{"id":145382,"date":"2021-04-26T13:30:01","date_gmt":"2021-04-26T16:30:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=145382"},"modified":"2021-04-26T09:11:27","modified_gmt":"2021-04-26T12:11:27","slug":"a-identificacao-genetica-como-uma-grande-aliada-na-conservacao-dos-tubaroes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/a-identificacao-genetica-como-uma-grande-aliada-na-conservacao-dos-tubaroes\/","title":{"rendered":"A identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica como uma grande aliada na conserva\u00e7\u00e3o dos tubar\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-145383\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) analisaram como a identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos tubar\u00f5es pode ser uma metodologia chave na conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, atualmente muito impactadas pelas atividades humanas.<\/p>\n<p>Os\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=tubar%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tubar\u00f5es<\/a>\u00a0existem na Terra a cerca de 420 milh\u00f5es de anos, um tempo extraordin\u00e1rio comparado aos aproximadamente 300 mil anos do Homo sapiens (ser humano moderno). Como verdadeiros especialistas, sobreviveram a cinco extin\u00e7\u00f5es em massa, sendo a \u00faltima a que extinguiu os dinossauros. Agora, enfrentam uma nova amea\u00e7a, os cont\u00ednuos impactos diretos e indiretos do ser humano ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de sua antiga hist\u00f3ria evolutiva, esses animais incr\u00edveis s\u00e3o essenciais para a conserva\u00e7\u00e3o dos\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=ecossistema\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ecossistemas<\/a>, desempenhando uma s\u00e9rie de fun\u00e7\u00f5es para a natureza, com destaque as seguintes:<\/p>\n<ul>\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o das cadeias alimentares: Os tubar\u00f5es atuam equilibrando as popula\u00e7\u00f5es de presas, que por sua vez, exercem tamb\u00e9m uma fun\u00e7\u00e3o dentro da cadeia alimentar;<\/li>\n<li>Presas saud\u00e1veis: Mantem a popula\u00e7\u00e3o de presas saud\u00e1veis, se alimentando de animais mais debilitados, feridos ou doentes;<\/li>\n<li>\u00a0Presas com melhores condi\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas: Ao se alimentarem de indiv\u00edduos debilitados, a popula\u00e7\u00e3o daquela esp\u00e9cie mant\u00e9m os animais com condi\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e de adapta\u00e7\u00e3o melhores \u2013 passando este gene adiante.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Apesar dos benef\u00edcios, os tubar\u00f5es sofrem uma grande press\u00e3o humana e vem apresentando ind\u00edcios do impacto em suas popula\u00e7\u00f5es. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o para a Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), foi identificada em 2016 a pesca de\u00a0<strong>770 mil toneladas de tubar\u00f5es<\/strong>\u00a0capturados no mundo, al\u00e9m de raias e quimeras.<\/p>\n<h4 id=\"h-a-cruel-pr-tica-do-finning\">A cruel pr\u00e1tica do\u00a0<em>finning<\/em><\/h4>\n<p>A pr\u00e1tica do\u00a0<em><a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=finning\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">finning<\/a><\/em>, consiste em capturar o tubar\u00e3o, retirar a nadadeira \u2013 e devolv\u00ea-lo ao mar mutilado. A nadadeira dos tubar\u00f5es \u00e9 muito cobi\u00e7ada em mercados asi\u00e1ticos, devido a associa\u00e7\u00e3o de poderes afrodis\u00edacos e representa\u00e7\u00e3o de status social.<\/p>\n<p>Estima-se que cerca de\u00a0<strong>100 milh\u00f5es de tubar\u00f5es<\/strong>\u00a0s\u00e3o mortos anualmente dentro deste mercado, e n\u00e3o se engane, esta pr\u00e1tica mesmo sendo ilegal ocorre em \u00e1guas brasileiras.