{"id":145730,"date":"2021-05-03T12:05:40","date_gmt":"2021-05-03T15:05:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=145730"},"modified":"2021-05-03T12:05:40","modified_gmt":"2021-05-03T15:05:40","slug":"pangolins-podem-ser-salvos-com-politicas-de-conservacao-e-esforco-coletivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pangolins-podem-ser-salvos-com-politicas-de-conservacao-e-esforco-coletivo\/","title":{"rendered":"Pangolins podem ser salvos com pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7o coletivo"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-145731\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Os pangolins filipinos, encontrados apenas na prov\u00edncia insular de Palawan, est\u00e3o entre os mam\u00edferos mais traficados no mundo, com quase 7,000 resgates entre o ano de 2018 e 2019.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas ao contr\u00e1rio de popula\u00e7\u00f5es de outras esp\u00e9cies de pangolins, o pangolim filipino pode ter a chance de se recuperar se medidas adequadas de conserva\u00e7\u00e3o forem estabelecidas para proteger a esp\u00e9cie.<\/em><\/p>\n<p><em>Um novo estudo, que usa o avistamento e o conhecimento dos moradores locais sobre as esp\u00e9cies, mostra que o pangolim filipino est\u00e1 amplamente distribu\u00eddo em toda sua \u00e1rea, e o conhecimento que se tem sobre a esp\u00e9cie \u00e9 grande. No entanto, os avistamentos de pangolins s\u00e3o raros ou muito raros e foram relatados decl\u00ednios em todas as \u00e1reas de pesquisas.<\/em><\/p>\n<p><em>A pesquisa tamb\u00e9m mostrou um elevado n\u00edvel de disposi\u00e7\u00e3o das comunidades em proteger as esp\u00e9cies, sugerindo que os esfor\u00e7os locais para conserva\u00e7\u00e3o podem funcionar, segundo os pesquisadores.<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_126458\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 638px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-126458\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-126458  lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pangolim-da-Malasia-618x411-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 618px) 100vw, 618px\" srcset=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pangolim-da-Malasia-618x411-1.jpg 618w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pangolim-da-Malasia-618x411-1-300x200.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"424\" data-ll-status=\"loaded\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-126458\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Portal dos Animais<\/figcaption><\/figure>\n<p>O conhecimento que se tem sobre o pangolim filipino, a \u00fanica esp\u00e9cie desse animal no pa\u00eds, \u00e9 escasso. A observa\u00e7\u00e3o dos animais \u00e9 ainda mais rara, ao contr\u00e1rio, por\u00e9m, de outras esp\u00e9cies de pangolim ao redor do mundo que est\u00e3o \u00e0 beira da extin\u00e7\u00e3o. Um novo estudo sugere que com as medidas adequadas de conserva\u00e7\u00e3o, os pangolins end\u00eamicos das Filipinas ainda t\u00eam uma chance de se recuperarem.<\/p>\n<p>Em um estudo publicado em dezembro do ano passado, no jornal Global Ecology and Conservation, pesquisadores conduziram uma pesquisa abrangente, descobrindo que os pangolins filipinos (<em>Manis culionensis<\/em>) foram avistados em 17 dos 24 munic\u00edpios de Palawan. A prov\u00edncia insular \u00e9 o \u00fanico lugar do planeta terra onde essa esp\u00e9cie \u00e9 encontrada.<\/p>\n<p>\u201cPara o pangolim filipino, isso \u00e9 promissor e sugere que n\u00e3o \u00e9 tarde demais para estabelecer medidas de conserva\u00e7\u00e3o para toda gama das esp\u00e9cies\u201d, conta a autora, Lucy Archer, da Sociedade Zool\u00f3gica de Londres (Zoological Society of London \u2013 ZSL),\u00a0 ao Mongabay.