de serem detectados.<\/p>\n<p>O unic\u00f3rnio, por outro lado, est\u00e1 em nossa regi\u00e3o da gal\u00e1xia e poder\u00e1 ser estudado por muitos anos. \u201cO fato de seu companheiro ser uma gigante vermelha, e de estar perto de n\u00f3s, torna a observa\u00e7\u00e3o mais precisa e confi\u00e1vel\u201d, explica Vicky Kalogera, astr\u00f4noma da Universidade Northwestern que n\u00e3o participou da nova pesquisa.<\/p>\n<h3>Colapso no espa\u00e7o-tempo<\/h3>\n<p>Os astr\u00f4nomos esperam que o unic\u00f3rnio e outros objetos semelhantes possam ajudar a esclarecer a f\u00edsica que comanda a forma\u00e7\u00e3o de buracos negros e estrelas de n\u00eautrons. Ambos os objetos se formam quando uma estrela chega ao fim de sua vida, esgotando seu suprimento de combust\u00edvel nuclear. Mas o que acontecer\u00e1 com qualquer estrela depende de sua massa.<\/p>\n<p>Se a estrela for um pouco maior que o nosso sol, ela explode em uma supernova. O que restar dela \u00e9 comprimido pela gravidade para formar uma estrela de n\u00eautrons \u2014 um objeto t\u00e3o denso que o material \u00e9 compactado com a for\u00e7a de um n\u00facleo at\u00f4mico.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, se o objeto for muito mais pesado, ele ir\u00e1 desmoronar ainda mais sob a for\u00e7a da gravidade, criando um buraco negro. Mesmo que a estrela tenha vivido por 10 milh\u00f5es de anos, esses momentos finais se desenrolam numa velocidade incr\u00edvel.<\/p>\n<p>\u201cEm um intervalo de um a cinco segundos, a estrela ou explode como uma supernova e produz uma estrela de n\u00eautrons, ou entra em colapso e forma um buraco negro\u201d, explica Todd Thompson, astr\u00f4nomo da Universidade Estadual de Ohio e um dos coautores do artigo sobre o unic\u00f3rnio. \u201cOu pode haver um caso intermedi\u00e1rio, em que a estrela sofre uma leve explos\u00e3o, mas ainda possui material desmoronando, produzindo um buraco negro. Tudo isso ocorre em pouqu\u00edssimo tempo.\u201d<\/p>\n<p>Um dilema para os pesquisadores \u00e9 que \u00e9 imposs\u00edvel estudar a f\u00edsica relevante diretamente. \u201cAinda n\u00e3o entendemos totalmente como a mat\u00e9ria se comporta em densidades nucleares\u201d, afirma Kalogera. \u201cEsse \u00e9 o desafio da astronomia: n\u00e3o podemos simular essas densidades em laborat\u00f3rio.\u201d<\/p>\n<p>Buracos negros menores, como o unic\u00f3rnio, podem ajudar os cientistas a montar esse quebra-cabe\u00e7a c\u00f3smico.<\/p>\n<p>Um entendimento mais claro pode surgir quando mais dados forem liberados pela espa\u00e7onave\u00a0<a href=\"https:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gaia<\/a>, da Ag\u00eancia Espacial Europeia, projetada para mapear as posi\u00e7\u00f5es das estrelas no c\u00e9u com extrema precis\u00e3o, talvez revelando outros pequenos buracos negros atraindo suas estrelas companheiras.<\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos tamb\u00e9m aguardam ansiosamente pela pr\u00f3xima divulga\u00e7\u00e3o de dados do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sdss.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Sloan Digital Sky Survey<\/a>, programa de levantamento de dados astron\u00f4micos que utiliza um telesc\u00f3pio no Novo M\u00e9xico para fornecer vis\u00f5es detalhadas de milh\u00f5es de objetos celestes e que, dessa forma, pode revelar o movimento das estrelas conforme respondem a companheiros invis\u00edveis. Pequenos buracos negros tamb\u00e9m podem ser encontrados pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.lsst.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Observat\u00f3rio Vera C. Rubin<\/a>, atualmente em constru\u00e7\u00e3o no Chile.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que mais dados se tornarem dispon\u00edveis, os astr\u00f4nomos esperam descobrir se a escassez de buracos negros pequenos aponta para algum aspecto novo da f\u00edsica estelar \u2014 ou se eles est\u00e3o, na verdade, espalhados por toda a gal\u00e1xia, imposs\u00edveis de serem encontrados at\u00e9 ent\u00e3o porque s\u00f3 agora desenvolvemos os meios para procur\u00e1-los.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apelidado de \u201cunic\u00f3rnio\u201d, o singular objeto tamb\u00e9m est\u00e1 entre os menores buracos negros j\u00e1 encontrados<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":146039,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/buraco_negro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Apelidado de \u201cunic\u00f3rnio\u201d, o singular objeto tamb\u00e9m est\u00e1 entre os menores buracos negros j\u00e1 encontrados","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146038"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146038"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146038\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":146041,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146038\/revisions\/146041"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/146039"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=146038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=146038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}