<\/p>\n<p>Segundo o Livro Vermelho da Fauna Brasileira Amea\u00e7ada de Extin\u00e7\u00e3o, estas s\u00e3o algumas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es com grau de amea\u00e7a encontradas no Brasil:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Carcharhinus longimanus\u00a0<\/em>tubar\u00e3o-galha-branca;<\/li>\n<li><em>Carcharhinus obscurus\u00a0<\/em>ca\u00e7\u00e3o-fidalgo, machote, ca\u00e7\u00e3o-ba\u00eda, cabe\u00e7a-chata do sul;<\/li>\n<li><em>Carcharhinus perezi\u00a0<\/em>tubar\u00e3o-dos-recifes, tubar\u00e3o-caribenho-dos-recifes;<\/li>\n<li><em>Carcharhinus plumbeus\u00a0<\/em>tubar\u00e3o-galhudo, tubar\u00e3o-sucuri;<\/li>\n<li><em>Carcharhinus porosus\u00a0<\/em>ca\u00e7\u00e3o-azeiteiro, ca\u00e7\u00e3o rabo-fino (regi\u00e3o nordeste), tubar\u00e3o-junteiro (MA);<\/li>\n<li><em>Carcharhinus signatus\u00a0<\/em>ca\u00e7\u00e3o-noturno, tubar\u00e3o-toninha, machote;<\/li>\n<li><em>Alopias superciliosus<\/em>\u00a0tubar\u00e3o raposa;<\/li>\n<li><em>Sphyrna lewini<\/em><strong>\u00a0<\/strong>tubar\u00e3o\u00a0martelo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dentro desta tem\u00e1tica, um dos principais obst\u00e1culos em identificar as esp\u00e9cies que est\u00e3o sendo mais impactadas pela pr\u00e1tica do\u00a0<em>finning<\/em>\u00a0\u2013 e se as mesmas est\u00e3o com algum grau de amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o \u2013 se deve ao fato dos animais serem encontrados fragmentados, impossibilitando toda esta an\u00e1lise.<\/p>\n<h4 id=\"h-identifica-o-gen-tica-como-metodologia-chave-para-a-conserva-o-dos-tubar-es\">Identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica como metodologia chave para a conserva\u00e7\u00e3o dos tubar\u00f5es<\/h4>\n<p>O Prof. Dr.\u00a0Alexandre W.S. Hilsdorf, que liderou a pesquisa sobre a identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica em tubar\u00f5es, do N\u00facleo Integrado de Biotecnologia da Universidade de Mogi das Cruzes, explica como esta metodologia pode ajudar a entender mais sobre as esp\u00e9cies capturadas na pr\u00e1tica do\u00a0<em>finning<\/em>.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cO desembarque de tubar\u00f5es ao redor do mundo \u00e9 realizado com animais j\u00e1 processados a bordo da frota pesqueira. Esse processamento consiste em retirar as nadadeiras (para venda em separado) e a cabe\u00e7a. Desta forma, torna-se imposs\u00edvel identificar a esp\u00e9cie que se est\u00e1 pescando. Muitas dessas esp\u00e9cies est\u00e3o amea\u00e7adas e s\u00e3o protegidas por leis. Para monitoramento da pesca de tubar\u00f5es e sua sustentabilidade \u00e9 vital que se tenha informa\u00e7\u00f5es sobre quais esp\u00e9cies est\u00e3o sendo desembarcadas nos portos pesqueiros. A gen\u00e9tica auxilia nessa tarefa com a identifica\u00e7\u00e3o por meio do sequenciamento do DNA dos tubar\u00f5es desembarcados.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Para esta identifica\u00e7\u00e3o por meio dos genes, pode-se utilizar uma s\u00e9rie de t\u00e9cnicas de sequenciamento de DNA, uma delas \u00e9 por meio do DNA mitocondrial: \u201cAo se sequenciar tais regi\u00f5es pode-se avaliar por meio de bancos de dados qual a esp\u00e9cie a sequ\u00eancia pertence. Usa-se para isso, uma sequ\u00eancia espec\u00edfica do gene Citocromo Oxidase I do DNA mitocondrial. As sequ\u00eancias parciais desse gene de milhares de esp\u00e9cies est\u00e3o depositadas em um banco de dados chamado BarCoding of Life<em>\u201d<\/em>, disse o professor Dr. Alexandre ao Ambientebrasil.<\/p>\n<p>E a partir destas metodologias, \u00e9 poss\u00edvel atribuir por exemplo, a probabilidade de qual popula\u00e7\u00e3o o indiv\u00edduo pertencia, identificar os limites geogr\u00e1ficos de migra\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo verificar onde os tubar\u00f5es foram capturados.<\/p>\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica portanto, pode auxiliar n\u00e3o apenas no melhor entendimento quanto as principais esp\u00e9cies capturadas na pr\u00e1tica do\u00a0<em>finning<\/em>, como tamb\u00e9m pode prover uma an\u00e1lise global sobre a conserva\u00e7\u00e3o dos tubar\u00f5es, contribuindo para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas mais sustent\u00e1veis.