<\/p>\n<p><strong>Uma esp\u00e9cie enigm\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>T\u00e3o pouco \u00e9 conhecido sobre o pangolim filipino, que at\u00e9 mesmo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN) considera que a esp\u00e9cie est\u00e1 em perigo cr\u00edtico, e n\u00e3o h\u00e1 uma estimativa aceita para sua popula\u00e7\u00e3o base. A literatura cient\u00edfica sugere que a esp\u00e9cie nunca foi comum, e em entrevistas realizadas em 2018 com comunidades ind\u00edgenas sugere que ela tem estado em decl\u00ednio acentuado desde os anos 80, de acordo com a IUCN..<\/p>\n<p>Entretanto, a nova pesquisa publicada d\u00e1 motivos para sermos otimistas. Do grupo da ilha Palawan, o filhote de pangolim filipino e sua m\u00e3e s\u00e3o uma esp\u00e9cie end\u00eamica em perigo cr\u00edtico. Foto por Gregg Yan, licenciado sob CC BY-SA 4.0<\/p>\n<p>Foram realizadas pesquisas abrangentes similares, avaliando o conhecimento que os moradores locais t\u00eam sobre pangolins. As pesquisas feitas na \u00c1frica Ocidental para o pangolim gigante (<em>Smutsia gigantea<\/em>) e na China e Vietn\u00e3 para o pangolim Chin\u00eas (<em>Manis pentadactyla<\/em>). As pesquisas mostram que os moradores locais acreditam fortemente que suas esp\u00e9cies de pangolim est\u00e3o extintas: seus avistamentos s\u00e3o raros ou inexistentes. Este j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o caso dos pangolins filipinos: os moradores locais ainda os veem, embora muito raramente, e o n\u00famero de \u00e1reas onde podem encontr\u00e1-los \u00e9 alto.<\/p>\n<p>\u201cEm compara\u00e7\u00e3o com estudos similares sobre a esp\u00e9cie de pangolins em outros lugares, estes resultados sugerem que as popula\u00e7\u00f5es de pangolins filipinos podem n\u00e3o ter atingido os n\u00edveis cr\u00edticos alcan\u00e7ados pelos pangolins Chineses, na China e no Vietn\u00e3, ou pelos pangolins gigantes em Benin,\u201d diz Archer. \u201cIsto oferece alguma esperan\u00e7a para a esp\u00e9cie.\u201d<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada de janeiro a junho de 2019 e ajuda a estabelecer a \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie com base nos avistamentos dos residentes. Os moradores locais chamam o pangolim filipino de \u201cbalintong\u201d, que significa \u201cdar cambalhotas,\u201d em refer\u00eancia ao seu h\u00e1bito de rolar para se esconder quando amea\u00e7ados.<\/p>\n<p>At\u00e9 1998, o pangolim filipino foi considerado como uma popula\u00e7\u00e3o separada do pangolim-malaio (<em>Manis javanica<\/em>), que existe em grande parte do sudeste asi\u00e1tico, mas n\u00e3o nas Filipinas. Seu reconhecimento como esp\u00e9cie pr\u00f3pria coincide com a expans\u00e3o da ca\u00e7a furtiva local: uma alta demanda de escama de pangolim na China e Vietn\u00e3, e junto com o aumento das fiscaliza\u00e7\u00f5es nas rotas conhecidas de tr\u00e1fico do pangolim-malaio, vimos os traficantes voltarem sua aten\u00e7\u00e3o para o pangolim filipino.<\/p>\n<p>Variedade das quatro esp\u00e9cies de pangolins da \u00c1sia: o chin\u00eas, indiano, sundanese e filipino. Uma mistura de cores no mapa indica uma sobreposi\u00e7\u00e3o nas diferentes distribui\u00e7\u00f5es das esp\u00e9cies. A variedade das esp\u00e9cies \u00e9 baseada nas avalia\u00e7\u00f5es da lista vermelha da IUCN (IUCN 2014). Nota: Os mapas de distribui\u00e7\u00e3o est\u00e3o atualmente sendo atualizados pelo Grupo Especialista em Pangolins da IUCN. Imagem autoral da Universidade de Adelaide\/TRAFFIC.<\/p>\n<p>Os conservacionistas locais tamb\u00e9m associam o aumento dos projetos chineses nas Filipinas \u00e0 crescente demanda por carne de pangolim em restaurantes em Manila, que atende o fluxo de trabalhadores e visitantes chineses. Em um intervalo de dois anos, os pangolins filipinos se tornaram uma das esp\u00e9cies mais traficadas em seu pa\u00eds, colocando-os em estado de perigo cr\u00edtico tanto na IUCN, como nas listas vermelhas nacionais.<\/p>\n<p>As apreens\u00f5es iniciais de tr\u00e1fico muita das vezes apareceram em carregamentos que levavam tanto os pangolins, como v\u00e1rias esp\u00e9cies de tartarugas. Mas desde 2018, as autoridades Filipinas t\u00eam interceptado os carregamentos que consistem unicamente em pe\u00e7as de pangolim. Em setembro de 2019, as autoridades da cidade de Puerto Princesa, a capital de Palawan, fizeram uma das maiores apreens\u00f5es j\u00e1 feitas de escamas de pangolim filipino: 1,154 quilogramas (2,545 libras), para os quais pelo menos 3,900 pangolins teriam sido mortos.<\/p>\n<p>De 2018 a 2019, as autoridades locais apreenderam 6,894 pangolins filipinos, de acordo com o relat\u00f3rio recente divulgado pelo grupo de monitoramento de com\u00e9rcio animais silvestres \u2013 TRAFFIC. O n\u00famero \u00e9 alarmante, dizem os conservacionistas, porque n\u00e3o h\u00e1 estimativas claras de quantos animais restam.<br \/>\nMas enquanto os pesquisadores correm contra o tempo para salvar a popula\u00e7\u00e3o local de pangolins, os estudos s\u00e3o limitados \u00e0s peculiaridades e h\u00e1bitos enigm\u00e1ticos desses animais. Os pangolins s\u00e3o solit\u00e1rios, noturnos, n\u00e3o vocais e semi-arb\u00f3reos. Embora essas caracter\u00edsticas n\u00e3o tenham sido suficientes para proteg\u00ea-los dos ca\u00e7adores furtivos, tornam muito dif\u00edcil o estudo das esp\u00e9cies na natureza, diz Archer.<\/p>\n<p>\u201cImagine caminhar durante \u00e0 noite por uma floresta e tentar procurar por algo que faz muito pouco barulho e que pode ser encontrado sozinho em uma \u00e1rvore\u201d, diz ela \u201cSeria preciso muito tempo e esfor\u00e7o!\u201d Esses comportamentos cr\u00edpticos resultam em baixas probabilidades de detec\u00e7\u00e3o, o que significa que as probabilidades de encontrar um, mesmo que esteja pr\u00f3ximo, se tornem \u201cmuito pequenas\u201d, acrescenta Archer.<\/p>\n<p>\u201cPortanto, as pesquisas gerais de biodiversidade raramente registram pangolins e por isso, m\u00e9todos espec\u00edficos de monitoramento s\u00e3o necess\u00e1rios\u201d diz ela, \u201cContudo, esses m\u00e9todos ainda est\u00e3o em desenvolvimento, ent\u00e3o ainda n\u00e3o temos uma forma padr\u00e3o de monitoramento aceita\u2026 em partes porque eles s\u00e3o muito dif\u00edceis de serem encontrados, o que dificulta o desenvolvimento desses m\u00e9todos\u201d.<\/p>\n<p><strong>Os moradores locais oferecem pistas<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 aqui que entra o estudo de Archer e de sua equipe. O estudo \u00e9 acrescentado aos conhecimentos existentes, os quais s\u00e3o extra\u00eddos do conhecimento ecol\u00f3gico local (CEL), um banco de dados que se baseia nas observa\u00e7\u00f5es e intera\u00e7\u00f5es dos habitantes locais em \u00e1reas que as esp\u00e9cies podem ser encontradas.<\/p>\n<p>\u201cO CEL \u00e9 baseado na premissa de que os habitantes locais podem frequentemente deter mais informa\u00e7\u00f5es e fornecer essas informa\u00e7\u00f5es e conhecimentos importantes a respeito dessas esp\u00e9cies raras que dividem o mesmo ambiente que eles\u201d diz Archer \u201c\u00c9 evidente a partir deste resultado que a popula\u00e7\u00e3o local det\u00e9m uma riqueza de conhecimentos importantes sobre a vida selvagem em suas \u00e1reas locais \u2014 eles s\u00e3o os verdadeiros especialistas\u201d.<\/p>\n<p>Mas embora tenha sido utilizado na conserva\u00e7\u00e3o, particularmente nos esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o conduzidos pela comunidade, o conhecimento dos moradores locais a respeito de seus ambientes continua sendo uma fonte de dados pouco utilizada. \u201cOs benef\u00edcios residem na capacidade de coletar um grande n\u00famero de informa\u00e7\u00f5es sobre grandes \u00e1reas geogr\u00e1ficas em um per\u00edodo curto de tempo e a custos reduzidos \u2014 este estudo durou 6 meses\u201d, diz Archer.