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cA pesca de tubar\u00f5es principalmente para retirada de nadadeiras \u00e9 hoje um com\u00e9rcio sem precedentes, com o aumento cada vez maior da pesca desses animais. Tubar\u00f5es s\u00e3o animais primordiais para o equil\u00edbrio dos oceanos cumprindo um papel vital para sustentabilidade de todas as esp\u00e9cies marinhas. A pesca desenfreada pode levar popula\u00e7\u00f5es e mesmo esp\u00e9cies de tubar\u00f5es \u00e0 extin\u00e7\u00e3o com efeitos sem precedentes para vida marinha. A identifica\u00e7\u00e3o e controle da pesca de tubar\u00f5es por meio dos \u00f3rg\u00e3os governamentais \u00e9 basilar para que as popula\u00e7\u00f5es dessas esp\u00e9cies possam se recuperar e a pesca possa ser realizada de forma sustent\u00e1vel. Face as dificuldades de identifica\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gicas das esp\u00e9cies desembarcadas a implanta\u00e7\u00e3o de avalia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas sistem\u00e1ticas \u00e9 um passo importante para o controle de a\u00e7\u00f5es criminosas de pesca ilegal\u201d, destaca o professor Dr. Alexandre.<\/p><\/blockquote>\n<p>Em paralelo a diminui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de tubar\u00f5es, a press\u00e3o pesqueira insustent\u00e1vel impacta tamb\u00e9m na diversidade gen\u00e9tica das esp\u00e9cies, que pode lev\u00e1-las a uma maior sensibilidade a influ\u00eancias externas e at\u00e9 mesmo a\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=extin%C3%A7%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">extin\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cAl\u00e9m dos efeitos diversos das a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas sobre os oceanos, como perda de habitat por polui\u00e7\u00e3o, destrui\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es recifais, entre outras; a sobrepesca pode ser hoje uma das causas mais preponderantes para perda de diversidade gen\u00e9tica dentro e entre popula\u00e7\u00f5es de diversas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>A pesquisa liderada pelo Prof. Dr.\u00a0Alexandre W.S. Hilsdorf do N\u00facleo Integrado de Biotecnologia da Universidade de Mogi das Cruzes, em conjunto com a Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), foi publicada na Revista Scientific American Brasil.<\/p>\n<p><em>Reda\u00e7\u00e3o: Ambientebrasil \/ Maria Beatriz Ayello Leite<br \/>\nCoopera\u00e7\u00e3o: Universidade de Mogi das Cruzes \/\u00a0Prof. Dr.\u00a0Alexandre W.S. Hilsdorf<br \/>\nPara maiores informa\u00e7\u00f5es sobre a tem\u00e1tica acesse:<\/em>\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3tU7OFP\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/bit.ly\/3tU7OFP<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) analisaram como a identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos tubar\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":145383,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/tubarao-3.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) analisaram como a identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos tubar\u00f5es","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145382"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=145382"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145382\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":145385,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145382\/revisions\/145385"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/145383"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=145382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=145382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=145382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}