<\/p>\n<p>\u201cCom sorte, estudos como estes podem ajudar no desenvolvimento de novos m\u00e9todos como os de monitoramento para que possam ser testados em \u00e1reas onde sabemos que essas esp\u00e9cies existem. Podemos tamb\u00e9m utilizar o conhecimento local para marcar habitats e locais espec\u00edficos onde as pessoas tenham visto a esp\u00e9cie recentemente\u201d, diz Archer.<\/p>\n<p>Oitenta e sete por cento dos entrevistados na pesquisa Palawan puderam identificar e fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre o pangolim filipino, mas os avistamentos s\u00e3o raros ou muito raros, mesmo quando comparados a outras esp\u00e9cies amea\u00e7adas. Isso aponta para uma urgente necessidade de estabelecer iniciativas de conserva\u00e7\u00e3o localizadas, diz o estudo. E a pesquisa aponta um alto n\u00edvel geral de apoio local para a prote\u00e7\u00e3o dos animais selvagens, particularmente do pangolim.<\/p>\n<p>\u201cCom o alto n\u00edvel de conhecimento e a grande vontade de estarem envolvidos nos esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o relatados pelos entrevistados nesse estudo, acredito que a popula\u00e7\u00e3o se encontra bem posicionada para ajudar a orientar e desenvolver esfor\u00e7os para a conserva\u00e7\u00e3o\u201d, diz Archer.<\/p>\n<p>O estudo \u00e9 formado com base nas a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o e no envolvimento da comunidade do Sociedade Zool\u00f3gica de Londres (SZL) no munic\u00edpio de Taytay ao norte de Palawan, uma das \u00e1reas priorit\u00e1rias de conserva\u00e7\u00e3o identificadas. Archer diz que uma segunda fase envolve a utiliza\u00e7\u00e3o de armadilhas fotogr\u00e1ficas para monitorar as esp\u00e9cies, que com sorte ajudar\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u201cEsperamos que isto proporcione uma base de informa\u00e7\u00e3o \u00fatil que os governos locais e as organiza\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o possam utilizar para informar os esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o, \u00e0 qual pesquisas futuras possam ser comparadas, a fim de acompanhar as tend\u00eancias do estado das esp\u00e9cies e as amea\u00e7as\u201d, diz ela.<\/p>\n<p><strong>Cita\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p>Archer, L. J., Papworth, S. K., Apale, C. M., Corona, D. B., Gacilos, J. T., Amada, R. L., \u2026 Turvey, S. T. (2020). Scaling up local ecological knowledge to prioritise areas for protection: Determining Philippine pangolin distribution, status and threats. Global Ecology and Conservation, 24, e01395. doi: 10.1016\/j.gecco.2020.e01395<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pangolins filipinos, encontrados apenas na prov\u00edncia insular de Palawan, est\u00e3o entre os mam\u00edferos mais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":145731,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pangolin.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os pangolins filipinos, encontrados apenas na prov\u00edncia insular de Palawan, est\u00e3o entre os mam\u00edferos mais","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145730"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=145730"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145730\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":145733,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145730\/revisions\/145733"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/145731"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=145730"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=145730"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=145730"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}